#Incesto

Mãe e Filho - O Filme Erótico na Televisão

866 palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Mafalda Sofia

Voltei com contos reais... está acontecendo até hoje

A noite estava gélida, daquelas em que o frio parece entrar pelos ossos, mas dentro daquele quarto a temperatura estava prestes a atingir o ponto de ebulição. O pacto inicial de "não haver toques" ruiu no momento em que a tecnologia falhou e o instinto humano, mais primitivo, assumiu o comando.
O filme erótico na TV passava imagens de corpos suados e gemidos rítmicos. O comando, já gasto de tantas quedas, recusava-se a mudar de canal, deixando a Mafalda e o Diogo presos naquela atmosfera carregada. A Mafalda, hipnotizada pelas imagens e pelo calor que começava a subir, deixou a mão deslizar para dentro das calças do pijama do Diogo.
Ela sentiu o pau jovem dele, que já estava como uma barra de ferro. Sem dizer uma palavra, os dedos dela fecharam-se em volta da carne quente, começando uma punheta lenta, acompanhando o ritmo dos gemidos que saíam das colunas da televisão.
O Diogo sentia a cama tremer com a intensidade da excitação. A Mafalda tirou suas mãos e virou de cu para o diogo, deixou que as suas próprias calças de pijama descessem por causa das mãos dele a tirar, revelando o cu rabudo mesmo à frente do filho.
O Diogo não aguentou mais. Virou-se de lado e, sem aviso, posicionou a ponta do pau na entrada estreita que nunca tinha sido explorada. Com um empurrão decidido, ele rompeu a virgindade anal da mãe.
A Mafalda soltou um gemido agudo, uma mistura de dor e um prazer novo e desconhecido.
"Diogo... devíamos usar preservativo... isto é perigoso," sussurrou ela, enquanto ele a preenchia por trás.
O Diogo, com a voz rouca de desejo, respondeu: "Não quero proteção, mãe. Quero que um dia nasça um filho ou filha nosso. E esse bebé vai crescer a saber que foi feito no meio deste fogo, vai sentir o nosso sexo no sangue."
A Mafalda, agora totalmente possuída pelo espírito do filme erótico, virou-se para ele. Deu 4 chupadas profundas, sentindo o gosto do filho, e depois montou em reverse girl.
De costas para o Diogo, ela cavalgava com fúria. O Diogo via o rabo dela subir e descer, enquanto as suas mãos apertavam com força cada nádega, puxando-a para baixo a cada estocada anal.
Depois, ela virou-se de frente (cowgirl), olhando nos olhos dele. O Diogo tinha as mãos nas nádegas dela, controlando o vai-vem rítmico. A Mafalda não tirava a mão da sua própria buceta peluda, estimulando-se enquanto o filho a rasgava por trás.
O filme na TV continuava a dar, mas a realidade na cama era muito mais intensa. O suor misturava-se com o frio da noite, e o incesto escrevia mais um capítulo de posse total.
A foda anal deixou a Mafalda em transe e o Diogo está perto do limite.O Diogo não ia deixar que a promessa de um herdeiro do próprio sangue ficasse apenas por palavras. A fúria do sexo anal tinha levado os dois ao limite, mas para o objetivo final, ele precisava do caminho original.
Com o filme erótico a atingir o clímax nas colunas da TV, o Diogo segurou a Mafalda pela cintura com uma força bruta e puxou-a para fora do encaixe anal. Sem perder um segundo, ele deitou-a de costas na cama, abrindo-lhe as pernas com violência.
O Diogo posicionou-se e entrou de uma vez na buceta peluda, que já estava ensopada pelo desejo e pelas jorradas anteriores. O contraste entre o aperto anal e o calor húmido da vagina fez o Diogo rosnar como um animal.
"Aquele filho que falamos... vai começar agora, mãe," sentenciou o Diogo, enquanto iniciava um missionário implacável.
A Mafalda já não oferecia qualquer resistência lógica. Ela tinha as pernas entrelaçadas nas costas do filho, puxando-o para dentro de si o máximo que conseguia. Ela sentia cada estocada a atingir o fundo do seu útero, o lugar onde o próprio Diogo tinha sido gerado há 25 anos.
O Diogo sentiu a pressão final. Ele cravou os dedos nos ombros da mãe e, com uma estocada que fez a cabeceira da cama bater com força contra a parede, ele descarregou uma dose massiva e profunda de esperma dentro dela.
Ele não se retirou. Ficou ali, pesado sobre ela, sentindo o pulsar do seu pau a despejar cada gota da semente jovem diretamente no ventre da Mafalda, garantindo que o fruto desse incesto tivesse todas as oportunidades de vingar.
A Mafalda abraçou-o com força, chorando e sorrindo ao mesmo tempo, enquanto o filme na TV terminava e o silêncio voltava ao quarto frio, agora aquecido pelo suor e pelo sêmen.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos