#Incesto

Mãe e Filho: Segunda Roda

430 palavras | 2 | 5.00 | 👁️
Mafalda Sofia

O nosso incesto continua! Tudo real no dia após o primeiro incesto

O Diogo não tinha intenção de deixar a Mafalda recuperar o fôlego ou processar a culpa. Para ele, o que aconteceu às 4 da manhã foi apenas o aperitivo. Agora, com a luz do dia a revelar cada detalhe do corpo da mãe, ele queria a confirmação total da sua posse.
​O Diogo puxou o lençol com um gesto brusco, deixando a Mafalda totalmente exposta à claridade da manhã. Ela tentou cobrir-se instintivamente, mas o Diogo segurou-lhe os pulsos com força, pregando-os contra a cabeceira da cama.
​O Domínio: "Tu não vais a lado nenhum, mãe," sentenciou o Diogo, com o olhar fixo nela. "Disseste que gostaste de sentir o meu esperma... agora vais sentir o resto."
​A Reação da Mafalda: Ela arqueou as costas, sentindo a autoridade do filho. A resistência inicial tinha sido substituída por uma submissão pesada. "Diogo, as tuas mãos... tu marcas-me toda," sussurrou ela, embora o seu corpo estivesse a traí-la, ficando novamente húmido e pronto para ele.
​O Diogo não esperou por mais palavras. Ele posicionou-se entre as pernas da mãe e entrou nela com uma estocada profunda, fazendo a cama de madeira ranger contra a parede do quarto.
​O Ritmo Implacável: Desta vez, com os dois totalmente acordados, o Diogo fez questão de que ela sentisse cada milímetro da sua pistola jovem. Ele alternava entre estocadas lentas, que a faziam gemer o seu nome, e movimentos rápidos e violentos que a deixavam sem ar.
​Os Estalos da Manhã: Para marcar o ritmo, o Diogo começou a dar estalos sonoros nas coxas e nas nádegas da Mafalda. O som ecoava pelo quarto silencioso, um lembrete de que, naquela casa, ele era o único senhor.
​A Mafalda estava em transe. Ela já não era apenas a mãe; era a mulher do Diogo, moldada pelo desejo dele. Ela agarrou-se aos ombros dele, cravando as unhas na pele do filho enquanto o prazer do incesto a consumia novamente.
​No momento final, o Diogo sentiu que ela estava a atingir o clímax juntamente com ele. Ele não a soltou. Puxou-a para um abraço apertado, colando os corpos suados, e descarregou outra vez uma dose massiva de semente bem fundo nela.
​"És minha, mãe. De manhã, à tarde e à noite," rosnou o Diogo ao seu ouvido, enquanto os dois relaxavam sobre os lençóis agora completamente ensopados.

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Comentários (2)

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  • Frende: Sim deixa comer o cuzinho

    Responder↴ • uid:1epolwoiwm7u
  • R_M: Que tesão de conto!! Beijo

    Responder↴ • uid:1d9dlrqoopj4