#Gay #Incesto #Voyeur

O Mais Novo Não Aguentou

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PunheteiroFedido

Era noite alta e o calor não dava trégua. Eu tava no quarto só de cueca, o corpo inteiro suado depois de um dia quente pra caralho. O ventilador rodava fraco, mal mexia o ar quente, e o cheiro de homem já tava forte no ambiente. Sentei na beira da cama, puxei a cueca pra baixo e soltei o pau. Ele já tava semi-duro, grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-porra. Os pelos do saco estavam grudados de suor e o fedor subia gostoso.
Comecei a bater devagar, a mão calejada subindo e descendo no pau, fazendo aquele barulho molhado que enchia o quarto. Peguei a meia suja que tava jogada no chão, levei no nariz e aspirei fundo. O cheiro de pé fedido misturado com suor me deixou ainda mais duro. Continuei masturbando com força, gemendo baixo, o pau latejando na mão enquanto eu cheirava a meia.
— Porra… que fedor gostoso pra caralho…
Do outro lado da porta semi-aberta, o irmão mais novo tava parado no corredor. Ele tinha ouvido o barulho molhado e os gemidos baixos e se aproximou quieto, pisando devagar pra não fazer barulho. Ficou na sombra, respiração presa, e viu tudo: eu suado, a mão no pau grosso, a meia fedida grudada no rosto, o saco peludo balançando a cada puxão. O pau dele endureceu na hora dentro do short.
Ele recuou um pouco, ainda escondido, abaixou o short com cuidado e puxou o próprio pau. Começou a bater escondido, olhando fixo pro irmão mais velho se acabando. A mão dele ia no mesmo ritmo, molhada de pré-porra, os olhos arregalados acompanhando cada detalhe. Via o suor escorrendo pelo peito peludo, a mão melada subindo e descendo, a cabeça do pau inchada e brilhante.
Eu não desconfiava de nada. Continuei batendo mais forte, agora esfregando a meia suja direto no pau, o tecido áspero arranhando a pele sensível. O cheiro de pé fedido se misturava com o fedor de porra e suor, deixando o ar ainda mais pesado. Gemia mais alto, a voz rouca:
— Caralho… tô quase gozando…
O irmão mais novo apertou o pau com força, mordendo o lábio inferior pra não soltar nenhum gemido. O coração batia descontrolado. Ele acelerou a mão, a pré-porra escorrendo pelos dedos enquanto observava o irmão mais velho se masturbando daquele jeito sujo. Via cada veia do pau grosso, cada movimento da mão calejada, o saco pesado balançando.
Eu senti o saco encolher de repente. Segurei a meia no nariz com força, aspirando o fedor gostoso, e gozei. Jatos grossos e quentes saíram com força, escorrendo pela mão, pingando no chão e molhando a meia. Continuei apertando o pau, tirando até a última gota, o corpo inteiro tremendo de prazer, ainda suado e fedendo a porra fresca.
No corredor, o irmão mais novo não aguentou. Gozeu calado, a porra quente escorrendo pelos dedos enquanto os olhos continuavam fixos no irmão mais velho. Ficou ali mais alguns segundos, respirando pesado, o pau ainda latejando, antes de se arrumar rápido e sumir quieto de volta pro próprio quarto.
Eu fiquei deitado na cama, o peito subindo e descendo, o pau mole e satisfeito, a mão ainda melada e o cheiro forte de porra e suor preenchendo o quarto. Nem desconfiei que tinha sido observado o tempo todo.

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