Sou a princesinha de papai e de seus amigos
Aprendi a me tocar cedo, mas foi om papai eseus amigos que aprendi a sentir o prazer de ser mulher
Sou a Bruna, 26 anos, enfermeira. Moro num apê pequeno na Vila Mariana.
Comecei a me tocar aos 13. No início era tudo meio torto, só na base do atrito, mas logo peguei a manha. Começava pelos mamilos até eles ficarem durinhos e, lá embaixo, saquei que quanto mais devagar eu estimulava o clitóris, melhor era o gozo. Ficava exausta, com o corpo mole e a respiração na garganta.
Aos 14, fiquei só com meu pai. Minha mãe virou evangélica e sumiu com um tal de pastor, então religião nunca rolou pra mim. No começo foi tenso, mas meu pai acabou virando um cara super liberal.
Perdi meu cabacinho com um moleque da escola. Foi uó: rápido, doeu e o cara era todo desajeitado, só pensava em gozar. Naquela noite eu jurei que não queria mais saber de moleque... só homem maduro, que saiba o que tá fazendo e me dê prazer de verdade.
Quando meu pai já tava bem relaxado e livre daqueles pensamentos negativos, começaram os churrascos de fim de semana com os três parças dele: o Adolfo, que era divorciado; o Paulo, que tava sempre sozinho; e o Juvenal, que era viúvo e mais velho.
Eu ficava ali, no meio dos caras, sendo paparicada por todo mundo. Me chamavam de “princesinha do Guarajá” e eu passava o tempo todo de colo em colo. Mas nenhum deles avançava, e eu ficava frustrada pra cacete.
Nas minhas noites sozinha, a fantasia ia longe. De olhos fechados, eu escolhia um deles e imaginava aquela mão grossa subindo a minha coxa, sem pressa. Sentia um arrepio violento só de pensar nele me puxando, me beijando com aquela pegada de homem, me dominando por inteiro.
Na minha cabeça, ele já tava me tirando a roupa, a boca descendo pelo meu pescoço e me deixando no cio, até chegar na minha xaninha. Imaginava a língua dele varrendo tudo, lambendo com vontade, fazendo aquela sucção forte que me fazia arquear as costas e soltar uns gemidos baixos, sentindo tudo pulsar.
Eu me via entregue, sentindo ele me possuir, preenchendo cada espaço e me fazendo gozar num orgasmo violento que me deixava mole e tremendo. Era exatamente isso que eu queria.
Teve uma vez que eu tava com um shortinho minúsculo e um top apertado, andando bem na beira da piscina. O top tava marcando tudo, meus mamilos tavam espetados, durinhos... dava pra ver que eu tava no cio, parecia que eu tava pedindo pra alguém vir e chupar meus peitos ali mesmo. Num impulso, dei um mergulho do jeito que eu estava.
Quando saí da água, o tecido do top colou no meu corpo e deixou meus biquinhos ainda mais evidentes. Meu pai tava deitado na rede, me olhando fixo. Cheguei perto dele, sorrindo:
— Tá calor, papai...
— Precisava ir assim vestida? — ele perguntou.
Eu ri e soltei:
— Podia ir nua. Era bem melhor.
Ele sorriu de volta, naquela vibe liberal, e o clima ficou pesado na hora.
— Duvido — respondeu ele, com um sorriso malicioso, me medindo de cima a baixo.
Aquele desafio no tom de voz dele me deixou elétrica. Senti um calor subir pelo corpo que não tinha nada a ver com o sol. Eu sabia exatamente o que ele queria ver, e a vontade de provocar era maior que qualquer vergonha.
— Sim... então vou mesmo! — falei, num impulso de pura ousadia.
Na hora, comecei a tirar a roupa sem tirar o olho dele. Quando fiquei peladona, dei uma risadinha, corri pra piscina e me joguei. Senti o olhar dele grudado em mim até eu sumir na água, e isso me deixou ainda mais excitada.
Gritei lá de dentro, com a água no peito e aquele sorriso de malícia:
— Agora é você! Ou tá com vergonha?
Tava provocando mesmo, queria ver até onde ia aquela liberdade dele. Fiquei ali boiando, esperando pra ver se ele tinha coragem de pular nu na minha frente.
O cara não pensou duas vezes. Levantou da rede sorrindo e, sem falar nada, foi tirando a roupa ali mesmo. Fiquei parada na água, vendo cada movimento, com o coração disparando. Quando ficou pelado, não hesitou: deu um salto certeiro e caiu na piscina com um estrondo, levantando uma onda que quase me derrubou.
A gente se encontrou no meio da água.
Parecia que a piscina tinha virado fervura. Eu me lancei contra ele, tentei derrubar num impulso, mas acabei me enrolando no colo dele, sentindo a pele deslizar na minha. Na hora, senti o corpo dele travar, ficando rígido sob o meu peso.
Ele me apertou com força, como se quisesse me fundir a ele ali mesmo.
— Princesinha do Guarajá... — ele sussurrou, com a voz rouca, vibrando no meu ouvido. Dava pra ver que o desejo não dava mais pra esconder.
Senti um choque percorrer a espinha. Olhei nos olhos dele e soltei aquele sorriso que eu sabia que deixava ele louco.
— Sim, papai... a sua princesinha — respondi baixinho, quase num sussurro, enquanto deslizava as mãos pelas costas dele, sentindo cada músculo contraído.
O clima ficou pesado, sufocante. A “brincadeira” tinha acabado; agora era puro instinto. A respiração dele tava acelerada no meu pescoço, e a pressão do corpo dele contra o meu deixava claro que a linha tinha sido cruzada.
Eu não queria mais só provocar. Queria sentir aquele domínio, aquela pegada de homem que eu tanto imaginei nas minhas noites sozinha. Me senti pequena e, ao mesmo tempo, poderosa, vendo o efeito que eu causava nele.
Ajustando o tom para algo mais afetuoso e menos visceral, focando na entrega e no carinho:
Ele me apertou contra o peito, e eu fechei os olhos, sentindo o coração dele bater num ritmo frenético que combinava perfeitamente com o meu. Naquele abraço, no meio da água, a provocação deu lugar a um sentimento profundo de entrega; eu não queria apenas provocá-lo, queria me sentir protegida e amada por ele.
Quando finalmente nos unimos, não foi apenas por desejo, mas como se nossas almas estivessem se encontrando. Cada toque era carregado de carinho e urgência, e eu me senti pequena e acolhida em seus braços, entregando-me completamente ao domínio suave e possessivo que ele exercia sobre mim.
Ao final, ficamos suspensos na água, respirando juntos, em um silêncio preenchido apenas pelo afeto. Olhei nos olhos dele e sussurrei, com total sinceridade: “Agora você sabe que eu sou sua”, sentindo que, naquele momento, éramos apenas nós dois contra o resto do mundo.
Senti cada centímetro dele me preenchendo, preenchendo não apenas o vazio físico, mas uma expectativa que eu carregava há anos. Foi um impacto de prazer imenso, que me fez fechar os olhos e pendurar a cabeça para trás, entregando meu pescoço ao seu toque. O contraste da água fresca escorrendo por nossos corpos com o calor intenso que emanava de nós dois criava uma atmosfera elétrica, transformando aquele abraço molhado em um incêndio que consumia qualquer resquício de hesitação.
Ele se movia com uma força ritmada, profunda e envolvente, me fazendo arquear as costas e apertá-lo ainda mais, querendo que a união fosse total, sem nenhum espaço entre nós. Não havia mais a urgência bruta de antes, mas sim uma fome mútua e afetuosa, onde cada estocada era como uma promessa de posse e proteção. Eu me sentia aberta e vulnerável, mas imensamente segura em seus braços, transformando nossos gemidos em um diálogo íntimo que ecoava suavemente pelas paredes da piscina.
Quando o ápice chegou, não foi apenas um espasmo, mas uma explosão de sentimento que percorreu todo o meu corpo, me deixando leve e trêmula. O orgasmo veio como uma onda quente e profunda, fundindo nossas respirações em um único ritmo ofegante. Ficamos ali, suspensos na água, em um silêncio sagrado, sentindo o coração um do outro bater contra o peito, selando aquele momento como a transição definitiva para algo muito mais profundo do que uma simples fantasia.
Eu deslizei as mãos pelo peito dele, sentindo a pele molhada e quente. Naquele momento, tive a certeza de que aquele era o meu desejo realizado: estar nos braços de um homem maduro, alguém que realmente soubesse como me dar prazer e me possuir por completo.
Encostei meus lábios no canto da boca dele, sussurrando com a voz ainda trêmula:
— Foi bom demais, papai...
Eu não conseguia parar de sorrir, sentindo aquele formigamento percorrer todo o meu corpo. A entrega tinha sido total, e a sensação de ter sido possuída por ele, daquele jeito, deixou um vazio que só ele poderia preencher novamente. Olhei bem no fundo dos olhos dele, com aquele brilho de malícia e desejo que nunca me abandonava, e completei, num sussurro provocante:
— Te quero... agora você sabe que eu sou sua.
Apertei meu corpo contra o dele mais uma vez, deixando claro que aquele mergulho na piscina tinha sido só a entrada; o prato principal tinha sido a gente se pegando com tudo, sem filtro, naquela pegada de quem quer devorar o outro.
Naquela noite, pela primeira vez em anos, eu não precisei fechar os olhos e imaginar. Não precisei de dedos ágeis ou de fantasias com os amigos dele para conseguir relaxar e dormir. O vazio que eu sentia, aquela urgência constante que me perseguia, tinha sido preenchido por ele.
Dormi na cama dele, sentindo o cheiro da pele dele impregnado nos lençóis, o corpo ainda vibrando com a memória do impacto contra a parede. Eu me aninhuei no seu peito, sentindo a respiração pesada e ritmada dele, e um cansaço doce e profundo tomou conta de mim.
Havia uma paz nova, quase hipnótica, em saber que eu não precisava mais fingir. Eu não era mais a menina que brincava de se descobrir no quarto; eu tinha sido descoberta, tomada e reivindicada por um homem de verdade.
Enquanto o sono me envolvia, eu sorri, sentindo o calor do corpo dele me protegendo. A “princesinha” tinha finalmente encontrado seu dono, e a entrega era a coisa mais deliciosa que eu já tinha experimentado.
Agora, eu era dele. E saber disso era o melhor afrodisíaco que existia
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Comentários (1)
Josué: Delicia de conto, gostei como descreve, parabens.
Responder↴ • uid:grkqent0a