Fui abusada no posto de gasolina
Eu sou a Giovanna. Vinte anos, pele parda, peitos médios, bunda grande e pesada, cabelo médio-longo já encharcado e grudado nas costas. Aquela noite eu só queria chegar em casa.Saí da faculdade tarde pra caralho. O tempo em São Paulo tinha me fudido de novo: de manhã um sol de rachar, então vesti a saia jeans bem curta e a camisa preta sem sutiã. Quando a aula terminou, o céu já estava preto e a chuva veio forte, daquelas que encharcam em segundos. O ponto de ônibus ficava uns dois quilômetros à frente. Do lado da faculdade só tinha a estrada, o posto de gasolina isolado e algumas lojas fechadas. Eu corri até o posto, encharcada, a saia colada nas coxas e a camisa transparente grudando nos peitos.Os frentistas me viram. Eram três. Dois mais velhos, de uns quarenta, e um mais novo, perto dos trinta. Me ofereceram a sala de descanso no fundo do posto pra eu esperar a chuva passar. Eu aceitei. Entrei molhada, tremendo de frio, e fechei a porta.Não deu nem cinco minutos.O mais velho trancou a porta por dentro com a chave. O outro já estava atrás de mim, mãos grandes e calejadas apertando minha bunda por cima da saia molhada com força.— Tá sozinha, né? — ele falou baixo, quase no meu ouvido. — Ninguém vai te procurar nessa chuva.Eu abri a boca pra responder, mas o terceiro já tinha puxado minha camisa pra cima de um puxão só. Os peitos médios saltaram, mamilos duros de frio. Ele chupou um com violência, dentes arranhando a pele, enquanto o outro levantava minha saia até a cintura. Eu não estava de calcinha. A mão dele encontrou minha buceta já úmida e abriu os lábios com os dedos, enfiando dois de uma vez até o fundo.— Olha isso… já tá molhada pra caralho.Eles me viraram de frente pra mesa velha da sala. Um segurou meus braços atrás das costas com força, quase doendo. Outro puxou a saia pra cima e me abriu as pernas com o joelho. O pau dele entrou de uma vez, grosso, fundo, sem preparo nenhum. Eu gritei contra a madeira da mesa. Ele meteu com raiva, a bunda grande batendo contra o quadril dele a cada estocada seca. O outro enfiou o pau na minha boca ao mesmo tempo, me engasgando, segurando meu cabelo molhado e puxando pra trás até eu engolir tudo.Eles se revezavam sem pressa.Um metia na buceta enquanto o outro usava minha boca. Depois me viraram de quatro no sofá rasgado. O mais novo me comeu por trás, segurando meus quadris com força a ponto de deixar marca, enquanto o mais velho me fazia engolir até o fundo da garganta, me engasgando de propósito. Quando um gozava, o outro entrava ainda quente. Eu sentia o sêmen escorrendo pela coxa, misturando com a água da chuva que ainda pingava do meu cabelo.A porta abriu de novo. Um cliente. Homem de uns quarenta, camisa social molhada, calça social. Ele olhou, sorriu sujo e já estava abrindo o cinto.— Pode usar também — o frentista falou, sem nem parar de me foder. — Ela tá aguentando bem.O cliente me puxou pelo cabelo com força e me fez ficar de joelhos no chão sujo. Enfiou o pau na minha boca enquanto um dos frentistas me comia por trás de novo, estocadas secas e profundas. Depois me colocaram deitada de costas na mesa, pernas abertas até doer. Um me fodia, outro chupava e mordia meus peitos, o terceiro se masturbava esperando a vez. O cliente gozou na minha cara, grosso, quente. Eu engoli o que caiu na boca sem nem pensar, a língua saindo pra limpar o resto.Perdi a conta de quantas vezes me usaram.Me viraram de bruços de novo, abriram minha bunda com as duas mãos e o mais velho enfiou no cu sem nenhum lubrificante. Doeu pra caralho. Eu gritei alto, a voz já rouca, mas ele só meteu mais fundo, segurando meu pescoço com uma mão e puxando meu cabelo com a outra. Enquanto isso outro me enchia a boca de porra. Quando ele tirou, o mais novo já estava entrando no meu cu também, mais grosso, me esticando. Eles se revezavam nos dois buracos, me esticando, me enchendo, me deixando babada e tremendo. Um gozava dentro do cu, o outro limpava com a boca e enfiava de novo.Em algum momento eu gozei. Forte. O corpo inteiro contraiu enquanto um deles metia fundo na buceta e outro me segurava pelos cabelos, puxando até doer o couro cabeludo. Eu gemí alto, a voz quebrada de tanto engolir pau, o corpo sacudindo debaixo deles.Eles não pararam.Me viraram de lado, um me fodia a buceta, outro o cu, o terceiro a boca. Eu estava completamente aberta, babando, gemendo, o corpo mole de tanto ser usada. O cliente voltou e se juntou de novo, esperando a vez de enfiar. Quando um cansava, outro entrava. Eles gozavam dentro, na cara, nos peitos, na bunda. Eu sentia o sêmen escorrendo por todo lado, grudando na pele, no cabelo, na saia ainda enrolada na cintura.Quando finalmente pararam, eu estava deitada no sofá, saia ainda na cintura, camisa rasgada, peitos marcados de dedos e chupões, bunda e coxas sujas de porra. A chuva lá fora ainda batia forte contra o telhado.O mais velho passou a mão na minha bunda, apertando com força, o dedo entrando de novo no meu cu só pra sentir o quanto eu estava aberta.— A chuva não vai parar tão cedo.Eu olhei pra ele, ofegante, com gosto de porra na boca, o corpo inteiro doendo e ainda latejando, e só abri as pernas de novo, mais largas.Aquela foi a noite mais longa da minha vida.
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Comentários (2)
Gaúcho: E o cliente entrou com a porta chaveada...
Responder↴ • uid:3eexzpbvoidFlavio: acho que ela quis dizer ou tentou kakak foi que os frentistas abriam eu acho que deve ser isso akakakak
• uid:1cl3jsmwem11