Seduzi e fodi mais uma casada do sertão. Mas essa é...bem....
Muito boa noite nesse dia de sábado e essa que você está vendo abaixo talvez tenha sido uma das maiores loucuras com casadas que eu já fiz hoje. Gente, eu acho que eu não tenho limite, mesmo não devo ser louco.
Eu cheguei na casa dela por volta das quatro da tarde, o sol ainda queimando forte, o chão de terra batida quente feito brasa. Maria José estava lá dentro do barraco de taipa, de quatro no chão de barro úmido, esfregando uma panela enferrujada com um trapo imundo. Fazia dias que ela não tomava banho — dava pra sentir o cheiro de longe, aquele bafo pesado de suor velho misturado com terra, fumaça de lenha e algo mais íntimo, mais podre. Ela levantou a cabeça quando ouviu meus passos, os óculos novos que eu dei pra ela na semana passada meio tortos no rosto suado, os dentes faltando na frente quando sorriu.
“Chegou cedo hoje, hein, safado?”, ela falou, voz rouca de tanto gritar pros netos o dia inteiro. “Tava esperando você desde cedo, mas o calor tá matando.”
Eu entrei sem tirar o tênis, o pau já meia-bomba só de ver aquela bunda enorme empinada, toda suja de barro seco rachado nas nádegas, marcas de suor escorrendo em rios escuros pela bunda até as coxas grossas. “Tô aqui pra resolver isso, Maria José. Você sabe que eu gosto de você assim, sem frescura.”
Ela riu baixo, aquele riso de quem já sabe o que vem pela frente. “Você é doente, rapaz. Todo mundo fala que homem gosta de mulher cheirosa, perfumada… você gosta é de fedor.”
“Gosto de você fedendo”, corrigi, já me agachando atrás dela. “Abre essa bunda pra mim ver direito.”
Ela nem hesitou mais. Colocou as duas mãos nas nádegas, abriu devagar, a carne grossa se separando com um barulho úmido de pele grudada em pele. O cheiro subiu na hora, forte, ácido, um misto de cu suado de dias, resto de merda seca nas bordas do ânus escuro e peludo, e aquele aroma característico de mulher que trabalha o dia inteiro na roça sem calcinha. Puta que pariu, meu pau pulou dentro da cueca.
“Olha o estado que tá isso aqui…”, ela murmurou, meio envergonhada, meio excitada. “Nem limpei depois que caguei hoje de manhã. Tá podre mesmo.”
“É exatamente isso que eu quero”, respondi, nariz quase colado na roseta. Inspirei fundo, o mau cheiro invadiu tudo: azedo, salgado, amargo, um fedor tão denso que dava vontade de engasgar. Mas meu pau latejava mais forte a cada golfada. “Caralho, Maria José, que cu imundo gostoso…”
Ela gemeu baixinho quando encostei a ponta da língua na borda suja. O gosto explodiu na boca: salgado forte, terra misturada com fezes ressecadas, um travo azedo que grudava na língua. Lambi devagar, contornando o anel escuro, sentindo os pelinhos duros roçando nos lábios. Ela tremia toda, a bunda quente pulsando contra meu rosto.
“Vai, mete essa língua fundo, seu tarado… lambe esse cu sujo que o corno nunca lambeu na vida dele.”
Enfiei a língua o mais fundo que consegui. O interior estava quente, viscoso, o gosto pior ainda — puro amargor podre, quase me fez vomitar, mas ao mesmo tempo meu pau babava pré-gozo na cueca. Ela peidou de leve, um peido quente e úmido direto na minha cara, fedendo a ovo podre e enxofre. Eu gemi alto, louco.
“Peida mais, vai… solta tudo na minha boca.”
Ela riu safada e forçou outro peido mais longo, barulhento, quente pra caralho. O cheiro ficou insuportável, mas eu tava no céu. Tirei a roupa rápido, pau duro babando, e peguei o pote de manteiga que ela guarda na prateleira pra passar no pão. Abri, enfiei os dedos e espalhei uma camada grossa no cu dela. A manteiga derretia rápido no calor da bunda, misturando com o suor, a sujeira, o resto de merda. Ficou tudo escorregadio, nojento, perfeito.
“Vai meter agora, vai… mete forte nesse cu fedido.”
Segurei a base do pau, encostei a cabeça grossa no ânus dilatado e empurrei devagar. Entrou fácil, o cu quente engolindo tudo, a manteiga misturada com a podridão fazendo barulho de sucção molhada. “Caralho, que cu quente e sujo… tá me apertando todo.”
Ela gritou de prazer, empinando mais. “Mete fundo, porra! Arromba esse cu que o corno nunca comeu direito! Me fode como se eu fosse tua puta imunda!”
Comecei a socar forte, o pau deslizando no meio daquela sujeira toda, o cheiro subindo a cada estocada. Ela se tocava o clitóris com força, os gemidos virando gritos roucos. “Tá gostando do cheiro da minha merda na pica, né? Tá sentindo o fedor subindo?”
“Tô sentindo tudo, caralho… vou gozar dentro desse cu podre.”
Ela apertou o cu de propósito, forçando mais um peido molhado enquanto eu metia. O som foi nojento, o cheiro explodiu de novo. “Goza, vai… enche meu cu de porra, deixa o corno cheirar depois e nem saber que foi outro macho que gozou aqui!”
Não aguentei. Gozei forte, jatos quentes enchendo o interior quente e sujo, o pau pulsando enquanto ela gozava junto, tremendo toda, bunda quicando contra minha virilha, gemendo alto: “Tô gozando, caralho… nunca gozei assim na vida… você me ensinou a gozar com outro homem, seu filho da puta…”
Fiquei dentro dela até amolecer, o pau escorregando pra fora coberto de manteiga, porra, suor e sujeira marrom. Ela virou de lado, ainda ofegante, sorrindo com aqueles dentes faltando.
“Você é louco… mas eu gosto. Quando volta?”
“Logo, minha puta suja. Tem mais aventura vindo. Posto todo dia no perfil, fotos, vídeos, contos novos. Quem quiser ver o resto da putaria da Maria José, é só seguir e comentar aqui embaixo o que quer ver na próxima.”
Um abraço do amigo Daniel. 😈
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