#Gay

Namorado da prima me comeu escondido: gozada quente em Bonito, PE! Quem quer?

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Eu nunca imaginei que uma visita de família ia virar minha vida de cabeça pra baixo, me transformar num putinho safado e me deixar viciado em gozar escondido. Tudo começou quando meu primo trouxe o namorado dele pra passar uns dias aqui no interior de Pernambuco, lá em Bonito, perto daquelas cachoeiras lindas que a gente adora. Eu, um rapaz de 24 anos, todo fechado, hetero de carteirinha pros outros, mas por dentro morrendo de tesão reprimido. O cara, chamado Victor, 28 anos, moreno, corpo sarado de academia, sorriso matador e um volume na bermuda que não deixava dúvida. Desde o primeiro olhar, meu cu piscou, meu pau endureceu e eu soube: ia rolar alguma coisa.

Resumo rápido pra vocês sentirem o fogo: eu acabei chupando e sendo fodido por ele no depósito atrás da casa, depois na cachoeira, com direito a anal apertado que doeu gostoso, peidos safados de tesão e gozadas que molharam tudo. Usei micro câmera que comprei em https://temu.to/k/gb38oe2eqsd pra gravar algumas aventuras minhas depois. Pra quem quiser me achar e ver mais putaria, é só procurar na internet por www.selmaclub.com. Agora segura aí que o conto tá só começando...

A gente saiu pra mostrar a cidadezinha, de carro no começo, passando pela praça central, pelo mercadinho antigo, depois deixamos o carro perto da entrada da mata e fomos a pé pras cachoeiras de Bonito. O sol batendo forte, suor escorrendo, eu olhando pros músculos dele brilhando. Na descida escorregadia de pedra molhada, quase caí de bunda no chão. Victor me segurou firme pela cintura, nossos corpos colaram, rosto no rosto, boca roçando boca num selinho sem querer.

— Caramba, já rolou selinho! — eu ri, tentando disfarçar o coração na boca.

Ele apertou mais a cintura, riu com voz rouca:

— Selinho com amasso completo, né? Gostei da pegada...

Meu cu apertou na hora, imaginei aquelas mãos grandes me abrindo. Continuei o passeio todo arrepiado, sentindo o cheiro dele misturado com o mato úmido.

De noite, em casa, mesa farta de buchada, macaxeira, carne de sol, a família toda reunida. Depois fomos pra calçada, fizemos fogueira, contando causos, rindo alto. Victor disse que tava cansado e ia dormir. Meu peito apertou, parecia que meu macho tava me abandonando. Fui pro quarto também, mas o sono não veio. Levantei pra tomar água na cozinha escura.

De repente ele apareceu atrás de mim, só de cueca boxer marcando tudo.

— Sem sono, hein? — voz baixa, provocante.

— Sede... e o sono fugiu mesmo — respondi tremendo.

Ele se aproximou, encostou o volume quente na minha bunda.

— Ou será que tua cabecinha tá pensando em putaria? Em rola dura, em mamar gostoso?

Fiquei sem ar. Era como se ele tivesse lido minha alma.

— Pode ser... — murmurei, voz falhando.

— Vem comigo num canto privado. Quero te falar uma coisa.

Levei ele pro depósito atrás da casa, cheiro de madeira velha e poeira. Mal fechei a porta, ele baixou a cueca. A rola saltou pra fora, grossa, veiuda, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Pelo menos 20 cm de macho.

— Se ajoelha agora e mama, vai. É isso que tu quer desde que me viu, né?

Olhei salivando, mas tentei bancar o difícil:

— Como tu sabe que eu quero?

Ele riu safado, pegou na minha nuca:

— Teu olhar de viado tarado entrega tudo. Eu já dei pra vários assim. Pode vir, mostra teu talento, meu putinho.

Caí de joelhos. Abocanhei devagar no começo, sentindo o gosto salgado, o cheiro forte de macho. Chupei com vontade, lambendo a glande, descendo até os ovos pesados. Ele gemia alto:

— Porra, que boca quente... chupa mais fundo, vai, engole tudo!

Chupei os ovos, lambi o períneo, virei ele de costas. Ele empinou a bunda sarada. Passei a língua no cuzinho dele, apertadinho, piscando. Ele gemeu rouco:

— Isso, lambe meu cu, vai... adoro quando homem me come assim.

Enfiei a língua fundo, ele peidou baixinho de tesão, cheiro forte que me deixou louco. Meu pau babando na cueca. Depois ele me virou, baixou minha bermuda, cuspiu na mão e começou a punhetar meu pau enquanto me beijava com força.

— Quero te foder agora — sussurrou.

Me deitou num saco de milho velho, abriu minhas pernas. Cuspiu no meu cu, enfiou dois dedos. Doeu, mas era uma dor gostosa que fazia meu cu piscar querendo mais.

— Relaxa, vai caber tudo...

Enfiou devagar. A cabeça esticando meu anel, ardendo, eu gemia baixo:

— Ai, devagar... tá doendo...

— Dorzinha boa, né? Aguenta que depois é só prazer.

Entrou até o talo. Começou a bombar devagar, depois mais rápido. Eu sentia cada veia pulsando dentro de mim. Ele peidou de novo enquanto metia, rindo:

— Tá gostando do cheirinho do teu macho?

Eu gozei sem nem tocar no pau, jatos quentes na barriga. Ele gozou dentro, enchendo meu cu de porra quente. Ficamos ofegantes.

No dia seguinte, ele me chamou pra "tomar banho de cachoeira". Imagina só: a gente sozinho naquelas águas cristalinas, ele me encostando na pedra, metendo de novo enquanto a água caía. Anal apertado, dor misturada com prazer, gozadas na boca, na cara, no cu. Ninguém desconfiava. A gente grudado o tempo todo, vivendo putaria escondida.

Sou do interior, demorei pra me abrir pro mundo. Medo da família saber, medo de tudo. Mas agora não tem volta. Comprei micro câmera pra gravar minhas aventuras futuras. Quem quiser acompanhar mais, ver as putarias que ainda vão rolar, procura www.selmaclub.com.

E aí, curtiu? Quer saber o que acontece depois? Comenta aqui embaixo, me fala o que tu faria no meu lugar... quem sabe a próxima aventura é contigo. 🔥

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