Tudo aconteceu por causa de um tapa
Aviso: Baseado num assalto com violência, abuso, humilhação e estupro. O texto é longo e traumático mas resolvi escrever com todos os detalhes que me lembro
É estranho escrever este texto, porque eu vou expor tudo o que aconteceu comigo, mas eu sinto que tenho que colocar para fora este trauma. É como se eu estivesse lavando roupa suja, e apesar de que tenha acontecido no início dos anos 90, até hoje sinto reflexos em determinados momentos.
Tenho 1,72 de altura, sou magro e sempre fui metido a valentão, embora poucas vezes houvesse brigado. Talvez por me impor, desde a escola, as pessoas tinham receio de mim e nunca ninguém me desafiou. Desta forma cresci com a essa mentalidade de baixinho machão.
Acredito que somente eu, minha ex-mulher e os assaltantes sabem o que se passou naquele final de semana, mas de qualquer forma, vou preservar o nome dela chamando-a de Luciana. Acho que ela não contou para mais ninguém.
Estava atravessando um período difícil com minha vida em crise conjugal e profissional. No trabalho, o risco de ser demitido, de estar pressionado a atingir metas e no casamento, um convívio meio desgastado de seis temporadas.
Luciana queria ter filhos, estava com 28 anos, mas nossa situação financeira para termos um filho ficaria bem apertada. A maior parte das nossas brigas era por este motivo e eu até tinha medo dela parar de tomar anticoncepcional. Enfim, meu relacionamento com minha mulher estava uma merda e sentia que ela iria pedir o divórcio.
Normalmente, quando se está em crise queremos fugir dos problemas, mas o casamento eu tinha que enfrentar. Eu a amava, mas estava vendo que não havia muita reciprocidade. Então, num feriado de três dias, aluguei uma casa pequena na praia para descansar e tentar acertar o meu relacionamento.
Eu e Luciana chegamos por volta das 11 horas da manhã. Deixamos as coisas na casa e fomos para a praia aproveitar o dia ensolarado. A casa, além de ser a última de uma rua de terra, ainda era afastada da praia uns quatro quarteirões. Porém, era boa, fechada, tinha dois quartos, uma sala, uma boa cozinha, um banheiro e vaga para uns dois carros. Era bem isolada, sabe aquele lugar que está começando a se desenvolver e tanto na frente, quanto nos lados, haviam terrenos e em num deles uma casa em construção.
Caminhamos pela rua de terra até chegarmos à praia, nos acomodamos e passamos a curtir. A praia estava relativamente vazia e em dado momento percebi um moleque encarando minha mulher que estava deitada, distraída, de barriga para cima, tomando sol com as pernas abertas.
Luciana era bonita, cara de adolescente, corpo maravilhoso, seios pequenos, bunda empinada, coxas grossas, fazia balé e claramente chamava a atenção. Sem que ela percebesse, fui em direção ao moleque e dei uma prensa nele, dizendo para ele ir embora senão eu encheria ele de porrada.
O moleque começou a ir embora, balbuciou alguma coisa e eu mandei ele se foder, já num tom mais alto o que fez com que Luciana escutasse. Corri atrás dele e dei um tapa na sua orelha. Voltei para o lado dela, fazendo aquele tipo machão, e disse que o rapaz estava olhando para ela e mexendo no pinto sobre o calção. Ela riu e disse que eu estava muito estressado.
Cerca de meia hora depois, olho para trás e vejo três caras grandes olhando em nossa direção. Fiquei preocupado, mas não tomei nenhuma atitude. Luciana, sem perceber nada, se levantou e disse que iria dar um mergulho.
Um deles, mantendo distância foi seguindo-a e entrou na água. Quando olhei para trás, os outros dois tinham desaparecido e voltei meu olhar em direção à Luciana. Lá estava ela, sensual, vindo em minha direção num biquíni vermelho. Procurei o rapaz que tinha entrado na água, ele também havia desaparecido e isto me tranquilizou.
Já era final da tarde quando voltamos para a casa. Tomamos um banho, Luciana fez uma comida, jantamos, fomos assistir televisão até umas dez horas quando fomos dormir. Eu até cheguei a propor fazermos sexo, mas Luciana disse que estava cansada. Nossa abstinência já chegava a quase dois meses, mas respeitei a decisão dela, ficando de cueca.
Já era de madrugada quando escutei um barulho estranho que parecia vir de fora da casa. Silenciosamente, para não acordar Luciana, saí para verificar o que era. Meio sonolento, quando cheguei à cozinha fui surpreendido por um cara grande. Eu me virei para fugir dali, não sei de onde, havia outro cara que me enfiou um revolver na cara dizendo que era para ficar em silêncio que nada iria acontecer.
Perguntaram se eu tinha uma arma e disse que não possuía arma alguma. Quando percebi, já tinham cinco homens dentro da casa, um deles era aquele moleque. Rendido fui levado até o quarto para acordar a Luciana que estava de camisola transparente, sem sutiã e de calcinha, pois estava calor. Desnecessário dizer que ficou apavorada, envergonhada e se pôs a chorar.
Fui ao encontro dela e um dos caras, que vou chamar de número 1, me impediu dizendo para ela desfilar que eles queriam ver toda aquela beleza. Reclamei de forma intensa ficando furioso e o número 1 disse:
- Ah.... Temos um machão aqui.
Sem que eu esperasse, tomei um tapa dele no rosto e o cara número 5, o moleque, me deu um soco na boca do estomago que me fez dobrar.
- Desfila aí vagabunda. – Disse um deles que não identifiquei porque estava abaixado me recuperando do soco.
Luciana estava paralisada e só começou a andar pelo quarto quando apontaram a arma para a minha cabeça. Chamaram-na de gostosa, de tesão, de puta, alguém deu um tapa na bunda dela e nos tiraram do quarto. Na sala, o número 1 sentou e queria saber onde estava o dinheiro, joias, cartão e quanto eu tinha no banco. Respondi as perguntas, dizendo que só tinha um certo valor.
- Isso é muito pouco. – Disse o número 1. – Acho que vamos nos divertir um pouco então.
Dito isto ele apontou para o número 2 e 3, que pegaram Luciana como se fosse uma pluma e a puseram no colo do número 1. Ela começou a se debater e ele a segurou fortemente com uma mão e com a outra foi alisando suas coxas.
- O delícia. Acho que sua bucetinha nunca viu um macho de verdade antes.
- Pára!!! - Gritei - Tem dinheiro no banco, cartão de crédito e a carteira está na mala do meu quarto. Podem levar, vão embora, mas nos deixem em paz.
- Quem é você para dar ordens aqui!!! – Gritou mais alto o número 1 levantando do sofá e deixando minha mulher cair no chão – Você se acha muito macho, não é? Vou acabar com essa sua macheza.... Você mexeu com o moleque nosso lá na praia e não tem desculpa.
Reuniu os outros bandidos, cochicharam, dois foram para o quarto e um logo voltou com a carteira perguntando a senha do cartão. Hesitei em dizer, eles perceberam, e o número 1, agarrou minha mulher por trás, enfiou o dedo dentro da calcinha tocando em sua vagina o que a fez gritar e jogar a bunda para trás em direção ao pau dele.
Eu me revoltei e quis ir em direção a ele, mas fui contido facilmente. Tomei uns tapas no rosto e Luciana continuava a gritar pedindo socorro e que eu dissesse a senha.
Eu não conseguia lembrar e ele continuava a “brincar” com a minha esposa. Arrancou a calcinha dela deixando-a peladinha na frente de todo o mundo e como a camisola era curta sua bucetinha ficou exposta. O número 1 chupava o seu pescoço, apalpava seus seios e Luciana, desesperada, me pedia para dizer a maldita senha.
Talvez alguém já tenha passado por um stress assim. Parece que seu cérebro não funciona e jamais vou esquecer o olhar de Luciana dirigido a mim. Era de raiva.
O número 2 se aproximou dela, rasgou sua camisolinha e segurou sua cabeça começando a beijá-la. Ela se contorcia tentando evitar, mas ele a forçava. Até que consegui lembrar e disse a senha. Eles pararam de mexer com ela. Luciana veio em minha direção me dando tapas e enfurecida gritou a plenos pulmões:
- Seu filho da puta.
Claro que para mim o clima ficou muito estranho. Eu não disse a senha porque, simplesmente, não lembrava, estava extremamente confuso, praticamente em estado de choque. Ela nunca entendeu isso.
Vi o rosto da Luciana se transfigurar. Estávamos, ambos, apavorados. Fomos colocados lado a lado. Tomei um tapa na orelha e Luciana um na bunda e a mandaram ajoelhar. O número 1 se posicionou na frente dela, tirou o pau mole para fora e olhando para mim disse:
- O Machão.... Fala para sua mulher chupar meu pau.
Luciana olhava para mim, chorando. Fiquei quieto e tomei outro tapa na cara dado pelo bandido número 2. O bandido número 1 prosseguiu gritando comigo:
- Vai seu corno.... Fala para tua mulher chupar bem gostoso que vou dar leitinho na boca dela. E fala para ela não engolir a porra.
Repeti a ordem dele, mas Luciana se negava a chupar. O número 2 a pegou pelos cabelos e começou a esfregar seu rosto no pau do número 1, até que ela colocou na boca e começou a mamar.
Sua cara era de nojo, mas aos poucos foi se entregando e o pau do bandido foi endurecendo. Ele a segurava pelo cabelo e a fazia engasgar enfiando o pau duro na boca dela.
Sinceramente, nestas situações acho que se perde a noção do tempo, por isso não sei estimar quanto tempo isto e as outras coisas que vieram depois duraram. O fato é que ela ficou chupando, até que ele avisou que iria gozar e não era para engolir e nem cuspir.
Assim que gozou, levantou Luciana, trouxe-a até mim e me fez dar um beijo na boca dela cheia de porra. O gosto era horrível e ela só chorava. Olhando e rindo para mim, o número 1 disse:
- Agora além de ser corno você também é viado. Acabou tua vida de macho. Põe a calcinha dela.
Não deu nem tempo de me mexer, dois dos bandidos que estavam ao meu lado, arrancaram a minha cueca me deixando pelado. Fiquei com vergonha porque estava com tanto medo que meu pau, embora fosse pequeno, estava menor ainda. Segundo soube, isso é normal acontecer. É uma reação fisiológica do organismo quando submetido a stress e a medo.
Todo mundo riu, acho que até mesmo a Luciana porque lembro que estava super encolhido. A contragosto vesti a calcinha dela com uma arma apontada para o meu rosto. O bandido número 1 disse, se dirigindo a minha esposa:
- Isso aí não faz nem cócegas não é. Hoje você vai ver o que é pica de verdade. Aliás, o machão vai virar menininha também.
Eu não acreditava no que estava acontecendo porque estava prestes a ser iniciado como mulher. Sempre fui hétero e agora estava sendo submetido a um papel feminino. E aí veio a ordem que eu não queria ouvir:
- Chupa o pau do moleque que você provocou lá na praia.
Me fizeram ajoelhar e o moleque começou a bater o pau duro no meu rosto, me provocando. Uma voz mandou eu abrir a boca e ele colocou o pau dentro. Sem ter alternativa comecei a chupar, fazendo algo que sempre fizeram para mim. O moleque me elogiava, que eu fazia bem. O número 1 disse que eu fazia melhor que a minha mulher.
Mais uma vez ressalto que não tenho ideia do tempo que fiquei chupando a rola do moleque. Lembro que ele pediu para parar porque queria gozar dentro da buceta minha mulher. E foi só ele dizer isso que a ideia foi comprada pelos comparsas dele e arrastaram e a minha mulher para o quarto.
Ali ela começou a chorar, a gritar, tomou uns tapas e olhava para mim como se pedisse que eu fizesse algo, mas o que eu poderia fazer. Eles eram fortes e estavam armados. A jogaram na cama e os números 2, 3 e 4 praticamente caíram por cima dela. Ela se debatia, mas foi facilmente dominada por eles que começaram a chupar seus seios e sua buceta. Aos poucos ela foi se cansando até se entregar.
O número 1 e o moleque ficaram me vigiando enquanto os outros se aproveitavam da minha mulher já indefesa. Eu só lembro das mãos apalpando-a, das bocas, dos dedos, dos xingamentos de putinha, de gostosa, de tesão. Até que o número 1 disse que estava na hora do moleque comer ela.
Luciana voltou a chorar e a gritar olhando diretamente para mim:
- Não.... Não quero.... Não.... Por favor.... Não.... Não quero....
- Cala boca sua puta. – Gritou o número 1 – Você não tem que querer. Vai dar e ponto final. Cala a boca ou te arrebento. Você vai obedecer calada.... Entendeu?
Mais uma vez Luciana olhou para mim como se dissesse: e aí você não vai fazer nada? E eu te pergunto: o que eu poderia fazer? Dois dos bandidos a arrastaram para a beirada da cama, abriram e seguraram as pernas dela, deixando-a completamente exposta para um frango assado.
O bandido número 1, olhando para mim, disse:
- Que bucetinha linda. Pede para o moleque comer tua mulher. Aliás, fala que quer ver todo mundo comendo a tua mulher porque você é corno e viado.
Ele repetiu alto porque eu fiquei calado e na segunda vez, com medo, pois ele se aproximava de mim, falei o que ele queria ouvir. Luciana se desesperou mais uma vez.
O moleque se posicionou e começou a esfregar o pinto na entrada da bucetinha dela. Lembro que uma coisa me deixou tranquilo, se posso assim dizer: Ele estava de camisinha e, portanto, haveria um risco pequeno dela pegar alguma doença séria ou engravidar.
Até que o moleque enfiou tudo e ela fez uma cara de dor. Eu estava ao lado dela vendo o pau entrar e sair. Não sei porque, mas meu pau endureceu saindo pela calcinha que eu estava vestindo e um dos bandidos viu e falou.
Imediatamente minha mulher olhou para mim e também viu. O bandido número 1 disse:
- Olha o corno.... Tá gostando de ver sua mulher sendo comida bem gostoso, mas não fica triste.... Nós vamos te comer também....
Não sei porque fiquei de pau duro e o pior, esta história que iriam me comer também me preocupou. O moleque continuou bombando na minha mulher até gozar. Sem dar descanso a ela, o número 1 a colocou no colo e a fez cavalgar. O seu pau era grande, mas Luciana não reclamou, aliás, ela simplesmente parou de falar, de chorar. Parecia que estava em outro planeta.
Ajudada pelas mãos do bandido que estavam em sua cintura, ela subia e descia com força. Até que ficou meio mecânico e ela já fazia sozinha o movimento enquanto suas mãos apalpavam sua bunda. Eu não sei se ela estava ou não sentido prazer. Acho que passando por uma sensação como essa, de medo e terror, somente uma mulher pode dizer se é possível ter prazer.
Enquanto ele comia a minha mulher ordenou que eu chupasse o pau, um por vez, dos outros integrantes para que ficasse duro e viessem comê-la em seguida. Me colocaram para que a Luciana me visse chupando a pica deles. Eu pensava em fazer o melhor, quem sabe eles gozassem na minha boca e não a comessem, mas infelizmente não foi assim.
Assim que o número 1 gozou, um dos bandidos colocou minha mulher de quatro e como um animal socava forte e rápido. Pelo menos gozou rápido. O outro veio em seguida, aproveitando a posição, a chamava de puta enquanto comia sua bucetinha.
Luciana não tinha nenhuma reação e se via que estava cansada. Por fim, o último a colocou em pé e foi por trás dela encaixando o pau em sua buceta já alargada por tanto foder. Ela mal conseguia ficar em pé e o bandido a segurava, ora pelos peitos, ora pela cintura.
Quando gozou e soltou Luciana, ela quase caiu. A colocaram sentada em uma cadeira. O dia já estava claro. O número 1 olhando para o moleque disse:
- Temos outra mulherzinha aqui. Quer comer o cuzinho dela?
- Por favor, isso não.... Sou virgem.... – Disse eu apavorado com a situação.
- Deita na cama e abre as pernas viadinho. – Continuou o número 1 me dando um forte tapa na bunda.
Estava super envergonhado, pois sabia que não poderia fazer nada e o pior minha mulher estava presente, vendo tudo. Mais uma vez falei para não fazerem isso o que provocou o número 1 que disse:
- Cala a boca.... Estou cansado de ouvir a tua voz.... Se não quiser apanhar também, a partir de agora, fale com a voz fininha que nem mulher.
Estava atordoado com tanta humilhação. Já havia chupado rola, visto minha mulher sendo comida por eles e agora, ter que falar fininho dando a bunda. Mais uma vez me manifestei na esperança que eles parassem ao que o número 1 disse:
- Isso.... Falando fininho.... Sua mulher está gostando de ver você se transformar. Acho que ela vai procurar outro macho para comer ela, porque você, vai ser concorrente dela. Quem sabe ela não arruma um para vocês dois. Pode arrumar espaço no guarda-roupa para mais calcinhas e vestidinhos, viu dona...
Dito isto, senti um joelho nas minhas costas e duas mãos arrancarem a calcinha que eu estava vestindo. Uma outra mão empurrou meu pescoço e senti um dedo com uma coisa melecada sendo enfiado na minha bunda. Dei um grito e tomei um tapa no rosto.
- Cala a boca... Se for gritar é que nem mulher.... – Disse o número 1 – Estou passando vaselina neste cuzinho para deslizar melhor. Você deveria me agradecer porque estou facilitando as coisas para você. Agora pede para o moleque vir te comer. Diz que está com vontade de dar.
O cara que segurava a minha cabeça apertou-a contra o colchão e falei baixinho, o que fez com que o número 1 dissesse que era para falar alto.
- Vem me comer... – disse eu com voz feminina e com muita raiva e vergonha. – Quero dar a minha bunda para você.
Senti o moleque se posicionando e deitando em cima de mim. Quando a cabecinha do pau dele encostou, travei a bunda. Ele forçava mas não entrava.
- Deixa o pau dele entrar ou vai ser pior para você. – Disse o número 1.
Com medo e sem alternativa, relaxei um pouco e aquilo foi entrando. Meu cú se fechava e o moleque forçava até que entrou tudo de uma vez e eu gritei. Não que fosse tão grande, mas nunca tive este tipo de experiência.
- Geme que nem mulher filho da puta – Disse o moleque.
- Pára.... Por favor.... Chega.... Está doendo.... Não.... Aiiiii.... Pára.... Está doendo.... – Dizia eu com voz feminina.
- Tá doendo o que.... - Disse o moleque. – Não estou sentindo nada. Delícia de cuzinho apertadinho.... Rebola para mim.... Rebola que é mais gostoso....
Tentei me mexer para rebolar, pois talvez aliasse um pouco a dor, porém é difícil com o peso dele em cima de mim. Só sei que, aos poucos, fui me acostumando e a dor foi diminuindo enquanto ele continuava a enfiar sem dó.
Uma nova sensação apareceu e fiquei extremamente preocupado: Estava de pau duro. Na minha cabeça começou uma série de dúvidas: Será que estou gostando de dar a bunda? Será que não sou mais homem?
Apreensivo, olhei para Luciana que continuava nua, me encarando com frieza, pouco-caso, menosprezo e sinceramente, parecia ter um sorriso no canto da boca. Entre um mar de pensamentos que passavam pela minha cabeça neste momento, sinto algo pulsar dentro de mim. O moleque estava gozando.
Assim que ele saiu de cima de mim, inconscientemente me virei e eles viram que eu estava de pau duro. A gargalhada e a zombaria foi geral. Me chamavam de viadinho, de mulherzinha, de mocinha, de florzinha, até que o número 1 disse:
- Gostou de levar rola né.... Agora um macho adulto vai te comer.... Você vai gozar bem gostoso com um pau dentro da bunda.
Mais uma vez, constrangido, submisso, tive que sentar de frente no colo do número 1. O pau dele era mais grosso e maior. Fui me acomodando porque não tinha escolha, então fui sentando devagar, mas ele viu que eu estava enrolando e me puxou com força.
Gritei porque fiquei com aquela pica totalmente enterrada dentro de mim. Me sentia entalado com aquilo. Logo ele começou a me levantar e a me trazer para baixo, para que eu cavalgasse como se fosse uma mulher. No início eu fui fazendo força para não descer, mas aos poucos fui me entregando porque ele era forte.
Me comeu nessa posição até que resolver mudar para um frango assado, dizendo:
- Agora vou te comer como você tivesse uma bucetinha. Pede rola. Pede para te comer.
Timidamente e com voz fina disse a ele:
- Me come....
Nesta posição eu via o pau dele entrar dentro de mim e teimosamente meu pau não amolecia. Todo mundo via, inclusive minha mulher. E aí, o pior e o inesperado aconteceu: comecei a gozar sem mesmo tocar no meu pau.
Não vou mentir, me lembro de uma sensação diferente e gostosa. Não era como ejacular como tantas vezes eu tinha feito. Foi tão intenso que fiquei completamente mole. Era como se o mundo, ao meu redor, tivesse parado.
Vendo isso, o número 1, socava cada vez mais forte, mas eu já não sentia nada. Estava completamente entregue, até que ele, enfim, gozou na minha bunda, me puxando forte pela cintura e enterrando até o talo. Olhando para a minha mulher disse:
- Sabia que ele gostava de rola? Gozou com um pau no cú. É dona, como eu já disse pode procurar outro homem, porque este aqui, não vai querer saber mais de foder buceta.
Ainda me fizeram vestir novamente a calcinha da minha mulher enquanto deixaram-na pelada. Dois foram ao banco sacar dinheiro, mas não nos molestaram mais. O número 1 ainda disse:
- Nós íamos assaltar vocês mesmo e talvez não faríamos nada, mas o tapa que você deu no moleque nos fez pensar: porque não aproveitar já que ele é tão machão.
Os dois retornaram, nos amarraram e o número 1 ainda beijou minha mulher na minha frente antes de irem embora. Conseguimos nos desvencilhar horas depois. Minha mulher estava em estado de choque. Pensei em ir até a delegacia, mas explicar que os caras fizeram conosco seria deprimente. Imagine, falar para o delegado que um cara tinha comido o meu cú.
Voltamos para casa sem trocar uma única palavra e ao chegarmos, minha mulher simplesmente me disse, com muita raiva, que iria embora e que não queria nada das coisas dela.
- Pode usar minhas calcinhas, meus vestidos. Você é um homem de merda, aliás nem é mais homem. Vai dar a bunda que é melhor para você.
Em outras duas oportunidades tentei argumentar que não dava para fazer outra coisa naquela situação, mas ela nunca aceitou. Claro que nos divorciamos e nunca mais nos falamos. Sei que ela se casou novamente assim como eu, porém nunca mais falei com ela.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)