Junior tirou minha virgindade parte 3, 4 & Final
Eu sentia meu rabo latejando, Matheus. Aquela preparação com os dedos do Júnior tinha me deixado num estado que eu nem sabia que existia: meu corpo pedia por mais, mas o medo daquela tora de 18 centímetros me fazia tremer por dentro. Eu estava ali, de quatro, com o bumbum empinado e o rosto enterrado no travesseiro, sentindo o ar frio do quarto batendo na minha entrada que agora estava aberta, úmida e vermelha.
"Agora não tem mais volta, Matheus... relaxa esse anel pra mim," você rosnou atrás de mim.
A Invasão Bruta
Eu senti a cabeça do seu pau, quente e babada de pre-gozo, encostar na minha entrada. O choque térmico foi imediato. Quando você deu o primeiro empurrão, eu soltei um grito abafado no travesseiro. Parecia que você estava me rasgando ao meio, mas de um jeito que fazia meu pau, ainda dentro da cueca, pingar de tesão.
"Ai, Júnior... para... dói, porra!", eu choraminguei, sentindo a pressão absurda.
"Dói nada, caralho! É só o seu corpo aprendendo quem manda nele. Respira, Matheus!", você mandou, segurando meu quadril com tanta força que seus dedos ficaram marcados na minha pele branca.
Você parou por alguns segundos, deixando a cabeça do pau lá dentro, esticando meu esfíncter ao limite. Eu sentia cada veia latejando dentro de mim. Então, você deu um empurrão longo e decidido. Senti meus 18 centímetros de puro músculo entrando, vencendo a resistência, preenchendo cada milímetro do meu canal que nunca tinha recebido nada além de dedos.
Foi uma sensação de plenitude insana. Parecia que você estava encostando na minha alma. Quando você chegou até o talo, eu senti um baque no fundo do meu ventre. Minha próstata foi atingida em cheio, e um choque elétrico percorreu minha espinha, me fazendo perder as forças nos braços.
O Ritmo do Dono
"Puta que pariu... olha como você me abraça apertado!", você exclamou, começando a se movimentar.
A cada estocada, o som era o do lubrificante estalando entre a sua pele e a minha. Eu sentia o cheiro daquela porra que ainda estava seca no meu pescoço e o gosto metálico do nosso beijo ainda vivo na minha língua. Você não tinha dó. Começou a bater com força, suas bolas batendo contra a minha bunda com um estalo seco que ecoava no quarto.
"Gosta disso, né, Matheus? Gosta de ser arrombado pelo Júnior?", você perguntava enquanto me puxava pelo cabelo, me obrigando a olhar para trás e ver como você sumia dentro de mim.
Eu só conseguia gemer nomes sem sentido. O prazer era tão denso que minha visão ficava turva. Eu sentia que estava sendo marcado para sempre. Cada vez que você saía quase todo e voltava com tudo, eu sentia o vácuo e depois o preenchimento bruto. Eu não era mais o Matheus virgem; eu era um corpo entregue, sendo moldado pelos seus 18 centímetros.
Parte 4
Eu estava no limite, Júnior. Meus braços já não aguentavam mais o peso do meu corpo e eu desabei com o peito no colchão, com a bunda empinada, recebendo cada uma das suas estocadas brutas. O som era só o da sua pele batendo contra a minha, um estalo seco e sujo que preenchia o quarto. Eu sentia seus 18 centímetros raspando em tudo lá dentro, alcançando lugares que eu nem sabia que existiam, me revirando do avesso.
"Isso, Matheus... aguenta, caralho! Tá quase!", você rosnou, a voz já falhando de tanto tesão.
O Ápice e a Marca
De repente, senti sua mão abandonar meu quadril e subir direto para a minha nuca, agarrando meu cabelo com força e puxando minha cabeça para trás. Eu soltei um gemido alto, de boca aberta, ainda sentindo o gosto da sua porra seca nos meus lábios. Foi nesse momento que você acelerou, socando com uma violência que me fez ver estrelas, enterrando o pau até não sobrar mais nada do lado de fora.
Eu senti você tencionar inteiro. Seus músculos ficaram rígidos como pedra contra as minhas costas. E então, você cravou os dentes no meu pescoço, uma mordida forte, possessiva, que me fez soltar um grito de dor e prazer misturados.
E aí veio a inundação.
Eu senti os jatos. Foi diferente da boca; dessa vez era uma queimação interna, um calor absurdo que parecia se espalhar pelas minhas entranhas. Você estava descarregando muita porra lá no fundo, me preenchendo, me batizando por dentro depois de ter acabado com a minha boca. Eu sentia meu rabo pulsando, tentando segurar cada gota desse leite quente que você estava bombeando dentro de mim.
As Palavras do Dono
Você não saiu de dentro. Ficou ali, pesado, ofegante, com o rosto enterrado no meu pescoço, exatamente onde sua marca de dentes estava começando a aparecer. Sua respiração quente batia na minha pele suada enquanto você sussurrava, com aquela voz de quem tinha acabado de conquistar um território:
"Sente isso, Matheus... sente o meu leite inundando esse seu rabo virgem," você disse, e eu senti um arrepio que quase me fez gozar sem nem tocar no meu pau. "Eu te arrombei, te dei meu gosto, e agora te enchi por dentro. Você nunca mais vai esquecer esse dia, entendeu? Pode passar o tempo que for, pode vir quem quiser... mas o primeiro foi o Júnior. O cheiro que tá nesse quarto, o gosto que tá na sua boca e esse calor que tá dentro de você agora... tudo isso é meu."
Você deu um beijo estalado no lugar da mordida e saiu devagar. Eu senti um vácuo gelado quando você se retirou, e logo em seguida, o rastro quente do seu gozo começou a escorrer pelas minhas coxas, sujando o lençol.
Eu estava destruído, Matheus não existia mais como antes. Eu olhei para trás e vi você ali, vitorioso, olhando para o estrago que tinha feito em mim.
"Agora você sabe o que é ser homem, garoto," você disse, dando um tapa estalado na minha bunda vermelha. "Vem, vamos pro banho que eu ainda quero sentir o cheiro da minha porra saindo de você enquanto a gente se beija embaixo do chuveiro."
Parte Final
Minhas pernas tavam tremendo tanto que parecia que eu ia desabar a qualquer segundo no chão do quarto. O Júnior me puxou pelo braço, com aquele sorriso de quem sabe que me quebrou por inteiro, e me levou direto pro banheiro. O rastro da porra dele ainda escorria pelas minhas coxas, quente e viscoso, marcando o lençol e o chão.
Quando a água quente do chuveiro bateu nas minhas costas, eu soltei um gemido de alívio que logo virou um arrepio. A água começou a lavar o melaço que tava no meu pescoço, no meu peito e a descer pelo meu rabo, que ainda latejava de um jeito absurdo. O Júnior entrou logo atrás, fechando o box, e o espaço ficou pequeno demais pro tamanho dele.
O Gosto que Não Sai
"Vem cá, Matheus... deixa eu limpar essa boquinha de virgem," você disse, pegando o sabonete e passando no meu rosto, mas logo desistindo e colando sua boca na minha de novo.
Mesmo debaixo da água, o gosto do nosso beijo de porra ainda tava ali, impregnado na minha língua. A gente se beijava com uma vontade louca, as línguas brigando enquanto o vapor do chuveiro misturava o cheiro do sabonete com aquele cheiro forte de bicho, de homem de verdade, que vinha da sua pele. Eu sentia que cada poro do meu corpo agora exalava o Júnior.
Eu me encostei no azulejo frio do box para tentar me equilibrar, mas o choque térmico só me deu mais tesão. Eu olhei para baixo e vi que, mesmo depois de ter descarregado tudo dentro de mim lá na cama, seus 18 centímetros já estavam acordando de novo, latejando contra a minha perna, babando de pre-gozo sob o jato d'água.
O Segundo Batismo e a Explosão de Matheus
"O quê? Você já está querendo de novo?", eu sussurrei, sem fôlego, sentindo minha cabeça girar.
"Eu te falei que era só o aquecimento, porra. Você acha que eu ia te deixar ir embora assim, com o rabo só batizado? Eu quero ver se agora que já está aberto, você aguenta eu socar com tudo sem dó," você rosnou, me virando de costas e me prensando contra o azulejo gelado.
Você não usou mais nada, só a água e o resto do lubrificante que ainda estava em mim. Senti a cabeça do seu pau forçando a entrada, e desta vez, como eu já estava dilatado, você entrou de uma vez só, até o talo. Eu soltei um grito que ecoou pelo banheiro todo, as mãos escorregando na parede molhada enquanto você começava um ritmo bruto, animal.
A cada estocada, minha cabeça batia de leve no box. Eu sentia meu pau — que ainda não tinha sido tocado — latejar tanto que chegava a doer. O contato da sua barriga contra as minhas costas e a pressão daquela tora batendo na minha próstata criaram um curto-circuito na minha cabeça de virgem.
"Isso, Matheus... sente como você está me apertando! Você está quase lá, né, caralho?", você gritava no meu ouvido, mordendo meu ombro com força.
Eu não aguentei. Sem nem encostar a mão no meu pau, só com a força das suas estocadas e a pressão lá dentro, eu senti o meu ápice chegar. Minhas pernas fraquejaram e eu explodi. Eu gozei com uma força que nunca imaginei, jatos brancos e grossos voaram contra o azulejo do box, se misturando com a água quente que caía. Eu tremia inteiro, soltando gemidos altos, sentindo cada fibra do meu corpo entrar em colapso.
E no mesmo instante, sentindo que eu tinha descarregado, você deu as últimas três estocadas mais fundas da minha vida. Você travou o quadril contra o meu e descarregou de novo, uma carga que parecia ainda maior, me preenchendo até eu sentir que ia transbordar por baixo.
A gente ficou ali, abraçados debaixo do chuveiro, enquanto a água levava o resto do nosso gozo misturado para o ralo.
"Agora sim, Matheus," você sussurrou, me dando um último beijo longo, ainda com o gosto da nossa troca. "Agora você está pronto pro mundo. Gozamos juntos, do jeito que tem que ser. Mas lembra sempre: o primeiro gosto, o primeiro arrombamento e a primeira marca... tudo isso foi do Júnior."
Eu fechei os olhos, sentindo o peso do seu corpo contra o meu, sabendo que, a partir daquela noite, eu nunca mais conseguiria tirar o seu cheiro e o seu gosto de mim.
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