#Corno #Grupal

Minha esposa só tinha olhos para o nosso amigo

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John Horn

Convidados para um churrasco com nossos amigos, a minha esposa foi mais cedo para ajudar a Ana e quando cheguei, a festa já ia quente.

No momento em que a Ana me abriu a porta e me dá um beijinho bem cheiroso, eu a vi como uma princesa provocante e de uma gentileza muito além do que eu conhecia dela. Resumindo, estava sexy, sensual provocante e aí fiquei sem palavras e lhe entreguei dois sacos com bebidas para meter no frio.

Minha esposa Roxane sentada no sofá bem juntinho ao João e quase me ignorando, estava tal qual a Ana.
O mesmo vestido curto denunciava a sensualidade preversa abaixo da sua delgada cintura e o decote provocante que a vestia, permite observar as suas maminhas até aos mamilos, exactamente igual à Ana,
baralham a minha mente naquele ambiente de muito erotismo.
Porquê tudo isto, me questiono em silêncio absoluto, que havia eu de dizer, senão gaguejar.

A Ana carinhosamente oferece-me um aperitivo e deixo-me cair também no sofá.

Entretanto o João senta-se à mesa para jantar convida-nos a fazer o mesmo enquanto a Roxane já se senta a seu lado e eu sem questionar o porquê... fico ao lado da querida Ana.
Começámos a jantar quando o João se lembra do vinho a minha esposa fala nos copos e o segue de perto. A Ana simplesmente sorri de um jeito fora do normal.

Ou eu estava ficando paranoico, ou algo de diferente estava mesmo acontecendo naquela casa e continuo sem nada argumentar.

No início do jantar impera o silêncio, mas com os copos o ambiente foi ficando mais alegre, linguas mais soltas provocam risos, sorrisos e comportamentos mais soltos, mais liberais, por vezes a Ana passava a mão na minha perna e soltava alguns beijinhos na minha face.

Do outro lado da mesa também há olhares ternurentos, maliciosos até, mãos atrevidas e maminhas quase saindo pelo decote, até que o João fala das belezas das nossas esposas e estarem tão iguais, confundindo a sua mente. Realmente comento eu, elas estão lindas, atraentes e até os penteados se confundem.

O vinho estava a fazer o seu efeito, mais desinibidos iamos ficando e o João comenta; ainda vou confundir a tua esposa pela minha, as duas estão muito lindas, iguais, muito loucas.

Após o jantar o João falou que ia preparar uns cafés e a minha esposa, logo se prontificou a ajudar e seguiram para a cozinha.
Ouve-se o som da loiça, mas também se sente o silêncio, não por um minuto nem cinco, foi mais tempo e quando digo à Ana que ia ajudar ela diz, não vás... fica aqui comigo e tocou meus lábios nos dela e pela primeira vez em vários anos da nossa fiel amizade.

Rindo eles saem da cozinha, a minha esposa com os cafés e os distribui por todos nos, o João com uma garrafa de whisky, outra de licor como digestivo e quatro pequenos cálices pergunta, quem quer...

Se eu ja estava meio grogue, mais fui ficando com a bebida e já não dava para conduzir de volta por vários motivos.

Depois do café a Roxane fez questão em me ir mostrar os recentes quadros e pinturas postadas nas paredes, abraça-me por trás e vai-me segredando ao ouvido.
:--- decerto já reparaste que o ambiente de hoje está diferente que das outras vezes. Eu falei à Ana das tuas fantasias com ela, ou seja das nossas fantasias muitas vezes faladas nos nossos momentos de prazer e quanto isso nos excitava. Eu e o João, tu e a Ana.
Entre eles também partilham das mesmas fantasias há muito tempo, mas quem iria dar o primeiro passo, estava sendo difícil e aí arrisquei e falei com a Ana que ficou feliz e fala com o seu marido que nem queria acreditar no que estava ouvindo.
Eles também nos desejam muito e virar a nossa relação de uma simples amizade, a uma amizade íntima, colorida.

Não sei respondo, uma coisa é ter fantasias, outra é realizá-las, mas vou pensar nisso.

Nesse momento a Ana pergunta se não queremos ouvir música e uma música calma, romântica soa no ar a pouco som.
A minha esposa bebe o resto do licor que ainda tinha no cálice, convida o João para dançar e abraçados, pouco se mexem, apenas se olham, apertam-se e o beijo é inevitável.
A Ana também me pucha pelo braço e ainda junto ao sofá, não resistimos e aquilo que eu fantasiava, já é real.
Perdi a noção do tempo, apenas me sinto flutuar e bem abraçadinhos juntámos-nos ao João e Roxane beijando-nos a quatro.

Aquilo não era mais dança alguma, era música que entrava em nós em forma de paixão que nos colava um ao outro em beijos de desejo e carícias há muito tempo desejadas.
O seu corpo exploro, as suas rijas maminhas me surpreendem e solto a alça do seu vestido, para ficar olhando aquela maravilha da natureza, beijando e tocando.

A minha esposa e o João deixam-se cair no sofá, a minha esposa liberta uns gemidinhos e isso também me excita mais do que eu imaginava e seguem para o quarto. Os seus gemidinhos passam a gritinhos enquanto eu e a Ana mais nos desejamos.
Seguimos para o sofá e todo o seu corpo me está sendo oferecido, adoro o que vejo, adoro o que toco.
Beijo-a de alto a baixo e só páro para dar muito prazer à Ana, que também já geme e se contorce tal como a minha esposa, nas mãos do seu marido.

A Ana sugere que fossemos também para o quarto, pensei que íamos para junto deles, mas não, apenas parámos um pouco à porta do quarto no momento em que a minha esposa vai cruzando os seus lábios de batom vermelho, no belo membro do João engolindo-o todo de uma só vez, tosse e não ficámos mais tempo, seguimos para o quarto contiguo e também deixámos a porta escancarada, sem pudor algum.

Mas a excitação que eu sinto por ver a minha esposa a gozar com o meu amigo, o gozo de prazer dela a chupar o pau do João, o som abafado libertado da sua garganta e os gemidos do João, dá-me uma enorme tusa enquanto a Ana me faz uma delicioso sexo oral de um prazer surreal, como nunca antes tinha sentido.

Os gemidos que eu bem conheço libertados pela Roxane ao ser penetrada e imaginando o pau do João entrando na minha esposa, fazem-me perder o controlo e jorros do meu sémen, encharcam a boca da Ana e sinto-me um falhado.
Peço desculpa à Ana por não me ter controlado, quando o objectivo era penetrá-la, dar-lhe muito prazer e termos o orgasmo em simultâneo, mas a noite ainda vai longa.
Ela beija-me dizendo que compreende, com a sua boca ainda com o sabor do meu esperma.

No quarto ao lado, os gemidos da minha esposa e do João se juntam, gritam em simultâneo, dá para sentir que ambos têm muito prazer,

Também desejo muito ver a Ana a gozar, com a lingua e dedo, provoco-lhe um orgasmo e logo outro de imediato e arqueando o seu corpo e tentando fugir da minha boca, pede-me para eu parar por um momento.
Ficámos descansando sobre a cama por momentos, beijando ela, acariciando seu corpo e delicio-me tocando e apertando as suas duras maminhas, até que a convido a ir ver como estão nossos amores.

Eles estavam felizes abraçados sobre a cama, dando beijos e beijinhos, como casal de apaixonados e também beijo a minha esposa, sentindo muito carinho por ela.
A Ana também a beija e beija o João de seguida dizendo,
amo-te muito.
Já era tarde, mas antes de irmos dormir a minha esposa falou que o João estava a planear um fim de semana, na aldeia dos seus falecidos avós. Sítio pacato e paradisíaco, comenta a Ana.
A ideia agradou a todos nós e disse ao João, que ia dormir com a sua esposa e todos rimos à gargalhada.

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