#Incesto

Minha buceta molha só de lembrar o pau do meu filho me arrombando o cu dolorido em Apipucos

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Oi, gente, eu sou a Vanessa, 41 anos, moradora do Recife, uma mulher que ainda vira pescoço na rua quando passo de biquíni na praia de Boa Viagem ou de shortinho colado no Shopping RioMar. O que vou contar aqui é pesado, quente e real: depois de anos de casamento frio, separação e criando meu filho sozinho, acabei descobrindo um desejo proibido que mudou tudo na nossa casa em Apipucos. O ciúme dele com meus namorados virou outra coisa… uma atração que cresceu até explodir em sexo intenso, quase diário, incluindo meu cuzinho que dói deliciosamente toda vez que ele insiste em invadir. Se você curte histórias cruas, com tesão explícito, cheiro de sexo no ar, gemidos abafados e até uns peidos safados no calor do momento, fica até o final. Tem mais aventuras vindo, e quem sabe o que rola na próxima vez que ele me pega de quatro olhando pro mar da Jaqueira…

Tudo começou depois que terminei com o último cara que namorei, um tal de Juliano, que morava lá pras bandas de Olinda. Meu filho, o Enzo, 22 anos recém-completos, musculoso de academia, ficou aliviado pra caramba quando ele saiu de cena. No começo eu achava que era só ciúme de filho protetor, mas aí comecei a reparar nos olhares. Ele me devorava com os olhos quando eu passava de camisola fina pela sala, o tecido grudando nos mamilos duros por causa do ar-condicionado. O volume na bermuda dele denunciava tudo: pau duro, pulsando, quase rasgando o tecido. Ele corria pro banheiro, trancava a porta e eu já imaginava a punheta rápida, a mão subindo e descendo pensando na mãe.

Resolvi testar. Deixava a calcinha usada bem no cesto do banheiro, posicionada de um jeito que dava pra pegar fácil. Depois do banho dele, eu conferia: sempre mexida, às vezes com uma mancha branca grudada no tecido, o cheiro forte de porra misturado com meu perfume. Meu corpo reagia na hora — buceta inchando, molhando a calcinha nova que eu colocava. Comecei a ficar excitada só de imaginar ele cheirando, lambendo o fundinho da calcinha enquanto se masturbava pensando em mim.

Um dia resolvi subir o nível. Cozinhando um escondidinho de charque na cozinha da nossa casa, vesti só um vestidinho soltinho, sem nada por baixo. O tecido leve roçava direto na bunda, na xota depiladinha. Enzo chegou por trás, fingindo ajudar, me abraçou forte. Senti a vara grossa e quente encaixar bem no rego da bunda, pulsando contra minha pele nua. Minha buceta escorreu na mesma hora, um fio quente descendo pela coxa. Fiquei quietinha, conversando sobre besteira enquanto ele apertava mais, o pau encaixado como se quisesse entrar ali mesmo. Depois de uns minutos ele soltou, respirando pesado, e foi pra sala ver televisão. Eu fiquei lá, pernas tremendo, louca pra me tocar.

Terminei o almoço, comemos juntos. Ele mal falava, só me encarava. Fui tomar banho, entrei no quarto deixando a porta entreaberta só um pouquinho. Tirei tudo, fiquei só de fio dental vermelho enterrado na bunda, deitei de bruços na cama, empinando o rabo pro alto. Sabia que ele ia passar. Ouvi os passos, a porta abrindo devagar.

— Caralho, mãe… que isso? — voz rouca, quase um grunhido.

— Que foi, meu filho? — respondi fingindo inocência, rebolando de leve.

Ele não aguentou. Entrou, trancou a porta, subiu na cama ainda de cueca boxer preta esticada. O pau enorme marcando tudo. Me virou de frente, me beijou com força, língua invadindo minha boca, chupando como se quisesse me devorar. Eu correspondi na mesma intensidade, gemia na boca dele, mãos apertando as costas largas.

— Você tá louco, Enzo… a gente não pode… — menti, porque eu queria tudo.

Ele arrancou minha blusa, mamilos duros pularam livres. Chupou um, depois o outro, mordendo de leve, puxando com os dentes. Eu arqueava as costas, louca. Consegui baixar a cueca dele — o pau saltou, grosso, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Segurei firme, punhetei devagar, depois coloquei na boca. A cabeça inchava na minha língua, pulsava forte. Chupei com vontade, lambendo a glande, descendo até as bolas pesadas, cheirando o tesão masculino misturado com sabonete. Ele gemia alto, segurando meu cabelo.

— Mãe… porra… chupa mais… — implorava.

Voltei pro pau, engoli o máximo que dava, garganta apertando. Ele não aguentou: gozou forte, jatos quentes enchendo minha boca. Engoli tudinho, sugando até a última gota, lambendo os lábios depois.

Mas eu queria mais. Ele deitou ofegante. Esperei uns minutos, comecei a massagear o pau mole que logo endureceu de novo. Ele sorriu safado, me puxou pra cima dele.

— Senta, mãe. Quero sentir você.

Abri as pernas, posicionei a cabecinha na entrada molhada e desci devagar. A vara abriu caminho, esticando tudo. Comecei a cavalgar, subindo e descendo, peitos balançando na cara dele. Ele chupava os mamilos enquanto eu rebolava. O tesão subiu rápido.

— Vou gozar na sua vara, filho… — gemi alto.

— Goza, mãe… goza pra mim…

Senti o orgasmo vindo, sentei até o talo, conchinha apertando, e gozei gritando. No mesmo instante ele meteu fundo e gozou dentro, enchendo minha buceta de porra quente. Ficamos grudados, suados, ofegantes.

Depois daquele dia viramos viciados. Fazemos quase todo dia — na cozinha, no sofá, no meu quarto com a janela aberta pro vento de Pernambuco. Na segunda vez que transamos ele pediu o cuzinho. Eu hesitei, mas deixei. Ele babou bastante, meteu devagar, mas doeu pra caralho no começo. Fiquei gemendo de dor misturada com prazer enquanto ele entrava centímetro por centímetro. Quando chegou tudo, começou a bombear. Soltei um peido safado sem querer no calor do momento — ele riu, apertou mais forte minha cintura e continuou metendo. O cuzinho ardia, mas eu gozei de novo só com estímulo anal, tremendo toda.

Agora ele vive pedindo o cu. Tenho que controlar senão vira todo dia, porque depois fico dolorida por horas, andando meio tortinha pela casa. Mas o tesão é tanto que acabo cedendo. Uso uma mini câmera escondida que comprei (essa aqui: https://temu.to/k/gd92a4h3f3z) pra gravar algumas nossas fodas quando ele não percebe — coloco no criado-mudo, no ângulo perfeito pra pegar tudo. Assistir depois me deixa louca de novo.

Se você chegou até aqui babando, imagina o que vem nas próximas aventuras… Quem sabe uma rapidinha na praia de Piedade à noite, ou ele me pegando no carro parado no estacionamento do Shopping Boa Vista? Pra acompanhar tudo e ver as gravações quentes que posto, é só procurar por mim na internet: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026.

Conta nos comentários: você acha que eu devo deixar ele comer meu cuzinho mais vezes mesmo doendo, ou controlo melhor? Quero saber o que vocês acham… me deixa molhada só de imaginar as respostas. 😈

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Comentários (1)

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  • Frende: Sim deixa comer

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