Fodendo a casada jovem, religiosa e peluda.
Bom dia, seus putos safados de plantão. Domingo de sol forte no sertão, poeira subindo e tesão descendo. Quem acompanha sabe que eu vivo caçando essas casadas esquecidas, essas que o marido deixa mofando em casa de taipa enquanto vai pra roça ou pro bar. E a Carla, 24 anos, casada há cinco, corpo ainda novo mas já marcado pelo sol e pela falta de tudo, era o meu alvo há meses. Mas o que me deixou louco desde o primeiro dia que vi ela não foi só o cheiro forte ou a bunda suja. Foi a porra das axilas dela.
Puta merda, as axilas da Carla são um espetáculo à parte. Pelos pretos, grossos, longos, uma mata cerrada absurda, fora do comum, muito mais do que qualquer mulher normal tem. Na cidade todo mundo comenta: “Já viu as axilas da mulher do Zé? Parece que nunca passou lâmina na vida”. Ela não tira por motivos pessoais, diz que gosta de se sentir natural, selvagem. Mas o principal é o marido: o cara é daqueles religiosos doidos, acha que depilar é pecado, que mulher tem que ser “como Deus a fez”. Então ela anda por aí com essas duas matas escuras e densas debaixo dos braços, balançando quando levanta os braços pra pendurar roupa no varal ou pra varrer o chão. Eu vi de longe na primeira vez e meu pau já ficou duro na hora. Desde então, só pensava em enfiar a cara ali, cheirar, lamber, me esfregar naquela selva suada.
Cheguei lá com o presente na mão: uma caixinha simples, embrulhada em papel colorido que comprei na cidade. Quando entreguei, os olhos dela brilharam como se fosse Natal. “Pra mim?”, perguntou com aquela voz rouca. Abriu devagar, viu o perfume vagabundo e o batom barato. “Nossa, Daniel… ninguém nunca me deu nada assim.” Sorriu mostrando os dentes faltando na frente, e eu já estava imaginando aquelas axilas peludas roçando na minha cara enquanto ela gemia.
Comecei devagar, mas direto no ponto que me consumia. “Carla, desde a primeira vez que te vi, eu fico louco com essas tuas axilas. Esses pelos… caralho, são imensos, densos pra porra. Todo mundo na cidade fala, mas eu acho foda. Me deixa maluco.” Ela corou, baixou os braços envergonhada. “Ai, Daniel… eu sei que é feio, todo mundo zoa. Mas o Zé não deixa eu tirar, diz que é contra a religião, que mulher tem que ser natural. E eu… eu acabei gostando também, me sinto mais eu.” Levantei o braço dela devagar. A mata apareceu inteira: pelos longos, pretos, grudados de suor seco, formando tufos grossos que cobriam toda a axila e desciam um pouco pelo braço. O cheiro subiu forte: ranço azedo, salgado, misturado com poeira e calor. Inspirei fundo. “Isso aqui é o que me deixa louco desde o começo. Deixa eu sentir direito.”
Ela tentou baixar o braço. “Não, tá sujo… faz dias que a água tá pouca.” “É exatamente por isso que eu quero, porra.” Enfiei o nariz bem no meio daquela floresta peluda, inspirei até o cérebro fritar. Cheiro acre, animalesco, quase vomitivo, mas que fazia meu pau pulsar violento. Passei a língua devagar pelos pelos longos, sentindo o gosto salgado e azedo grudado neles. Ela gemeu baixo, meio nojo, meio tesão. “Seu porco… nojento… ninguém nunca fez isso…” Mas empinou o peito, deixando eu lamber mais fundo, chupar os tufos suados.
A mão já estava subindo pela coxa grossa, sentindo a pele quente e áspera. Cheguei na virilha, calcinha velha molhada de suor. “Tira isso.” Ela obedeceu, deixou cair. O cheiro da bunda subiu forte: merda velha, suor rançoso. Virei ela de costas, levantei o vestido. A bunda grande, morena, marcada. Abri as nádegas. O cu escuro, franzido, com restinhos grudados nos pelinhos. Cheiro de soco: podre, quente. “Puta que pariu… isso aqui é o paraíso.” Peguei a manteiga da mesa, passei nos dedos e no cu dela. Ela ardeu. “Ai, queima!” Lubrifiquei meu pau inteiro, encostei a glande no anel apertado. “Respira.” Empurrei. Resistência brutal, cu virgem. “Tá rasgando, Daniel… sai!” “Aguenta, caralho.”
Entrei aos poucos, sentindo o calor sufocante. Quando metade estava dentro, ela soltou um peido alto, molhado, fedido. “Desculpa… tô com dor de barriga…” “Deixa sair, quero sentir tudo.” Meti mais fundo. Outro peido quente bateu no meu saco. Comecei a bombear, cada estocada fazia barulho molhado, o cu soltando pum atrás de pum. Sujeira marrom nas bordas do pau, escorrendo com a manteiga. “Isso, sua putinha suja… solta tudo.” Ela gemia, choramingava, mas empinava. “Tá doendo muito… vou cagar aqui!” Saí com estalo molhado. O cu ficou aberto, vermelho, pulsando, escorrendo.
Ela correu pra fora, vestido levantado, bunda balançando. Encostou na parede de taipa, agachou. Fui atrás, meti de novo enquanto ela forçava. Peidos altos, molhados, barulhentos. Cagava e gemia, cu apertando meu pau a cada contração. Gozei forte, enchendo o cu sujo de porra quente enquanto ela botava tudo pra fora no chão de terra.
Quando terminou, ofegante, bunda escorrendo porra e merda misturadas. Olhou pra mim. “Você é doente, Daniel… mas eu nunca senti nada assim.” “E tem mais vindo, sua vadia peluda.”
Tem mais dessa safada e de outras vindo aí nos próximos dias. Quem quiser ver os vídeos completos, as fotos sem censura — especialmente essas axilas insanas de perto — é só acompanhar em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026 . Comenta aí embaixo qual parte te deixou mais louco: as axilas peludas, o cheiro podre ou a foda suja no quintal? Leio tudo e respondo.
Abraço suado do Daniel.
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