Filho mimado: Sexo suado com o papai no vestiário! Pt. 1 de 10
Transando gostoso com o papai no vestiário da academia. (Parte 1 de 10)
[história erótica com putaria e romance gay entre pai e filho]
[todos tem 19 anos ou mais]
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[Cap. 1]
O banheiro da academia estava um tanto movimento, mas eu entrei mesmo assim, parando em um dos mictórios e já colocando o pau pra fora pra mijar, e mano, eu estava cheio. Meu próprio corpo estava bem suado, com minha camisa úmida de suor e minha cueca molhada com alguns fios do pentelho do meu saco ao redor. Acho que eu deveria começar a aparar o saco com mais frequência, se não fosse...
“Davi, achei você”
“Pai! O que está fazendo?! Eu tô mijando!”
Mano, meu pai Daniel apareceu do nada me abraçando por trás enquanto eu mijava e um cara nos olhou estranho enquanto entrava numa cabine pra tomar banho. Ai que vergonha do caralho.
“Por que não me chamou, filho? Lembra da última vez que você ficou sozinho aqui e tentaram se aproveitar de você?” foi quando o papai se pressionou mais em mim e me beijou na bochecha. “Meu lindo garoto indefeso...”
“Pai... para, por favor...” mano, eu queria sumir, porque outro cara estava olhando esquisito pra nós dois. Até porque eu estava mijando, com o corpo todo suado, e meu pai com o dobro da minha idade também suado me apertando com beijos no ombro e no pescoço.
Que eu fiz pra merecer essa vergonha em público?!
“Tá bom querido... você já terminou, agora podemos voltar”
O papai mal esperou eu guardar meu pau no short e cueca, que já foi pegando minha mão e me puxando pra fora do banheiro da academia. Eu quase sair com a pica e saco pra fora, mas consegui esconder antes que alguém visse.
“O senhor nem deixou eu lavar a mão” falei vendo que ele não soltava a minha mão, a mão que eu tinha segurado meu pau suado.
“Não precisa, não tem nada aí embaixo que eu já não tenha provado antes”
Ai mano, meu pai era especialista em como me fazer passar vergonha em público. Mas eu ainda o amava, sempre.
[...]
Eu me chamo Davi, sou um cara de 21 anos, gay versátil e com um físico bem atraente. Já o meu pai se chama Daniel, e tem 42 anos, é um coroa com poucas mechas grisalhas, ele é bem enxuto com um corpo de dá inveja em qualquer um. Bíceps fortes, peitoral de macho bem grande com o bico do peito escapando pela regata, pernas também atraentes, mas se tinha algo que eu e nem ninguém podia evitar olhar, eram suas coxas carnudas com bunda fodidamente grande através do short curto de academia que ele sempre usava. Meu pai parecia uma espécie de ator pornô de meia idade, sexy capaz de fazer um gozar só de olhar. Seu corpo era levemente peludo, nada exagerado, mas o fato dele também usar óculos de grau e ter barba aparada, o fazia parecer um professor nerd gostoso saído de um filme pornô.
E como de costume, estávamos na academia juntos, treinando perna só pra variar. Era noite e parecia que mais uma vez, só tinham homens porque eu não avistava nenhuma mulher. Provavelmente por ter duas academias femininas no bairro. E quem iria querer ir pra academia a noite? É cheia de homens selvagens suados, com cheiro forte de rola de como não tomasse banho há uma semana, e urrando feito ogros famintos. Exceto meu pai, claro, apesar da aparência erótica e corpo intimidador, ele sempre foi um fofo comigo.
“Pai, já pode me soltar. Nossas mãos estão grudentas” falei, mas ele pareceu não ouvir.
“Ei cara, se importa se eu pegar esse peso?” papai perguntou pra um cara ali, e depois voltou comigo com um peso extra para adicionar no agachamento na barra. Então papai soltou minha mão, e o ajudei a colocar os pesos, mesmo que fosse mais do que ele pegava normalmente.
“As vezes nem acredito que o senhor é meu pai”
“Hm? Por que, Davi?” ele viu que estava tudo certo no equipamento e se virou pra mim.
“O senhor ama treino de perna, já eu prefiro treinar bíceps. E também não temos o mesmo gosto pra certas... coisas” foi quando eu vi que o decote no seu peitoral deixava quase seu peito todo exposto, com o bico do peito aparecendo. Enquanto eu estava de camisa e shorts acima do joelho. Eu também tinha músculos, mas meu pai era quem parecia o ator pornô ali, por ter músculos e carne na medida certa, sem exageros.
“Mas você é meu filho, eu lhe fiz, lhe criei e alimentei, e agora vai me ajudar a levantar essa barra” papai falou antes de se virar e se posicionar no levantamento de barra.
Ai mano, que droga, eu ia ter que fazer aquilo mesmo, não era?
“Vamos Davi, você só--”
“Eu sei pai, eu sei... apenas me dá um segundo...” porra, a bunda do papai era enorme pra mim ficar atrás dele, mas foda-se, ele era apenas meu pai, nada de incomum.
Ele começou a agachar, e foi quando eu sentir sua bunda roçando no meu pau. Caralho! O papai estava sem cueca de novo?! Porque minha pica estava entrando entre seu rabo toda vez que ele descia, e subia, descia e subia, de novo e de novo, com minha rola suada esfregando no seu rabo, e ele focado em levantar o peso quase sem precisar da minha ajuda, apenas ofegante e dando duro, assim como eu se ele não parasse de jogar a bunda no meu pau.
“Uff... essa foi dura” papai falou cansado, colocando as mãos na cintura enquanto se virava pra mim. “Está pronto amor?”
“Pai, já falamos sobre me chamar de amor em público” eu disse baixinho vendo um trio de caras passando por nós.
“Davi, eu sou seu pai, e você é meu garoto. Agora vamos logo, senão vou fazer você levantar o mesmo peso que eu”
“Não sou mais garoto. Tenho 21, sabia?” mas mesmo assim, eu removi um pouco de peso, e me posicionei pra me agachar.
“Vai ser sempre o garoto do papai”
Droga, senti meu rosto esquentar. Ele fazia aquilo de propósito, só pode. Mas enquanto eu descia e subia, via o papai me observando pelo espelho. Ele parecia bastante focado na minha virilha, e eu pensei se ele não tinha gostado de quando eu estava esfregando o pau na sua bunda enquanto ele agachava.
[...]
“Davi, quem era aquele?”
“Não sei, a gente só se esbarrou e ele elogiou meus músculos, nada de mais”
Papai e eu estávamos treinando panturrilha quando eu voltei pra ele depois de ir beber água.
“Não gostei de como ele olhou pra você”
“Relaxa pai, não foi nada”
“Você achou ele bonito, Davi?”
Mano, lá vai o papai fazendo aquilo de novo. Noutra semana ele não parava de reclamar sobre como um cara no banheiro estava me encarando por tempo depois, até que o papai pegou ele piscando pra mim e eu precisei sair rápido junto do papai senão ele ia fazer uma cena.
Cheguei perto do meu coroa e eu sentir ele nervoso quando eu beijei sua bochecha de surpresa.
“O senhor sabe que nunca vou dá bola pra esses caras, tudo que eu preciso está aqui...” olhei o papai de cima pra baixo e lembrei da última vez que eu estava por cima dele na cama fodendo seu corpo em todos os buracos, o enchendo com minha porra quente e grossa de macho da cabeça aos pés. Eu nem tinha tempo pra perder com outros caras, porque meu pai era o macho perfeito, ele só é muito pegajoso e ciumento as vezes, mas isso dava pra relevar.
“Desculpa por isso amor, é porque você é jovem e bonito, e tem bastante tarado por aqui que poderia se aproveitar do seu corpo. Preciso cuidar de você” ele me abraçou e eu sabia que precisava abraçar ele de volta, mesmo que não quisesse, porque porra, a academia estava bem movimentada mesmo, dava pra sentir cheiro de rola por toda parte. Ou talvez fosse apenas eu?
“Pai, tá afim de ir comigo no banheiro de novo? Deve ter algum chuveiro disponível pra nós dois” a gente desfez o abraço, mas eu continuei com a mão na sua cintura, me segurando pra não agarrar aquela bunda gostosa.
“Você quer transar, filho?”
“Pai, fala mais baixo... e é, eu quero transar, não posso esperar até chegar em casa” falei baixinho, mas acho que um cara do outro lado ouviu, porque mesmo com a música na academia alta e barulho dos caras treinando, o papai falou aquilo um pouco alto. Então eu vi o papai dando um sorriso safado e esperamos outros caras passarem para ele agarrar minha mão e descer mais na sua bunda.
“Papai vai deixar você comer seu lanche favorito, mas só se prometer que vai gozar dentro...” ele tentou agarrar meu saco, mas eu segurei seu pulso porque tinha macho perto.
“Pai! Devagar! Tem gente olhando”
“Tá tudo bem querido, você é meu filho”
“É, esse é o problema, velhote. Vem comigo, antes que o senhor decida pular no meu p-- esquece”
Quando eu segurei a mão do papai, sentir ele apertar a minha de volta, e então fomos juntos pro vestiário masculino, onde vi uns caras mijando no mictório, e uns se trocando já tomados banho. Peguei a toalha no armário que guardamos nossas mochilas, mas eu hesitei.
“Aqui tá cheio de caras, não é arriscado tomarmos banho na mesma cabine? E se alguém nos pegar?”
“Davi, somos pai e filho, não tem nada de estranho. E também... papai vai fazer silêncio, enquanto ajudo meu lindo garoto a masturbar seu pau dentro da minha bunda... né isso que você quer?”
“Sim pai... eu quero muito...”
Porra, o papai era tão fácil. Não tinha nada que ele não fizesse por mim, e eu sentir o suor descer pro meu pau, que estava ficando duro. Ele me deu um beijo rápido na boca, e se virou me levando com ele até uma cabine disponível, que por sinal das 6 só tinha aquela sem ninguém. Como eu havia dito, a porra da academia estava cheia hoje. Eu taquei o foda-se se alguém viu eu entrando junto do meu velho, só tiramos a roupa e colocamos por cima da porta.
O corpo do papai é uma delícia, eu entendo porque meus amigos insistem em me provocar dizendo que tenho um pai gostoso.
A cabine havia uma abertura por baixo, e qualquer um que quisesse olhar, ia saber que tinham 2 caras lá dentro. Mas que se foda, mesmo antes de ligar o chuveiro, eu agarrei o papai na bunda e enfiei minha língua na sua boca. Nossos corpos estavam tão suados, grudentos e com cheiro forte de saco suado, eu ficava puto de tesão com o cheiro do corpo do meu pai, e ele também do meu porque as vezes eu pegava ele cheirando minhas cuecas usadas em casa, igual um cachorro no cio.
“Mmhm...”
“Mhmm...” beijei papai com tanta força que nossas bocas abertas estavam curvadas pra que a gente se lambesse de língua mais fundo. O meu coroa sempre me fazia gozar, e eu amava chupar sua língua na minha enquanto provocava barulhos sexuais de lambidas.
Dava pra ouvir os outros caras tomando banho, e até mesmo mijando, então não liguei se estávamos fazendo muito barulho enquanto nos beijávamos de língua.
“Mmmhm... D-Davi...” papai tentou se afastar, mas eu enfiei minha boca na dele de novo, dessa vez juntando saliva e cuspindo na sua boca, e fazendo ele engolir.
“Olha só pro senhor...” falei baixinho, vendo o papai com a boca toda melada com minha saliva, só pra voltar a beijá-lo fundo.
A gente se chupou e chupou, com sua língua entrando na minha boca, e eu fazendo o papai abrir mais a boca pra mim começar a chupar sua língua. Porra mano, a gente estava duro pra um caralho, e o papai estava tão suado assim como eu, com nossos sacos cheios de pentelho cheirando forte. E sem querer me gabar, mas minha rola era bem maior que a do papai, e eu amava lembrar de quando minha pica ia fundo na sua garganta ou atingia fundo no seu rabo delicioso.
“P-Pai... ei, pode me chupar agora...”
“Mmhm... t-tá... faço tudo por você Davi” com sua boca toda melada, o papai me deu um beijo carinhoso na testa, e eu quase me sentir mal por fazê-lo se ajoelhar e começar a mamar no meu cacete enorme e grosso que mal cabia na sua boca.
Caralho, minha piroca era enorme mesmo, eu bati minha pica no rosto do papai, e ele me deu um sorriso bobo com o rosto corado.
“Não vale se masturbar enquanto me chupa... o senhor lembra da última vez, não é?”
“Sim querido... eu não vou tocar no meu pau, até você mandar. Papai te ama-- mmmhhmm!”
“Aahh sim!” eu empurrei meu pau na sua boca, e já fui metendo empurrando na parede da sua garganta.
Caralho mano, meu pau suado e pegajoso estava entrando fundo na boca do papai, e ele só estava lá, me chupando que nem um puto gostoso enquanto me olhava com aqueles olhos gulosos querendo mais. Eu assistir o papai me chupando, e eu me recostei na parede, sem tirar os olhos do meu coroa, porque eu sabia que ele curtia contato visual enquanto fazíamos sexo. Esse puto gostoso do meu pai era um tarado pela minha rola, e eu deixei ele fazer todo o trabalho enquanto eu aproveitava o boquete gostoso tentando segurar minha voz pra não gemer tão alto.
“Aah... isso pai... ahh...”
“Mmhm.... mmhhm... mmhh....” ele estava me masturbando, enquanto engolia quase tudo, lambendo com a língua, batendo na sua garganta e descendo no esôfago.
Puta que me pariu! A garganta do meu velho era muito apertada, eu estava surtando de tesão toda vez que ele ia fundo e batia o nariz nos meus pentelhos. Só que mano, eu queria mais! Eu deixei o papai chupando mais um pouco, e quando ele chegou no fundo de novo, eu prendi sua cabeça na minha virilha, e foi quando eu gemi um pouco alto demais.
“Aahh sim-- nnngghh!”
“Mmmmhhmm!!! Mmmhhmm!!!”
Caralho, que delícia do cacete! Minha pica estava apertando a garganta do meu pai, e estava quente pra porra, quase tão gostoso quanto seu cuzinho, e eu acabei revirando os olhos de tesão, sem olhar pro papai que devia está engasgando na minha rola suada!
Mano, me sentir mal pelo papai por ter que aguentar minha piroca no fundo da garganta, mas estava uma delícia, e só depois que vi ele pedindo piedade, eu parei de pressionar sua cabeça na minha virilha. O papai foi afastando sua boca cheia do meu pau, e eu sentir sua língua percorrer todo o meu cacete duro e babado. A sensação foi um tesão, e minha piroca continuava dura como aço, eu nem me importei quando ouvir dois caras entrando no vestiário e conversando entre si.
O papai ficou com o rosto do lado da minha piroca, e os dois estavam muito melados com fios de saliva ligados um no outro. Porra cara, meu pai ficava tão fofo com o rosto destruído depois de abocanhar minha rola no fundo, seu nariz e cantos da boca estavam até melados com pentelhos da minha virilha. Mas depois de recuperar o fôlego, papai se levantou e ficamos cara a cara, com ele respirando cansado na minha frente.
“N-Nunca mais f-faça isso... de n-novo”
“Achei que o senhor sempre deixava eu fazer o que quisesse” eu falei beijando ele na boca, e sentindo o gosto da minha piroca suada na sua língua e lábios.
“Mmhm... e eu deixo... mas, o que falamos sobre desviar o olhar de mim?”
Porra, era óbvio que o papai se referia a eu ter virado a cara e não por ter agredido sua garganta brutalmente com minha pica.
“Tá bom pai, eu sei, eu sei... na próxima prometo que não vou deixar de olhar pro senhor nem um segundo” então eu beijei ele na boca de novo, de novo, e de novo, até ele ficar mais manso.
“Você vai me foder de frente, mocinho” papai falou baixo, porque ouvimos uns caras saindo de duas cabines, só para outros entrarem.
“Eu queria tanto bater nessa sua bunda hoje, papai” foi quando apertei seu rabo, e o papai nos virou, ficando recostado na parede, e já levantando uma perna que eu fiz questão de segurar na sua coxa enquanto ele se apoiava em mim.
“Não seja tão bruto, Davi. Lembre-se que não estamos em casa”
“Eu diria que sim, mas seria mentira” e antes que o papai pudesse responder, eu o beijei na boca de novo, e já fui metendo meu pau no seu buraco apertado.
A gente gemeu abafado enquanto nossas línguas entravam na boca do outro, e eu nem esperei que já fui metendo nele fundo. Porra, a sensação da minha pica dura abrindo seu cu foi uma delícia, eu até tive um flashback da noite passada quando a gente transou forte na cama antes de dormir, onde o papai mordeu meu pescoço enquanto eu gozava fundo no seu rabo.
Só que agora ele tinha uma perna envolto de mim, e me agarrava com força, enquanto eu metia naquele cu apertado e delicioso! E mano, tinham dois caras conversando nas cabines do lado, e eu fiquei nervoso, mas também mais excitado por estar trepando com o papai no banheiro da academia, cheio de macho ao redor, e vários outros suados malhando fora do banheiro. Se algum deles olhassem por baixo, iam ver nossos pés próximos e poderia pensar que estávamos transando, porque estávamos mesmo.
“Mmhm...”
“Mmmhmm... mmhm... mhhm...” o gostoso do meu pai gemia abafado na minha boca enquanto eu enfiava minha piroca nele, cada vez mais fundo, e ele me apertando com mais força.
Cara, eu meti e meti, comendo aquela bunda gostosa que era só minha! Minha piroca estava indo fundo, e eu percebi que estava fazendo bastante barulho com meu saco pesado e virilha batendo no papai. Que porra, eu queria tanto foder ele de costas só pra maltratar aquela bunda até deixar vermelho, só que eu fui um mal menino por desviar minha atenção do papai.
“Mmhm... p-pai... aahh! Sim, isso tá muito g-gostoso... aah!”
“D-Davi... aahh! S-Silêncio... você-- aaahh!”
“D-Desculpa p-pai... mas...” cara, eu passei a comer ele pra valer agora, enfiando minha pica mais rápido e fundo, alargando seu cuzinho com minha pica babada e suada, enquanto via o papai revirar os olhos de tesão enquanto tentava conter os gemidos de putinho dele.
“Davi! Aahh-- nnnggh! Nnngghh!”
“Sshh... alguém vai ouvir” eu levei minha mão livre até sua boca e continuei metendo com força, sem me importar dos caras parecem estar quietos demais. Era quase como se desconfiassem do que estava acontecendo.
Mas pouco depois eu agarrei a piroca do papai e comecei a masturbar ele, não deu pra abafar seus gemidos com a mão, então eu enfiei minha língua na boca dele. Cara, que tesão do caralho, imagina foder seu próprio pai num lugar público enquanto ele engolia sua piroca inteira pelo cu, se abrindo pra você, sem imaginar que do lado de fora haviam vários outros caras malhando sem nem imaginar que estava rolando um sexo incestuoso dentro do banheiro. Mas foda-se, transar com o papai era gostoso em qualquer lugar ou horário.
Se passou um bom tempo, e mais alguém saiu de uma cabine, e eu percebi que estávamos prolongando aquela foda por muito tempo. Toda vez que eu chegava perto de gozar, parava de meter só pra ver o papai implorando pra fazê-lo gozar logo.
“D-Davi... alguém vai nos pegar, se... aahh!”
“O senhor só não pode gozar primeiro que eu. Promete?”
“P-Prometo... só... aahh!”
“Te amo, pai” ele tentou falar que me amava também, mas eu voltei a estuprar seu cu com meu caralho duro, e ele cerrou os dentes aguentando minha pica invadindo sua barriga.
Mano, quando eu sentir o gozo vindo, eu fiz movimentos mais brutos e fundos, e por causa disso, um barulho erótico de sexo ecoou no banheiro e eu estava tão fora de mim prestes a gozar, que nem percebi quando um cara perguntou se estava tudo bem na cabine ao seu lado.
“P-Pai... nnnggh!!” mano, eu sentir meu pai apertar o cu do nada, e foi quando vi ele gozando entre nós dois, que eu não aguentei a pressão e comecei a gozar também.
Caralho, eu cerrei a porra dos meus dentes pra não gemer, e o papai me apertou com tanta força que ia deixar marca. Eu jorrei meu leite grosso no fundo, e a barriga do papai até fez um volume quando eu terminei com mais de 10 tiros de porra no seu rabo guloso de macho.
Nós juntamos nossas testas e começamos a respirar cansados, com ele abraçado em mim, e eu segurando sua bunda sentindo meu leite escorrer lentamente do seu rabo. Então ouvimos o barulho do chuveiro da cabine ao lado ligar, e eu falei baixinho:
“O senhor prometeu que não ia gozar primeiro...”
“E-Eu sei Davi... mas estava muito...”
“Gostoso, eu sei” falei sorrindo pro papai e ele me beijou rápido na boca. “Mas como pagamento, vou querer uma mamada quando chegarmos em casa” falei próximo de seu ouvido e ele acenou com a cabeça que sim.
Mal podia acreditar que ele era todo meu, e que sempre fazia minhas vontades pervertidas. Mesmo assim, nós decidimos tomar banho e foi quando notei que o papai não tirava os olhos de mim, mesmo quando me abraçou por trás e começou a ensaboar meu corpo. Eu estava com o rosto virado pra ele, e o papai sorriu pra mim quando começou a ensaboar meu pau.
“O senhor não precisa--"
“Sshh... papai gosta de cuidar de você” então ele me beijou na boca de novo, e voltou a me lavar, só pra demorar um pouco mais enquanto o chuveiro escorria o sabão dos nossos corpos.
As vezes eu achava rude da minha parte me aproveitar do papai pedindo pra transar em lugares arriscados como a academia, ou no carro, além dele já ter me feito gozar no restaurante porque eu pedi. Só que ele nunca disse não ou parecia desconfortável com a situação, então eu só ia fundo, e põe fundo nisso. Ele sempre foi um pai carente, e pegajoso comigo, desde quando o Levi morava com a gente, e mais ainda agora que papai e eu moramos sozinhos.
Levi é meu irmão gêmeo que passou a morar com o namorado dele, nós dois temos 21 anos, e como ele foi morar não muito longe da gente, o papai aceitou de boa o Levi ir. Até porque a gente sempre se encontrava no meio da semana ou final dela, além da faculdade que mesmo não cursando mesmo curso, o papai era professor e nós dois alunos.
Pouco depois, papai e eu terminamos o banho, e nos cobrimos com toalha para sair. Mas mano, no exato momento que saímos da cabine, outros dois caras saíram logo em seguida, e eu fiquei nervoso porque eles estranharam o papai e eu sairmos da mesma cabine.
“Vem filho” papai segurou minha mão sem se importar com olhos nos estranhando, e eu fui com ele até o armário onde estava nossa roupa limpa. A roupa suada de antes guardamos em outro espaço na mochila.
Sentei no banco, e coloquei a cueca por baixo da toalha, depois tirei a toalha e quando fui colocar o short, vi que o papai tinha se curvado para vestir a calça moletom na minha frente. Porra mano, o papai fez aquilo de propósito! Dava pra ver sua bunda aberta na minha frente, e tinha porra escorrendo do seu cu, e eu não sei porquê o papai demorou tanto pra subir a calça, porque mano, pra piorar, vi os caras olhando pro seu rabo também, e foi certeza que eles viram porra grossa escorrendo do cu do meu pai.
Droga! Não sei o que era pior, meu pau está ficando duro de novo, ou cada macho daquele banheiro estar observando o cu do meu pai na minha frente.
Foda-se! Eu me abusei e eu mesmo subi a calça do papai, ele riu pra mim, mas eu não achei graça.
“Estava só provocando, sei que você gosta, Davi” ele passou uma mão no meu cabelo e eu tentei ignorar os caras olhando pra gente de um jeito nada discreto.
“Podemos ir embora logo, pai? Estou ficando com frio” menti inventando desculpa, mas não foi uma boa ideia, porque o papai me abraçou passando as mãos na minha costa. “Pai... para... tem gente olhando...”
“Desculpa fazer você ficar muito tempo no chuveiro. Prometo que vou compensar quando chegarmos em casa”
“Tá... podemos ir agora?”
“Podemos. Você pode carregar minha mochila, Davi? Estou sentindo as pernas trêmulas”
“Posso...”
[...]
Chegamos em casa por volta das 21h25, eu vim dirigindo porque o papai estava bem acabado. Após lanchar alguma coisa, fui me deitar na cama, e papai deitou comigo enquanto assistíamos algo na TV.
Estávamos cobertos, mas acho que o que me deixou quentinho, foi estar deitado no colo do papai. Eu passei a dormir com ele toda noite depois que ficamos mais ‘íntimos’ como pai e filho. O que deixou a casa com mais um quarto vago.
“O senhor não quer se mudar dessa casa?”
“Por quê? Você quer?”
“Não sei, estou perguntando”
“Se você quiser, podemos nos mudar”
“Pai, o senhor não precisa aceitar algo só porque eu pedi. As vezes acho que o senhor me mima demais”
“Você não gosta, Davi?” ele passou a mão com carinho no meu peito e eu sentir o coração acelerar.
“Tá... eu gosto, mas... e se eu pedisse pra transar com o senhor no meio da sala de aula?”
“Se estivéssemos sozinhos, eu faria amor com você sim”
“E se fosse na praia?”
“Também”
“E se fosse no banco de trás do Uber?”
“Bem... acho que sim, mas por que você iria querer transar comigo num táxi?”
“Tá vendo, pai? O senhor aceita tudo que eu peço” como eu estava com a cabeça no seu colo, eu virei o rosto e olhei ele de baixo, já me encarando. “O senhor é loucamente apaixonado por mim, não é?” eu perguntei e notei o rosto do papai esquentar, ele demorou pra responder, mas então disse:
“Pare de perguntar isso, filho... você sabe que sim”
Eu rir e ele desviou o olhar um momento. Foi quando eu subir e me sentei do seu lado, colocando uma perna sobre a dele debaixo do cobertor.
“Eu também sou fodidamente apaixonado pelo senhor”
“Olha o linguajar” ele me repreendeu, só pra depois começar a massagear meu cabelo. Eu estava com um braço envolto da sua cintura.
“Mas então...” voltei a falar, mas baixinho “O senhor quer se mudar?”
“Eu já disse que se você quiser, eu quero”
“Tá bom, uma última pergunta: o senhor aceitaria usar anel de noivado se eu comprasse para nós dois?”
Mas ele pareceu surpreso, e não disse nada. Eu sabia que tinha tocado num ponto sensível, porque mesmo a gente sendo pai e filho, fazia muito tempo que o papai não usava anel na mão, até porque ele é viúvo da mamãe.
“Tá, o senhor não precisa responder agora. Eu estava só brincand--”
“Você comprou anel para nós dois, Davi?”
“Hm... foi uma pergunta hipotética, mas--"
“Eu aceito”
“O senhor tá bem? Parece meu nervoso”
“Sim, eu estou ótimo. Só não consigo processar tudo isso, depois de tudo que fizemos na academia, e agora você querendo se mudar e ficarmos noivos...”
“Pai, calma” eu rir porque ele parecia bem ansioso “Não vamos fazer tudo isso agora, uma coisa de cada vez, certo?” eu parecia até o homem da casa tomando as decisões por ele.
“Certo filho, vamos com calma...” então ele me deu o maior sorriso e eu sabia que era porque estava pensando no nosso futuro juntos dali pra frente. Então nos beijamos, e foi mais demorado do que eu pensei.
Acabou que momentos depois decidimos dormir, e eu até esqueci de cobrar o papai pra mamar no meu pênis antes de dormir. A ideia de sairmos daqui, pra morar em outro lugar, foi demais e eu só percebi que era um passo grande a se tomar, quando o papai me abraçou por trás e dormimos juntos.
No outro dia, eu tinha aula na faculdade bem cedo, e o papai também ia pro trabalho, trabalho este que é ser professor, o meu professor de biologia. A parte boa era que mesmo na faculdade, eu estaria perto dele.
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Comentários (1)
MG85: Conto Perfeito! Queria a transa com os irmão gêmeos e a transa do pai com genro.
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