Minha sobrinha corretora de imóveis- segunda parte
Naquela noite do temporal que comi o cuzinho da minha sobrinha mignon, minha irmã conseguiu chegar cedinho em casa e entregou roupas secas para a gostosa ir trabalhar. Suzi se aprontou rapidamente tive a forte impressão de minha irmã mais nova Silvia, de 38 anos estava desconfiava do que tinha acontecido, pois olhou para minha cama e disse com uma carinha de sacana: "Você ainda não trocou essa caminha de viúva por uma cama de casal!". Olhei para ela bem a tempo de vê-la rodar a cabeça cobrindo com o olhar todo o ambiente, dizendo em seguida: "Você já deve ter comido muita gente aqui". Embora irmãos, não tínhamos intimidades para aquele assunto e ela repousou suas mãos sobre as minhas e me deixou em choque dizendo: "Homens sozinhos não sabem o que é falta de sexo!". Sem entender as intenções de minha irmã fiz a mais feliz pergunta de toda minha vida: "E você sabe o que é falta de sexo?". Silvia demonstrando profunda tristeza disse: "Amo meu marido, mas arrependo-me de ter casado com um homem com tanta diferença de idade, ele, com sessenta e cinco anos não consegue me satisfazer, faz três meses que não me procura". Aquilo me pareceu um pedido de socorro e eu a abracei fraternalmente, Silvia sabendo poder confiar em seu irmão mais velho, enche a mão com meu pau beijando-me lascivamente. Estava chovendo na minha horta, tinha passado mais de seis sem comer ninguém e na mesma noite que tinha furado um cuzinho virgem, estava na iminência de comer minha irmã carente. Meu pau logo se animou e nos jogamos na cama sem desfazer o beijo, minha irmã tentando evitar de olhar no meu olho, passou a se desfazer das roupa e eu de minha bermuda. Em pouquíssimo tempo estávamos completamente nus e eu penetrei aquela buceta carente ouvindo o som de satisfação produzido por minha irmã que não esperou por meus movimentos, seu quadril passou a se movimentar como se ela fosse uma profissional enquanto eu deliciava com a técnica daquela fodedora, minha irmã gozou forte enfiando suas unhas em minhas costas. Assim que parou de gozar, a experiente mulher girou nossos corpos, ajoelhando na cama sem deixar minha piroca sair de sua buceta e passou a quicar, oferecendo-me o espetáculo de seus volumosos seios balançando, gozei forte e ela teve uma convulsão orgástica assim que recebeu meu leite no fundo de sua caverna. Silvia correu para o banheiro as roupas na mão e ao sair com os olhos de quem pede desculpas, beijou meu rosto e saiu sem olhar para trás. Tomei um banho rápido, me vesti apressadamente para tentar chegar ao colégio para dar a terceira aula da manhã. Ao sair de uma audiência, liguei meu celular e ouvi o recado da Suzi: "Adorei, espero poder lhe visitar no sábado a tarde". Saí do fórum e procurei uma loja e comprei um colchão e uma cama de casal ajustando a entrega para sábado pela manhã, passei em outra loja e comprei três jogos de roupa de cama. A noite, deitei já com saudades daquela minha velha cama a qual guardava tanto o segredo de minha irmã quanto da minha sobrinha. Na sexta feira, dei minha cama antiga para uma faxineira da minha escola, combinando a retirada para o sábado pela manhã. A troca das camas deu certinho. Logo depois do almoço, me preparei para a visita de Suzi e quando a vi na porta do apartamento, com aquele sorriso maravilho e olhar maroto, quase esqueço de fechar a porta antes de beija-la, o que o fiz com muito tesão, a danada correspondeu ao beijo e fazendo beicinho de menina mimada, me mostrou um tubo de gel. Encantado vi a ninfeta fazer um strip maravilhoso, aquele corpinho todo proporcional foi o primeiro a deitar naquela cama e sem precisar de instrução, Suzi colocou dois travesseiros empilhados sob sua virilha e arrebitou a bundinha. Não perdi tempo e antes de abrir o tubo de gel caí de língua naquela rosquinha. Suzi, como naquela noite maravilhosa, levou a mão entre as pernas, passou a choramingar até que gemeu profunda e demoradamente, indicando estar gozando gostoso. Beijei todas suas costas, lambendo suas nádegas. A tesuda passou a balançar o corpo para um lado e para o outro sem tirar as mãos da virilha, enchi o alvo de gel e toda minha caceta também, Suzi mostrando ter vocação para dar o cu, levantou o rabinho ainda um pouca mais acima dos dois travesseiros, suas feições eram de alguém que estava sentindo muita tesão, eu empurrei e ela fez aquele som delicioso que quase me faz gozar, sem intervalo, continuei pressionando vendo que aquele cuzinho apertado estava aceitando a cobra, tirei os cabelos que cobriam o rosto da minha presa que estava com a cabeça apoiada no colchão e virada para o lado, só para ver as caretas que ela fazia. Senti meus bagos baterem em suas coxas tremulas, mal comecei o movimento de vai e vem, a empalada explode em um gozo fabuloso com seus músculos das costas exibindo fortes espasmos, gozei forte uivando e puxando contra minha pica aquelas ancas delicadas. Deixei meu corpo cair sobre o dela e tão logo ela falou que minha pica era uma delícia, disse-lhe que não havia rabinho mais apertadinho que o dela. Deixei o cacete pulsando dentro daquele túnel apertadinho e a danada mostrando ter o dom de fodedora, passou a contrair e relaxar a relaxar a musculatura anal, o que me motivou a reiniciar os movimentos sem tirar de dentro, gozamos ao mesmo tempo, enchendo o ambiente de gemidos e gritinhos de prazer. Minha menina correu para o banheiro com o cu cheio de porra. Para minha frustração, Suzi saiu do banheiro já vestida, dizendo que tinha que ir embora, pois tinha que mostrar um imóvel no fim da tarde, para possíveis compradores.
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