#Gay #Incesto #Teen #Virgem

As primeiras vezes

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Alberto

Ainda novinho fui submetido a um tratamento a base de hormônio por estar bem abaixo da altura para a idade que tinha. Como efeito colateral, meus peitos incharam e tomaram uma forma de seios, coisa que o médico garantiu para minha família que sumiria com o tempo. Realmente, meus peitinhos estavam lindos, exatamente na época que meu primo Kleber que morava em Fortaleza e que era dois anos mais velho que eu, veio passar uns dias em casa, na época, eu não tirava a camiseta na frente de ninguém, pois tinha vergonha até que em uma das noites que Kleber dormiu em meu quarto, viu meus peitinho e ficou louco, para pegar neles, logicamente, eu não deixei, mas mesma noite , eu o vi colocando o pijama e não consegui tirar os olhos de sua geba. Ele notou meu interesse, balançando a mangueira cabeçuda na minha frente, fiquei super sem jeito, mas sem conseguir esquecer o que tinha visto, ainda naquela noite, deixei o macho alisar meus "seios", nossa que sensação maravilhosa, mas com medo do que poderia acontecer, interrompi a brincadeira, mas Kleber estava completamente tarado por meus peitinhos e se aproveito de um momento que eu estava deitado em minha cama de costas para a cama que ele estava usando e se deitou atrás de mim, segurando firme meus seios, encostou aquela cobra hiper desenvolvida entre minhas coxas, senti a potencia de sua rola e me virei, o tarado aproveitou meu movimento, levantou minha camiseta e abocanhou um de meus peitos, sentindo sua pica dura no meio de minhas pernas, apesar de estar de frente para ele, fiquei com medo que ele conseguisse enfiar aquela coisa pela perna de meu shorts e acertasse meu botão e segurei a Naja nossa que delícia segurar aquele caralho duro e ele cochichou no meu ouvido: "Bate uma para mim". Dominado naquela situação, segurando a pica e tendo o peito sugado, masturbei aquela estaca até ele lambuzar minha mão e meu ventre. Por muito custo, consegui me livrar de meu primo e corri para o banheiro para me limpar, lá notei que meu pauzinho estava com uma ereção que até então nunca tinha atingido e pela primeira vez me masturbei atingindo um orgasmo maravilhoso. Os anos se passaram e daquele "meus seios" só restaram as lembranças, em especial daquela noite. Já adulto, após concluir minha formação, durante a escolha de vagas, optei por Fortaleza, onde boa parte de minha família ainda morava. Assumi minhas funções e no primeiro domingo na Capital do Ceará, fui almoçar na casa de minha tia e lá estava ele, o primo que quase tinha me estuprado, foi inevitável, notei o tremendo volume que ele carregava dentro da bermuda e as lembranças daquela noite vieram com tudo a minha mente, até a sensação de estar segurando a trolha de Kleber estava viva fazendo até eu fechar a mão como se estivesse pegando a cobra naquele instante, disfarcei, almoçamos e no meio da tarde, meu primo se ofereceu para levar-me de carro para meu hotel, como a oferta tinha sido feita na frente de meus tios, não tive como negar. Já no carro, Kleber na cara dura me pergunta se eu ainda tinha aqueles peitinhos gostosos, não respondi e o safado percebendo que estava mexendo comigo, logo após trocar a marcha do carro alisou minha perna e nossos olhares se cruzaram, estávamos claramente nos namorando e quando paramos em um sinal vermelho, meu sedutor segurou minha nuca e me aplicou um beijo na boca, enfiando a língua dentro dela, não resisti, estava muito mexido e segurei aquela piroca que estava muito maior de quando erramos garotos. Rodamos por mais algum tempo sem nos falarmos e entramos em uma garagem e logo entendi que meu primo morava naquele prédio, eu já sabia que ia dar besteira, mas mesmo assim o acompanhei. Já dentro do apartamento, me foi servida uma cerveja e nos sentamos bem próximo um do outro em um sofá macio e mal dei o primeiro gole na bebido, trocamos um beijo lascivo e nossas mãos foram direto à pica do outro, meu amante rapidamente puxou minha camiseta e devorou meu mamilo dizendo que na esqueceria nunca a noite que tinha mamado em mim pela primeira vez, adorei ser mamado novamente e enquanto nos amassávamos, nos despimos e pude ver novamente aquela piroca cheia de veias, cabeçudona, grossa, comprida e super ereta e dei novamente aquele prazer incomparável a minha mão, segurei firme aquela delícia, naquele momento entendi que era hora de experimentar uma relação com outro homem. Kleber também estava segurando a minha com uma mão e com a outra alisava minhas costas, passei a punhetar a estaca de meu sedutor e sem o menor preconceito, nos viramos e assumimos a posição de sessenta e nove, lá estava aquela piroca olhando para mim já babando e pela primeira vez abocanhei uma piroca sentindo uma cabeçada no fundo da minha boca completamente preenchida pela cabeçorra e parte do cilindro, chupei, babei, bati com ela na minha cara com a vontade que tinha reprimido durante a vida toda e não segurei, gozei forte enchendo a boca de meu foder com minha gala quase ao mesmo tempo que recebia aos jatos de esperma em minha boca conhecendo o gosto do leite de macho. Fomos juntos ao chuveiro trocando carinhos e lá meu primo encheu meu pau com sabonete liquido, ajoelhou no chão do box e empinou a bunda. Vi seu cuzinho piscando, encostei meu pau naquele olhinho marrom e empurrei, ouvindo aquele gemido de quem sente prazer em ser empelado e bombeei gostoso vendo Kleber rebolar deixando claro com seus gemidos que estava gostando de tomar no cu e com a pica enterrada até o talo, gozei dentro dele ouvindo seu choramingo. Terminamos o banho e fomos para o quarto onde cheguei com uma vontade imensa de perder as pregas, só tinha dúvidas se aguentaria aquela piroca gigantesca. Deitei com as costas na cama, com a bunda na beira dela, vendo meu parceiro untar o cajado com gel, levante a perna em vê, usando as mãos para abrir bem meu cuzinho virgem e senti a cabeça bem no lugarzinho certo e aquele arrepio na coluna em seguida a dor de ter o anel alargado pela pica que o invadia sem dó e me contorci gemendo como uma putinha, percebendo que minha piroca estava tão dura que até doía, nada comparado com a dor que estava sentindo no cu e lembrei do rebolado de meu comedor e passei a movimentar o quadril, já sentindo os prazeres de ter uma piroca duro dentro do meu canal anal e tentei relaxar, recebendo mais pica. Abracei a cintura do caralhudo, que já iniciava o vai e vem, com minhas pernas e quando ele uivou enchendo meu rabo de leite, gozei forte sem tocar na minha pica. Ficamos deitados um ao lado do outro e logo estávamos novamente com ereção e meu macho não perdoou, deitou sobre mim e enfiou novamente aquela trolha em meu buraquinho dolorido, durante a foda acabamos evoluindo para a posição de joelhos, usando uma mão só para me apoiar, bati minha primeira punheta com uma pica enterrada no meu cu, já sabendo que aquele seria meu vício.

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