O pai da minha amiga
Vocês já sabem que eu sou uma novinha deliciosa, moro com meus pais e o meu irmão pequeno, e que a minha mãe é a maior permissiva do mundo. Eu adoro um perigo e, desde que peguei o Seu Rogério, ando insaciável.
Nesse fim de semana, eu fui dormir na casa da minha amiga Suany. A Suany não é nenhuma santa também, a gente vive trocando ideia sobre rola e ela sabe muito bem que eu adoro um homem mais velho.
Eu tava deitada no sofá da sala da Suany, fingindo que assistia à TV, mas na verdade eu só conseguia pensar em uma coisa: no pau do Seu Carlos. A casa tava um silêncio sepulcral. A esposa dele já tava dormindo no quarto do casal, e a Suany tinha ido pro quarto dela depois do banho.
O Seu Carlos tava sentado na poltrona ao lado, com as pernas abertas, tomando uma cerveja. Ele não tirava os olhos das minhas pernas. Eu tava usando um shortinho jeans tão curto que a buceta ficava marcada no tecido, e um top fininho, sem sutiã.
– Tá com calor, Alice? – ele perguntou, com a voz grossa, dando um gole na cerveja.
– Muito – eu respondi, com a voz manhosa.
Eu me virei no sofá, deitei de bruços e empinei a bunda, fingindo que ia pegar o controle remoto que tinha caído no chão. O shortinho subiu e enfiou no meio do rego, deixando metade da minha bunda de fora. Eu ouvi o barulho da garrafa de cerveja sendo colocada na mesinha.
Ele levantou, veio até o sofá e ficou parado atrás de mim. A sombra dele cobria o meu corpo. Ele não falou nada, só passou a mão pela minha coxa, subiu pro meu short e enfiou os dedos por baixo do tecido. Quando ele sentiu que eu não tava de calcinha, ele deixou escapar um gemido rouco.
– Sua safada... – ele sussurrou, enfiando dois dedos na minha buceta. – Você veio pra minha casa pra dar pro pai da sua amiga?
– Talvez – eu respondi, rebolando na mão dele.
Ele me virou de costas no sofá, me puxou pelos braços e me beijou com uma violência que me deixou sem ar. Ele arrancou o meu top com um puxão, e os meus peitos pularam pra fora. Ele abaixou a boca, chupou os bicos com força, mordendo, enquanto a mão dele continuava trabalhando na minha buceta.
Ele se ajoelhou no chão, abriu as minhas pernas e enfiou a cara na minha buceta. A língua dele era quente e grossa, e ele chupava como se estivesse com fome. Eu jogava a cabeça pra trás, puxava o cabelo dele, e gemia alto. Ele enfiou a língua no meu buraquinho, e eu senti o meu mel escorrendo.
Ele levantou, tirou a calça e a cueca de uma vez. O pau dele tava duro, grosso e pulsando. Ele não esperou eu pedir. Ele me puxou pelo quadril, me colocou de quatro no sofá e enfiou tudo de uma vez. Eu gritei, e ele tapou a minha boca com a mão.
– Cala a boca, sua vadia! Se a minha esposa acordar, eu falo que você me seduziu.
Ele meteu com força, segurando na minha cintura, batendo o quadril com raiva. O barulho da pele batendo com pele era alto, e o sofá rangia. Ele metia fundo, tocando no meu útero, e eu sentia o prazer subindo.
Ele tirou o pau de dentro de mim, me virou de frente, e me fez sentar no colo dele, de frente. Ele segurou na minha bunda e me levantou, me empalando de novo. Eu passei as pernas em volta da cintura dele, e ele começou a me levantar e abaixar no pau, com força.
– Toma, sua puta!ele falava, mordendo o meu pescoço. Toma rola!
Eu gozei no pau dele, tremendo toda. Ele continuou metendo até dar um urro e gozar dentro de mim, bem fundo.
Ele me soltou, eu caí no sofá, ofegante. Ele se limpou, se vestiu e foi pro quarto. Eu fiquei ali, deitada, com a porra dele escorrendo pela minha perna, com a maior cara de santa do mundo.
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