Dilema íntimo entre Irmãos Parte 4
O sol da tarde era uma névoa dourada e preguiçosa pelas persianas meio fechadas do meu quarto. A gente tinha dormido o café da manhã, o almoço, só se mexendo pra beber água e ir ao banheiro. O mundo lá fora do apartamento parecia um boato distante e irrelevante. Aqui dentro, só o ar pesado e úmido, o cheiro dos nossos corpos nos lençóis e a consciência quieta e latejante de tudo que tinha mudado.
Lara estava esticada de bruços ao meu lado, traçando padrões ociosos no meu peito nu com a ponta de um dedo. A outra mão, a machucada, descansava no travesseiro. A bandagem estava um pouco desfiada. A gente ia precisar refazer logo. O pensamento era uma picadinha chata de realidade.
“Você tá pensando de novo,” ela murmurou, sem olhar pra cima.
“Só na sua mão.”
“Tá ótima. Nem dói quando eu faço isso.” Ela demonstrou deslizando a mão pelo meu torso, sobre a planície lisa da minha barriga, os dedos mergulhando abaixo da cintura da cueca que eu finalmente tinha colocado horas antes. Ela apertou meu pau por cima do tecido. Ele se mexeu, previsivelmente, sem esforço. “Viu? Só dói quando eu penso nisso. E agora, tô pensando em outras coisas.”
Eu peguei o pulso dela, puxando a mão com cuidado. “Você precisa descansar. Seu corpo inteiro precisa descansar. Você tá andando como se tivesse sido atropelada por um caminhão.”
Um brilho malicioso acendeu nos olhos dela. “Fui atropelada pelo seu pau. Várias vezes. Em vários lugares.” Ela rolou pro lado, apoiando a cabeça no cotovelo. O lençol escorregou, revelando um peitinho pequeno e perfeito, o mamilo já eriçado. “E eu não tô cansada. Tô… elétrica. Meu corpo inteiro parece um fio vivo. Toda vez que fecho os olhos, sinto você dentro de mim. Minha boceta ainda tá latejando. Meu cu… caralho, meu cu parece que tem um coração próprio, e tá batendo o seu nome.”
As palavras dela eram uma linha direta pra minha virilha. Meu pau engrossou, forçando contra o tecido da cueca. “Lara…”
“Quero mais,” ela disse, a voz caindo pra um registro baixo e rouco que vibrava no quarto quieto. “Quero algo diferente. Não quero ser fodida. Não agora.” Ela rastejou por cima de mim, montando nos meus quadris, o peso dela se acomodando logo acima da minha ereção. Ela ainda estava nua, a pele brilhando na luz âmbar. A boceta dela era uma pressão macia e quente contra minha barriga baixa. “Quero ser comida.”
Eu pisquei. “O quê?”
“Você ouviu.” Ela se inclinou pra frente, as mãos plantadas dos dois lados da minha cabeça, o cabelo formando uma cortina escura que bloqueava o resto do mundo. O sopro dela era quente nos meus lábios. “Quero sentar na sua cara. Quero esfregar minha boceta na sua boca até você não conseguir respirar. Quero que você me lamba, me chupe e me foda com a língua até eu gozar tão forte que derrube o teto gritando. Quero que você me faça gritar, Samy. Com a sua língua. Sem mãos. Sem pau. Só sua boca na minha boceta. Você disse que gostava de me ver se desfazer? Quero que você faça isso com a porra da sua língua.”
A exigência era tão direta, tão graficamente específica, que não deixava espaço pra discussão ou cautela gentil. Era pura fome sem filtro. Minha própria boca encheu d’água com o pensamento, com a imagem que ela pintava. O gosto dela da noite passada, almiscarado e doce, inundou minha memória.
“Você tá bem mandona hoje, né, sua putinha?” eu rosnei, a vulgaridade parecendo perfeitamente natural agora.
Ela sorriu, uma expressão feroz e linda. “Pra você? Sempre. E agora, vai ficar aí deitado ou vai deixar sua irmã montar na sua cara?”
Em resposta, eu enfiei os polegares na cintura da cueca e a empurrei pra baixo, chutando ela pra fora da cama. Meu pau saltou livre, já vazando uma pérola clara e grudenta de pré-gozo na minha barriga. Depois estiquei as mãos, agarrando as nádegas dela, apertando a carne firme e dolorida. “Sobe aqui. Faz. Me sufoca com essa bocetinha gostosa.”
Um tremor de pura antecipação atravessou ela. Ela se mexeu rápido, subindo pelo meu corpo. Os joelhos se acomodaram no travesseiro, enquadrando minha cabeça. Por um momento, ela só pairou ali, uma deusa obscena e de tirar o fôlego. Daquele ângulo, eu via tudo — o tufo macio de cachos escuros, os lábios externos inchados e fofos, brilhando de tesão. Os lábios internos, um rosa mais escuro, estavam ligeiramente abertos, já reluzindo. E acima de tudo, o cuzinho apertadinho dela, ainda vermelho e bem usado da manhã. O cheiro dela, quente e intimamente almiscarado, encheu minhas narinas, um afrodisíaco potente pra caralho.
“Gostou da vista?” ela respirou, olhando pra baixo entre as próprias coxas.
“Eu amo essa porra de vista,” eu raspei. “Agora baixa essa boceta gostosa na minha boca. Não seja gentil.”
Ela não precisou de mais incentivo. Com um movimento lento e deliberado, ela desceu.
O primeiro contato foi uma pressão macia e quente contra meus lábios. Depois, o calor úmido e escorregadio das dobras dela. Eu abri a boca, deixando a língua sair, achatando contra ela. Lambi uma faixa larga e lenta da entrada até o clitóris.
Shlllllp.
Um grito agudo e ofegante explodiu dos lábios dela. “Oh, porra! Sim! Exatamente assim!”
O gosto dela explodiu na minha língua — azedo, salgado, unicamente dela. Eu mergulhei, o nariz enterrado nos cachos. Usei a língua pra abrir ela, pra sondar a entrada, pra circular o clitóris inchado. Não fui gentil. Não fui provocador. Ela queria ser devorada, e foi exatamente isso que eu fiz. Comi a boceta dela como um homem faminto, com entusiasmo barulhento, bagunçado e desesperado.
Slurp. Lick. Slurp.
Minha língua mergulhou no buraco dela, fodendo pra dentro e pra fora com estocadas curtas e rápidas. Os sons molhados e esguichantes eram altos no quarto quieto. Squish. Glrk. Os sucos dela fluíam livremente, cobrindo meu queixo, meus lábios, pingando no meu pescoço. Ela se esfregava contra meu rosto, encontrando um ritmo, os quadris fazendo círculos pequenos e desesperados.
“Ahn! Ahn! Bem aí, sua língua, bem no meu buraco…” ela cantava, a voz subindo de tom. As mãos dela se fecharam no meu cabelo, não guiando, só se segurando com força. “Chupa meu clitóris! Chupa, Samy, por favor!”
Eu obedeci, puxando o botõezinho duro pra dentro da boca e chupando com força, a língua vibrando na ponta sensível.
Mmmnpfh!
O som ficou abafado pela carne dela. Ela gritou, um som alto e irregular, as coxas se fechando ao redor da minha cabeça. “SIM! PORRA! CHUPA!”
Eu alternava entre chupar o clitóris e espetar a boceta com a língua, bebendo cada gota. Quanto mais eu provava, mais ela dava. Ela estava jorrando, um fluxo constante de tesão que fazia cada movimento soar obscenamente molhado. Splorch. Gurgle. Slurp. Eu sentia as paredes internas dela piscando na ponta da minha língua, sentia o corpo inteiro dela se enrolando mais e mais apertado, uma mola se armando até o ponto de ruptura.
“Tô perto! Tô tão perto!” ela soluçou, os movimentos ficando frenéticos, erráticos. Ela estava fodendo meu rosto de verdade agora, montando na minha boca com estocadas duras e moedoras. “Não para! Me faz gozar! Me faz gritar com a porra da sua língua, seu filho da puta!”
Eu dobrei os esforços. Foquei tudo no clitóris dela, chupando e lambendo com precisão rápida e implacável. Minha língua era um borrão. Adicionei uma vibração baixa e zumbida da garganta, a sensação fazendo ela guinchar.
“AH! QUE PORRA É ESSA?! MEU DEUS!”
Eu zumbi mais alto, a vibração viajando pelo clitóris, pela boceta inteira. As pernas dela começaram a tremer violentamente. O aperto no meu cabelo ficou doloroso.
“TÔ GOZANDO! SAMY, TÔ GOZANDO! NÃO AGUENTO! AHHHHHHHH!”
O orgasmo dela a atravessou com a força de uma explosão. Não foi uma onda suave subindo; foi um tsunami. O corpo dela travou, um arco rígido e trêmulo acima de mim. Um grito gutural e cru rasgou da garganta dela, tão alto que parecia vibrar no meu próprio peito. A boceta dela convulsionou, uma série de espasmos violentos e ordenhadores, e uma inundação quente do gozo dela jorrou na minha boca aberta.
Splurt. Gush. Sploosh.
Foi mais que da última vez. Foi uma torrente, uma inundação doce e azeda que eu engoli com avidez, um pouco transbordando e escorrendo pelos cantos da minha boca. As paredes internas dela se contraíam no vazio, pulsando loucamente. Ela continuou gritando, o som cru e ininterrupto, a cabeça jogada pra trás, as costas arqueadas de um jeito impossível.
Eu não diminuí. Continuei chupando, lambendo, cavalgando ela através do cataclismo, extraindo cada último tremor, cada última gota. O gosto do clímax dela era intenso, viciante. Eu lambia, limpando ela mesmo enquanto mais sucos vazavam.
Devagar, os gritos dela diminuíram pra soluços quebrados e engasgados. O corpo dela amoleceu, desabando pra frente, mas ela não rolou pra fora. Ficou ali, montada no meu rosto, o peso pesado e confiante. A boceta ainda pressionada nos meus lábios, ainda tremendo com pequenos tremores posteriores. Dei no clitóris dela uma última lambida suave e calmante.
Mwah.
Ela se encolheu, um gemido suave e hipersensível escapando. “Ah… demais…”
Eu sorri contra a carne dela, meus lábios e queixo encharcados. Finalmente deixei a cabeça cair de volta no travesseiro, respirando pesado pelo nariz. O ar debaixo do lençol do corpo dela estava quente, grosso com o cheiro de sexo, suor e dela.
Por um longo minuto, só o som das nossas respirações ofegantes. Depois, ela se mexeu, escorregando pra fora de mim pra desabar na cama ao meu lado. Ela era um trapo — cabelo colado na testa suada, olhos vidrados, rosto corado num vermelho satisfeito e profundo. Um sorriso lento e atordoado se espalhou pelo rosto dela.
“Caralho,” ela respirou, a palavra mal audível. “Você… você realmente fez. Me fez gritar. Acho que quebrei a voz.”
Eu virei a cabeça pra olhar pra ela. “Você que mandou.”
“Eu sei.” Ela esticou a mão, os dedos traçando a bagunça molhada e grudenta no meu queixo e pescoço. Levou os dedos pra própria boca e chupou, limpando, os olhos travados nos meus. “E você amou. Você me devorou pra caralho. Eu senti. Não foi só por mim. Você tava faminto pela minha boceta.”
“Eu tava,” eu admiti, a voz rouca. “Eu tô. O gosto de você… é crack do caralho.”
Ela riu, um som cansado e feliz. Rolou pro lado, se aninhando em mim, a cabeça no meu ombro. A mão dela desceu, os dedos envolvendo meu pau. Estava duro como pedra, latejando, uma veia grossa pulsando no eixo. Pré-gozo vazava em um fluxo constante e grudento, se acumulando na minha barriga.
“Você ainda tá tão duro,” ela observou, o polegar espalhando o fluido na cabeça sensível. “Nem foi tocado.”
“Ver você gozar assim… ouvir você gritar… provar você inundando minha boca…” Eu balancei a cabeça. “Isso é melhor que qualquer toque.”
Ela apertou, o aperto firme. “Minha vez. Quero provar você agora. Quero chupar seu pau enquanto ainda sinto meu gosto nos seus lábios.”
Antes que eu pudesse responder, ela já estava descendo pela cama, os movimentos lânguidos mas determinados. Se acomodou entre minhas pernas, os joelhos no colchão, o rosto na altura do meu pau dolorido. Não hesitou. Se inclinou e lambeu uma faixa longa e lenta da base das bolas até a parte de baixo do eixo até a ponta.
Shlllk.
Um choque de eletricidade pura subiu pela minha espinha. “Porra, Lara…”
“Mmm,” ela zumbiu, a vibração viajando pelo meu pau. Pegou a cabeça na boca, girando a língua ao redor da borda inchada, coletando o pré-gozo. Chupou gentilmente, as bochechas afundando. Slp. Slp. “Você tem um gosto bom. Salgado. E tem gosto de mim.”
Ela começou a balançar a cabeça, pegando mais de mim na caverna quente e molhada da boca. Ainda era inexperiente, mas o entusiasmo era um substituto foda pra técnica. Usava a língua, pressionando contra o frenulum sensível na parte de baixo do pau a cada descida. A mão trabalhava a base, girando no mesmo ritmo da boca.
Slurp. Pop. Glrk.
Os sons eram sujos, lindos. Eu olhava, hipnotizado, enquanto meu pau grosso desaparecia entre os lábios carnudos e rosados dela. Uma linha de saliva e pré-gozo conectava os lábios dela ao eixo quando ela saía pra respirar. Os olhos dela estavam travados nos meus, escuros e famintos.
“Gosta de ver sua irmã chupando seu pau, irmãozão?” ela perguntou, a voz rouca. Não esperou resposta. Mergulhou de novo, pegando mais fundo dessa vez. A garganta abriu, e ela me levou pra dentro, o nariz pressionando nos pelos pubianos.
Gllrk!
Um som molhado e engasgado. Ela engasgou, os olhos lacrimejando, mas segurou por um segundo antes de recuar, ofegante. “Porra, você é grande. Quero pegar tudo. Me ensina. Me diz como engolir esse pau monstro inteiro.”
As palavras dela, a determinação, eram um canto de sereia do caralho. Enrolei as mãos no cabelo dela, sem forçar, só guiando. “Relaxa a garganta. Quando descer, engole. Como se estivesse tomando um remédio. E respira pelo nariz.”
Ela assentiu, a expressão séria, focada. Respirou fundo pelas narinas, abriu a boca larga e desceu de novo. Senti a cabeça do meu pau bater no fundo da garganta. Senti ela engolir, uma contração muscular poderosa que me puxou mais fundo.
Glurp. Hnnng.
Ela pegou mais um centímetro, depois outro. Lágrimas escorriam dos cantos dos olhos, mas ela não parou. Estava pegando mais da metade do comprimento agora, a garganta se esticando obscenamente ao redor da grossura. A sensação era inacreditável — um calor apertado, molhado e pulsante que ameaçava me acabar ali mesmo.
“Isso, baby,” eu gemi, os quadris se levantando da cama involuntariamente. “Pega. Pega o pau do seu irmão pela garganta do caralho.”
Ela saiu com um pop molhado e ofegante, uma linha grossa de saliva e pré-gozo esticando entre os lábios dela e meu pau. Estava ofegante, o rosto corado de esforço e tesão. “Eu consegui! Senti você na minha garganta!”
“Você foi foda pra caralho,” eu ofeguei. “Agora faz de novo. Mais rápido.”
Ela obedeceu, estabelecendo um ritmo — chupadas profundas e guturais seguidas de sair pra lamber e beijar o eixo. Estava encontrando o jeito, a confiança crescendo a cada passada. Os sons eram uma sinfonia de depravação: o tapa molhado dos lábios na base, o glrk-glrk gutural quando a cabeça do pau entrava na garganta, o shlurp suave e chupador quando ela recuava.
Smack. Glurk. Slurp. Pop.
A mão livre dela segurava minhas bolas, rolando gentilmente, depois puxando. A sensação dupla era avassaladora. Meu orgasmo começou a se formar, uma pressão profunda e enrolada nas bolas e nas costas baixas. A visão era demais — minha irmã, o rosto uma máscara de determinação safada, a boca esticada larga ao redor do meu pau, as lágrimas e a baba fazendo uma bagunça escorregadia.
“Lara, vou gozar,” eu avisei, a voz apertada.
Ela não saiu. Só olhou pra cima pra mim, os olhos arregalados e implorando, e redobrou os esforços, chupando mais forte, balançando mais rápido, a garganta trabalhando freneticamente ao meu redor.
Slurp-slurp-slurp-glrk-glrk!
Foi o suficiente. O nó se rompeu.
“TOMA! ENGOLIR TUDO!” eu rugi, as costas se arqueando da cama.
Meu clímax explodiu, uma inundação violenta e pulsante. O primeiro jato acertou o fundo da garganta dela com força. Splurt! Ela engasgou mas segurou, engolindo convulsivamente. Os próximos pulsos atiraram direto pela garganta, uma torrente quente e salgada. Gulp. Gulp. Gulp. Eu sentia a garganta dela trabalhar, ordenhando meu pau, engolindo cada gota. Os jatos finais eram mais fracos, mas ela chupou até o fim, limpando com a língua até eu ficar tremendo, hipersensível.
Ela finalmente me soltou com um pop suave e molhado. Sentou nos calcanhares, ofegante, os lábios inchados e brilhantes, uma linha grossa do meu gozo traçando um caminho do canto da boca até o queixo. Limpou com o dedo e chupou, um gesto lento e deliberado.
“Você gozou tanto,” ela disse, a voz rouca do abuso. “Senti batendo no fundo da garganta. É tão quente. Salgado. Eu gosto.”
Eu estava mole, completamente esvaziado. Estiquei a mão pra ela, puxando ela pra deitar ao meu lado. Beijei ela, profundamente, provando meu próprio gosto na língua dela, misturado com o sabor residual da boceta dela. Foi o beijo mais íntimo e fodido da minha vida.
A gente ficou ali, emaranhados, o sol descendo mais baixo, pintando o quarto em sombras longas. O silêncio era confortável agora, saciado.
A barriga dela roncou, alto e insistente no silêncio.
Eu ri. “A gente provavelmente devia comer alguma coisa que não seja um ao outro.”
Ela riu, se aninhando mais perto. “Daqui a pouco. Só quero ficar aqui e sentir… arruinada. Do melhor jeito.” Ela traçou a linha do meu maxilar. “Samy?”
“Hmm?”
“Amanhã… eu tenho aula. Você tem trabalho.”
A frase pairou no ar, um respingo frio de realidade. O mundo lá fora estava esperando, com suas rotinas, suas regras e seus julgamentos.
“É,” eu disse baixinho.
“Como a gente… como a gente age lá fora? Depois… de tudo isso?” A voz dela era pequena, a vixen confiante e exigente de momentos atrás sumida, substituída pela irmãzinha assustada enfrentando uma situação impossível.
Eu abracei ela mais forte. “Não sei, mana. A gente só… faz. Mantém a cabeça baixa. Mantém nosso segredo. E volta pra casa pra isso.”
“Vai ser difícil,” ela sussurrou. “Não te tocar. Não te olhar do jeito que eu quero.”
“Vai ser uma tortura do caralho,” eu concordei. “Mas a gente tem que fazer. Por nós.”
Ela ficou quieta por um longo tempo. Depois, “Eu não me arrependo. De nada.”
“Nem eu.”
A gente ficou ali enquanto a luz dourada virava crepúsculo, o peso do dia que viria se assentando sobre nós, uma carga silenciosa e compartilhada. O calor dos nossos corpos era o único conforto contra o frio do mundo do lado de fora da porta.
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