Amor de irmão - Parte 1
O dia em que meu irmão mais velho tirou minha virgindade quando nossos pais saíram de casa.
Nunca, jamais, deixe seus filhos sozinhos por duas semanas. Principalmente se tiverem 17 e 22 anos.
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Nos dias finais da primavera, meus pais compraram um pacote para uma viagem. Ambos nunca tiveram a oportunidade de ter uma lua de mel. Logo, é mais do que merecido tirarem duas semanas em Maragogi. E entrando no clima de férias, minha irmãzinha fez suas malas para passar, também, duas semanas na casa de nossa querida tia, em Minas Gerais.
Fico sozinha em casa com meu irmão mais velho, ambos caseiros desfrutando da serenidade de nosso lar. É nítida a diferença entre nós na família: Mamãe e Papai são animados e barulhentos, minha irmãzinha faz uma bagunça danada, e eu e meu irmão somos mais silenciosos e tranquilos.
Se passaram dois dias em que a casa ficou apenas para nós dois. As manhãs são monótonas, mas todas as noites nos juntamos para assistir os filmes da saga Pânico. Pipoca amanteigada, refrigerante geladinho e guloseimas são devorados em minutos, e quando percebemos já é madrugada.
- Se isso fosse real, você teria medo? - Meu irmão pergunta, os créditos subindo pela tela assim que o filme acaba.
— Você me conhece. Eu não teria medo dessa baboseira. - Dei uma risada, pegando as embalagens de salgadinho e doces, enfiando tudo na tigela de pipoca e levando tudo de uma vez para a cozinha. — Eu não seria idiota… diferente dessas mulheres que só sabem esgoelar.
Assim que volto para a sala, meu irmão não está mais lá. Eu o chamo e não tenho respostas. Ótimo… a brincadeira começou, não é?
A sala estava escura, apenas a luz do abajur iluminando o sofá. Eu o apago, banhando o cômodo no breu total. O procuro em silêncio, entrando no jogo. Vamos ver quem vai se assustar…
De repente, algo cai atrás de mim e eu me volto rapidamente para a direção do som. Livros caíram no chão. Antes que eu possa visualiza-los de perto, outra coisa cai no outro lado da sala, me pegando desprevenida. Como ele fez isso tão rápido?
A luz do corredor se ilumina e ouço passos no andar de cima. Poucos segundos depois, sou agarrada por trás e tenho minha boca tapada. Grito assustada, não esperando isso. Meu irmão fez isso tão rápido? Como? Ele pulou da janela no andar de cima e entrou por essa logo atrás de mim tão facilmente? Eu não sei.
— Você disse que não tinha medo… não disse? - Sua voz é baixinha no pé do meu ouvido, seu peito é quente nas minhas costas, seu cheiro é inebriante e eu noto que nunca tivemos tão próximos fisicamente um do outro.
Tento empurra-lo, mas sua força supera a minha. Temos uma diferença muito grande entre nossos físicos: ele é tão alto e forte, e eu sou tão pequena e magra.
Mesmo que eu resista, sou arrastada até o sofá e esmagada assim que meu irmão mais Velho se debruça sobre mim. Consigo livrar minha boca da sua mão.
— Pare com essa brincadeira de mal gosto!! - Resmungo, me debatendo.
Mas não parece que ele está brincando. Ele está sério… cheirando meu pescoço e apertando meu corpo. Seus braços fortes parecem barras de ferro em volta de mim.
— Eu já falei que o seu cheiro é delicioso, irmãzinha? - sussurrou, minha barriga gela. — Você é tão pequena, tão frágil quando eu me aproximo.
Não consigo descrever a repulsa que revira meu estômago assim que suas mãos apalpam meus seios, brincando com os mamilos e os apertando maldosamente.
— Isso está ficando errado… por favor-
Sou interrompida, minha garganta agora quase fechada pelo aperto de sua mão.
— A única coisa errada é não poder estuprar essa sua bocetinha virgem quando você usa aquela langerie no seu quarto! - Ele engrossa a voz, a ameaça e agressividade nítida em cada palavra. — Eu observo você o tempo todo… e agora finalmente vou poder enfiar meu pau em você e fazer minha porra escorrer.
Não consigo gritar quando tenho minhas roupas arrancadas. Forçadamente, os joelhos do meu irmão afastam minhas coxas e eu sinto algo duro cutucar minha virilha. Por mais que eu tente me debater ou machuca-lo, sou reprimida por sua força superior a minha.
A dor é aguda assim que seu pau penetra minha boceta virgem, imaculada. Ele enfia profundamente, parando só quando nossas virilhas se tocam. Ofego assim que minha garganta é liberada, gemendo alto quando ele avança com os quadris.
— Irmão!! Por favor!! - Grito, desesperada.
— Por favor o que, irmãzinha? - A risada dele é maldosa, assim como sua força.
Ele mete com força, suas unhas furam minha cintura conforme seu aperto firme se intensifica. Dói, é repugnante… meu próprio irmão mais velho me estuprando, arrancando minha virgindade com as próprias mãos e se apossando do meu corpo como se eu fosse dele.
— Finalmente posso enfiar meu pau em você, irmãzinha. Finalmente posso estuprar seu buraquinho virgem e encher ele de leitinho. Você gosta? Sentir o leite quentinho do seu irmão mais velho escorrendo da sua bocetinha e marcando esse corpinho? Eu colocaria uma filha em você e a comeria também assim que ela tivesse idade.
Não posso conter minhas lágrimas. Não só pela repulsa em estar sendo estuprada, mas também por notar meu próprio corpo me traindo. Seu pau está me gerando prazer, minha boceta está cada vez mais molhada e quente.
Gozo com força em seu pau, contraindo em volta dele. Não demora muito pro meu irmão gozar na minha boceta também, se mantendo profundamente socado em mim até derramar a ultima gota de porra na minha vagina.
— Isso é só o começo, irmãzinha. E se você contar pra alguém… eu mato você, mas estupro você antes.
Ele sai de cima de mim, a porra quente escorrendo da minha boceta juntamente do meu sangue. Acabei de ser estuprada pelo meu irmão, não consigo parar de sentir nojo disso. Mas há algo a mais… eu me odeio por ter gostado.
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