#Coroa #Teen

A visita do seu Rogério

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Alice69

Eu tava sozinha em casa naquela tarde. Meu pai tava trabalhando, o meu irmão na creche, e a minha mãe tinha saído pra resolver umas coisas. O calor tava insuportável, então eu tava usando só um shortinho jeans minúsculo, daqueles que enfiam no meio da bunda, e um top fininho, sem sutiã e sem calcinha.

Eu tava deitada no sofá vendo TV quando o portão rangeu. Eu olhei pela janela e vi o Seu Rogério, o amigo do meu pai que vivia lá em casa. Ele parou o carro e veio até a porta.

Oi, Alice! Seu pai tá aí? ele perguntou, com aquele jeito dele.
Não, Seu Rogério. Ele só volta mais tarde. A minha mãe também saiu.
Ah, tá. Eu vim trazer uma ferramenta que ele me pediu emprestada. Posso deixar aí dentro?
Claro, entra.

Ele entrou, e eu senti o olhar dele descendo pelo meu corpo, demorando no meu shortinho que era minúsculo e no meu top. Eu sabia o que ele estava pensando. E eu não tava nem aí. Eu fui até a cozinha fingindo que ia pegar um copo d'água, e ele veio atrás.

Tá muito calor hoje, né? –eu falei, me inclinando na pia pra pegar o copo, deixando a bunda empinada pra ele.

Ele não respondeu. Só chegou mais perto. Quando eu me virei, ele tava do meu lado, com o corpo quase encostado no meu.

Alice... ele falou, com a voz rouca. Você tá uma delícia, menina.

Ele não esperou eu responder. Me puxou pela cintura, me colou na parede e me beijou com força e vontade. Eu claro que retribuí, passando a mão no peito dele. Ele levantou o meu top, tirou os meus peitos pra fora e caiu de boca, chupando com uma fome que me fez gemer gostoso na hora.

Ele abaixou o meu short até os pés, me deixou completamente nua na cozinha. Abaixou a calça dele, tirou o pau pra fora (que já tava duro e grosso) e eu me ajoelhei no chão frio. Comecei a mamar gostoso, engasgando de propósito, fazendo aquele barulho de boca molhada e deixando bem babado.

Porra, sua putinha, tão novinha e já chupa tão bem uma rola... Ele falou, segurando no meu cabelo. Chupa o pau do amigo do seu pai, vai vadia.

Depois de deixar ele bem babado, ele me levantou pelo braço e me levou para o sofá da sala. Me jogou de costas, abriu as minhas pernas e enfiou o pau de uma vez na minha buceta. Eu gritei, e ele meteu com força, segurando na minha cintura, me chamando de vadia, puta, novinha safada.

Toma, sua puta! ele falava, metendo fundo. Toma rola na casa do seu pai!

Ele me virou de quatro no sofá, puxou o meu cabelo e meteu mais forte ainda, batendo na minha bunda com a mão aberta. Eu gemia alto, sem me importar se alguém poderia ouvir, rebolando pra trás. Ele gozou dentro de mim, bem fundo, e eu gozei junto, me tremendo toda na rola dele.

Ele caiu pra trás no sofá, ofegante. Se levantou, se limpou na camisa e se vestiu. Eu fiquei ali, deitada, com a porra escorrendo pela minha perna.

Antes de ir embora, ele veio até mim, me puxou pelo queixo e me beijou de língua, sentindo o gosto da porra dele e da minha buceta na minha boca.

Adorei comer a bucetinha de uma menina tão novinha, ele sussurrou no meu ouvido, com um sorriso de safado.

Ele abriu a porta e saiu. Eu fiquei no sofá, com as pernas bambas, rindo e sentindo o cheiro de sexo no ar.

Se quiser falar comigo, manda um e-mail: [email protected]

Comentários (1)

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  • Abel Grisalho.: Um Belo Conto...

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