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Como o desejo por outro homem foi despertado

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Olha só, tenho 42 anos hoje e o que vou te contar rolou quando eu tinha 18, numa tarde quente de Recife. Até aquele dia eu nunca tinha olhado pra homem com tesão, nunca pensei em pau, cu, beijo molhado ou qualquer coisa que envolvesse outro cara. Mas aquela viagem de trem mudou tudo.

Eu morava na periferia de Olinda e precisava ir ao centro de Recife resolver umas coisas. Peguei o trem da linha Sul por volta das três da tarde. Os bancos ainda eram aqueles antigos, de três lugares um de frente pro outro, todo mundo espremido. Sentei perto da janela, um cara qualquer no corredor e o banco da frente vazio. O ar-condicionado mal funcionava, o calor subia pelas pernas e o suor já grudava na camisa.

Na estação de Afogados entrou ele. Um homem de uns 58 anos, cabelo grisalho bem cacheado e bagunçado, óculos redondos de armação fina, cara de quem não dormia direito. Vestia uma gabardine bege meio aberta, calça social escura. Sentou bem na minha frente, do lado do corredor, cruzou as pernas e ficou quieto.

O trem arrancou. Uns minutos depois, senti o olhar dele queimando. Levantei os olhos e lá estava: fixo em mim, a mão direita enfiada dentro da gabardine, esfregando devagar o volume que crescia por baixo da calça. A língua grossa passava devagar pelos lábios secos, como se já estivesse provando alguma coisa. Meu coração deu um salto. Desviei rápido pro vidro da janela, mas pelo reflexo via que ele não parava. Olhei de canto outra vez. Agora a língua quase toda pra fora, lambendo o ar, enquanto a mão subia e descia mais firme no pau já duro.

Senti meu próprio caralho inchando dentro da cueca jeans. Tive que ajeitar ele discretamente, empurrando pra cima pra não marcar tanto. Ele percebeu. Sorriu de leve, os olhos brilhando por trás das lentes. Sem pedir licença, foi se inclinando pra frente até encostar a perna dele na minha. O calor da coxa dele atravessou a calça e subiu direto pro meu saco. Meu cu piscou sem controle. Eu estava duro pra caralho, respirando curto, sem saber se levantava ou deixava rolar.

O trem balançava. Ele abriu mais as pernas, deixando o volume apontar pra mim. O cheiro dele chegou: suor velho misturado com loção barata e algo mais animal. Meu pau latejava tanto que doía. Pensei: “Porra, o que é isso que eu tô sentindo? Eu não sou assim…” Mas o corpo traía. Ele notou minha respiração acelerada e murmurou baixo, com aquela voz rouca de homem mais velho:

— Tá gostando, né, garoto? Relaxa… ninguém tá olhando.

Meu cu contraiu de novo. Imaginei aquela mão grossa descendo minha calça ali mesmo, no meio do trem lotado. O pensamento me deixou ainda mais molhado na cueca. Chegamos na estação do Recife. Levantei rápido, pernas tremendo, e desci. Ele veio atrás, sem pressa, como se já soubesse que eu não ia correr.

Na plataforma, o sol batia forte. Ele me alcançou, encostou o corpo no meu e falou perto do ouvido, bafo quente:

— Eu vi como você ficou duro, menino. Quer que eu te mostre como um homem de verdade come um cu virgem?

Fiquei parado, coração batendo na garganta. O tesão era tanto que minha visão ficou turva. Ele sorriu, passou a mão disfarçadamente na minha bunda e apertou.

— Meu nome é Haroldo. Moro ali perto, no Santo Amaro. Vem comigo. Prometo que vai doer gostoso no começo… depois você vai pedir mais.

Eu queria dizer não. Queria correr. Mas meu pau latejava tanto que quase gozei só com o toque. Deixei ele me guiar até um motel barato ali atrás da estação, daqueles que cobram por hora e ninguém pergunta nada.

No quarto escuro, cheirando a cigarro frio e desinfetante, Haroldo tirou a gabardine devagar. O corpo dele era forte ainda, barriga um pouco saliente, peito peludo grisalho. Ele me empurrou contra a parede, abriu minha calça e puxou meu pau pra fora. Estava babando pré-gozo. Ele lambeu a cabeça devagar, olhando nos meus olhos.

— Virgem de homem, hein? Hoje você vai aprender.

Ele me virou de costas, baixou minha calça até os joelhos e abriu minhas nádegas. Senti a língua quente e molhada lambendo meu cu pela primeira vez. Um gemido escapou alto. Ele riu baixo.

— Tá apertadinho… mas vai abrir pra mim.

Cuspiu no buraco, enfiou um dedo, depois dois. Doía pra caralho, queimava, mas o tesão era maior que a dor. Ele tirou os dedos e eu senti o pau dele, grosso, pesado, cutucando a entrada. Empurrou devagar. A cabeça entrou e eu gritei. Dor lancinante, como se estivesse rasgando. Mas ele não parou. Segurou meus quadris e foi fundo, centímetro por centímetro, até as bolas dele encostarem na minha bunda.

— Isso… respira… agora é meu.

Começou a meter. Devagar no início, depois mais forte. Cada estocada mandava uma onda de dor misturada com um prazer sujo que eu nunca tinha sentido. Meu pau babava no ar. Ele metia e soltava peidos baixos, quentes, enquanto o pau entrava e saía, o cheiro forte de macho enchendo o quarto. Eu gemia como uma puta, empinando o cu pra ele.

— Mais forte… por favor… — pedi, voz rouca.

Haroldo riu, segurou meu cabelo e meteu fundo. O som molhado de carne batendo, o cheiro de suor e peido, o pau dele raspando minha próstata… gozei sem nem tocar no meu caralho, jatos grossos batendo na parede. Ele sentiu meu cu apertando e gozou dentro, quente, enchendo tudo. Ficamos ali, ofegantes, o pau dele ainda pulsando no meu cu dolorido e cheio.

Depois, deitado na cama, ele passou a mão na minha bunda vermelha e falou:

— Da próxima vez eu te como mais devagar… e te mostro como engolir até o talo.

Eu saí daquele motel com o cu latejando, andando torto, mas com um fogo novo queimando dentro de mim. Voltei pra Olinda pensando que tinha perdido uma oportunidade… ou talvez ganho a chave pra algo maior.

Hoje, aos 42, ainda me lembro daquela dor gostosa e daquele cheiro de macho. O gosto por homem nunca mais foi embora. E toda vez que pego o trem em Recife, procuro um olhar parecido.

Se quiser ver as aventuras reais que eu vivo hoje — tudo bem mais pesado, cru e sem censura — é só me procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Lá eu posto tudo: fotos, vídeos, os caras que me comeram, os lugares onde aconteceu… Recife, Olinda, Boa Viagem, até no interior de Pernambuco.

Me conta nos comentários: você já sentiu esse tesão proibido por um homem mais velho? Já deixou rolar no trem, no ônibus, no escuro de um motel? Qual foi a dor mais gostosa que você aguentou? Quero saber tudo. E se você for homem e estiver lendo isso… quem sabe a gente não marca uma próxima viagem juntos?

Eu fico esperando. Meu cu ainda lembra… e já tá com saudade.

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