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Prnambucana puta

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Era uma noite quente em Boa Viagem, Recife, quando tudo começou a desandar de um jeito que eu nunca imaginei. Eu, uma pernambucana de 27 anos chamada Larissa, saí de casa achando que ia ser só mais uma saidinha com o boy que tava me comendo a cabeça há semanas. Acabei voltando de madrugada com o cu ardendo, a calcinha rasgada no bolso da calça jeans, o gosto dele ainda na boca e uma mistura louca de dor, prazer e vergonha que não saía da minha cabeça. Foi a primeira vez que deixei alguém me foder assim, sem dó, sem camisinha, sem limite. E o pior (ou melhor): tô louca pra repetir. Se você curte ler safadeza real, com detalhes que deixam a gente molhado só de imaginar, fica até o final dessa aventura... porque tem mais vindo aí.

Eu tava no calçadão da praia, vento batendo no rosto, cheiro de mar misturado com fritura de tapioca. O cara, um tal de Victor, 32 anos, pele morena queimada de sol, tatuagem subindo pelo braço até o pescoço, me chamou com aquele olhar de quem já sabe que vai te comer. “Vem cá, gostosa, deixa eu te mostrar um lugar melhor que esse barulho todo”. Eu ri, joguei o cabelo pra trás e fui. Sempre fui curiosa demais pro meu próprio bem.

Chegamos num apê na Rua das Ninfas, daqueles prédios antigos com varanda grande e vista pro mar. Mal fechou a porta, ele já me encostou na parede. Beijo com língua, mão apertando minha bunda por cima do shortinho jeans, dedos enfiando por baixo da renda da calcinha. “Tá molhadinha já, hein, sua putinha?”, ele sussurrou no meu ouvido, voz rouca de cigarro e cachaça. Eu só gemi, porque era verdade. Meu corpo inteiro tremia de tesão.

Ele me virou de costas, baixou meu short junto com a calcinha num movimento só. Senti o ar fresco batendo na bunda exposta. “Abre as pernas, vai”. Obedeci. Ele cuspiu na mão, passou no pau duro que já pulsava contra minha coxa, e começou a esfregar na entrada do meu cu. Eu congelei. “Calma, relaxa... vai doer um pouquinho no começo, mas depois você vai implorar por mais”.

Primeira estocada veio devagar, mas firme. Ardeu pra caralho. Senti como se estivesse sendo rasgada ao meio. “Ai, porra, devagar!” gritei, unha cravada na parede. Ele segurou meu quadril com força, não parou. “Shhh, aguenta, gostosa. Respira fundo”. Cada centímetro que entrava era uma mistura de dor lancinante e um prazer estranho, proibido, que subia pela espinha. Quando finalmente encostou tudo, eu soltei um gemido alto, quase choro. Ele ficou parado uns segundos, só sentindo meu cu apertando em volta dele.

Aí começou o vai e vem. Lento no começo, depois mais rápido. Cada estocada fazia meu corpo tremer. O som da pele batendo, o barulho molhado, meu gemido misturado com o dele. De repente ele deu uma estocada mais forte e eu soltei um peido sem querer, alto, escapou. Ele riu baixo no meu ouvido: “Tá gostando tanto que tá soltando pum, é? Que delícia, safada”. Fiquei com vergonha, mas o tesão aumentou. Ele acelerou, batendo forte, o saco dele batendo na minha buceta encharcada.

“Quer gozar assim, com o cu arrombado?”, perguntou, voz grossa. “Quero... por favor...”, implorei, voz tremendo. Ele enfiou dois dedos na minha buceta enquanto socava o cu, e eu explodi. Gozei gritando, pernas bambas, visão embaçada. Ele não parou. Continuou metendo até que senti ele inchar dentro de mim. “Vou gozar dentro, tá preparada?”. Antes que eu respondesse, ele grunhiu alto e jorrou tudo lá no fundo. Quente, grosso, escorrendo devagar quando ele saiu.

Caí de joelhos no chão, ofegante. Ele me olhou, pau ainda semi-duro, brilhando. “Abre a boca”. Obedeci. Ele enfiou devagar, me fazendo limpar tudo. O gosto era salgado, amargo, misturado com o meu próprio cheiro. Engoli. Ele sorriu. “Boa menina. Isso é só o começo, Larissa. Tem muito mais pra gente fazer”.

Saí dali mancando um pouco, cu latejando de dor e prazer, mente a mil. No elevador, olhei meu reflexo: cabelo bagunçado, batom borrado, olhos brilhando de quem acabou de descobrir um lado novo de si mesma.

Se você chegou até aqui, significa que também tá curioso... ou excitado. Quer saber o que rolou na próxima aventura? Quer imaginar como foi quando ele me levou pra um motel na BR-101, com espelho no teto e algemas na cama? Ou quando chamei uma amiga pra assistir (e participar)?

Pra me achar e acompanhar todas essas putarias reais que eu posto sem censura, é só procurar na internet por:

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Comenta aqui embaixo o que você achou dessa primeira vez... ou o que quer que eu faça na próxima. Me diz se ficou duro, se ficou molhada, se imaginou estar no meu lugar. Quanto mais safado o comentário, mais eu fico inspirada pra contar o próximo capítulo bem detalhado. Vai, solta o verbo. Tô esperando. 😈

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