Descobri sobre meu avô e meu pai e ele me comeu no chuveiro
Encontrar um vídeo do meu pai e do meu avô era a confirmação que eu precisava pra ter certeza de que eles tinham uma relação não apenas de pai e filho
Meu avô era um advogado bem-sucedido e, depois de se aposentar, meu pai assumiu o seu lugar no escritório. Além da mesma profissão, eles tinham quase o mesmo tipo físico; eram cobertos de pêlos por todo o corpo e, assim como meu pai, meu avô tinha um pau enorme, com cerca de 20 a 21 cm. Seus testículos pendentes também eram enormes, e isso eu fui descobrir quase por acidente.
Depois de ter flagrado os dois no último fim de semana, queria descobrir mais sobre aquela relação tão incomum que eles tinham. Não que tivesse algum problema em saber que meu pai gostava de chupar um pau, mesmo porque não podia negar que aquilo tinha me excitado. A verdade é que eu queria saber como tudo começou entre eles.
Pra isso, tive a curiosidade de olhar no celular do meu pai, procurando algo que me desse pistas. Aproveitei que ele tava no banho e comecei a vasculhar as fotos no celular. Não havia nada demais, apenas as fotos que ele tirou no churrasco.
Mas então, olhando nos vídeos, encontrei finalmente o que estava procurando. Era um vídeo gravado aqui em casa, provavelmente quando eu tava fora.
Nos primeiros segundos, a câmera passeava pelo corpo peludo de um cara, que eu logo identifiquei pela tatuagem no braço. Era o meu pai. E não demorou pra câmera focar no seu pau duro, que ele segurou entre os dedos e começou a masturbar.
Minha respiração se acelerou e meu pau começou a endurecer, enquanto eu assistia ao vídeo com meu pai se masturbando. De repente, outro homem se aproximou por trás dele. Não dava pra identificar o rosto dele a princípio. Então ouvi uma voz que reconheci imediatamente: era a voz do meu avô. Ele perguntou ao meu pai quanto tempo eles tinham, e meu pai sorriu, dizendo que tinham tempo o bastante.
Então aquela mão surgiu no vídeo, deslizando pelo peito do meu pai. Até que foi descendo e encontrou o seu pau, acariciando por entre os seus pentelhos, e então começou a masturbá-lo.
A câmera voltou ao rosto dos dois, enquanto se beijavam. Mas é claro que não era um beijo de pai e filho; era um beijo de amantes, com línguas e muita saliva.
Meu pai virou o celular, enquanto o meu avô chupava a sua língua, e então deixou filmando na mesinha ao lado da cama. Por sua vez, meu avô desabotoava e abaixava as calças, puxando a cueca e fazendo seu pau saltar pra fora. Ele segurou pela base e encostou nos lábios do meu pai, que lambeu a cabeça por um instante. A língua dele girou em volta da glande do pau do meu avô, pouco antes de ele o enfiar na boca.
Ouvi meu pai engasgar um pouco e então ele começou a chupar, fazendo barulhos altos de sucção enquanto o meu avô metia na sua boca. Os testículos dele batiam no queixo do meu pai, que o segurava pela cabeça.
Não conseguia entender o que estava acontecendo, mas ouvi o meu avô soltar um suspiro. "Fode o meu cu!" Eu não podia acreditar no que via. Meu pai estava chupando o pau do meu avô e aparentemente enfiando o dedo no cu dele. Em cerca de dois minutos, as estocadas do meu avô ficaram mais rápidas e por fim ele soltou um forte gemido.
Ainda metendo na boca do meu pai, ele gozava uma boa quantidade de porra, até que de repente uma mistura de esperma e saliva escorria pela barba do meu pai.
Àquela altura, meu pau estava pulsando como nunca. Eu sei que é errado, mas eu estava muito excitado, vendo meu pai chupar o meu avô.
Meu avô tirou o pau da boca dele e se virou, ficando de costas e indicando o que ele queria do meu pai. Eles deviam estar mais à vontade, porque, diferente do churrasco da semana passada, não havia pressa nem a preocupação de serem flagrados.
Meu pai então agarrou o meu avô pelos quadris e enfiou o pau no cu dele. O meu avô soltou um gemido e então meu pai começou a penetrá-lo sem piedade, com suas bolas batendo na bunda dele a cada estocada. Pra dois coroas, bem mais velhos que eu, eles transavam feito dois garotos, o que me lembrava da minha primeira experiência chupando um pau, junto com meu primo.
Os gemidos ficaram mais altos e a foda deles cada vez mais rápida e intensa. Enquanto metia com força, meu pai masturbava o meu avô, deixando ele de novo de pau duro. Até que meu pai soltou um gemido mais alto e gozou dentro dele. Sua respiração estava ofegante, e ele continuava metendo, com a cabeça encostada na nuca do meu avô, enquanto movia os quadris. E, com uma estocada final, eu percebi que ele tinha ejaculado até a última gota.
Ao final, meu avô se virou pra beijar o meu pai, segurando seu pau coberto de esperma. E, com o celular na mão, meu pai filmava a bunda do meu avô, mostrando um fio grosso de esperma escorrendo do seu cu.
Olhando aquela cena, não consegui mais segurar e também comecei a gozar. Acho que nunca gozei tanto quanto naquela tarde, e acho que a minha excitação me deixou descuidado, porque nem ouvi a porta do banheiro se abrir. E meu pai continuava ali parado, olhando meu pau meio mole, com a minha porra escorrendo na minha barriga.
Não dava nem pra disfarçar; eu tinha acabado de gozar, ainda segurando na mão o seu celular. No vídeo, os dois continuavam a se beijar, dizendo como era gostoso quando tinham tempo o bastante.
"O que está fazendo, Nando?", sua expressão era de incredulidade.
Olhando meu pai ali parado na porta do meu quarto, eu fui logo atingido pelo cheiro de colônia masculina que ele usava. Seu peito peludo ainda estava meio molhado, e a única coisa que cobria a sua nudez era a toalha enrolada na cintura.
Em meio ao meu embaraço, não pude deixar de notar o volume que denunciava a sua ereção. E nem podia acreditar que tinha deixado meu pai de pau duro.
"Eu tava olhando uma coisa no seu celular", minha voz saiu quase inaudita.
"E pelo jeito isso te deixou excitado", ele sentou na cama, ao meu lado.
"Eu vi você e o vovô juntos... na semana passada", quase não consegui dizer aquilo.
"Ah, isso... Olha, filho..."
"Não tem problema", eu o interrompi. "Eu só tava curioso..."
"E por que isso te excitou?"
"Não sei... não deu pra evitar...", aos poucos me sentia mais confortável com ele e a nossa nudez. "Só queria ver de novo".
"Era só dizer, filho", ele acariciou o meu rosto. "Não precisamos de segredo um com o outro".
"Então, eu posso...?"
"Claro, filho. Ele é todo seu", e ele puxou o nó da toalha, abrindo e revelando seu pau quase ereto. "Mas, tem só uma coisinha primeiro."
Antes que me deixasse matar a curiosidade e tocar o seu pau, ele estendeu o dedo sobre a minha barriga coberta de porra. E, sem perder o contato visual, levou o dedo à boca e chupou demoradamente, provando do meu gozo.
"Tem gosto bom!", ele sorriu.
E na mesma hora meu pau deu sinal de vida de novo.
Meu pai então se recostou na cama, ao meu lado, e me olhava curioso, deixando-se tocar. Lentamente, eu deslizo meus dedos inseguros por entre os pêlos do seu peito e sobre o seu mamilo eriçado. A princípio, ele ainda se enrijece com esse contato, mas me deixa continuar. Quando minha mão vai descendo pelo seu corpo, acariciando sua barriga e o caminho que conduz aos seus pentelhos, o destino parece inevitável.
Eu olho pra ele e, antes que possa hesitar, e ele me impedir, eu deslizo meus dedos pela sua ereção. Até que não resisto a masturbá-lo, sentindo seu pau ficar cada vez mais duro na minha mão.
Passado o susto inicial, nos permitimos uma intimidade até então impensável, e que me deixa excitado. Mas não desisto e continuo feito um garoto a explorar o seu sexo em riste.
O pau dele tem uns 18 centímetros. E quando eu começo a masturbá-lo ele vai crescendo, até ficar totalmente ereto. Por um instante, eu levanto os olhos em busca da sua cumplicidade, naquele nosso momento. E quando abaixo de volta os olhos pro seu pau, ele se projeta, pulsante entre os meus dedos, e bate no meu queixo. Nós dois rimos ao mesmo tempo, ele do meu nervosismo e eu mal me aguentando de tesão.
Meu primeiro ímpeto não é nada mais que satisfazer aquela curiosidade meio infantil de provar o seu pau, só pra saber que gosto tem. E estendo a língua, deslizando em volta da cabeça roxa e macia, tirando dele um suspiro.
Então, sem mais me conter, eu recebo a cabeça do seu pau na minha boca, como se fosse um velho amigo. Lambo a borda e beijo a fenda. Tento descer o máximo que consigo engolir da sua ereção, e volto lentamente. Agora completamente ereto e pulsante, ele se ergue majestoso diante do meu rosto, para o deslumbramento que me domina.
De novo eu abro bem a boca, e dessa vez tento engolir toda a sua carne. Vou tão fundo que me engasgo e preciso recobrar o fôlego. Meu pai acaricia o meu cabelo e me diz pra ir devagar. Então esfrega minha bunda e abaixa minha bermuda um pouco mais. Vejo na sua expressão algo de pervertido e sensual, que me excita, enquanto ele lambe os lábios, ao ver a minha bunda, ainda que meio de lado.
Minha ereção pressiona minha barriga, mas naquele momento não consigo dar atenção a mais nada. Meu pai lambe os dedos e os enfia entre minhas nádegas. Ele não é do tipo sutil, e enfia o dedo completamente, mantendo lá por alguns segundos antes de começar a dedilhar meu buraco ritmicamente. Ele está fazendo um bom trabalho, tanto que chego a revirar os olhos e por um instante me esqueço de me concentrar no seu pau.
"Já fez isso antes, filho?", ele se detém. "Pelo jeito, parece que sim!"
E sou trazido de volta à realidade pelo som macio da sua voz. Meu pai claramente é mais experiente que eu, e se importa se estou me divertindo. Mas acho que ele tinha mais a me ensinar. Ele percebe o quanto estou gostando da sua manipulação no meu cu e permanece ali, sem tirar o dedo. Então, com a outra mão, ele acaricia o meu cabelo e suavemente me conduz de volta ao seu pau.
E ao mesmo tempo em que continua me fodendo com o dedo, ele começa a mover os quadris, fazendo o mesmo com a minha boca, me fodendo duplamente. Metendo o dedo o mais fundo que pode, meu pai resolve enfiar um segundo dedo, deslizando no meu cu e me fazendo grunhir.
Quando meu orifício é aberto mais do que eu jamais imaginei, ele retira os dedos, me deixando com uma sensação de vazio. Isso porque eu devia estar com algumas pregas a menos.
Mas então, sem nenhum aviso, ele solta um gemido e no instante seguinte minha boca é invadida por aquela sensação quente da sua porra, que eu tento engolir o máximo que dá. Até que jato após outro do seu esperma começa a escorrer pelos cantos da minha boca.
É estranho provar pela primeira vez o gozo do meu pai. Mas, apesar de sentir o quão errado era aquilo, um incrível tesão domina cada fibra do meu corpo. E, depois de lamber os lábios, eu volto a engolir o seu pau, em busca do que restava do seu esperma.
Dessa vez mais à vontade, eu consigo desfrutar plenamente do sabor agridoce da sua porra. E, sorrindo pra ele, não posso evitar de devolver o elogio.
"Você também tem gosto bom!"
Então, com o rosto virado pra ele, pela primeira vez eu beijei o meu pai... não mais como seu filho, mas como tinha visto ele fazer com meu avô.
Acho que na hora devo tê-lo surpreendido mais uma vez, porque ele ainda me olhava, meio sem reação. Até que finalmente se rende, abrindo a boca e correspondendo ao meu beijo. Sinto sua língua encontrando o caminho para dentro da minha boca. E enquanto brinco com seus mamilos, ele começa a me beijar com mais intensidade. Ele morde o meu lábio inferior, chupando com voracidade, e querendo me ensinar como se faz.
De repente, ele pega no meu pau, me masturbando pela primeira vez. Me pergunto por que ele nunca fez isso. Por que será que ele é capaz de fazer com meu avô e nunca se quer tomamos banho juntos?
Acho que quando era garoto, e estava começando a descobrir o prazer com meu primo, na mesma época em que chupei um pau pela primeira vez, teria adorado descobrir esse ouro lado do meu pai. E, pra ser sincero, preferia que fosse o dele o primeiro pau a entrar na minha boca. Eu teria chupado muito ele quando tinha 15 anos.
Naquele momento, explorando a sua língua com a minha, recebendo–a na minha boca e pressionando a minha entreaberta, é como se fosse de novo um garoto nos seus braços. Me sinto como o garotinho do papai, revendo tudo à primeira vez, ainda menino, descobrindo os prazeres da vida adulta.
A única diferença é que eu tenho o seu pau na mão, enquanto o masturbo, ao mesmo tempo em que chupo a sua língua.
"Acho que precisamos de um banho", ele me sorri enquanto me abraça.
Entre os pêlos do seu peito, ele tem um pouco da minha porra. E eu ainda sinto na ponta da língua o gosto da sua. Mas a intimidade que experimentamos instantes atrás me deixa confuso. Não sei o que ele queria dizer, e ainda me detenho por um segundo, sem reação, enquanto ele se levanta.
"Quer dizer...", eu ainda gaguejo.
"Você vem?", ele insiste, esperando por mim.
Eu me levanto e vou atrás dele em direção ao banheiro, sem conseguir tirar os olhos da sua bunda coberta de pêlos. E, debaixo do chuveiro, não consigo evitar a minha ereção, diante do seu corpo nu, tomando banho com ele pela primeira vez na vida.
Por sua vez, ele parece bem à vontade, tentando me deixar mais confortável com a situação, enquanto desliza pelo meu corpo o sabonete. Mas é claro que eu não resisto a segurar de novo o seu pau duro, e voltamos a nos beijar.
"Por que nunca tentou nada comigo?", eu dizia, sentindo a minha ereção encontrar a sua.
"Você é meu filho. Como eu poderia?", ele me mantinha em seus braços.
"Como agora, do mesmo jeito", e eu me virei, contra a parede de azulejos.
"Tem certeza?"
"Quero que você seja o meu primeiro homem", e segurando o seu pau, fui guiando até o meu cu.
Meu pai então me segura pela cintura e eu sinto a cabeça do seu pau roçar contra o meu orifício. Ele se inclina sobre mim e sussurra docemente, como um carinho paterno.
"Você tem um cuzinho gostoso... mas precisamos deixá-lo mais receptivo."
Ele então volta a meter o dedo no meu cu, me tirando um suspiro e me deixando meio mole. De repente, sinto um outro dedo, e ele agora me fode com mais força, com dois dedos dentro de mim.
"Relaxa, filho. Deixa tudo comigo, só tenta relaxar", ele me sussurrava.
Eu aceno com a cabeça e meu pai se posiciona atrás de mim. Posso sentir o calor da sua carne, que pulsa enquanto desliza para dentro de mim. Com alguma dificuldade ele vai me penetrando devagar. Centímetro por centímetro, sinto seu membro deslizando em meu ânus. E quando ele se inclina para a frente, pra enfiar tudo, seu corpo se pressiona todo contra o meu. Então, está tudo dentro e ele mal se mexe, provavelmente para mostrar como estou aguentando bem.
Depois, ele recua lentamente até que apenas a cabeça esteja pressionando meu esfíncter. Consigo imaginar o que vai acontecer... mas a sensação é muito melhor do que eu poderia imaginar.
E lá vai ele, me penetrando com tanta força que me sinto esmagado contra o azulejo da parede. Me recomponho e empurro minha bunda para trás, me entregando completamente ao seu pau.
Ainda com as mãos na minha cintura e o seu hálito quente na minha nuca, meu pai começa a gemer baixinho no meu ouvido, enquanto me fode com força e profundidade.
A cada estocada, ouço a sua respiração ficar mais ofegante. Ele alterna metidas longas e profundas, quase me tirando do chão, com momentos em que apenas fica dentro de mim, numa dança lenta e ritmada. E dessa última é o que eu mais gosto. Adoro o contato da sua pele contra a minha, enquanto ele massageia meu ombro com sua barba.
Meu pai pára de me foder por um instante, só pra ver o resultado que ficou, depois de algumas estocadas. E então enfia o pau dentro de mim. Ele suspira profundamente e volta a me foder com força. Mal posso acreditar que o homem que me pegava no colo quando eu era pequeno está agora lambendo o meu ombro, com seu pau todo enfiado no meu cu.
Eu me viro, em busca da sua boca, e nos beijamos enquanto ele me fode. Com seus pêlos molhados roçando nas minhas costas, ele alcança o meu pau duro, e começa a me masturbar.
Há momentos em que me afasto da cena. E quase posso ver, como um mero expectador, entre os movimentos rítmicos do meu pai, seu cheiro másculo, e o som, que mais parece música, das suas bolas batendo na minha bunda. Deixei todas as sensações me dominarem e então pude sentir o meu orgasmo se formar bem devagar dentro de mim.
"Vou te ajudar. Vamos gozar juntos!", meu pai me abraça por trás, enquanto me masturba e me penetra.
Nunca imaginei que pudesse existir um prazer como aquele, me tirando o fôlego e me aguçando os sentidos. Posso sentir o arrepio que começa na base da espinha, subindo pelo meu corpo todo sinuoso, feito uma cobra. Então, quando me tem completamente à sua mercê, ela desfere o golpe final. E ao sentir a sua picada, eu tenho o maior e mais intenso orgasmo que já tive.
Primeiro, um forte jato, e depois outro e mais outro, e começo a ejacular na parede de azulejo. Ele ainda segura o meu pau, acelerando o ritmo e me deixando louco enquanto me fode.
Até que, quase ao mesmo tempo, meu pai também começa a gozar dentro de mim. Posso sentir o seu esperma quente me invadir, jorrando nas minhas entranhas e me escorrendo pelas pernas enquanto ele me masturba. Ele geme bem perto do meu ouvido, até que vai diminuindo o ritmo e aos poucos vamos nos recobrando daquela torrente caudalosa. E por um instante ficamos ali, eu de encontro à parede do banheiro, meio mole, e ele ainda dentro de mim.
Ao final, nos beijamos uma última vez e vamos nos secar. Mas, ao deixar o banheiro, nem ele nem eu somos mais os mesmos. Enquanto me detenho por um instante, ele se vira, e sem palavras, apenas com seu olhar pousado em mim, me convida para o seu quarto, pra dormir com ele na sua cama.
E aquela foi a nossa primeira vez... e a nossa primeira noite. Cada gesto, cada som e cada cena ainda permanecem comigo até hoje. E enquanto me lembro, as palavras me vêm suavemente, como seus lábios deslizando pelo meu corpo. Enquanto escrevo, minha impressão é de narrar um sonho impossível. Mas, ao me virar, tenho ainda a visão do corpo nu do meu pai, ali deitado na sua cama... e já é quase manhã do dia seguinte, enquanto termino esse novo capítulo da minha vida.
Na próxima, prometo contar tudo, com todos os detalhes de como aconteceu aquela noite.
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