#Outros

Primeiro anal meu. Veja como chorei de desespero.

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Boa noite, gente. Boa noite, todos os amigos tarados que acompanham essas putarias antigas e novas. Aqui quem fala e escreve é Melissinha Bliss, a mesma de 1990, a mesma que até hoje, cinquentona safada, continua metendo o rabo pra rola grossa e postando tudo no perfil da Selma.

Naquela noite eu tinha 24 anos, saí direto da clínica na Avenida, ainda com o uniforme branco apertado, meia-calça rasgada nas coxas de tanto andar, calcinha já úmida do suor do dia inteiro e o cu ardendo de tanto ficar sentada atendendo paciente. Cheguei na festa liberal da turma Bliss achando que ia só tomar umas, dançar um pouco e quem sabe dar uma chupada discreta num canto. Mal pisei na sala principal, o Gigio me viu. Olho de predador, pau já marcando na calça jeans surrada. Ele nem falou comigo direito. Só veio, segurou minha nuca com uma mãozona, cheirou meu pescoço suado e murmurou no meu ouvido:

— Tô sentindo o cheiro da tua bunda desde a porta, sua putinha. Vem comigo agora.

Não deu tempo de responder. Ele me arrastou pelo corredor escuro até o banheiro do fundo da casa, aquele cubículo fedendo a mijo velho, azulejo rachado e mofo. Trancou a porta com o cotovelo. Eu ainda tentei fazer graça:

— Calma, Gigio… deixa eu pelo menos lavar…

Ele nem deixou terminar. Me virou de costas, empurrou minha cara contra a parede fria, levantou o vestido branco até a cintura com uma mão só e arrancou a calcinha de algodão branca pra baixo com tanta força que rasgou de lado. O tecido ficou pendurado numa coxa. Ele se agachou, abriu minha bunda com as duas mãos grandes e enfiou o nariz bem no meio do rego suado.

— Caralho… que cheiro forte de mulher que trabalhou o dia todo… — ele grunhiu, respirando fundo como se fosse cocaína. — Abre mais, vai, empina essa raba pra mim.

Eu obedeci, tremendo. Vergonha misturada com tesão. Ele lambeu. Língua grossa, quente, passando devagar pelo anel apertado que nunca tinha levado nada maior que dedo ou rola de adolescente. Eu soltei um gemido rouco, as pernas bambas. Ele cuspiu direto no buraco, esfregou a saliva com o polegar e já começou a forçar a cabeça do cacete.

Puta que pariu.

A cabeça era enorme, vermelha, pulsando, grossa como lata de refrigerante. Eu senti a pressão e já comecei a negar com a cabeça.

— Não… Gigio… tá muito grande… vai rasgar… por favor…

Ele riu baixo, segurou meu quadril com força e empurrou mais. A rola entrou uns três centímetros e parou. Meu cu apertou como se quisesse expulsar. Dor lancinante, queimando, como se estivessem enfiando ferro quente. Eu esmurreiei a parede azulejada, as unhas arranhando o rejunte.

— Aiii caralho! Tá doendo pra cacete! Tira, tira, por favor!

Mas ele não tirou. Pelo contrário. Cuspiu mais saliva, segurou minha cintura e forçou de novo. Mais cinco centímetros entraram de uma vez. Eu gritei alto, voz embargada, lágrimas escorrendo pelo rosto. Lá fora já tinha gente ouvindo, batendo na porta, rindo, filmando com as câmeras vagabundas da época.

— Deixa eu ver o cu da novata levando rola! — alguém gritou do outro lado.

Ele começou a bombar devagar, mas fundo. Cada estocada era um soco no meu intestino. Eu sentia o pauzão abrindo caminho, esticando a carne até o limite, rasgando tudo. Meu corpo tremia inteiro, suor escorrendo pelas costas, misturando com as lágrimas. Eu chorava de dor, mas ao mesmo tempo minha buceta pingava, escorrendo pelas coxas.

— Tá muito apertado… muito grosso… eu não aguento… — eu soluçava, voz entrecortada.

De repente, sem querer, soltei um peido alto e molhado bem na hora que ele meteu até o talo. O som ecoou no banheiro. Vergonha absoluta. A galera lá fora caiu na gargalhada.

— Olha a putinha peidando na rola! — alguém gritou.

Mas o Gigio nem ligou. Continuou socando, cada vez mais rápido, mais fundo. O pau começou a sair melado, marrom, fedendo a merda misturada com lubrificante natural. Ele tirou tudo de uma vez, mostrou pra quem tava filmando pela fresta da porta.

— Olha como ficou o caralho da virgem do cu! — ele riu, exibindo a rola suja, brilhando.

Eu queria sumir. Mas ao mesmo tempo… caralho… a dor virou outra coisa. Uma mistura insana de vontade de cagar, de gozar, de ser arrombada. Ele enfiou de novo, agora sem dó, batendo a virilha na minha bunda com força. O pauzão entrava inteiro, saía quase todo e voltava a socar. Eu comecei a gemer diferente, voz rouca, animal.

— Aiii porra… vai… mete mais fundo… arromba meu cu, seu filho da puta…

Gozei gritando. Um gozo violento, daqueles que faz a buceta contrair e o cu piscar em volta da rola. Ao mesmo tempo veio a vontade louca de cagar. A junção era absurda: prazer explodindo junto com a sensação de que ia soltar tudo ali mesmo. Ele sentiu meu cu apertando e gozou dentro, jatos quentes enchendo o reto, escorrendo pra fora quando ele tirou devagar.

Eu desabei de joelhos no chão sujo, ofegante, cu latejando, ardendo, aberto, escorrendo porra e um pouco de merda misturada. Ele me deu um tapa leve na cara, sorriu e saiu. A porta ficou aberta. Todo mundo viu. Filmou. Riu. Gozou olhando.

E eu? Eu fiquei ali, tremendo, com um sorriso torto no rosto, sabendo que tinha acabado de descobrir o que eu realmente queria.

Até hoje, mais de trinta anos depois, continuo na mesma parada. Fotos, vídeos, contos, rola no cu, na boca, na buceta. Tudo postado no perfil da Selma www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026 . Se quiser ver mais das minhas aventuras antigas e das novas putarias que rolam toda semana, é só seguir lá e esperar as próximas postagens diárias.

Quem quiser me chamar de safada, de arrombada, de putinha do cu melado… pode vir nos comentários. Eu adoro.

Um beijo molhado e suado da Melissinha Bliss.

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