Foi foda perder o cabaço do meu cu.
Meu coração acelera só de lembrar daquela noite louca em que, pela primeira vez na vida, eu, Cláudia, uma mulher de 28 anos cheia de curvas e desejos reprimidos, me entrego a um anal brutal e doloroso com um macho de 22 anos chamado Vinícius, que me pega de jeito em uma posição que me deixa gritando de dor e prazer misturados, peidando sem controle enquanto sinto uma vontade insana de cagar, tudo isso em um quarto bagunçado com cheiro de suor e tesão, e as fotos e vídeos que capturei dessa foda selvagem vão te deixar babando por mais – leia até o final para sentir cada detalhe sujo e explícito, e imagine você no lugar dele me arrombando o cu virgem.
Estou deitada de bruços na cama, o lençol preto com padrões de penas vermelhas grudando na minha pele suada, e Vinícius, esse puto de 22 anos com braços tatuados e um pau grosso como um braço, me segura firme pela nuca, me imobilizando como se eu fosse uma vadia qualquer que ele pegou na rua. Nós nos conhecemos de um jeito maluco: eu estava sozinha em uma viagem para relaxar, pedi um delivery de comida no hotel, e ele, o entregador safado, me olha com aqueles olhos famintos quando abre a porta. "Ei, gata, quer companhia pra essa pizza?", ele diz com um sorriso de canalha, e eu, carente pra caralho depois de meses sem foder, puxo ele pra dentro sem pensar duas vezes. Agora, aqui estamos, nus e ofegantes, o quarto cheirando a musk masculino misturado com o meu perfume doce de baunilha, e o som da TV baixa no fundo ecoando algum filme idiota que nem prestamos atenção.
"Porra, Cláudia, teu cu é tão apertado que parece virgem", Vinícius rosna no meu ouvido, o hálito quente dele me arrepiando a espinha enquanto ele cospe na mão e lubrifica a cabeça do pau dele, que lateja contra a minha bunda. Eu mordo o lábio, nervosa pra cacete, porque nunca deixei ninguém meter no meu rabo antes – sempre fui daquelas que acha que anal é coisa de puta profissional, mas hoje, com esse moleque me dominando, eu sinto uma curiosidade suja me consumindo. "Vai devagar, seu filho da puta, não me rasga ao meio", eu imploro, mas minha voz sai trêmula, excitada, e ele ri baixo, apertando mais forte o meu braço cruzado nas costas, me deixando sem escapatória. O cheiro do lubrificante de morango que pegamos na gaveta do hotel se espalha, misturando com o odor salgado do suor escorrendo pelas minhas coxas. VEja e baixe mais em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026 pois tem FREE.
Ele posiciona a rola na entrada do meu cu, empurrando devagar no começo, mas logo força mais, e puta que pariu, a dor é como se estivesse me partindo ao meio. "Aaaah, caralho! Tá doendo pra porra!", eu grito, cerrando os punhos no lençol, as unhas pintadas de rosa cravando no tecido. Vinícius não para, ele geme alto, "Isso, vadia, relaxa esse cu apertado pra mim", e continua enfiando, centímetro por centímetro, até que sinto a cabeça grossa passando pelo anel apertado, esticando tudo. Meu corpo treme, e de repente, um peido escapa alto e involuntário – prrrrt! – ecoando no quarto como um tapa na cara da vergonha, e eu sinto o rosto queimando de humilhação. "Haha, porra, você peidou no meu pau? Que delícia, Cláudia, continua assim que eu gozo mais rápido", ele provoca, e em vez de parar, ele mete mais fundo, ignorando meus gemidos de dor.
A vontade de cagar vem forte agora, como se meu intestino estivesse sendo revirado por dentro, uma pressão insuportável que me faz contorcer e apertar os olhos com força. "Vinícius, para, eu tô com vontade de cagar, seu merda! Tá me matando!", eu berro, mas ele só agarra meu cabelo e puxa minha cabeça pra trás, me forçando a arquear as costas enquanto bombardeia meu cu com estocadas ritmadas – ploc, ploc, ploc – o som molhado da carne batendo contra carne preenchendo o ar, junto com o cheiro forte de sexo anal, aquele odor terroso e primal que me deixa ainda mais molhada na buceta. Minha xota pinga, escorrendo pelos lençóis, e eu sinto lágrimas escorrendo pelo rosto, misturando dor lancinante com um prazer doentio que cresce no fundo do meu ventre. "Fode, sua puta, engole meu pau com esse cu virgem", ele manda, e eu obedeço, empinando mais a bunda, peidando de novo – fffft! – enquanto ele acelera, os músculos dos braços dele flexionando contra o meu corpo.
Cada thrust é uma explosão de sensações: a dor queimando como fogo no meu rabo, a pressão no intestino me fazendo gemer como uma cadela no cio, e o prazer subindo pelas minhas veias, fazendo meus mamilos endurecerem e minha buceta pulsar vazia. "Ah, sim, me arromba, seu safado! Me faz peidar mais, caralho!", eu começo a delirar, virando o jogo, e Vinícius ri, suado e ofegante, "Você é uma vadia nata, Cláudia. Teu cu tá piscando no meu pau, querendo leite quente". O quarto gira ao meu redor, o dreamcatcher na parede balançando levemente com as vibrações da cama rangendo, e o cheiro de nossos corpos colidindo – suor, saliva, e o aroma cru do anal – me inebria completamente. Eu sinto outro peido escapando, dessa vez mais longo e úmido – prrrrrrt! – e a humilhação só aumenta o tesão, me fazendo rebolar contra ele apesar da dor que me faz morder o travesseiro.
De repente, ele me vira um pouco de lado, ainda dentro de mim, e eu vejo meu reflexo no espelho da cômoda: rosto contorcido em uma careta de agonia e êxtase, olhos semicerrados, boca aberta em um O silencioso. "Olha pra você, Cláudia, toda arrombada e peidando como uma porca. Quer que eu goze no teu cu?", ele pergunta, e eu assinto freneticamente, "Sim, porra, enche meu rabo de porra quente, me faz sentir suja pra caralho!". Ele acelera, os gemidos dele virando grunhidos animais, e eu sinto a vontade de cagar atingindo o pico, mas seguro com toda força, transformando a pressão em ondas de prazer que me levam ao orgasmo – meu corpo convulsionando, a buceta esguichando no lençol enquanto peido mais uma vez, alto e sem vergonha.
Vinícius goza logo depois, jorrando dentro de mim com um urro gutural, "Toma, vadia! Leite no teu cu virgem!", e eu sinto o calor se espalhando, aliviando um pouco a dor enquanto ele desaba sobre mim, ofegante. Ficamos ali, colados em suor e fluidos, o cheiro pós-sexo dominando o quarto, e eu sorrio apesar da ardência latejante no meu rabo. "Foi foda, hein? Meu cu nunca mais vai ser o mesmo", eu digo, e ele beija minha nuca, "E isso é só o começo, gata. Da próxima, te faço cagar de verdade enquanto fodo".
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