#Outros

Sendo o macho do meu marido

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Sandra

Nenhuma mulher pode dizer que teve prazer com seu marido, se não comer o cuzinho dele

Meu nome é Sandra, casei-me aos vinte e quatro anos tecnicamente virgem, digo tecnicamente porque, minha bucetinha já conhecia várias línguas de brincadeirinhas com duas colega de faculdade. Com alguns meses de casamento, eu já conhecia cada milímetro do pauzinho do meu esposo. Sempre adepta a uma sacanagem, não tinha fim de semana que eu não inventava uma coisa nova. Até que, aproveitando o corpinho mignon, completamente sem pelo de meu marido, resolvemos encenar uma relação lésbica em que ele seria a ativa e eu a passiva, naquele sábado a tarde, ele me chupou muito, esfregou seu grelão no meu cuzinho me deixando louca, mas durante a brincadeira, ele passou a ser a passiva gemendo gostoso quando enfiei a língua em seu cuzinho, ele ficou muito sem jeito pela revelação e no dia seguinte, eu o fiz vestir meu baby dool, não satisfeita, acabei por maquia-lo deixando-o uma graça. Representando seu papel, ficou de quatro e enquanto o masturbava, enfiei primeiro meu dedo indicador em seu rabinho, fazendo miar como um gatinho, quando percebi que sem eu mandar ele balançava o bumbum discretamente, enfiei junto com o indicador, o dedo médio e ele gozou gemendo gostoso. A imagem daquela gazelinha no espelho expressando no rosto maquiado todo seu prazer, me fez gozar assim que toquei meu grelo. Comentei com Gisele a dona da língua que me fez gozar pela primeira vez, ela ficou fascina e me mostrou filmes de inversão de papeis em seu celular, não perdi tempo passei em uma loja de produtos para adultos e comprei uma cinta com um pequeno pênis vibrador na parte de dentro e na parte da frente um encaixe para outro pênis de silicone. Escolhi vários pênis adaptáveis ao encaixe da cinta e esperei meu marido chegar em casa com uma fantasia de domestica do tamanho dele. Assim que ele chegou naquela terça feira, noite em que nós não dávamos aula, o maquiei caprichosamente e lhe apresentei a roupinha, ele disposto a algo diferente colocou. Fui para a sala só de calcinha e esperei minha "empregada" passar o espanador na minha buceta, então a puxei pelo braço e nos beijamos. Induzi minha serviçal tira a calcinha e a vendei, colocando-a de quatro no sofá. Calmamente coloquei minha cinta apreciando aquele cuzinho que certamente estava esperando meus dois dedos e o satisfiz, enfiando os dedos com gel, deixando seu buraquinho bem lubrificado, segurei firme seu quadril com uma das mãos e com a outra ainda sem prática, dirigi o artefato de silicone de apenas dez centímetros naquele cuzinho e penetrei enfiando a metade de uma vez só, Luiz produziu o som que unido ao vibrador que estava na minha buceta me fez gozar na hora e eu empurrei durante o gozo o resto do pintinho naquele cuzinho guloso. Minha "dominada" passou a jogar sua bunda contra "meu pau" enquanto usando uma mão de apoio e outra para masturbar-se, lambuzou o assento do sofá com sua porra, xingando "a empregada relaxada", a fiz lamber tudinho, notando que seu corpo estava todo arrepiado e que Luiz tentava esconder o prazer que estava sentindo com o gosto de esperma na boca, tirei a cinta e fizemos um sessenta e nove fabuloso. Ao receber os jatos de porra na boca enquanto gozava, guardei toda a gala e voltei a beijar meu machinho, transferindo para sua boca todo o leitinho que tinha me dado. Naquela noite, ficamos nos acariciando como tínhamos feito em nossa noite de núpcias e quando fomos para a cama, levei minha cinta com um pinto de quinze centímetros encaixado e exatamente como ele fez comigo na primeira noite, coloquei dois travesseiro embaixo dele, levantei sua perna em "V", fazendo ele mesmo as segurar no ar, empurrei meu pau em seu cuzinho, Luiz soltou as pernas e tentou sair da penetração, mas o puxei contra mim com força, ele choramingou como eu quando ele arrombou meu cuzinho e eu o segurei já com parte do pinto de silicone dentro dele e o mandei piscar o rabinho como eu fazia sempre que ele me comia. Com poucas piscadas ele se acostumou com grossura da minha pica e eu fui pressionando vendo aquelas caretas deliciosas que ele fez o tempo todo, até aguentar todo o meu cacete e comecei a fazer o movimento para frente e para trás, senti-me um verdadeiro macho comendo uma putinha, vendo-o se contorcer e se masturbar, foi nossa primeira gozadas juntos na inversão, prazer que jamais esqueceremos.

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