#Estupro #Gay #Sado #Teen

Diário de um cativo 13

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Cativo

🔞🔞🔞 Contém dominação pesada e submissão forçada se não aguenta não leia, mas se ler goze muito, curta e comente!! 🔞🔞🔞

Vez ou outra ele bufava como se me entendesse e de repente ele foi se abaixando sobre mim até que se deitou. E essa noite eu dormi sob sua proteção com sua pata sobre mim e minha cabeça sobre seu pescoço, mesmo com o incômodo da areia em meus ferimentos e do cocô dele que secava em meu rosto.
•••

Acordei com os primeiros raios do sol entrando pelas frestas do estábulo quando Meia-noite tentava se levantar e o meu algoz já estava em prontidão na porta da baia.

- Já está se oferecendo até para um cavalo sua bichinha imunda? É isso que você quer, ser uma égua?

- Não senhor, meu dono! É que tava frio e ele acabou deitando por cima de mim, me perdoe.

- Cale essa boca suja e venha logo.

Ele saiu na frente e com dificuldade me levantei, meu corpo inteiro latejava pela surra e pela noite mal dormida e sem contar com a areia grudada no óleo do meu corpo irritando os machucados.

Antes de ir para casa ele parou na porta do galinheiro, já me aproximei receoso, meus braços ainda estavam presos e doíam demais. Ele entrou e fez sinal para seguí-lo e obedeci. Algumas galinhas ainda estavam nos ninhos enquanto as outras já ciscavam e comiam, quando ele pegou a maior e suspendeu pelas asas fazendo muito barulho.

- Pegue o ovo.

Sua ordem era clara, mas eu não sabia como iria obedecer com minhas mãos presas. Mas ele já tinha pensado nisso.

- Com a boca, cadela inútil!

Olhei para o ninho improvisado e tinha um ovo sujo de cocô e com penugens grudadas, o nojo revirava meu estômago, mas o que era isso perto de comer o cocô do cavalo e beber sua urina?

Me ajoelhei e me aproximei do ninho, com muita dificuldade depois de um tempo consegui colocar o ovo na boca e machucando meus joelhos nas pedras fui até ele.

O prazer brilhava em seus olhos, meu rosto que já tinha cocô seco de Meia-noite agora tinha cocô de galinha e penugens. Abri a boca esperando que ele tirasse aquela coisa nojenta o mais rápido possível.

Mas não foi assim que aconteceu, seus dedos giravam aquele ovo em minha boca e ainda fui obrigado a chupá-lo até deixar limpo, minha tia assistia tudo da porta da cozinha junto com meu tio que ria apertando seu membro.

Quando se deu por satisfeito me mandou virar e colocar o rosto no chão e eu obedeci.

- Você esqueceu que hoje você só vai tomar café depois que você botar seus ovos?

Com tanta coisa que aconteceu ontem eu esqueci completamente do que ele havia dito pela manhã, o que ele iria fazer de perversão comigo ainda?

Seus dedos voltaram a mecher o ovo em minha boca, quando ele tirou a saliva escorria. Senti o ovo sendo esfregado em meu bumbum, com esforço foi entrando e ardia por conta da areia que grudou de noite.

- Relaxe o cu, cadelinha, se ovo quebrar além de cortar seu cu você vai se arrepender.

Tentei fazer o que ele pediu e entrou, seus dedos foram logo atrás empurrando bem lá pro fundo. Ele segurou minha coleira e me levou até outra galinha e o processo se repetiu mais duas vezes. Mas não sem antes me fazer lamber o cu de cada galinha e agradecer a elas pelo alimento.

Agora eu tinha três ovos em minhas entranhas e era muito estranha a sensação. Fui puxado até próximo a porta da cozinha quando fui jogado no chão, meu rosto estava enterrado na areia e meu bumbum pra cima.

Meus joelhos estavam cortados pelas pedras, mas mesmo assim fui colocado de joelhos com as pernas bem abertas. Meu rosto ardia pela pancada e pela vergonha. Sua mão pesada em minhas costas forçava meu bumbum pra baixo quase encostando no chão.

- Bote o primeiro ovo, cadelinha!

Comecei a fazer força como se fosse fazer cocô, mas nada saía, eu já não aguentava mais e quando senti algo pressionando meu cuzinho ele enfiou o polegar empurrando o ovo para dentro de novo.

Voltei a fazer força de novo até que começou a sair e dessa vez ele tapou meu cuzinho não deixando ovo sair, mas também não empurrou de volta. Eu estava com medo de quebrar e me cortar e ele ainda colocaria a culpa em mim.

Depois de um tempo ele deixou sair e tinha areia e um pouco de cocô, acabei esquecendo que com o tanto de comida que ele me obriga a comer preciso me limpar mais vezes.

- Essa cadela é imunda mesmo, limpe.

Ele falou já empurrando o ovo em minha boca, depois de limpo ele quebrou e deixou cair primeiro a clara e depois a gema em minha boca.

- Não engula até eu mandar.

Eu enguiava querendo vomitar, minha barriga contraia e com isso meu cuzinho também. O próximo ovo demorou ainda mais pra sair, quando saiu estava ainda mais sujo e ele deixou cair no chão.

- Abra essa latrina, viado imundo.

Obedeci, os comprimidos que ele tirou do bolso foram colocados junto com o ovo e com seus dedos sujos de cocô e areia ele misturou tudo em minha boca por um tempo forçando bem os dedos em minha garganta, por pouco não vomitei e engoli tudo.

Me engasguei e com a tosse o último ovo não demorou a sair junto com um pouco de cocô bem molinho.

- Pegue outro.

- Mas é uma porca mesmo essa sua bichinha, filhão. E esse buraco sujo abre igual o de uma galinha mesmo.

Eu me sentia de fato pior que um verme, cada vez seus castigos e suas demonstrações de poder ficavam mais sádicas e com isso mais eu me submetia as suas vontades por medo do que ele poderia fazer.

Sobe o peso do pavor que estava sentindo do que ele ainda poderia fazer comigo peguei o segundo ovo e depositei limpo na sua mão. Como não houve outro comando peguei o último e fiz o mesmo.

Os dois ovos foram quebrados em minha boca que estava cheia agora, mas eu não tinha ordem para engolir. Ele segurou meu nariz enquanto seus dois dedos iam até minha garganta e voltavam devagar.

Isso se repetiu algumas vezes, bolhas se formavam em minha boca e era visível o quanto ele se divertia, pois eu sabia que se saísse um pouco que fosse daquela mistura de minha boca eu estaria ferrado.

Depois de um tempo fui autorizado a engolir tudo bem devagar e logo aquele cogumelo foi colocado em minha boca e bebi seu xixi.

Eu estava exausto e enojado de mim mesmo, ele fez um sinal com a cabeça que não foi para mim e eu não entendi, mas a essa altura também não fazia questão já bastava a minha degradação pública.

Então senti um toque suave em meu rosto e quando virei era minha tia, não aguentei e comecei a chorar e logo ela me acompanhou.

- Faça o que foi ordenado sem conversas e muito menos frescura.

A voz dura do meu carrasco soou sem nenhuma emoção, cortava como lâmina afiada.

A coleira foi retirada e meus braços liberados, minha tia me deu um banho com a mangueira. A água gelada ardia a minha pele, mas também anestesiava. Minha mente repassava todo o horror que vivi nesses quase dois meses sob seu domínio e dessa vez não tinha esperança, a única coisa que restou foi a sentença: "ele está certo, eu nasci pra isso".

Enquanto meu corpo era lavado e cada grão de areia retirado dos ferimentos algo em mim se apagava restando apenas a resignação, a revolta e a pergunta que latejava em meu coração: por quê?

Minha tia foi cuidadosa como uma mãe, secou cada parte do meu corpo enquanto eles estavam na cozinha planejando o dia, em breve um iria para a escola enquanto o outro iria para a oficina.

- Por que, tia? - perguntei num fio de voz.

Os olhos dela estavam vermelhos de tanto chorar e a única coisa que ela pode fazer foi abrir a boca e me mostrar uma placa redonda de aço presa a sua língua que a impedia de falar.

Certeza que aquele demônio fez aquilo na oficina, era um parafuso grosso com a parte de cima grande como uma moeda atravessando sua língua e preso embaixo por uma porca que machucava.

Nos abraçamos por um breve momento e fui levado para a cozinha onde ele pegou aquele vidro de óleo novamente e entregou a ela.

- Passe no corpo todo, não quero cicatrizes nessa vadia, já basta ser uma inútil.

Minha tia passou com cuidado o óleo que parecia queimar minha pele, mas aos poucos foi anestesiando. Ele percebeu que ela não passou no meu bumbum então me jogou sobre a mesa, colocou três dedos dentro de mim me esticando e derramou uma boa quantidade do óleo dentro de mim.

O ardor foi intenso e seus dedos que não paravam de girar dentro de mim só piorava a situação. Fui levado até meu cocho. A fome já tinha me abandonado e quando vi aquilo apesar do nojo nem consegui reagir.

- Coma logo, cadelinha, tenho que ir pra escola. Aí tem cuscuz com bucho e tripa cozida. Esses dias vou te dar só vísceras que tem bastante vitaminas.

Comi tudo sem demora, meu paladar parece que está mudando. Ele me mandou pro quarto e saiu seguido de meu tio que empurrava minha tia pra caminhonete.

O óleo escorria pelas minhas pernas, mas não me importei e fui direto pra cama. Dormi antes que pudesse pensar em qualquer coisa.

Acordei com seu membro me invadindo até bater no meu fundo dolorido, pelo menos o óleo ajudou. Suas mãos espalmadas em minhas costas faziam o ar deixar meus pulmões, seus movimentos eram rápidos, fortes e impiedosos, mas não duraram muito, ele gozou e deitou sobre mim me esmagando.

Depois de um tempo ele foi no banheiro e quando voltou me fez sentar no chão entre suas pernas. Com os polegares e indicadores ele começou a puxar levemente os meus mamilos sensíveis e era até gostoso, mas com o tempo os apertos foram aumentando.

Seu membro a meia bomba já estava em minha garganta e ele não parava de puxar meus mamilos, eu já não tinha pra onde ir, então ele puxou pra cima quando tentei levantar para acompanhar fui impedido.

- Fica, cadela!

Ele ficou de pé e meu corpo estava suspenso pelos meus mamilos que doíam muito enquanto seu membro endurecida novamente na minha garganta. Minhas lágrimas escorriam por minhas bochechas, mas ele não soltava.

- Sinta a dor, cadelinha! Seja amigo dela.

Seus olhos brilhavam de perversão, então fui solto e cai no chão passando as mãos nos biquinhos inchados e vermelhos tentando espantar a dor, mas seu comando chegou primeiro e com medo sentei em seu colo com uma perna em cada lado do seu corpo.

Sua língua quente e áspera passava por meus mamilos trazendo um alívio refrescante até que seus dentes cravaram em minha carne. Ele mordia e puxava os biquinhos com os dentes até escapulir e ele repetia chupando e mordendo forte.

- Amanhã é um dia especial pra mim, cadelinha!! Vou fazer 17 anos e de presente vou arrancar suas bolas inúteis.

Um choque percorreu meu corpo com a informação esquecida, tanto do seu aniversário quanto da minha castração. E ele falava animado sem parar o que estava fazendo enquanto eu estava perplexo.

Amanhã ele vai me mutilar sem ao menos considerar saber a minha opinião, tenho medo do que mais ele poderá querer fazer comigo.

- Agora vamos almoçar, cadelinha. Hoje é mocotó.

Fomos pra cozinha e seu gozo pegajoso já escorria até meus tornozelos. No meu cocho tinha um caldo ralo com ossos brancos cheios de mocotó presos nele, ele colocou farinha de mandioca e misturou formando uma papa. O cheiro era ruim e a aparência não ficava atrás, não tinha sinal nenhum de algum tempero e logo constatei que o gosto era pior e sem uma grama de sal.

Eu tinha que roer o osso já que o mocotó ainda estava agarrado e era difícil fazer isso sem as mãos. A sensação de mastigar aquilo era nauseante e o sabor só piorava tudo, mas me esforcei e logo acabei tudo.

Achei que seria liberado pra ir pro quarto, mas estava enganado. Fui puxado pro meio de suas pernas e levei uma surra no rosto com seu membro.

- Quando eu chegar se esse seu rabo imundo ainda estiver sujo eu vou lavar ele com a escova de lavar a latrina, pois é isso que você é. Pode subir.

Quando levantei pra sair dali ele me puxou pro seu colo, os golpes foram certeiros em minhas bolas. Elas estavam sensíveis apesar da sensação de dormência. Depois dos tapas ele apertou e puxou até escapar de sua mão.

- Agora sim pode ir, bichinha inútil. Isso é só o começo, a noite vou me despedir delas como você merece.

Ele levantou deixando meu corpo mole cair no chão e saiu para a oficina. Me arrastando subi as escadas e fui direto pro banheiro fazer minha limpeza, depois de limpo me deitei e apaguei.

Acordei quando ouvi seus passos pesados no corredor, reuni minhas forças e fui o mais rápido que pude pra porta que imediatamente foi aberta. Seu olhar parou em mim por um instante e me aproximei.

Não sabia o que esperar, sabia apenas o que tinha que fazer e fiz nossa rotina de recepção. Sua montanha de músculos estava limpa pela minha língua, já fiz isso tantas vezes que acho até que já acostumei. Seus dedos entraram devagar em meus cabelos, mas o desconforto pelo aperto logo me atingiu.

- Você não disse que me ama e nem me agradeceu por tudo que fiz ontem e hoje para te ensinar, cadelinha.

Só de lembrar dessas coisas meu íntimo estremece, meu couro cabeludo doía e minhas bochechas já ardiam pelos tapas que não paravam mesmo eu fazendo o que ele queria.

- Me desculpe... o esquecimento... meu dono... Eu te... amo e sou... grato por... me... ensinar tudo... o que preciso... para ser menos... inútil.

Minhas palavras saiam entrecortadas pela dor física e emocional de ter que dizê-las, mas mais uma vez eu não tinha escolha. Fui puxado pro seu colo onde fui empalado com minhas costas encostadas em seu peitoral em um só golpe.

Sem tempo para me acostumar segurado com uma força desproporcional pela cintura fui esfregado em sua virilha de forma que seu membro duro revirava minhas entranhas causando muita dor.

- Se meu pau sair sujo de novo você tá fudido, vadia.

Seus braços passaram por baixo de minhas pernas e suas mãos cravaram em meus ombros. Meu corpo era movimentado pra frente e pra trás com força como se eu fosse uma almofada.

Seu cogumelo gigante rasgava o caminho pelas minhas entranhas até chegar lá no fundo fazendo latejar. Ele levantou e me deixou balançando no ar enquanto metia com tanta violência que minhas vistas escureceram, então fui jogado na cama.

Vi seu membro ser examinado em silêncio, não tinha como estar sujo, mas mesmo assim fiquei tenso. Suas bolas pesadas estavam em meu rosto, lambi e as suguei para dentro da minha boca mesmo sabendo que ele iria me sufocar.

Minhas pernas foram colocadas embaixo dos seus braços deixando meu bumbum bem exposto pra ele que logo já tinha seus dedos dentro de mim. Vez ou outra ele sentava em meu rosto, mas não demorava.

- Antes da minha despedida eu vou deixar que você se despeça dessa inutilidade que você carrega. Chupe suas bolas.

Olhei pra ele abismado, como eu poderia fazer isso? Mesmo flexível como sou isso é impossível. Vendo minha incredulidade uma sequência de pequenos socos foi dada em minhas bolas.

Eu me retorcia, mas suas mãos me prendiam no colchão. Minhas pernas foram empurradas até serem encaixadas atrás de minha cabeça, sua mão esquerda segurava meus pés contra a cama enquanto a direita puxava meus cabelos fazendo meu tronco levantar da cama.

Meu quadril parecia que ia quebrar ao meio, minhas pernas ardiam de tão esticadas. Seu joelho empurrou meu bumbum até que meu rosto estivesse estre minhas pernas. Sua mão esquerda empurrou minhas bolas pra frente fazendo a fita apertar ainda mais. Eu urrava de dor.

- Comece, verme inútil! Só você mesmo pra chupar essa porcaria.

Minha língua alcançou minhas bolas, lambi por um tempo, mas ele não estava satisfeito e forçou mais minha cabeça e minhas bolas até que estavam em minha boca e comecei a chupar.

Era estranho mais que isso era degradante, eu já não conseguia mais me olhar no espelho depois do que ele fez comigo ontem e com essa agora eu tinha me tornado um ser repugnante até mesmo para mim.

- Agora chupe essa carne morta que você chama de pau. Com força, se ele aparecer eu deixo você gozar, vadia.

Até parece que eu tinha escolha, mesmo com o corpo doendo obedeci, chupei aquela pele com força. Coloquei a língua sentindo a cabecinha escondida e fui penetrado com força.

Seu corpo estava sobre o meu forçando ainda mais. Minha mente ficou turva, pois ele batia forte naquele ponto que me tirava a razão e junto com o estímulo da chupada que nunca recebi meu baixo ventre contraiu.

Meu membro cresceu um pouquinho na minha boca e estava até durinho saindo uma água docinha, fiz como fazia nele, chupei e passei a língua enfiando no meio da pele e não aguentei gozei tão forte que gozei pelo cu e pelo pinto.

Meu corpo tremia em êxtase, nunca senti aquilo antes, engoli meu gozo que diferente dele foram só três esguichos. Ele me olhava com um sorriso perverso, abriu minhas pernas e viu meu pinto ainda durinho enquanto meu rosto ardia de vergonha por ter sentido prazer com isso.

Com o polegar e o indicador ele baixou a pele exibindo a cabecinha rosada, enquanto meu corpo ainda sentia os espasmos do recente orgasmo que ele fez questão de interromper.

O aperto foi tão grande que parecia que ia arrancar a cabeça do meu pinto. Eu me contorcia, mas ele não soltava. Segurei seu pulso na tentativa inútil de fazê-lo soltar, mas recebi um soco tão forte nas minhas bolas que minhas vistas escureceram de dor e meu pinto escapuliu de seus dedos se escondendo novamente.

Todo orgasmo que já tive veio seguido de uma dor infernal, minha mente vagava enquanto gravava em minha carne que não valia a pena. Ele estava mechendo na mochila calado.

Uma caixa média foi colocada sobre a mesinha, algo foi colocado apertado em volta das minhas bolas que latejavam, fui puxado pra beirada da cama e deixado de pernas abertas. Ele puxou a cadeira pra ficar de frente para mim e conectou os fios na caixinha.

- Agora é a minha vez de me despedir e me divertir. Coloque as mãos debaixo da cabeça e não tire.

Um choque fraquinho atingiu minhas bolas e levei um pequeno susto, mas quando a realidade me atingiu o desespero chegou junto.

Uma sequência de choques gradativamente mais fortes foram me atingindo e eu já não suportava mais continuar inerte e antes que eu pudesse arrancar aquilo de mim, um choque mais forte e mais longo me atingiu e agarrei o lençol da cama com toda força.

Ele levantou me puxou pro chão deixando sua cadeira entre minhas pernas e com seus pés prendeu meus braços. Seu cuspe atingiu minhas bolas piorando ainda mais a dor, choques de frequências variadas foram aplicados quase sem intervalo, eu me debatia e ele continuava. Recebi várias descargas elétricas até que ele satisfez seu instinto bestial.

Meu corpo convulcionava no chão com minha mente completamente em branco, eu não tinha condições nenhuma de raciocinar. Fui colocado em seu colo com seu membro mais duro do que nunca dentro de mim.

- Você é meu objeto pra eu usar como e quando eu quiser, você não tem valor nenhum, não tem direito a nada, não serve pra mais nada além de depósito de porra. Eu vou fuder você até eu me satisfazer nesse seu buraco inútil.

Sua voz rouca penetrava em minha mente vazia como a mais pura verdade, nada em mim ousava questionar.

- Vou usar seu corpo sem limites, todos os meu desejos eu vou realizar em você porque você me pertence e eu não me importo com nada que venha de você. Você é pior que qualquer verme que existe no esgoto, você se alimenta de merda.

As cenas vinham como flashes em minha cabeça apenas para comprovar as suas palavras, nada em mim ousava discordar. Eu sou pior que um verme.

- Eu ainda vou te fazer sentir tanta dor, vou reduzir você a menos do que um verme porque é isso que você é. Você Vai viver pra ter um pau dentro dessa sua bunda imunda.

E como ele falou fui usado até perder a noção de tudo. Meu corpo foi maltratado e minha mente cada vez mais condicionada as suas verdades.

- Acorda, verme! Tá na hora, vá se limpar que seu veterinário já deve estar chegando.

Ele me acordou e pela cor do céu o dia já estava indo embora. Levantei quase sem consegui andar pela dor no corpo, seu gozo escorria pelas minhas pernas. Minhas bolas ardiam com a água e quando vi tinham marcas de queimaduras.

Chorei embaixo d'água, ia ser mutilado sem piedade seria de fato inutilizado para a vida que sonhei, nunca terei um amor, uma família, muito menos filhos, tudo isso seria tirado definitivamente de mim hoje por um capricho do meu algoz.

Devidamente limpo sai do banheiro me sentindo de fato um verme incapaz de lutar pela minha vida, mas ao olhar aquela montanha bruta de músculos dava pra entender minha incapacidade, minha cabeça mal alcançava seu peito.

Uma coleira de couro preto foi colocada em meu pescoço apertada, mas não dificultava minha respiração e descemos as escadas. Eu era sua cadela que em silêncio seguia para o sacrifício.

Seguimos pro estábulo, as feridas do outro dia nos meus joelhos reclamavam pelas pedras no caminho. Ao entrar vi meu tio sorridente sentado no feno com minha tia nua aos seus pés e o veterinário, um senhor, próximo a uma mesa onde ele arrumava seus instrumentos de trabalho.

- Boa tarde, doutor!

O homem me olhava perplexo e eu não sustentei seu olhar, abaixei a cabeça tentando sem sucesso me esconder atrás do meu carrasco.

- Que porra é essa, Esdras?! Esse tempo todo era de um menino que você estava falando?

Ele ficou visivelmente irritado e já colocava as coisas sem nenhum cuidado dentro da sua caixa de instrumentos.

- Você sabe a merda que isso pode dar? Eu posso perder o direito de trabalhar, pior eu posso ser preso só por estar aqui.

- Relaxa, doutor! Não dá nada não, isso aqui era cão sem dono, aí peguei pra mim.

- Como pegou pra você? Ele é um ser humano, seu irresponsável!

- Não é não, ele é meu objeto, meu depósito de porra e eu faço com ele o que eu quiser. E não me chame de irresponsável.

A discussão estava acalorada e uma chama de esperança voltou a arder no meu coração. Ele poderia me salvar, poderia me tirar daqui e me ajudar. Mas minha empolgação durou menos de um minuto.

- Doutor, ele não tem ninguém no mundo além da minha mãe que é sua tia, e ela aprova tudo o que faço!

Ele falava com a maior naturalidade apontando para a mãe que tinha o mesmo olhar de esperança que eu. O veterinário pareceu se acalmar.

- Rapaz, explique direito essa história.

- É só isso, ele só tem a mim como dono agora. Ele queria dar esse cu por aí, então como parente que acolheu ele quando mais precisou eu tenho mais direito do que qualquer outro de fazer dele meu. Você não concorda?

- Sendo assim, tá tudo bem e se a sua mãe concorda não vejo empecilho, não é senhora?

Minha tia mais uma vez estava como eu, incrédula sobre a mudança repentina do homem. Meu tio chutou a costela dela pela demora em responder e ela assentiu abaixando a cabeça. Não havia nada que ela pudesse fazer.

- Coloque ele aqui pra eu examinar.

Fui jogado sobre a mesa com as pernas abertas sem o menor cuidado.

- Você sabe que sou veterinário e que existem riscos nisso que você quer fazer?

- Não tem problema, eu sei.

- A quanto tempo elas estão amarradas? Ele tem algum problema de saúde?

Realmente ele parecia falar com o dono de um animal, em nenhum momento se dirigiu a mim.

- Desde segunda, que foi quando comecei com os hormônios e mudei a alimentação dela. O único defeito que essa vadia tem é essa carne morta que se escondeu de vergonha, você pode ver se dá pra tirar o que sobrou também?

- Ótimo, assim já cortou grande parte do fluxo de sangue. Ela tá em jejum?

Ele falava enquanto me apalpava e eu mal respirava na esperança dele recobrar o juízo e acabar com isso. Ele enfiou um aparelho no meu pinto que doeu, mas fez ele aparecer um pouco e o prendeu com uma pinça e isso doeu mais ainda.

- Ele já tem o mínimo que tem que se preservar por causa do canal urinário, o que pode ser feito é remover o excesso de pele se você quiser. Mas eu não aconselho.

- Tudo bem então. Mas nós ainda não acertamos seu preço.

- Ah, sobre isso é que você sabe, né? É mais complicado do que eu pensei.

Ele falava e olhava pro meu corpo sem conseguir esconder o desejo e isso me deu nojo.

- Certo, eu já entendi. Pode usar ele como quiser, esse será seu pagamento.

- Posso fazer qualquer coisa mesmo, sem restrição?

- Desde que não cause dano permanente, pode sim.

Como você fala isso de uma pessoa? As palavras dele ontem a noite inundaram a minha mente enquanto a guia era trocada de mão sem cerimônia e ele se sentou numa cadeira próxima, mas não sem antes me subjugar.

- Se comporte, cadelinha. Tô de olho em você.

- Você não acha melhor imobilizar ela? Porque vai doer.

- Minha cadela é adestrada, ela sabe que a dor é companheira dela. Pode fazer o que quiser.

O rosto desse maldito parecia que ia rasgar do tamanho do sorriso perverso, eu devo realmente não valer nada pra encontrar tanta gente ruim na minha vida. Ele encostou sua testa na minha e olhou bem no fundo dos meus olhos.

- Hoje graças ao seu dono eu vou realizar o maior desejo da minha vida.

Sua língua quente invadiu minha boca e eu olhei pro meu dono pedindo socorro, mas ele ignorou apenas assentiu com um leve manear de cabeça. Resignado chupei aquela língua nojenta, ele me babou todo, lambeu meu corpo, chupou e mordeu meus peitinhos.

Ele chupou a cabecinha de meu pinto fazendo doer pela pinça que ainda apertava na base. Depois cortou a fita liberando minhas bolinhas que doeram ainda mais. Ele as colocou na boca e meu suplício começou.

Cada chupada doía como o inferno parecia que ele estava tentando estourá-las na sua boca do tanto que apertava, eu me retorcia na mesa. Meu dono levantou e prendeu minha guia bem justa no pé da mesa e voltou pro seu lugar.

Depois de um tempo ele parou e pegou um objeto metálico na caixa de instrumentos, abriu bem minhas pernas e prendeu cada bola separada, a dor latejava em meus ossos, nem quando meu dono amarrou doeu tanto assim e ele ainda balançava.

Eu tentei fechar as pernas, mas era pior. Sem se importar ele trouxe uma cartela enorme do que logo percebi ser agulhas. O pânico me dominou, mas quando o destruidor foi colocado sobre minha barriga eu vi que a situação ainda podia ficar pior.

Tentei me acalmar enquanto os cavalos estavam agitados por minha causa. Ele puxou o banco ficando bem de frente pra mim e lambeu minhas bolas já abrindo uma agulha. Várias delas foram enfiadas não só em minhas bolas como na cabeça do meu pinto.

Esdras e o pai filmavam e tiravam fotos como se aquilo fosse um espetáculo enquanto eu me retorcia e urrava de dor agarrado a mesa.

- Calma, cadelinha! Eu vou destruir essas bolinhas que seu dono não quer mesmo. Elas vão pro lixo daqui a pouco.

Até ele que nem sabe a minha verdadeira história zomba de mim, me humilha e me faz sofrer. Ele tirou sua calça, me puxou até minha cabeça ficar pendurada e colocou aquele membro pequeno e mole em minha boca que parecia borracha quando eu chupava.

Ele gemia feito um porco e eu chupava tentando esquecer a dor, mas ele foi endurecendo e crescendo dentro da minha garganta e doía, pois era muito torta e entrava machucando.

Fui deixado com a cabeça pendurada de onde eu podia ver minha tia que não parava de chorar. Minhas pernas foram colocadas em seu ombro e aquele monstro torto me invadiu de uma vez. Eu guinchava de dor a cada solavanco que ele dava e fazia as agulhas mexerem enfiadas em mim.

A dor em minha barriga era cortante devido a sua curvatura acentuada aliada ao seu tamanho. Ele estava descontrolado, metia rápido e fundo dando tapas em minhas coxas. Pra minha sorte ele não ia durar muito e logo meu algoz deu o comando.

- Dentro não, na boca.

Rapidamente ele estava de volta a minha boca e logo seu gozo pastoso e amargo me inundava, mostrei ao meu dono e após sua permissão engoli.

Uma a uma as agulhas foram tiradas de mim e um líquido alaranjado foi jogado em toda minha virilha lavando tudo menos a dor.

Fui colocado num cavalete improvisado deixando meu bumbum mais alto e minha intimidade ainda mais exposta. Meus braços e pernas foram amarrados no cavalete sem a menor chance de um mínimo movimento. Minha cintura e peito também foram presos bem como a minha coleira.

A única coisa que eu conseguia ainda era respirar. Minhas bolas foram presas juntas novamente, mas agora não parecia tão apertado, era como se o prendedor fosse maior e seguisse a linha da costura.

- Vou preparar a anestesia, você sabe quanto ele pesa?

- Eu decidi que não vamos usar anestesia pra a experiência dessa cadela ser completa. Ela nunca vai esquecer esse dia!

- Isso vai doer, tem certeza?

- Tenho, essa vadia tem que aguentar porque é assim que seu dono quer. Esse é o meu presente de aniversário. Comece!

Meu corpo tremia, isso já era desumano sem anestesia seria bestial. Sem aviso o bisturi deslizou pela costura e senti um aperto, eu berrava descontroladamente, pedia pra parar e falava coisas desconexas.

- Vá contando a essa cadela imunda o que você está fazendo, doutor.

- Eu fiz um corte de aproximadamente 5 centímetros na costura pra evitar cortar duas vezes e agora estou apertando para extrair a primeira bola. Saiu, agora vou raspar os canais e vasos até soltar e pronto, tiramos a primeira. Vamos a segunda, a mesma coisa, raspar, soltar e pronto.

Tudo estava sendo filmado, minha degradação completa, seu domínio sádico que insiste em me infligir dor a todo momento.

- Vai sobrar um pouco de pele quer que remova pra ficar lisinho?

- Vai doer mais, né?

- Vai, sim.

- Pode fazer.

- Então agora vou cortar o excesso de pele e costurar. Vou fazer pontos mistos que é mais seguro, pra não abrir com facilidade.

Minha voz nem tinha mais força ou som humano para sair, novamente o bisturi me mutilou e a cada ponto dado um guinchado baixo deixava minha garganta e foram muitos porque o objetivo era o meu sofrimento.

- Agora vou higienizar com iodo novamente, aplicar esse antibiótico e tá pronto.

Senti a furada no bumbum e logo meu dono me desamarrou, ele me colocou de barriga pra cima e agora solto meu corpo convulcionava tardiamente.

- Posso dar um presente pra sua cadelinha?

- Ela não merece nada, essa inútil.

- Na verdade é mais pra você. É um guizo pra colocar nesse pintinho pra você saber onde ele está.

- Se é assim então pode.

O veterinário colocou sobre minha barriga os instrumentos que ia precisar e novamente enfiou aquele tubo que fez a pele recuar e meu pinto aparecer e o segurou com a pinça, dessa vez na cabeça que estava vermelha ainda do tanto que ele chupou e mordeu e na base.

Ele jogou um líquido transparente em cima e atravessou a cabeça do meu pinto com uma agulha grande e grossa me fazendo guinchar com uma força que eu nem sabia que ainda tinha, depois passou o aro de aço grosso, mas pequeno que segurava o guizo.

O aro tinha a mesma medida da cabeça ficando justo e deixando o guizo bem na direção do buraquinho do xixi. Ele limpou e disse que já estava pronto.

Logo meu dono segurou na base com o polegar e o indicador e balançou forte fazendo doer e um barulho vergonhoso ecoar no estábulo e eles riram da minha vergonha.

- Nessa primeira semana ele não pode fazer esforço, andar muito, evitar escadas, pegar peso e sexo nem pensar. Vou deixar esse remédio com você, dê um comprimido ao dia e daqui três dias eu venho ver como está a cicatrização.

Meu tio também quis aproveitar e colocar alguns piercings em minha tia alegando que ela era uma puta fujona, mas meu dono não quis esperar, me jogou no seu ombro largo dizendo que isso não tinha nada a ver com a gente e fomos pra casa.

Continua...

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Comentários (9)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Puta quer pau: Eu tô lendo desde o primeiro capítulo, cadê a reviravolta dessa história?? O boy já sofreu demais quando e que ele vai ter paz na vida dele ???

    Responder↴ • uid:mujlwnw8j
  • Beto carreiro: O conto foi maravilhoso mas melhor voce dar a esse povo aqui o final que eles tanto pedem. Assim voce se consagra

    Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9
    • Anônimo: Fecha essa matraca, viado imundo!

      • uid:on97uybk0k
  • Puta: Vc é um palhaço e doente

    Responder↴ • uid:19il0p6nd4fg
  • Puta: Nunca vi nada mais imundo e idiota

    Responder↴ • uid:19il0p6nd4fg
  • Leonardo: pqp q odio tinha td pra ser uma serie incrivel com uma vingança 20 vezes mais pesada q o menino sofreu mas só sofre essa porra q odio

    Responder↴ • uid:1dvhgzyoucf2
  • Gu: AFF que conto besta Cara por favor né pow

    Responder↴ • uid:h6r69ifv2
  • Leka: Aff, já nem tô mais achando erótico. Todo mundo é inútil nessa porra de conto. Mas se é o diário de um cativo, quer dizer que ele conseguiu se livrar desses doentes do caralho.

    Responder↴ • uid:1eutgkodxpgl
  • Inimigo do fim: Mano acaba logo? Tu mesmo disse que seria curto o conto... Até quando o boy vai sofrer??

    Responder↴ • uid:1elnvaz7oq0o