Mãe e Filho - O Banho
O incesto continua... tudo real e continja até hoje e sem saber se faço bem em foder meu filho que deixou de ser virgem comigo como contei neste site
O ambiente estava carregado de um silêncio pesado. Com o resto da família em viagem, a casa tornou-se o cenário perfeito para o que estava prestes a acontecer. Meses tinham passado desde aquela noite às quatro da manhã; as coisas pareciam ter "arrefecido" na superfície, mas o fogo entre o Diogo e a Mafalda estava apenas à espera de uma faísca.
A Mafalda já estava no banho. O som da água a bater nos azulejos ecoava pelo corredor. "Diogo, vem tomar banho... a água está boa" gritou ela, com uma naturalidade que escondia a tensão.
O Diogo entrou na casa de banho e o vapor já embaciava o espelho,ele viu a sua da mãe nua: o cu rabudo realçado pela água e as mãos dela a passarem com força pela vagina peluda, ensaboando-se com uma intensidade que deixou o Diogo instantaneamente duro dentro das calças.
Ele despiu-se devagar, tentando controlar a respiração. Quando ficou nu, o seu pau jovem estava apontada ao teto, pulsante. Para não dar nas vistas de imediato, ele entrou na banheira protegendo o pau com as mãos, encostando-se ao canto enquanto a Mafalda continuava debaixo do chuveiro.
A banheira era estreita. Como faziam quando o Diogo era pequeno, a regra era passar "costas com costas" ou "cu com cu" para não haver choque frontal.
A Mafalda desviou o chuveiro para o lado, criando espaço para o Diogo passar para o outro canto.
O Diogo fingiu que se ia virar de costas, mas no último segundo, largou a mão da frente. Ao ver aquele cu enorme à sua frente, ele não resistiu. Em vez de encostar as costas, ele virou-se de frente.
O pau duro do Diogo começou por roçar na nádega esquerda da Mafalda. Ele sentiu a pele molhada e escorregadia do sabão. Com um movimento decidido, ele deslizou a ponta mesmo pelo meio, passando pelo "buraco onde nasce o baby" até encontrar a entrada.
A entrada foi fácil, lubrificada pela água e pelo desejo acumulado. A Mafalda gelou. O choque térmico da carne do filho a invadi-lhe o corpo fê-la parar o movimento do chuveiro.
"Diogo... não... somos mãe e filho, tu sabes que isto é errado," murmurava ela, com a voz a tremer, mas sem se afastar.
"Sempre fomos só nós, mãe," sussurrou o Diogo, colando o peito às costas dela e começando o vai-vem rítmico.
Naquele momento, a verdade mais crua veio ao de cima. A Mafalda lembrou-se de como o Diogo foi concebido: o fruto de uma violação há 25 anos por parte do pai do Diogo. O destino parecia pregar-lhe uma partida — o filho que nasceu da violência agora possuía-a com o prazer mais proibido de todos.
A resistência dela quebrou-se ali mesmo, debaixo da água quente. Ela inclinou a cabeça para trás, apoiando-se nos azulejos, e deixou que o Diogo assumisse o controlo total. O banho de limpeza transformou-se num batismo de pecado.
O vapor no quarto de banho estava sufocante. A banheira era demasiado estreita para a fúria que o Diogo ainda sentia. Depois daquela primeira descarga debaixo do chuveiro, ele não estava satisfeito. Ele queria vê-la, queria o espaço da cama para a marcar como o patriarca que é.
Do Duche para o Quarto
O Diogo desligou a água com um gesto brusco. A Mafalda estava encostada aos azulejos, ofegante, com o esperma do filho a escorrer-lhe pelas coxas misturado com as gotas de água.
"Sai", ordenou o Diogo, a voz num tom que não admitia réplica.
Ele nem se deu ao trabalho de se secar. Agarrou na mãe pelo braço e puxou-a para fora da banheira. Atravessaram o corredor da vivenda nus, deixando um rasto de água no chão, até chegarem ao quarto principal. O silêncio da casa vazia tornava o som dos passos deles ainda mais pesado.
Assim que entraram no quarto, o Diogo não perdeu tempo com preliminares. Ele empurrou a Mafalda para o centro da cama de casal.
"De quatro, mãe. Agora!", comandou ele. A Mafalda, totalmente dominada pelo prazer proibido e pela força do filho, obedeceu de imediato. Ela ajoelhou-se, baixou o peito contra o colchão e empinou aquele cu rabudo que tinha deixado o Diogo louco no banho.
O Diogo posicionou-se atrás dela. O seu pau jovem, que já estava duro outra vez, brilhava com a humidade do duche. Ele segurou as ancas da mãe com as mãos firmes e, sem aviso, enterrou-se nela com uma estocada que fez a cama ranger e a Mafalda gritar o nome dele.
O ritmo era implacável. O Diogo fodeu-a com a força de quem estava a realizar o desejo de uma vida. A cada estocada, ele via a carne dela a vibrar. Ele lembrava-se da história da violação que lhe deu a origem, e cada movimento era uma forma de dizer que ele era o novo dono daquela linhagem.
O quarto estava cheio com o som dos estalos que o Diogo dava nas nádegas da Mafalda. O som era seco, autoritário.
"Gostas de sentir o teu filho, não gostas?", rosnava ele ao ouvido dela, enquanto a puxava pelos cabelos para trás para lhe ver o rosto de prazer.
A Mafalda já não conseguia articular palavras, apenas gemia em sintonia com os movimentos dele. No clímax, o Diogo sentiu que ia explodir de novo. Ele não se retirou. Ele cravou as unhas na cintura da mãe, puxou-a para o seu corpo com toda a força e gozou uma dose massiva de semente bem fundo no útero dela.
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Comentários (1)
R_M: Que conto!!! Que tesão de conto! Adoro! Adoro como expressas, como descreves cada momento, cada sensação, cada tesão e cada ponto de prazer! Continua! Beijo ;-)
Responder↴ • uid:1d9dlrqoopj4