Primos 2: De ladinho é mais gostoso
Real! Mas no passado antes de chegarmos ao que acontece atual, nesta altura tinha 14 e ele 17
O quarto cheirava a esse desejo proibido, o cheiro de incesto entre primos que ficava impregnado no ar. A tensão era constante; depois daquela vez em que, mesmo com roupa, a Carolina o cavalgou com vontade na zona verde, o desejo só aumentou.
Tudo explodiu no dia em que ela chegou a casa com uma saia curta. O Diogo viu-a chegar pela janela do quarto da sua mãe, observando o movimento das pernas dela enquanto a mãe estava fora, a trabalhar. Ele ligou a televisão para disfarçar qualquer barulho e, mal ela entrou no quarto, o clima pesou. A Carolina provocava-o abertamente, tocando no seu pau por cima da roupa, enquanto ele retribuía com a mão naquela buceta lisa.
Eles deitaram-se na cama da mãe do Diogo, aproveitando o perigo de estarem ali. Ainda vestidos, o Diogo puxou-a para ficarem de ladinho. Ele afastou a saia, puxou a cueca dela e a calça para baixo, fazendo o mesmo à sua calça de pijama. Com toda a calma do mundo, ele foi aproximando o pau daquela abertura rosa e estreita.
No momento em que sentiu a entrada, ele empurrou com firmeza. O Diogo não desviava o olhar; ele via, ali na cama da mãe, o seu pau a entrar cada vez mais fundo, desaparecendo dentro dela a cada centímetro que avançava. O aperto era total e a sensação de estar ali, deitados de lado enquanto o pau penetrava profundamente, fazia o Diogo sentir cada prega da buceta dela. Ele deliciava-se a ver o movimento de entrada e saída, sentindo o calor dela envolver o seu membro por completo naquela cama proibida.
A foda continuou lenta e profunda, com o Diogo a aproveitar cada segundo daquela visão antes de decidir se o final seria ali mesmo, despejando tudo dentro dela, ou se a virava outra vez para repetir a dose.
O Diogo não aguentou mais aquela visão do pau a entrar e sair da Carolina ali, na cama da mãe. A sensação de estar dentro dela, com o corpo deitado de lado e a sentir o aperto daquela buceta lisa, levou-o ao limite. Ele começou a acelerar as socadas, sentindo que o prazer estava prestes a explodir.
Sem aviso, o Diogo deu as últimas estocadas bem fundas, sentindo o pau bater lá no fundo. No momento em que o prazer disparou, ele decidiu deixar tudo dentro. Ele sentiu o jato quente de esperma a inundar a Carolina, despejando o produto todo lá no fundo da buceta dela. Ele ficou ali parado uns segundos, sentindo a pulsação do seu membro dentro dela e o calor do dentro a espalhar-se, enquanto a Carolina relaxava o corpo na cama.
Depois de uns instantes, ele retirou o pau lentamente e viu o resto do esperma a começar a escorrer daquela buceta rosa para os lençóis da cama da mãe. Eles ficaram ali, em silêncio, a recuperar o fôlego enquanto a televisão continuava a dar, escondendo o que os dois primos tinham acabado de fazer.
Depois daquela foda na cama da mãe, eles voltaram para o quarto do Diogo. Para disfarçar, ele ligou a PlayStation, mas o comando mal parava nas mãos; a mente dele estava noutro lado. A Carolina, ainda com aquela saia, sentou-se perto dele, e o cheiro de incesto que já vinha do corredor atiçou o Diogo outra vez.
Assim que o jogo acabou, ele puxou-a para o colchão. Não houve rodeios. Voltaram a ficar de ladinho, a posição que permitia ao Diogo observar tudo com detalhe. Ele puxou a saia dela para cima e, com o pau já duro e pronto para outra, encontrou a abertura daquela buceta lisa e rosa.
Desta vez, no seu próprio quarto, o vai e vem estava muito melhor. O Diogo sentia-se mais à vontade, imprimindo um ritmo constante, ouvindo o som da pele a bater uma na outra. Ele via o seu pau a entrar e a sair, desaparecendo por completo dentro dela a cada investida mais forte. A Carolina apertava os lençóis, sentindo o pau do primo a raspar em tudo lá dentro.
As socadas eram mais fluidas e profundas do que as de manhã. O Diogo estava focado no prazer de sentir o aperto e na visão do seu membro a penetrar naquela carne macia. Ele acelerou o vai e vem, sentindo que a buceta dela estava cada vez mais húmida e quente, acolhendo cada estocada com perfeição.
O prazer subiu rápido e, sem querer esperar mais, o Diogo deu três socadas finais com toda a força. No último segundo, ele decidiu variar o final: puxou o pau para fora com um movimento brusco. O jato saiu quente e forte, sujando as coxas da Carolina e o lençol da cama do Diogo. Ele ficou a olhar para o rasto que ficou fora, enquanto recuperava o fôlego depois desse segundo round do dia.
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