#Outros

Levei remédios para curar essa casada do sertão e ganhei seu cu virgem.

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meus amigos aqui é o Daniel e vou mostrar pra vocês como a felicidade por conseguir a cura de uma doença foda e cara pode valer uma bunda gostosa, um cuzinho virgem e uma mulher casada do Sertão do jeito que eu gosto.

Tudo começou uns meses atrás, quando eu cheguei naquela casinha isolada perto de Triunfo. O sol tava de rachar, a caatinga seca, poeira subindo com cada passo. Bati na porta de madeira podre e ela abriu mancando, apoiada nas muletas velhas, o vestido florido rasgado nas costuras, suado, grudado no corpo. Vanessa. Cabelo preso num coque bagunçado, óculos brancos grandes escorregando no nariz, sorriso tímido mas olhos cansados de dor. A doença rara que ela tinha tava acabando com ela: dores fortes nas juntas, inchaço, fraqueza. O tratamento era caríssimo, remédio importado que o marido, um feirante analfabeto, nunca ia conseguir pagar. Mal tinha o que comer em casa, quanto mais remédio.

Entrei. O cheiro da casa era de terra úmida, galinha no fundo, fogão a lenha apagado e, acima de tudo, o cheiro dela. Axilas suadas, desodorante barato quase vencido, suor acumulado de dias sem banho decente por causa da dor que impedia até de se lavar direito. Meu pau deu um pulo só de sentir aquilo de perto. Eu já sabia: sou louco por mulheres casadas simples do Sertão, principalmente o cheiro natural delas, quanto mais podre e merecido, mais tesão. Mas ali, naquele momento, segurei o instinto. A prioridade era ajudar.

Sentei no banquinho torto, ela se arrastou até o outro lado da mesa improvisada.
— Daniel… você veio mesmo? — voz rouca, quase chorando.
— Vim. Trouxe notícia boa. O site da Selma topou ajudar. A galera que assina, que vê meus vídeos e fotos desde 2008, tá bancando parte do tratamento. Você vai ter o remédio caro esse mês ainda. www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026 (GRATIDÃO AOS ASSINANTES)

Ela arregalou os olhos, as muletas caíram no chão de terra batida. Começou a chorar, mãos tremendo.
— Meu Deus… eu não acredito… eu tava achando que ia morrer assim, sofrendo…

Abri a caixa que trouxe. O remédio lá dentro, embalagem brilhante, caríssima. Ela pegou com as duas mãos, como se fosse um tesouro. Olhou pra mim, lágrimas escorrendo pelo rosto suado, e falou baixo, olhando fixo nos meus olhos:
— Daniel… se eu ficar curada… você pode pedir o que quiser. O que quiser mesmo. Eu posso ser sua escrava, faço qualquer coisa. Qualquer coisa.

Eu ri, tentando disfarçar o tesão que já subia.
— Vanessa, olha lá hein. Você não sabe o que tá prometendo. Se eu for um cara safado…
Ela não piscou.
— Eu tô falando sério. O que você quiser. Eu dou. Não tô brincando.

Guardei aquilo na cabeça. Saí dali com o pau duro, imaginando mil coisas, mas segurei. Um mês depois, dia 18 de março de 2026, voltei. Ela abriu a porta sem muletas. Radiante. Andando normal. O remédio tinha funcionado pra caralho. Vestido florido ainda rasgado, mas o corpo dela tava mais vivo, pele corada, sorriso largo.

— Olha só… tô praticamente curada! — ela girou devagar, mostrando que não mancava mais.
— Parabéns, gostosa. Trouxe a última parte do tratamento.
Ela pegou a caixa, mas em vez de abrir, chegou perto, quase colando o corpo no meu.
— E aí… vai cobrar seu presente agora? Tô disposta. O que você quiser.

O cheiro dela me acertou de novo: axilas azedas, suor fresco do calor, e lá no fundo, aquele aroma pesado de bunda que não vê água direito. Meu pau latejou forte.

— Vanessa… eu quero cheirar você. Todo o seu corpo. Principalmente onde ninguém cheira. E quero que fique entre a gente.
Ela riu alto, surpresa, mas com malícia nos olhos.
— Seu nojento… eu sabia que você era safado. Mas pode vir. Desde que te vi chegando aqui pela primeira vez, já senti um fogo esquisito. Vamos ter nosso caso. Só nosso.

Trancou a porta com arame. Levantou os braços sem eu pedir.
— Começa pelas axilas, vai. Elas tão podres hoje… não lavei direito por causa do calor.

Enfiei a cara ali. Caralho. Cheiro forte, salgado, azedo, pelos curtos molhados. Lambi devagar, sentindo o gosto na língua. Ela gemeu, segurou minha nuca, esfregou minha cara mais fundo.
— Isso… lambe tudo, seu porco… ninguém nunca fez isso…

Desci. Ela tirou o vestido sozinha. Calcinha bege velha, manchada, grudada na pele. Puxei de lado. Bunda grande, redonda, suada. Abri as nádegas. O cu rosado, apertado, piscando. Cheiro violento: podre, quente, restos de merda seca misturado com suor. Enfiei o nariz e aspirei fundo. Delírio.

— Tem certeza? Tá fedendo pra caralho… dias sem banho decente…
— É exatamente assim que eu quero, porra.

Ajoelhei. Lambi a roseta devagar. Sabor azedo, salgado, amargo. Ela tremeu, empurrou a bunda na minha cara, peidou baixinho sem querer. Cheiro quente e podre. Tesão insano.

— Caralho… que nojo… que tesão… mete a língua inteira…

Enfiei fundo. Ela rebolava, gemia rouco. Levantei, tirei a roupa. Pau duro, babando. Ela abriu as pernas no banco, buceta gorda, peluda, molhada pra caralho. Cheiro forte de mulher no cio.

— Me come aqui primeiro… mas não goza dentro… não tomo nada… se engravidar fodeu…

Meti devagar, depois forte. Buceta quente, melíflua, engolindo tudo. Ela arranhava minhas costas, gemia alto.
— Isso… fode essa buceta de casada… me arromba…

Quase gozei, tirei. Ela virou de quatro no chão de terra, empinou, abriu a bunda com as mãos.
— Agora o cu… devagar… nunca dei… tá doendo só de pensar…

Peguei manteiga da cozinha, passei no pau, no cu dela. Cheiro de bunda podre com manteiga: tesão absurdo. Encostei a cabeça. Ela gritou.
— Ai… tá rasgando… dói pra porra… calma…

Empurrei. Cu apertado engolindo a glande, depois mais. Ela choramingava, suava. Meti até a metade. Peidou alto, molhado.
— Desculpa… tô com dor de barriga… vergonha…

— Relaxa… deixa sair… é assim que eu gosto.

Bombei devagar. Pau saía melado, bordas marrons, cheiro forte de merda e sexo. Ela gemia de dor e prazer.
— Tá doendo… mas tá gostoso… mete mais… arromba meu cu…

Aumentei. Ela se tocava forte, gozou gritando, cu apertando meu pau. Colocou a mão na barriga.
— Não aguento… vou cagar… tem que sair…

Segurei a cintura, socando fundo.
— Caga na pica, sua puta… se entrega…

Ela gozou de novo, gritando. Eu meti até o talo, urrei e gozei dentro, enchendo o cu quente de porra. Pulsava, jorrando. Ela apertava pra não vazar, mas escorria.

Levantou correndo, nua, bunda arrombada, esperma e merda pingando. Correu pro mato atrás da casa. Ouvi peidos molhados, merda caindo na terra, galinhas fugindo. Voltou mancando, cu vermelho, inchado, sorrindo.
— Caralho… nunca senti nada igual… tô destruída… mas quero mais.

Pau ainda meia-bomba, sujo.
— Tem mais aventuras vindo, galera. Postagens diárias no perfil. Quem quiser ver tudo, baixa lá no site da Selma Recife www.selmaclub.com e no Fanvue da Selma e amigas www.fanvue.com/brazilians2026.

E aí, você teria coragem de enfiar a cara e a língua numa bunda dessas, dias sem banho decente, fedendo a cu sujo e merecida?
Comenta aí embaixo que eu quero saber.
Um abraço, Daniel.

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Comentários (1)

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  • Cinquentão RJ: Piores contos, Selma club, piores contos.

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