Meu padrasto continua se aproveitando de mim
Após dar uma trepada bem intensa com meu padrasto, eu achava que meu fogo por ele iria esvaecer. Eu acreditava ser só um caso de matar a saudade e pronto, as coisas iriam tomar seu curso normal. Mas foi um rude engano.
Passei algum tempo sem falar com ele, achando que isso iria acabar colocando um freio na situação. Também consegui arrumar um novo emprego de professora, apenas de um período, pela manhã. Não vou ganhar a mesma coisa que antes, mas pelo menos não vou depender do meu marido para comprar minhas coisas.
Eu achava que voltando a trabalhar e ocupando mais a minha mente, eu deixaria de pensar em Gerson. Só que, senti-lo novamente dentro de mim, apenas fez com que eu ficasse com mais vontade de tê-lo novamente e ficar em seus braços. No banheiro, ou quando eu ficava sozinha em meu quarto, várias vezes me tocava pensando nele, imaginando se eu teria coragem novamente de ficar com ele.
Meu marido, apesar de ausente como homem e áspero diversas vezes, é um bom pai para as meninas e muito trabalhador, nunca deixou faltar nada em casa. Eu não poderia deixar que essas sombras do meu passado (ou seria presente?) abalassem meu casamento.
Por alguns dias, até tentei ir contra esses pensamentos, de voltar a ficar com Gerson. Porém, simplesmente não consegui. Ele continuava insistindo em manter contato e a atração foi mais forte. Mas eu precisava ir com calma, porque meu marido é desconfiado e, por qualquer deslize meu, ele poderia acabar descobrindo.
Gerson estava sedento de vontade de ficar comigo novamente, todo dia ele me procurava, me mandava diversas mensagens. Então passei a tomar mais cuidado.
Comprei um novo chip para o celular e passei a conversar com ele apenas nesse número, a partir de uma pasta segura do meu smartphone, uma pasta que só dá para abrir com senha e é possível desabilitá-la sem deixar rastro na tela do aparelho. Mesmo que meu marido pegasse meu telefone, ele não teria como acessar. Eu e Gerson passamos a conversar nesse novo número em horários específicos, sempre que meu marido não estava em casa, obviamente.
Passadas algumas semanas após nossa ida ao motel, marcamos de nos reencontrar no mesmo estacionamento do supermercado, para ele me levar até a sua casa.
Combinamos de passar a tarde juntos. Era uma quarta-feira. Avisei para minhas filhas e meu marido que iria a um planejamento da escola onde eu estava trabalhando e que poderia chegar tarde.
Me arrumei com uma roupa bem discreta: calça flare azul, blusa branca com mangas longas, cabelo preso em rabo de cavalo e meus óculos que uso sempre quando estou trabalhando.
Fui ao estacionamento e Gerson me aguardava. Entrei em seu carro e fomos direto para a sua casa no bairro Laranjeiras.
Chegamos à frente do imóvel e reparei que era a mesma casa em que eu e minha mãe passamos um tempo morando com ele. Foi só passar pela porta que ele me imprensou contra a parede e nos beijamos ardentemente. Apenas encostando seu corpo em mim, já deu para notar o quanto ele estava duro. Suas mãos não tardaram a me despir, deixando minha roupa jogada sobre o piso branco da sala. Fiquei apenas de calcinha e sutiã à sua frente.
Gerson ficou admirando meu corpo por um instante. Suas mãos grossas passearam por todas as minhas curvas, e então me tomou em seus braços e fomos direto para o seu quarto.
Adentrar aquele cômodo outra vez foi uma viagem ao passado. Várias vezes fizemos amor ali, na mesma cama que ele dormia com a minha mãe. Algumas coisas ainda estavam do mesmo jeito de quando eu e minha mãe morávamos ali. O guarda-roupa embutido era o mesmo. O armador de rede e o criado mudo ao lado da cama continuavam lá. A cama, porém, agora era box e mais confortável, em vez de uma cama de madeira que rangia sempre ao menor movimento. E a televisão de tubo deu lugar a uma smart TV, bem maior.
Enquanto eu tentava perceber essas diferenças, Gerson tirou toda a sua roupa, e, uma vez mais, dei-me conta de quanto eu o deixava excitado quando avistei seu pau duro. Ele sentou na poltrona abaixo da janela e ordenou:
— Vem cá, Lis! Vem dar um trato nele com essa sua boquinha gostosa.
Fui até onde ele estava, fiquei em sua frente e me ajoelhei aos seus pés. Toquei naquela pica gostosa e pude sentir toda a sua firmeza e virilidade. Dei algumas lambidas, sentindo seu gosto suave, e o coloquei todo dentro da minha boca, até tocar minha garganta.
Gerson tirou meu sutiã e, com uma das mãos, agarrou forte meu cabelo, controlando o ritmo da chupada. Com a outra, ficou acariciando meu seio esquerdo.
Enquanto eu tentava fazê-lo gozar com minhas chupadas e lambidas, ele ficava olhando sério para mim, me chamando de sua "pequena putinha". Enquanto isso, eu me acariciava entre as pernas e percebia que eu já estava toda molhada.
Ele dava um gemido bem característico quando estava prestes a gozar. Eu já estava preparada, então, quando senti o primeiro jato de seu leite, tirei da minha boca e deixei que gozasse o restante no meu rosto.
Com a minha cara ainda melada, o confrontei:
— O que o senhor quer que eu faça agora?
— Levanta!
Fiquei de pé à sua frente e ele tirou a última peça de roupa que eu ainda trajava: pegou minha calcinha vermelha, cheirou e a deixou enrolada em sua mão.
Com seus dedos passeando em mim, ele mandou:
— Agora deita na cama!
Limpei meu rosto na beirada de um lençol e obedeci. Deitei-me de costas na cama, abrindo bem minhas pernas, dando a ele uma visão privilegiada do meu corpo.
Gerson aproximou-se, tateou suas mãos em minha coxa e foi subindo. Ele me tocou prazerosamente e, enquanto acariciava os grandes lábios e meu clitóris, indagou:
— Por que você deixou ela assim? Toda raspadinha?
— Não é desse jeito que o senhor gosta?
— Isso, safada, é desse jeitinho mesmo!
Ele deitou na cama, aproximou seu rosto entre as minhas pernas e tomou todo o meu melzinho com sua língua.
Sua chupada molhada e macia me deixava louca de prazer! Segurei-me à beirada da cama, gemendo abafadamente, e ele questionou:
— Quem foi que chupou essa buceta pela primeira vez?
— Foi o senhor.
— Você lembra, né? E você gostou?
— Adorei!
— Eu sabia que você tinha gostado, percebi seus gemidos no dia. Lembro bem. Acho até que você gozou quando te chupei na primeira vez. Agora chega de conversa, sabe por quê? Porque você vai levar muita pica nessa buceta!
Gerson posicionou-se por cima de mim e enfiou seu pau grosso todo de uma vez. O ritmo que ele metia era rápido, o que me fez gemer muito, então ralhou:
— Fica quietinha!
Com sua mão direita, ele tapou minha boca, abafando os meus gemidos. Não sei o porquê, mas eu adorava quando ele fazia isso. Acho que me faz sentir mais dominada por ele. Quando aumentou o ritmo da penetração, logo cheguei ao clímax.
Minutos depois ele gozou outra vez, derramando todo o seu esperma em meu ventre.
Após essa foda gostosa, tomamos um banho juntos; houve mais pegação sob o chuveiro, e depois ele foi me deixar no estacionamento onde nos encontramos.
Ao chegar em casa, ainda faltavam algumas horas até meu marido chegar. Estava nublado e batia um vento frio.
Entrei em meu quarto e me joguei na cama; constatei como estava sendo bom ter reencontrado Gerson. Quando eu estava com ele, parecia que meu sangue circulava com mais intensidade em minhas veias; eu me sentia mais viva!
Com meu marido, no entanto, estava me sentindo presa, retraída, tolhida. Estava atada a uma relação que já não tinha mais nenhum brilho para mim.
Ia ser um desafio continuar minha vida por esse caminho incerto e perigoso.
Dali a alguns dias, cheguei em casa após ir ao supermercado e me deparei com minha filha mais velha assistindo um filme para maiores de dezoito, com cenas de sexo. Ela ficou toda encabulada e logo desligou a televisão. Fingi que não tinha visto nada e não toquei no assunto.
Parece que minha princesa havia crescido e estava com sua curiosidade aflorando. Sempre me preocupei com a sexualidade de minhas filhas e queria que elas tivessem uma vida sexual prazerosa, sem restrições e sem tabus. Minha mãe, aliás, nunca conversou comigo sobre sexo.
Horas depois, fui até o seu quarto e ela estava lendo um livro. Sentei ao seu lado e comentei:
— Oi filha! Eu vi o filme que você tava vendo quando eu cheguei em casa. Não precisava ter desligado, pode assistir quando quiser. Só não deixe seu pai saber nem sua irmã ver com você.
Ela olhou para mim e sorriu, ainda um pouco envergonhada. Querendo descobrir mais coisas típicas de sua idade, continuei:
— Você já tem algum namoradinho na escola?
— Não.
— Mas já teve algum?
— Ainda não, mãe.
— Tem algum menino que você gosta ou tá a fim?
— Tem um menino do sétimo B, mas ele tem namorada.
— Tudo bem, talvez ele termine com ela e você tenha uma oportunidade. E se isso não acontecer, vai aparecer alguém que você goste e te mereça, tá bom?
— Tá bom.
Sofia, apesar de ter um corpo desenvolvido para sua idade, ainda tem ares de uma garota ingênua (pelo menos me parece). Queria muito que ela tivesse um pouco mais de malícia, fosse mais perspicaz. No meu compromisso de mãe, continuei aconselhando:
— Olha, quando você começar a namorar, não precisa ter vergonha do seu namorado, nem do seu corpo. É normal ter muita curiosidade em relação ao prazer, sexo. Então sempre se permita. Não se prive de nada, tá bom?
— Como assim, mãe?
— Por exemplo, se o menino quiser tocar nos seus seios, seu bumbum ou entre as suas pernas, você deixa. Você vai ver que é muito bom.
Sofia ficou em silêncio, mas percebi um sorriso em seus lábios.
Já fazia um tempo que eu queria fazer algo junto com ela; percebi que era a hora e comentei:
— Sabe, mamãe tem um brinquedinho que eu uso de vez em quando.
— Brinquedinho?
— É. Vamos lá no meu quarto que vou te mostrar.
Passamos pela sala e Maceci, minha filha mais nova, estava sentada comendo um salgadinho e jogando em seu tablet.
Chegamos ao meu quarto e sentamos sobre a cama. Abri uma das gavetas do pequeno móvel ao lado e peguei meu vibrador cor-de-rosa. Ele tem uma textura de silicone bem macia. Eu gosto muito dele. Eventualmente eu uso quando passo muitos dias sem transar. Mostrei o aparelho para Sofia e perguntei:
— Você sabe o que é isso?
— Não.
— Parece com o quê?
Ela apenas sorriu, e eu disse:
— Ele vibra bem gostoso. Tem dez modos de vibração, mas eu uso praticamente só um. Olha só como é.
Levantei minha saia e puxei minha calcinha para o lado. Liguei o vibrador e encostei no meu clitóris, fazendo movimentos circulares.
Percebi a vergonha de Sofia; ela tapou a boca e começou a sorrir. Olhei para ela e comentei:
— Não sorria não que você tá vacilando, isso aqui é bom demais! Experimenta também, filha.
— Ah mãe, não quero não.
— Experimenta só um pouco, menina, deixa de ser besta! Se você não gostar, é só parar.
— Ai, ai. Tá bom.
Sofia tirou o short que estava usando e continuou me observando usando o aparelho. Falei para ela tirar a calcinha e minha filha ficou só com sua blusa em seu corpo. Fazia tempo que eu não a via pelada. Ela já estava uma mocinha, já havia alguns pelinhos em sua pequena pepeka carnuda. Seu clitóris ficava bem escondido por baixo, não dava para eu ver.
Coloquei o vibrador em sua mão e falei para ela fazer da mesma forma que eu havia feito. Ela fez e disse que não estava sentindo nada. Falei para ela esperar e continuar, fazendo uma leve pressão com o aparelho em toda a extensão de sua pepeka. Ela obedeceu e não parou mais. Ficou passando o vibrador em sua pepekinha; percebi que concentrava os movimentos bem ao centro, no seu clitóris. Sorri e perguntei:
— Tá gostando, filha?
— Nossa, mãe! É muito bom!
— Não te falei, menina! Agora por hoje tá bom. Me dá de volta.
Ela reclamou, mas me deu o aparelho. Mandei que ela se vestisse e voltasse para o seu quarto.
Passamos então a brincar com meu vibrador alguns dias na semana. Às vezes no meu quarto, às vezes no banheiro. Sofia não estava mais com vergonha de sentir prazer ao meu lado. Mas eu nunca deixava que ela fosse até o fim, sempre parava antes que ela gozasse. Eu queria que seu primeiro orgasmo não fosse com um vibrador de plástico e silicone.
Durante esse período, Gerson conversava comigo todo dia. Estava doido para me comer outra vez. Criei coragem e fui até sua casa novamente.
Ao chegar, me levou para o seu quarto e, mais uma vez, fui arrebatada. Gerson me despiu e, de imediato, caiu de boca na minha buceta.
Sua boca e sua língua deslizavam, ora suavemente, ora com voracidade, por fora e por dentro, me fazendo soltar gemidos agudos e curtos. Percebi que uma baba escorreu da minha boca quando ele me fez gozar.
Austero, ele ordenou que eu ficasse de quatro na cama. Prontamente obedeci. Ele deslizou seus dedos nos meus grandes lábios, enfiou o que parecia serem dois dedos e perguntou:
— Quer pau nessa buceta?
— Quero...
Gerson se posicionou atrás de mim e fui sentindo seu pau penetrar lentamente. Me agarrou pelos cabelos e fui consumida por sua virilidade e vigor.
Sua maneira de me tocar e me possuir, a forma como estocava seu pau duro em minha buceta, me enchiam de tesão. Ele fazia eu me sentir novamente uma adolescente dominada e submissa, e eu adorava isso.
Após nos saciarmos, ficamos deitados em sua cama. Passados alguns minutos em silêncio, Gerson irrompeu com sua voz grave:
— Como estão as coisas entre você e seu marido?
— Ah, estão do mesmo jeito...
— Não vi nenhuma foto de vocês dois no seu perfil do Instagram.
— Faz um tempo que apaguei todas as minhas fotos de lá.
— Me mostra uma foto dele?
— Ficou curioso, foi? Tá, pera lá que vou te mostrar.
Peguei meu celular que estava ao lado da cama e abri a galeria de fotos. Encontrei uma que estávamos eu, meu marido e minhas filhas na praia do Leme e mostrei para ele, ao que ele comentou:
— Olha só, até que ele é bem aparentado.
— Claro, eu tenho bom gosto.
— Essas outras duas aqui de biquíni são suas filhas?
— Isso, Sofia e Maria Cecília. Sofia tem a mesma idade que eu tinha quando você tirou minha virgindade. A mais nova, Maceci, é dois anos mais jovem que a irmã.
— Puxaram a beleza da mãe.
— E do pai também. Sofia parece mais comigo. A outra é a cara do pai. Sofia está muito vistosa. Acredito até que ela está mais bonita que eu na mesma idade. Eu imagino que, se eu fosse casada com você, você ia querer ficar com ela também.
— Você acha isso?!
Para provocá-lo, respondi:
— Tenho quase certeza, Gerson.
Ele ficou calado, todo desconsertado, e depois murmurou:
— Eu já te pedi desculpas pelo que aconteceu no passado. Eu não sou mais aquele homem de anos atrás. Não faria esse tipo de coisa com as suas filhas.
Fiquei acariciando o cabelo de Gerson enquanto ele olhava para o teto, com o semblante quase melancólico, quando comentei:
— Posso te confessar uma coisa?
— Claro, Lis.
— Eu não queria que as minhas filhas tivessem uma experiência ruim quando elas fizessem sexo pela primeira vez. A Maceci não, mas a Sofia, acho que já está no tempo. Você acredita que eu fico fantasiando com a primeira vez dela?
— Sério? Como?
— Sim. Fico imaginando ela fazendo sexo de várias formas, mas sempre sentindo muito prazer. Eu queria que a primeira vez dela fosse assim, bem prazerosa pra ela.
— Ela já namora?
— Não.
— Então dê tempo ao tempo. Quando ela começar a namorar, converse com o namorado dela, fale para ele tratar bem sua filha.
Ponderei por uns segundos essas palavras que ele disse e perguntei:
— Você teria coragem, não teria?
Todo esse tempo, Gerson continuava olhando para o teto branco do quarto. Quando perguntei isso, ele virou para mim de súbito e questionou:
— Coragem pra que, Lis?
— Coragem pra iniciar a Sofia? Ela é virgem ainda. Nós duas temos brincado juntas com um vibrador. Acho que nunca gozou nem se masturbando.
— Mas do que você tá falando? Não creio que ela iria querer fazer isso com alguém assim como eu, Lis.
— Provavelmente não. Mas eu poderia conversar com ela, tentar convencê-la. Você teria coragem de iniciar ela? Na minha frente?
Gerson voltou a olhar para cima, respirou fundo e falou:
— Se é isso que você quer...
Seu pau, que estava mole, de repente havia ficado duro de novo, sem que Gerson nem sequer tivesse encostado um dedo em mim. Acariciei o pau duro dele e indaguei:
— Ele ficou assim bem duro só de pensar na minha filha, foi?
— Claro que não!
Percebi em seu rosto um meio sorriso bem característico seu. Então falei baixinho ao seu ouvido:
— Ai, Gerson, você é muito safado mesmo.
Subi em cima dele, encaixei seu pau na entrada da minha buceta e anunciei:
— Deixa eu ver se consigo tirar mais leite dele.
...
Depois venho aqui e digo o que aconteceu depois desse nosso encontro.
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Comentários (3)
Bya.: Safada, me fez sujar uma calcinha limpinha, só colocada para ler o seu conto. Nota mil.
Responder↴ • uid:on91e31d99Rita: Sou doida por estes contos de sexo proibido e infiel
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3aMaluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk