Quando o vizinho saiu hoje de minha casa, entrei e veja como estava minha esposa.
Meu coração acelera como um motor descontrolado enquanto eu me escondo atrás da porta da nossa casa velha no bairro de Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco, filmando em segredo o momento que muda tudo: minha esposa Ana, essa puta safada de 26 anos com cabelos negros longos e ondulados, sentada no vaso sanitário fedorento do nosso banheiro decadente, chorando descontroladamente enquanto caga alto, o cu arrombado peidando sem parar depois de dar o rabo para o vizinho João, um macho grosso e tarado que entra toda sábado de manhã assim que eu saio pro trampo; eu, Eduardo, o corno manso que sempre curtiu ver contos eróticos de cuckold online, mas nunca imaginei que isso viraria realidade na minha cama, e agora, com a câmera tremendo na mão, eu flagro a verdade nua e crua, cheia de merda, lágrimas e tesão reprimido, deixando você, leitor, louco pra devorar cada detalhe sujo dessa traição anal que termina em separação, mas promete mais aventuras quentes em breve, com novas postagens diárias de fotos e vídeos onde eu só filmo e clico, sem meter a colher.
Eu acordo cedo nesse sábado, 17 de janeiro, o sol já batendo forte nas paredes rachadas da nossa casinha simples aqui no bairro. O cheiro de café fresco que Ana sempre faz me invade as narinas, mas hoje tem algo diferente no ar – uma tensão que eu sinto no peito, como se meu instinto de corno estivesse gritando. Eu sou Eduardo, 28 anos, trabalho duro como mecânico numa oficina ali perto, saio todo dia às 7h da manhã e volto só no fim da tarde. Ana, minha esposa deliciosa, com aqueles peitos firmes apertados na blusinha branca fina, coxas grossas que eu adoro apertar, e um rabo empinado que sempre me deixa de pau duro só de olhar. A gente se casou há três anos, amor de infância aqui do bairro, todo mundo nos conhece como o casal perfeito. Mas ultimamente, nos sábados, ela tá estranha quando eu chego: suada, olhos vermelhos, cheiro de sexo misturado com perfume barato. Eu ignoro, penso que é cansaço dela limpando a casa, mas uma vizinha fofoqueira, a Dona Rita, me puxa no mercado na quinta e sussurra: "Edu, abre o olho, menino. Todo sábado, assim que você sai, o João, aquele vizinho casado ali da esquina, entra na tua casa. Fica duas horas, sai olhando pros lados como ladrão. E quando bebe, ele solta pra todo mundo que come o cu da tua mulher. O bairro todo sabe, menos você, coitado."
Porra, aquilo me atinge como um soco no estômago. João? Aquele filho da puta gordo, casado com a Maria, pai de dois pivetes, que sempre vem aqui em casa pra churrasco, rindo da minha cara enquanto planeja foder minha Ana? Eu fico puto, o sangue ferve, mas em vez de confrontar, eu planejo. Peço folga no trampo, mas saio no horário normal, dou um beijo na boca dela – língua molhada, gosto de hortelã do dente recém-escovado – e finjo que vou trabalhar. "Te amo, amor, volto cedo hoje", eu digo, e ela sorri, aqueles olhos castanhos brilhando com algo que agora eu vejo como culpa. Eu me escondo no quintal do vizinho, câmera do celular pronta, coração batendo forte no peito como um tambor de maracatu.
As horas passam devagar, o suor escorrendo pelas minhas costas sob o sol quente de Pernambuco. Às 8h em ponto, vejo João chegando, olhando pros lados, batendo na porta. Ana abre rapidinho, puxa ele pra dentro. Eu ouço risadas abafadas, depois silêncio. Meu pau, traiçoeiro, começa a endurecer só de imaginar – porque, caralho, eu confesso: eu sou viciado em contos eróticos online, daqueles sites cheios de cornos que filmam as esposas dando pra outros. Eu bato punheta vendo vídeos de putas gemendo com paus no cu, imaginando cenários safados, mas nunca pensei que isso aconteceria de verdade com a minha Ana. Ela sempre foi certinha, dizia que anal era nojento, que o cu dela era virgem. Mentira da porra.
Eu espero, cronometrando no relógio. Duas horas exatas, como a vizinha disse. Às 10h, João sai, ajustando a calça, suor no rosto, cheiro de sexo no ar mesmo de longe. Eu entro pela porta dos fundos, devagar, câmera ligada, filmando tudo. O som vem do banheiro: um barulho alto de peido, seguido de um splash na água do vaso. "Prrrrrrrt... splash... aaaah", ecoa. Eu me aproximo, coração na boca, pau semi-duro de excitação misturada com raiva. Abro a porta devagar e lá está ela: Ana sentada no vaso sanitário velho, rachado, paredes mofadas ao redor, o cheiro forte de merda fresca invadindo o ar úmido e quente. Ela tá chorando, lágrimas escorrendo pelo rosto bonito, mãos apertadas nas coxas nuas, shorts no chão, blusinha branca suada colada nos peitos. O cu dela, porra, tá arrombado – eu vejo dali, o ânus vermelho, inchado, piscando enquanto ela força mais uma cagada. "Prrrrrt... plop... aaaargh", ela geme, misturando choro com alívio.
"Que porra é essa, Ana?", eu grito, câmera apontada pra ela. Ela levanta o rosto, olhos arregalados de choque, lágrimas caindo mais forte. "Edu! Meu amor, o que você tá fazendo aqui? Sai, por favor, tô cagando!", ela implora, voz tremendo, mas o corpo não para – outro peido alto ecoa, fedor de cu fodido misturado com merda fresca subindo, me deixando tonto. Eu não saio, filmo mais perto, zoom no rosto dela contorcido, nas mãos agora cobrindo os olhos, envergonhada. "Confessa, sua puta! O João tava aqui, né? Comendo teu cu todo sábado enquanto eu ralo no trampo!"
Ela chora mais alto, soluços ecoando no banheiro apertado, o som da merda caindo na água como bombas. "Sim... sim, Edu... me perdoa... é só o cu, juro! A buceta é só tua, amor... aaaah... prrrrt...", outro peido, longo e barulhento, o cheiro azedo de sêmen misturado com fezes me atinge em cheio. Meu pau endurece completamente agora, traidor filho da puta, porque a cena é exatamente como nos vídeos que eu vejo: a esposa traidora, cu destruído, chorando enquanto caga o gozo do amante. Eu me aproximo, filmo o vaso entre as pernas dela, a merda marrom flutuando na água turva, o cu piscando, vermelhão.
"Conta tudo, sua vadia! Como começou essa putaria?", eu ordeno, voz rouca de tesão e raiva. Ela limpa as lágrimas, ainda sentada, forçando mais, gemendo. "Foi há uns meses... João veio consertar a pia... eu tava sozinha... ele me elogiou, disse que meu rabo era o mais gostoso do bairro... eu ri, mas aí ele me beijou... aaaah... plop...", mais merda cai, o som molhado ecoando. "Ele me virou de costas, baixou meu short, lambeu meu cu... língua quente, babando tudo... eu resisti no começo, mas caralho, Edu, foi bom pra porra... ele enfiou o dedo, grosso, lubrificando com cuspe... depois o pau, enorme, maior que o teu... me arrombou devagar, doendo e gostando ao mesmo tempo."
Eu gemo baixo, mão tremendo na câmera, imaginando a cena: Ana de quatro na cozinha, João atrás, pau grosso forçando o cu virgem dela, ela gritando "ai, devagar, seu safado!", ele rindo "relaxa, putinha, teu corno não vai saber". O cheiro no banheiro agora é insuportável – fedor de cu fodido, sêmen velho, merda fresca – mas me excita, porra. "Continua, sua cachorra! Detalha tudo, quero saber como ele te fode todo sábado."
Ela chora, mas obedece, voz entrecortada pelos peidos. "Todo sábado, assim que você sai... ele vem... a gente vai pro quarto... ele me manda chupar primeiro... pau dele cheirando a suor, bolas peludas... eu engulo tudo, garganta funda, babando... 'Chupa, Ana, chupa o pau que vai no teu cu', ele diz... aaaah... prrrrt... depois me põe de quatro, lambe meu cu de novo, cuspe escorrendo pelas coxas... enche de lubrificante, dedo um, dois, três... abrindo meu buraco fedido... então enfia o pau, devagar no começo, depois socando forte... 'Toma no cu, sua puta casada! Teu corno trabalhando e você aqui gemendo pro vizinho!'... eu gozo, Edu, gozo gritando, o cu apertando o pau dele... ele goza dentro, quente, enchendo de porra... depois eu venho pro banheiro, cagar tudo pra fora, chorando de culpa... mas querendo mais na semana que vem."
Meu pau dói de tão duro, eu baixo a calça ali mesmo, começo a bater punheta devagar, filmando com a outra mão. "Sua piranha! Mostra o cu arrombado pra câmera!", eu mando. Ela hesita, chorando, mas levanta um pouco, vira o rabo pra mim – o ânus inchado, vermelho, porra branca misturada com merda escorrendo. "Olha o que o João fez, Edu... me arrombou... fedendo pra caralho... prrrrt...", peido alto, mais merda caindo. Eu me aproximo, cheiro perto, azedo e podre, mas excitante. "Lambe meu pau, Ana, enquanto caga. Prova que ainda me ama."
Ela olha chocada, lágrimas rolando, mas obedece – inclina pra frente, boca molhada de choro engolindo meu pau, chupando devagar enquanto força no vaso. "Mmm... slurp... aaaah... plop...", sons misturados, boquete e cagada ao mesmo tempo. Eu gemo alto, "Porra, sua puta, chupa o corno enquanto caga o gozo do amante! Isso é que é putaria de verdade!" O banheiro ecoa com nossos sons: peidos, sucção, gemidos. Eu gozo na boca dela, porra quente escorrendo pelo queixo, misturando com lágrimas.
Mas a raiva volta. "Você merece ser exposta, Ana. Vou postar isso tudo online, mostrar pro bairro quem é a casadinha exemplar." Ela chora mais, implorando "Não, Edu, por favor... me perdoa... foi só o cu... a buceta é tua...". Eu ignoro, filmo ela limpando o cu com papel, o fedor persistindo. "Vai pra casa da tua mãe, sua traidora. Quero ver se o João assume esse cu sujo agora."
Ela sai chorando, eu fico sozinho, revendo o vídeo, batendo mais uma punheta. Caralho, é quente pra porra. Eu sempre curti esses contos, mas viver é outro nível. Pra quem quer achar mais sobre o autor dessa putaria real, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife – lá tem mais contos, vídeos, fotos de cornos como eu.
Agora, semanas depois, a gente tá se separando. Ana na casa da mãe, eu aqui, filmando novas aventuras – porque, porra, descobri que ser corno é viciante. Eu convido outras putas casadas, filmo elas dando o cu pra machos, tirando fotos dos rabos arrombados, cagando depois. Só filmo e clico, nada mais. Tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias. Comenta aí embaixo, deixa teu email – faremos sorteios diários de vídeos e fotos exclusivos, avisamos por email pros sortudos.
Mas vamos voltar ao dia do flagra, porque o loop dessa história não acaba aí. Depois que Ana sai, eu me sento no sofá, pau ainda duro, revendo o vídeo frame por frame. O choro dela, os peidos altos, o cu piscando – caralho, é arte erótica. Eu lembro de como a gente transava antes: Ana deitada, buceta molhada, eu metendo devagar, beijando o pescoço cheirando a sabonete. "Fode minha buceta, Edu, só tua", ela gemia. Mas agora sei que era mentira – o cu dela era do João, arrombado semanalmente. Imagino as cenas que perdi: sábado passado, por exemplo. João chega, Ana abre a porta nua da cintura pra baixo, rabo empinado. "Vem, seu safado, o corno saiu", ela sussurra. Ele a agarra, beija a boca, língua invadindo, mãos apertando os peitos. "Tua buceta é pro Edu, mas teu cu é meu, putinha."
Eles vão pro quarto, nossa cama de casal com lençóis lavados por mim. Ana se ajoelha, chupa o pau dele – grosso, veias pulsando, cheiro de homem suado. "Slurp... mmm... que pau gostoso, João... maior que o do meu corno." Ele ri, puxa o cabelo dela. "Engole tudo, vadia. Prepara pro cu." Depois, ela de quatro, ele lambe o ânus, língua circulando, cuspe escorrendo. "Teu cu fede a tesão, Ana... abre pra mim." Dedos entram, um, dois, esticando o buraco rosa. "Aaaah... devagar... dói mas é bom...", ela geme. Então o pau – cabeça grossa forçando, entrando centímetro por centímetro. "Toma no rabo, casada safada! Grita pro bairro ouvir!"
Ela grita, sim – "Fode meu cu, João! Arromba essa puta! O corno nunca vai saber!" Ele soca forte, bolas batendo na buceta dela, suor pingando. Cheiro de sexo anal no ar: azedo, musgoso, excitante. Ele goza dentro, porra quente enchendo o reto. "Enchi teu cu de leite, Ana... agora vai cagar pro corno cheirar." Ela ri, mas depois chora de culpa no banheiro, como no vídeo.
Eu bato punheta pensando nisso, gozando de novo no sofá. Porra, ser corno é isso: raiva e tesão misturados. Eu começo a postar anonimamente, fotos borradas do cu dela, vídeos editados. O bairro fofoca mais: "O Edu flagrou a Ana com o João, agora é corno oficial." Eu ignoro, foco nas novas putas. Uma vizinha, Carla, 30 anos, casada com um caminhoneiro ausente. Eu a convido, "Vem dar o cu aqui, eu filmo pro teu marido ver depois." Ela vem, excitada. "Meu marido não fode direito, Edu. Quero um macho de verdade."
Eu arrumo um amigo, Pedro, pauzudo. Filmo: Carla chupando, "Slurp... que delícia...", depois de cu pro alto. Pedro lambe, "Teu cu é apertado, Carla... vou abrir." Enfia, ela grita "Aaaai... fode, seu puto! Arromba meu rabo casado!" Sons de pele batendo, peidos de ar saindo, cheiro forte de cu virgem sendo destruído. Ele goza, ela caga depois, chorando como Ana. Eu tiro fotos: cu arrombado, merda com porra. "Perfeito pros meus posts diários."
Outra, Sofia, 25, loira do bairro vizinho. "Meu noivo é fraco, Edu. Quero anal selvagem." Eu filmo com dois machos dessa vez. Ela no meio, um no cu, outro na boca. "Mmm... fode meu cu enquanto chupo... aaaah... prrrrt..." Cheiros misturados: suor, porra, cu fedido. Ela goza esguichando, depois no banheiro, cagando alto, lágrimas de prazer. "Mais, Edu, filma mais aventuras."
E assim vai, loop infinito de putaria. Toda semana, novas esposas traidoras, cus arrombados, choros e cagadas filmadas. Eu só observo, pau duro, clicando fotos. Tem mais em breve – aventuras diárias, quentes pra caralho. Comenta aí, deixa email pros sorteios de vídeos exclusivos.
Mas o tesão maior é lembrar de Ana. Eu a vejo na rua, olhos baixos. "Saudade, Edu?", ela pergunta um dia. Eu sorrio, "Saudade do teu cu arrombado, puta." Ela cora, mas os olhos brilham. "João ainda me fode, sabe? Mas sinto falta de você filmando." Porra, isso me deixa louco. Eu a levo pra casa, filmo ela com João de novo – dessa vez, eu assistindo. "Fode ela, João! Arromba o cu da minha ex!" Ele soca, ela grita "Sim, amor... olha teu corno filmando... aaaah... toma no rabo!" Cheiro de sexo anal enche o quarto, peidos, gemidos. Depois, no banheiro, ela caga chorando, eu filmo close-up. "Olha a porra saindo com merda... prrrrt... splash..."
É viciante, caralho. Ser corno é viver no limite do tesão e da dor. Mais aventuras vindo, posts diários. Procura www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife pra mais. Comenta, deixa email – sorteios todo dia!
Agora, expandindo o loop: imagine as noites sozinhas. Eu deitado, revendo vídeos antigos de Ana. O primeiro flagra: ela no vaso, mãos no rosto, chorando "Por que, Edu? Me perdoa... aaaah... plop..." O cu dela, inchado como uma rosa vermelha, piscando com cada peido. Eu bato punheta devagar, imaginando cheiros: fedor de cu fodido, misturado com o perfume floral dela. "Sua puta... tão linda cagando..."
Então, novas conquistas. Uma casada anônima, vamos chamar de Paula, 28, morena gostosa. Ela me contata online: "Vi teus posts, Edu. Quero dar o cu pro meu amante enquanto você filma." Eu arrumo, quarto escuro, câmera ligada. Paula chega, cheirando a excitação. "Meu marido acha que tô no salão... fode meu cu, amor!" O amante, um negão pauzão, lambe o rabo dela longo tempo: língua profunda, cuspe escorrendo. "Teu cu tem gosto de pecado, Paula..." Enfia, ela urra "Aaaargh... rasga minha bunda casada! O corno em casa e eu aqui gozando!" Socadas fortes, bolas batendo, peidos escapando "Prrrt... aaaah..." Ele enche de porra, branca contrastando na pele morena.
Depois, banheiro: Paula sentada, chorando de culpa e prazer. "Filma, Edu... mostra meu cu destruído... prrrrt... splash..." Merda com sêmen caindo, fedor intenso. Eu tiro fotos: close no ânus gotejando, lágrimas no rosto. "Perfeito pra postagem diária."
Outra loop: festas secretas no bairro. Eu organizo, cornos como eu filmando esposas em orgias anais. Mulheres gritando "Fode meu cu! Mais pau no rabo!" Cheiros coletivos: cus fedidos, porra, suor. Sons: peidos coletivos, gemidos ecoando. Depois, todas no banheiro, cagando em fila, chorando, câmeras clicando.
É isso, leitor: o mundo dos cornos é infinito, cheio de putaria explícita. Mais aventuras em breve, novas postagens diárias. Eu só filmo e fotografo, o tesão é todo seu. Comenta abaixo, deixa teu email – sorteios diários de vídeos e fotos quentes, avisamos por email. Procura www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife pra mergulhar mais fundo nessa loucura.
Mas não para aí. Lembro de uma noite recente: Ana volta, bêbada, batendo na porta. "Edu, me fode... sinto falta." Eu a levo pro banheiro, sento ela no vaso. "Caga primeiro, puta. Mostra o cu que o João arrombou hoje." Ela força, peidando alto "Prrrt... aaaah...", chorando. Eu filmo, pau duro. "Agora chupa enquanto caga." Boca dela no meu pau, sucção molhada, merda caindo. "Slurp... plop... mmm..." Eu gozo, depois fodo a buceta dela ali mesmo, no chão sujo. "Tua buceta ainda é minha, mas o cu é do bairro agora."
Ela geme "Sim, corno... filma tudo... aaaah..." Loop eterno de traição e tesão. Mais vindo, fique ligado. Comenta, email pros sorteios!
E assim, o dia termina, mas a putaria continua. Eu posto o vídeo editado: "Esposa traidora cagando após anal com vizinho – corno filma tudo." Visualizações explodem, comentários: "Que puta gostosa!" Eu respondo: "Mais em breve, diário." O tesão me consome, pau sempre pronto pra próxima.
Outra história no loop: vizinha Isabel, 32, ruiva fogosa. "Meu marido viaja, Edu. Quero dois no cu." Eu arrumo gêmeos, filmo a dupla penetração anal. "Aaaai... rasgando meu rabo! Fodem a casada!" Peidos constantes, cheiro de cus esticados. Gozam dentro, ela esguicha. Banheiro: cagando porra dupla, chorando "Delícia... filma mais." Fotos: cu gapeado, merda branca.
eu mesmo experimento, mas não – eu só filmo. Tesão em ver, não participar. Ana liga: "Volto sábado, traz o João." Eu sorrio: "Câmera pronta." O ciclo recomeça.
Fim? Não, mais em breve. Novos posts todo dia. Eu, o corno cineasta. Comenta aí, deixa email pros sorteios diários de vídeos e fotos – avisamos por email. Busca www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife pra mais putaria real.
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Comentários (2)
Wal: Sempre viajo e meus amigos cuida da minha mulher e minha filha
Responder↴ • uid:1ep19hyg5kleRenato massagista: Quanta viagem, esse conto nem valeu a pena ler, lamentável,por favor não posta mais coisas assim
Responder↴ • uid:81rczer49c