A prima peituda
A minha prima mais peituda deixou eu mamar nos peitos dela, e foi um momento mágico na vida de um adolescente punheteiro
Era 2011, eu tinha entrado na puberdade a pouco tempo e já era um punheteiro profissional. Tudo me excitava.
Meu nome é Sebastian, hoje tenho 27 anos, sou parrudo pois treino mas não faço dieta, e digamos, até hoje sou muito tarado, talvez até mais que na época. Minha prima se chama Rosa, na época ela tinha 15 anos, mas um corpo já de mulher formada. Rabuda, coxas grossas, cintura fina e um cabelo preto muito comprido. Mas o principal, seus peitos enormes e bicudos.
Um dia, assistindo filme na sala da casa de nossa avó, deitamos juntos no sofá, cada um em uma ponta e nos cobrimos com um lençol, pois era época de frio. Nesse dia ela estava de vestido florido e folgado. Eu ficava tentando olhar por debaixo do lençol, e eu via parte daquele rabo branco, já que o vestido subia. Em dado momento ela percebeu e brigou comigo, então parei por aí.
Na noite daquele mesmo dia, fomos dormir dividindo o mesmo colchão, no chão da sala. Eu esperei ela dormir e desci até sua bunda. Levantei o vestido e comecei a beijar, lamber e até a dar leves mordida naquele rabo branco imenso. Ela um monumento aquela bunda. Depois de muito tempo de boca naquela bunda, levantei e fui no banheiro bater umas punhetas. Eu gozava ainda transparente mas saia muito e eu tinha medo de melanr ela e ela levantar brava e fazer um escândalo.
Duas depois, ela estava arrumando seu cabelo para sair a noite. Ela estava no quarto de visitas com a porta fechada, e eu fui e entrei sem bater, só abri. Pra minha surpresa, ela estava alisando os cabelos, só de shortinho, mas sem blusa ou sutiã. Aqueles peitos enormes e gostosos, brancos até com as veias aparecendo, estavam ali na minha frente. Meu pau endureceu na hora e eu fiquei ali parado, travado e muito vidrado nos peitos.
Ela percebeu, não falou nada, chegou perto de mim, fechou a porta atrás de mim, trancou na chave e me puxou pra dentro do quarto.
Rosa: priminho, gostou do que viu?
Eu: si, si...sim...
Rosa: então pega!
Eu peguei, apertei, parecia uma descoberta maravilhosa demais para não pegar o máximo possível, então ela fala.
Rosa: chupa, vira meu bebezinho. Mama em mim vem.
Eu fui e mamei, mamei como se fosse um bebê faminto. Não tinha mais nada no mundo, apenas aqueles peitões gigantes na minha frente. Depois de muito mamar, ela me botou pra fora do quarto, pois ela tinha que se arrumar e eu ia atrasar ela.
Dias depois, ela volta a casa da minha vó, onde eu praticamente morava, de tanto que ficava e dormia lá.
Ela me chamou e disse: primo, vem me mamar de novo, tô com vontade.
Me levou pro quarto, tirou a roupa e ficou só de calcinha, uma calcinha verde de algodão. Eu deitei do lado dela na cama e comecei a chupa.
Enquanto eu chupava, ela botou a mão dentro da calcinha e se masturbava com força.
Em dado momento ela gemeu e gozou, tirou a não da buceta e me deu pra lamber.
Rosa: sente o gostinho da sua prima sente.
Eu saboreie com tanta vontade que ela me deixou chupar a buceta dela. Tirou a calcinha, se arreganhou toda e eu comecei a a chupar aquela buceta recem depilada. De repente, ela me sufoca e aperta com as coxas e goza na minha boca. Ao terminar me botou pra fora do quarto e se trancou lá.
Tivemos outras oportunidades como essa onde eu chupava ela tanto nos peitos quanto na buceta.
Até que um dia, a safada começou a namorar um carinha estranho, e daí nunca mais me deu bola.
Só ficaram as lembranças daqueles peitos enormes e da buceta melada dela.
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