Amigo inexperiente
Traí meu namorado com meu um amigo inexperiente e acabei terminando o meu relacionamento.
Sou a Teka e tenho vinte e um anos de idade, moro com minha mãe pois meus pais são divorciados. Sem falsa modéstia, tenho um rosto bonito e um corpo muito bem distribuído, chamando muito a atenção, não só dos homens, como também de mulheres. Aliás, me exibir é algo que me deixa bastante satisfeita. Sei que a beleza um dia vai diminuir, mas porque não aproveitar enquanto ela existe.
Tenho um amigo, o Kako, que é três anos mais novo do que eu, ou seja, hoje tem dezoito anos. Na nossa adolescência, brincamos muito. Lembro de quando eu tinha uns quatorze anos e estava começando a descobrir a sexualidade, sabe aquela coceirinha, gostava de abraçar o Kako, e lembro de uma sensação agradável.
Foi nesta época que Kako e os pais, extremamente religiosos, foram morar longe e no interior. Em seguida meus pais se divorciaram ficando ainda mais difícil o contato e eu nunca tive interesse de procurar nas redes sociais, aliás nem ele.
A adolescência e a idade adulta vieram trazendo todas as novidades, expectativas, responsabilidades e decepções. Fui me descobrindo como mulher, tive alguns namorados, transei com alguns, enfim, tudo normal para os dias de hoje.
Foi em julho que minha mãe me diz que o Kako viria passar uma semana aqui em casa, pois iria fazer um curso. Sinceramente, recebi a notícia com certa indiferença. Estava tão puta com meu namorado que nem dei muita atenção ao fato dele vir.
Estávamos juntos há seis meses e ele começou a colocar as manguinhas de fora achando que era a última bolacha do pacote. Me deu um “perdido” num final de semana dizendo que estava doente, mas no dia anterior não tinha nada. Passou a me tratar como se eu fosse posse dele, inclusive criticando minhas roupas e até insinuando que eu estava me vestindo para mostrar as pernas e os peitos para outros homens. Que eu devia parar de andar com duas amigas minhas pois ele não gostava delas fora outras coisas.
O pior é que eu gostava dele, mas ele parecia bipolar. Conversávamos, ele entendia o meu ponto de vista, prometia melhorar, porém, na prática nada acontecia e eu não conseguia me libertar. Não sei se alguma mulher vivenciou este tipo de coisa e possa entender o que eu estava passando.
Enfim, um domingo à noite ele me deixou em casa por volta das onze da noite. Quando abro a porta vejo um homem lindo, forte, era o Kako. Fui recepcionada com um beijo no rosto e um abraço que fez minha cabeça voltar a nossa infância sentindo aquela sensação gostosa.
Minha mãe foi dormir e ficamos conversando até a madrugada relembrando algumas coisas. Além de lindo e forte, era cheiroso, atencioso, agradável, educado me deixando extremamente bem impressionada.
Levantei cedo e bem-humorada na segunda-feira. Minha mãe ainda não havia saído para trabalhar e me disse para colocar uma roupa, pois estava de camisola transparente e calcinha e que havia um homem em casa.
Ela tinha razão. Lembrei que o Kako estava em casa e vai saber como ele iria reagir. Fui me trocar, minha mãe saiu para o trabalho e cerca de meia hora depois ele veio até a cozinha. Servi um café, conversamos e ele foi tomar banho.
Eu estava muito curiosa e fui olhar pelo buraco da fechadura do banheiro. Embora a chave atrapalhasse um pouco deu para ver ele enxugando a cabecinha do pinto, aliás um pinto bonitinho.
Assim que saiu do banheiro eu fui tomar banho e esqueci de levar uma toalha de propósito. Quando terminei, abri a porta do banheiro e gritei para ele pegar uma toalha para mim. Fiquei com a porta entreaberta, esperando, toda molhada, até que ele me trouxe.
Fui pegar e deixei cair deliberadamente na parte de fora do banheiro. Ele se abaixou para pegar e quando se levantou, eu tinha aberto a porta e estava peladinha na frente dele. Coitado ficou sem jeito e eu disse rindo para ele:
- O que foi? Nunca viu uma mulher pelada antes?
Ele ficou sem reação e com cara de bobo. Imagine, uma pessoa criada no interior por uma família tradicional religiosa vendo aquela cena. Peguei a toalha, me enxuguei e saí, rebolando na frente dele.
Claro que esperava outro tipo de reação dele, porém, como já escrevi, imaginava que ele não iria fazer nada. A timidez e a rigidez de como ele foi criado era muito evidente.
No dia seguinte, levantei um pouco mais tarde e ele já havia feito o café. Sentamos na cozinha e começamos a conversar até que eu, louca para dar, sugeri a ele de tomarmos banho juntos. Ele ficou surpreso com a proposta e eu insisti:
- Vamos... Está com medo do quê?
Ele parecia não acreditar no que estava acontecendo e acabei pegando em sua mão e, praticamente, arrastando-o para o banheiro. Fui tirando a minha camisola e a calcinha e ele só me olhando espantado.
Diante da falta de iniciativa, puxei o calção e a cueca dele deixando-o pelado. Seu pinto estava meia bomba, talvez com medo daquela situação e eu disse:
- Você nunca trepou né. Nunca ficou com uma mulher.
- Claro que já transei. Comi uma namorada minha. – Retrucou Kako.
Mas para mim era evidente que aquilo era mentira, tanto que fui eu quem o puxei para dentro do box, já com o chuveiro ligado. Para muitos pode parecer estranho, mas eu sou assim: quando quero uma coisa tomo as atitudes e dane-se.
A água morna batia em nossos corpos e me ajoelhei para começar a chupar aquele pinto que foi logo endurecendo na minha boca. Mamei gostoso, lambendo, beijando, sugando. Podia ouvir ele ofegar e fui controlando a intensidade, mas ele não aguentou muito tempo. Logo, seu pinto começou a pulsar e gozou.
Não era bem isso que eu queria, mas entendo o tesão que ele deveria estar sentindo e por ser inexperiente não conseguiu segurar. Continuamos no banho e pedi para ele me lavar. Timidamente, suas mãos começaram a explorar meu corpo. Fiquei de costas para ele e podia sentir um pau mole na minha bunda, enquanto uma mão tocava meu seio e a outra, delicadamente, roçava a minha vulva.
Peguei o dedo dele e enfiei na minha vagina ensinando-o a bater uma siririca. Meu tesão foi aumentando e saímos dali indo para o meu quarto. Deitei na cama, de frente para ele, abri minhas pernas e pedi para ele vir me chupar.
Certamente ele não sabia como fazer, então fui ensinando e aos poucos ele pegou o jeito. Gentilmente sua língua penetrava minha buceta e lambia meu clitóris. Fui ficando molhadinha e pedi para parar. Olhei para ele e seu pinto já estava duro, então coloquei uma camisinha nele, abri minhas pernas e fiquei na posição de frango assado.
Meio sem jeito no começo, porque queria socar tudo de uma vez acho que por ver muito filme erótico. Eu o instruí a ir devagar no começo e a alternar a velocidade e a intensidade. Fui moldando e deixando do meu jeitinho e claro, ficou muito, mas muito gostoso.
Porém, percebi que ele não iria aguentar muito tempo e me esforcei para ver se eu gozava logo, mas não deu tempo, ele gozou primeiro. Então, simulei que estava gozando também, pois não queria frustrar a, talvez, sua primeira transa.
Cansado e agradecido, deitou-se ao meu lado. Fiquei ali meio decepcionada porque queria mais, mas, mais uma vez, entendo que não deveria ter muita expectativa diante da falta de prática dele. Deixei ele descansar e saí do quarto.
Fiquei pensando que havia feito uma besteira, afinal só porque estava com raiva do meu namorado, não deveria ter feito o que fiz. Poderia ter o procurado e dado para ele. Ao mesmo tempo, eu me conheço e sei que quando vem o desejo é difícil segurar, afinal era algo que vem desde da infância.
E o pior, eu não estava satisfeita, tanto que Kako saiu para ir ao curso e eu me masturbei sozinha, me aliviando, embora não seja a mesma coisa.
No dia seguinte, novamente pela manhã, Kako desta vez tomou a iniciativa, dizendo se poderíamos repetir. Eu ainda estava morrendo de tesão e fomos para o quarto. Ali, ele me chupou novamente e pediu que eu ficasse de quatro.
Se encaixou atrás de mim e foi me comendo. Me penetrava gostoso, segurando a minha cintura. Definitivamente, pegou o jeito fazendo ora vagarosamente, ora mais rápido e com muita intensidade. Estava me comendo me dando muito prazer, até que me surpreendi e acabei gozando.
Ele continuou por mais alguns minutos e encheu a camisinha de porra. Depois até queria mais, porém achei melhor não fazer por estar entrando no meu período menstrual, além de estar plenamente satisfeita.
Nos dois dias posteriores, quinta e sexta-feira, somente fiz uma chupetinha para ele na parte da manhã e lamentou eu estar menstruada. Na própria sexta-feira ele foi embora e à noite meu namorado veio em casa.
Fiquei numa situação esquisita. A semana inteira fiquei com outro homem e agora estava com meu namorado. No final da noite, achei melhor terminar o relacionamento. Claro que meu namorado nunca soube o que ocorreu, aliás deveria ter terminado antes . Agora fico meia dividida no sentimento: por um lado fico com sentimento de culpa, mas por outro, acho que ele mereceu porque não sou posse de ninguém. Se me tivesse me tratado com respeito, jamais eu faria o que fiz.
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Comentários (1)
Aline: Você fez tudo certinho, não fica se culpando, não. Homem assim tem que mandar embora mesmo e você não fez nenhuma besteira, tem que aproveitar bem, rsrs. Ah, amei o seu relato.
Responder↴ • uid:1d1k03p1mg6u