A aparelhagem
Vocês já sabem que eu moro em Manaus, ajudo no bar da minha avó e adoro faturar uma grana com os coroas. Mas a história de hoje não foi no bar, foi numa festa de aparelhagem.
Sábado à noite, eu fui pra uma dessas festas de rua, onde o paredão de som treme o chão e o povo se amassa no calor. Eu tava com um look que eu amo: um top de renda preta (sem sutiã, só a renda; vai está ao fim do contos o meu look), uma saia de couro pretíssima, bem curtinha, com uma fenda na frente, e um coturno. Como sempre, sem calcinha.
O calor tava insuportável, e eu tava suada, dançando no meio da muvuca. Não demorou muito pra eu chamar a atenção de um coroa forte, de uns 50 anos, que tava com a camisa aberta.
Ele veio por trás, colou o corpo no meu e sussurrou no meu ouvido:
– E aí delícia, querendo rola, novinha?
Eu só sorri de canto, virei e peguei na mão dele. Saímos da muvuca e fomos pra trás do paredão, onde a estrutura de ferro ficava e a música alta abafava qualquer barulho.
Assim que a gente parou num canto escuro, ele me beijou com força, enfiando a língua, me chupando. Ele levantou o meu top de renda, tirou os meus peitos pra fora e mamou com vontade, enquanto a mão dele subia pela minha perna e enfiava por baixo da saia de couro. Ele sentiu que eu não tinha calcinha e riu.
– Sua putinha, safada... ele sussurrou, passando os dedos na minha buceta molhada.
Ele tirou o pau pra fora da calça, que já tava duro. Eu levantei a saia com a mão, ele segurou nas minhas coxas e me pegou no colo, de frente pra ele. Eu passei as pernas em volta da cintura dele, e ele me empalou de uma vez.
Eu gemi alto, abafado pela batida do som. Ele segurou na minha bunda com as duas mãos, levantando e abaixando o meu corpo no pau dele, metendo fundo. Eu me segurava no ombro dele, rebolando, sentindo cada centímetro indo fundo, dentro de mim.
– Toma, sua vadia gostosa! ele falava, metendo forte. – Toma rola, veio toda putinha assim querendo rola de algum macho, pois toma vagabunda.
A saia de couro tava toda levantada, e o top de renda caído e meus peitos todo a mostra. O cheiro de suor e de sexo se misturava. Ele meteu mais rápido, me beijando com força, acabei gozando na rola dele e não demorou muito até ele dar um urro e gozar dentro de mim.
Ele me soltou, eu desci devagar, ajeitei o top e a saia. Ele se limpou, se vestiu e deu um tapa na minha bunda.
– Bom show, novinha safada.
Eu voltei pra festa como se nada tivesse acontecido, com a porra dele escorrendo pela minha perna.
Façam sexo e sejam felizes!!!
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