A sociedade do Cuzinho: Meu Primeiro Dia no Colégio Gigante
Enquanto as férias terminavam, eu me deliciava todas as tardes com o Antônio. Mas o primeiro dia de aula na escola nova chegou...
O sol da manhã escaldante de verão batia impiedoso sobre o pátio imenso do Colégio Central, uma fortaleza de concreto e aço que se erguia como um monstro adormecido no coração da cidade. Eu, um menino de 14 anos, gordinho e desajeitado, com as bochechas rechonchudas e uma barriguinha que balançava a cada passo hesitante, sentia o peso do meu corpo como uma âncora me arrastando para o chão. Minhas tetinhas grandes, macias e proeminentes sob a camisa fina do uniforme — um tecido branco que grudava na pele suada, delineando os contornos suculentos como se fossem frutos maduros implorando por uma mordida —, tremiam levemente enquanto eu cruzava o portão principal. Era meu primeiro dia no ensino fundamental, mas por algum erro administrativo ou capricho do destino, eu fora jogado no meio dos gigantes do ensino médio. Meninos altos, musculosos, com vozes graves e olhares predatórios que me varriam de cima a baixo como se eu fosse uma presa recém-chegada ao zoológico.
O colégio era um labirinto colossal: corredores intermináveis ecoando com risadas roucas e o baque de mochilas atiradas no chão, escadarias largas que subiam para ginásios cavernosos e salas de aula que pareciam auditórios de universidade. Eu me sentia minúsculo, uma bolinha de gordura branca e rosada perdida entre titãs. Os meninos do ensino médio, com seus uniformes justos esticados sobre peitos definidos e braços tatuados precocemente, me cercavam sem piedade. "Olha o aluninho novo!", gritou um deles, um loiro de cabelo raspado, enquanto eu tentava me esgueirar para a sala. Outro, moreno e atlético, cutucou meu ombro com o dedo, rindo: "Ei, branquinho, veio pra mamar nos grandões?". Suas mãos roçavam "acidentalmente" minhas tetinhas, apertando de leve o tecido úmido, enviando choques elétricos de humilhação e um calor traiçoeiro entre minhas pernas. Eu corria, ofegante, o coração martelando como um tambor de guerra, mas o colégio era grande demais para escapar. Em cada canto, olhares famintos me despiam, comentando o quão "cuzuda" eu parecia, com minha bunda redonda e empinada balançando sob a calça do uniforme, apertada demais para conter as curvas generosas.
A aula de matemática foi um suplício. Sentei no fundo, tentando me encolher, mas os meninos ao redor não paravam. Um deles, com pernas longas esticadas sob a carteira, roçava o pé na minha coxa interna, subindo devagar até o elástico da cueca, que já estava úmida de suor e algo mais viscoso. "Relaxa, gordinho, a gente só quer te ajudar a se enturmar", sussurrava ele, enquanto o professor rabiscava equações no quadro. Eu mordia o lábio, sentindo o volume crescer na minha virilha, as tetinhas arfando com cada respiração ofegante. O intervalo foi pior: no refeitório lotado, eles me empurravam contra as mesas, corpos duros pressionando minhas costas macias, mãos invisíveis deslizando pelas minhas nádegas, apertando a carne farta como se testassem a ripeness de uma fruta. "Que cuzinha apertadinha pra um gordo desses", murmuravam, e eu fugia para o banheiro, trancando-me numa cabine para me masturbar furiosamente, imaginando fugir daquele inferno — mas no fundo, um formigamento proibido me traía, deixando minha cueca encharcada de pré-gozo.
Então veio a aula de educação física. O ginásio era um templo de suor e testosterona, com o cheiro acre de machos no ar, bolas de basquete quicando como trovões e o eco de tênis rangendo no piso polido. Eu entrei tremendo, minha barriga suada colando na camisa, as tetinhas saltando a cada passo desajeitado. Os meninos do ensino médio, semi-nus em shorts folgados que mal continham seus pacotes pesados, riam e me apontavam. "Olha o leitinho dançando!", zombavam, enquanto eu tentava me esconder atrás de um grupo de meninas. Mas nada me preparou para ele: Marcelo, o professor de educação física.
Marcelo era um deus negro esculpido em ébano puro, um ex-jogador de basquete profissional com 2 metros de altura, ombros largos como portas e músculos que se contraíam como cordas de navio sob a pele lustrosa e oleosa de suor. Seus braços eram troncos grossos, veias pulsantes serpenteando até mãos enormes, calejadas de anos driblando bolas e arremessando redes. O peito era uma placa de chocolate amargo, peitoral definido com mamilos escuros e protuberantes, descendo para um abdômen de tanquinho que desaparecia num V perfeito na linha da calça de moletom cinza, que mal disfarçava o volume monstruoso entre suas pernas — um pau que, mesmo flácido, esticava o tecido como uma cobra adormecida, prometendo destruição. Seus olhos, negros e penetrantes como poços sem fundo, varreram o ginásio até pousarem em mim. Um sorriso lento, predatório, curvou seus lábios carnudos. "Ei, novato", chamou ele, a voz grave como um trovão baixo, ecoando só para mim enquanto os alunos se dispersavam para alongamentos. "Vem cá, branquinho. O professor vai cuidar de você."
Meu coração parou. Ele se aproximou com passos felinos, silenciosos, ignorando os meninos que quicavam bolas do outro lado do ginásio. Ninguém notou — ele era o mestre do disfarce, um predador em território hostil. Com um gesto casual, como se corrigisse minha postura, sua mão enorme pousou no meu ombro, dedos quentes se enfiando pela gola da camisa, roçando a pele sensível das minhas tetinhas. "Alonga direito, gordinho", murmurou ele, voz baixa o suficiente para se perder no barulho das risadas distantes. Seus dedos traçaram círculos lentos, beliscando um mamilo rosado através do tecido, torcendo devagar até eu soltar um gemido abafado, disfarçado de tosse. Ninguém viu — os meninos estavam de costas, focados em flexões, e as meninas cochichavam num canto oposto. Marcelo me virou de frente para a parede do ginásio, "ajustando" minha posição, enquanto sua outra mão descia pelas minhas costas, palmas calejadas massageando a curva da minha bunda gorda. "Que cuzinha suculenta, branquinha. Tá molhadinha já?", sussurrou no meu ouvido, hálito quente de menta e macho alfa roçando minha nuca.
Eu tremia, joelhos fracos, mas ele era invisível, um fantasma de luxúria no caos da aula. Com maestria, deslizou a mão para dentro da minha calça de ginástica, dedos grossos como salsichas invadindo a cueca encharcada, encontrando meu cuzinho virgem e piscante. "Shhh, quietinho, novato. Ninguém vai ver o professor te preparando." Ele cuspiu na palma — um gesto rápido, disfarçado como se limpasse o suor da testa — e enfiou um dedo lubrificado na minha entrada apertada, girando devagar, esticando as paredes rosadas que nunca haviam sido tocadas. Eu mordi o punho para não gritar, o pauzinho miúdo endurecendo dolorosamente contra a barriga, pré-gozo escorrendo em fios pegajosos. Seus músculos flexionavam atrás de mim, o peito duro pressionando minhas tetinhas macias, mamilos dele roçando os meus como diamantes negros contra almofadas de creme. "Vai aprender a gostar, cuzudinha. Seu corpinho gordo é perfeito pra um negão como eu."
O dedo virou dois, bombeando ritmado, curvos para acertar minha próstata inchada, fazendo estrelas explodirem nos meus olhos. Gotas de suor escorriam pelas minhas tetinhas, endurecendo os bicos rosados, e Marcelo lambia meu pescoço disfarçadamente, língua áspera traçando veias pulsantes. "Tá latejando, né? Quer o pauzão do professor?" Ele roçou o volume colossal da calça contra minha bunda, a cabeça do caralho latejando como um coração vivo, esticando 30 centímetros de grossura venosa só na meia-ereção. Ninguém percebia — ele me "orientava" em flexões, corpo colado ao meu, enquanto os alunos corriam em círculos distantes, o barulho abafando meus gemidos roucos. Seus dedos fodiam mais fundo, abrindo-me como uma flor carnuda, sucos anais escorrendo pelas coxas gordas.
O sinal tocou, estridente e libertador, alunos correndo para os vestiários como uma manada. Marcelo retirou os dedos com um pop úmido, lambendo-os clean num gesto casual, olhos fixos nos meus, dilatados de tesão. "Ei, você aí, o gordinho novo", chamou alto, voz autoritária ecoando no ginásio esvaziando. "Fica depois da aula. Preciso te dar uma lição extra de alongamento. Os outros podem ir." Os meninos do time — que nem foram envolvidos, ocupados em seus treinos paralelos do outro lado — saíram rindo entre si, sem nem olhar para trás. O ginásio ficou vazio, só nós dois, o ar carregado de feromônios e promessa.
Ele trancou a porta com um clique metálico, o sorriso predatório voltando. "Agora, branquinha cuzuda, sem plateia. Tira essa roupa e mostra pro professor como tá molhadinho." Eu obedeci, trêmulo, a camisa caindo para revelar tetinhas enormes, balançando como melões cremosos, mamilos duros como cerejas. A calça desceu, expondo a bunda redonda e empinada, o cuzinho rosado piscando, ainda dilatado dos dedos dele. Marcelo rosnou de aprovação, moletom caindo para revelar o pauzão completo: 30 centímetros de ébano grosso como meu pulso, veias pulsantes, cabeça roxa inchada como um punho, bolas pesadas balançando como frutas maduras. "De joelhos, novato. Hora de cuidar direito da minha branquinha."
Ele me guiou para o tatame, mãos enormes erguendo minhas tetinhas, chupando um mamilo com lábios carnudos, dentes roçando enquanto eu gemia alto agora, sem freios. "Que tetinhas gostosas, gordinho. Perfeitas pra um negão mamar." Sua língua rodopiava, sugando como um bezerro faminto, deixando marcas vermelhas na pele leitosa. Eu caí de joelhos, o pauzão dele batendo no meu rosto, cheiro almiscarado de macho invadindo minhas narinas. "Chupa, cuzuda. Engole tudo." Abri a boca, lábios esticando ao máximo ao redor da glande inchada, língua lambendo o pré-gozo salgado que jorrava como mel. Ele fodia minha boca devagar, mãos no cabelo, bolas batendo no queixo enquanto eu engasgava, baba escorrendo pelas tetinhas.
"Levanta essa bundona", ordenou, me virando de quatro no tatame. Cuspiu no cuzinho, dedos abrindo novamente, e posicionou a cabeça do monstro. "Relaxa, branquinha. O professor vai te foder até gozar leite." Empurrou devagar, centímetro por centímetro, esticando minhas paredes virgens até o limite, dor queimando em prazer puro. "Puta que pariu, que cuzinho apertado! Feito pra pau negro." Começou a bombar, quadris poderosos estalando contra minha bunda gorda, pauzão martelando a próstata como um pistão. Minhas tetinhas balançavam violentamente, slap-slap contra a barriga, enquanto eu gritava, unhas cravando no tatame. Ele me fodia como um animal, suor negro pingando na minha pele branca, contrastes hipnóticos de chocolate e creme.
Mudou posições: me ergueu como uma boneca, pernas abertas ao redor da sua cintura, pauzão enterrado até as bolas, fodendo verticalmente enquanto chupava minhas tetinhas. "Goza pro negão, gordinho. Mostra como é cuzuda." Meu pauzinho explodiu, jatos brancos sujando seu abdômen tanquinho, mas ele não parou, martelando mais fundo, bolas contraindo. "Toma porra, branquinha!" Rugiu, enchendo meu cu de leite quente, literais de sêmen negro jorrando, escorrendo pelas coxas em rios viscosos.
Ficamos ali, ofegantes, seu pau ainda meia-bomba dentro de mim. "Bom primeiro dia, novato. Amanhã, lição extra de novo. Ninguém vai saber. Amanhã é Aula de Educação Física e química juntos. Se prepare! "Ele me vestiu, beijando minha testa suada, e me mandou embora com um tapa na bunda. Saí mancando do ginásio, cuzinho latejando cheio de porra, tetinhas marcadas, mas com um sorriso secreto. Meu primeiro dia no colégio enorme fora transformado — de pesadelo em paraíso proibido por Marcelo, o deus negro que me reclamara em segredo.
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