Jogo perigoso - Parte 4
No dia seguinte, Guilherme me mandou mensagem:
- Bom dia, mano, quanto você precisa pro aluguel?
- Bom dia, Gui, eu já resolvi aqui, obrigado
- Tá devendo quanto pro agiota?
- Não se preocupa, fica tranquilo
- Fala logo, não te quero morto a toa
- Eu já paguei o agiota, peguei dinheiro emprestado com meu pai
- Você tem certeza? Não tá mentindo pra mim?
- Certeza, certeza
A semana passou rápido e então chegou a primeira quinta, sem jogo, eu senti uma tristeza por estarmos eliminados, acho que foi o dia em que a ficha caiu que ficaríamos quase dois meses sem jogar, mas então eu lembrei de que Gui havia sido contatado pelo Palmeiras, e mandei mensagem:
- Cara, decidiu se vai jogar pelo Palmeiras?
- A Naty quer que eu vá, mas não sei se vou ter espaço para disputar vaga com Flaco López, Jhon Arias, Paulinho, Ramón Sosa, Vitor Roque... os caras já estão no profissional a muito tempo, eu estaria caindo de paraquedas
- É uma oportunidade única, imagina você fazendo gol em libertadores
- Eu não sei... e se não me derem espaço? Eu vou ter largado meu trabalho a toa
- Você age muito certinho, poucas pessoas tem a chance de sair da várzea pro profissional, ainda mais em um time grande, se der errado foda-se, você recomeça
- Eu tenho só hoje pra dar uma resposta
- Vai cara, aproveita essa oportunidade
O dia passou e a noite, Gui me disse:
- Não aceitei a proposta
- Caralho, por que?
- Não senti que era pra mim, o time tá completinho, os caras vão é me usar como moeda pra um time menor, e não vou trocar minha vida equilibrada pra me aventurar, se eu fosse mais novo teria ido, mas tá na cara de que eles apenas querem pegar um cara da várzea pra fazer dinheiro, eu não sou mercadoria
- Mas você podia ter jogado um ou dois jogos, entrado bem, ganhado visibilidade, se fizesse gol melhor ainda
- Não me vejo nisso, eu gosto de ver o futebol de várzea como uma distração, não como uma obrigação
- Te entendo
- O Vini saiu de vez do time
- Eu imaginei que isso aconteceria
- Agora você vai ser o titular em definitivo, vai treinando hein?!
- To pensando em voltar a jogar futsal com a rapaziada por um tempo, até a gente começar outro torneio
- Logo logo, o treinador tá vendo pra marcar uns amistosos, mas tem muita gente saindo do time depois da eliminação
- Porra, o time tava perfeito, a gente chegou numa semi e os caras tão saindo?
- Uns não vai dar pra continuar por causa do trabalho, outros porque as mulheres estão brigando, tá foda, mas a gente conhece bastante gente, próximo torneio iremos ganhar
- Tomara que a gente consiga continuar jogando em alto nível
- Vai dar certo, bora fazer um cachorro quente hoje a noite?
- Bora!
O dia correu bem, trabalhei, tudo corria normalmente, avisei a Vivi do cachorro quente e ela gostou da ideia, a noite, fomos pra casa do Guilherme, e então, enquanto Natália preparava as coisas ela disse:
- Amor, eu achei que tinha milho verde aqui, não tem, você pode ir comprar?
- Posso amor, quer mais alguma coisa?
- Sim, traz um refrigerante também
- Beleza, vamos comigo no mercado Lucas?
Eu: Vamos
Fomos a pé mesmo, conversando sobre qualquer coisa aleatória, assim que entramos no mercado Otávio estava saindo, cumprimentou o Guilherme e me disse:
- Opa, Lucas, tudo bem?
- To bem, e você?
- To bem também, a Vivi tá bem?
- Tá sim
- Foi mal viu?! Eu exagerei
- Fica em paz, já tá tudo resolvido
- Beleza
Guilherme me olhou desconfiado, e não perguntou nada, entramos no mercado e a conversa seguia normalmente, eu fiquei incomodado com ele agir como se nada tivesse acontecido e questionei:
- Você não vai me perguntar nada sobre o que o Otávio falou?
- Eu não, claro que eu fiquei curioso, mas se você não me contou antes é porque não era pra eu saber
- Não, não é nada demais, é que ele... ele... ele pediu pra trocar comigo e com a Vivi
- E vocês aceitaram?
- Não, não aceitamos não
- Então tá bom
- Ah Guilherme, qual é mano? Por que você age assim?
- Assim como?
- Porra, tudo que eu te conto você trata com indiferença, como se não quisesse saber de nada
- Porque eu não quero mesmo saber, se você trocou casal com o Otávio e a Isa, quem tem que se importar é você e sua mulher, eu não to nem aí pra suas aventuras sexuais
- A gente trocou casal, beleza? Trocamos! A gente foi no motel e foi muito bom pra mim, mas seu cunhado tratou a Vivi mal, a gente não queria no começo, mas a gente tava curioso, isso tudo porque a Vivi tá louca por você, você sabe disso e age como se não soubesse
Guilherme olhou para mim como se eu tivesse surtado, ficou sério por alguns segundos, pegou o milho e olhando para a lata ele disse:
- Vocês transaram com eles porque vocês quiseram, não por minha culpa.
- Não foi isso que eu quis dizer, eu quis dizer que...
- Eu entendi o que você quis dizer, e eu já te disse, pelo bem da nossa amizade, sua mulher é bonita, você é da hora, mas meu casamento é intocável, espero que seja a última vez que a gente precisa ter essa conversa.
Ele virou as costas, e eu senti minha pele queimar de vergonha, foi só então que a ficha caiu que eu realmente dei uma "surtada" sem necessidade, caminhei atrás dele pelo corredor do mercado olhando pro chão, ele pegou o refrigerante, pagou e fomos andando em silêncio, e eu lembrei de Isa falando que o problema para ele era dividir a Natália com alguém, então falei:
- Cara, me desculpa
- Não se preocupe
- Não to interessado na Naty, se é o que você tá pensando, eu só queria mesmo que você pegasse a Vivi, essa é minha vontade, desculpa por ter surtado
- Eu já sei disso, já saquei, mas cara, vamos parar com isso, por favor
- Certo, certo
Entramos, as meninas estavam rindo e quando nos viram disfarçaram o assunto:
Naty: Mas que bom que não vão mais precisar do agiota, ele é muito ruim
Vivi: Nem me fale, fiquei até com o estômago embrulhado
Guilherme: Podem parar de falar em códigos, eu já sei que vocês estão falando do Otávio
Viviane e Natália se viraram olhando pra ele surpresas, depois me olharam e disseram:
- O Lucas contou?
Gui: Não só contou como deu o maior chilique
Eu: Eu não dei chilique
Gui: A gente encontrou o Otávio saindo no mercado, ele pediu desculpas dizendo que exagerou em alguma coisa, e o Lucas ficou no corredor: "Você não quer saber do que ele tava falando? Pergunta vai, pergunta"
Elas riram, e eu timidamente falei:
- Não foi bem assim
Naty: E o que você achou?
Gui: Achei que eles tem muito mal gosto em se envolver com o Otávio
Naty: Eles fizeram isso porque você não quis, né?
Guilherme olhou para ela em silêncio, Natália tinha o jogado contra a parede numa simples pergunta, ele não respondeu, começamos a fazer nossos pães e tentávamos falar de outro assunto qualquer.
O clima estava parecendo que explodiria a qualquer momento, então Natália naturalmente perguntou:
- Bom, a Vivi eu sei que não gostou do Otávio, e você Lucas, gostou da Isa?
Eu: Ah... foi bom
Naty: Foi bom? Descreva bom
Eu: Foi gostoso, to tímido pra falar disso
Gui comida seu cachorro quente olhando para a televisão, o semblante cansado e sem dar a mínima importância.
Naty: Amor... amor?
Gui: Hum?
Naty: Interage com isso, poxa
Gui: Você não acha que tá muito interessada no assunto?
Naty: Eu acho legal saber...
Gui: Sei, sei bem
Vivi: Você nunca teve fetiches?
Gui: Com outras pessoas? Não, eu acho que casamento é dois e pronto, nada contra quem tem relacionamento, quem faz suruba, mas pra mim não serve, eu me conheço, tenho ciúmes da Naty, e não deixaria outro homem tocar nela
Vivi: Tá... eu te entendo, eu nunca pensei em ver o Lucas com outra, também tenho ciúmes dele, tanto que a gente trocou em quartos separados, e ainda assim a gente teve ciúmes, mas a sensação de se envolver com outra pessoa com a permissão é boa, você não acha válido pensar sobre isso?
Gui: Eu acho que vocês tão se perdendo nos fetiches de vocês, isso sim
Naty: Amor, eles estão conversando com a mente aberta
Gui: Você tá querendo dar pro Lucas?
Naty: Não é bem assim, eu acho interessante eles terem olhado pra gente e ter se interessado
Vivi: É, e quando você mandou o vídeo pro Lucas eu achei que estava dando uma expectativa
Gui: Eu disse que o vídeo era o máximo que eu faria
Eu: Tá certo, tá certo, vamos deixar isso pra lá
Naty: E se a gente... se agente não trocasse, mas fizesse no mesmo ambiente?
Gui: Dá no mesmo
Naty: Não dá... ninguém vai me tocar assim
Gui: Mas vai ficar te vendo pelada
Naty: E o Lucas já não viu?
Gui: Vídeo não é a mesma coisa que pessoalmente, não quero minha mulher pelada na frente de outro homem
Naty: Tá, tá... se seu orgulho é esse, eu resolvo!
Gui: Resolver o que?
Naty: Lucas, posso roubar sua mulher por alguns minutos?
Eu: Pode... mas pra que?
Naty: Você vai saber, vamos Vivi
As duas subiram pro quarto, sem explicar o motivo, nem o que planejavam, Guilherme continuou focado na tv me ignorando completamente.
Passou uns 10 minutos, Naty chamou lá de cima:
- Guiii, vem cá?
Guilherme: Desce aqui
Naty: Vem amor... por favor
Guilherme me olhou sério e disse:
- Eu não vou comer sua mulher
Eu sentia meu coração acelerado, uma timidez com um tesão e respondi seco:
- Come mano, come ela, por favor
Ele se levantou devagar, subiu a escada e então a Naty desceu, rindo, balançando uma chave no dedo, perguntei:
- O que é isso?
- Tranquei os dois sozinhos no quarto
- A Vivi é bobinha, ela não vai fazer nada assim
- Por isso eu deixei ela só de calcinha e sutiã
- Como fez isso?
- Ela tava experimentando umas roupas minhas, eu peguei as dela e larguei ali no corredor, e tranquei a porta assim que o Gui entrou
Nós escutávamos o Guilherme batendo forte na porta e falando:
- O Natália, para com essa brincadeira, abre essa porra aqui!
Natália ria e eu preocupado dizia:
- Ele vai ficar muito bravo
- Eu sei, eu sei... mas depois eu acalmo ele
- Você sabe que não vai rolar nada assim entre eles né?
- Sei, a Vivi deve estar com vergonha e o Gui tá bravo
- E por quê não solta eles?
Natália me olhou nos olhos, abriu um sorriso e sussurrou:
- Você só tá interessado no Gui comer sua mulher ou você quer me comer?
- Eu... eu... a Vivi quer muito dar pra ele, você é bonita, eu comeria você
- Não foi isso que eu perguntei
- Sim, eu quero te comer
Natália abriu um sorriso bobo, e então se levantou para ir abrir a porta, Guilherme não gritou, não esbravejou, ele me ensinou um princípio que embora eu sempre soube, não agiria da mesma forma, ele tratou a esposa dele bem, com calma, ele desceu a escada com o semblante fechado, sentou no sofá e disse:
- Isso foi desrespeitoso
Naty: Foi só pra você ver o corpinho dela pessoalmente
Gui: Mas não é assim que se deve fazer as coisas, a Vivi ficou com vergonha, isso foi uma brincadeira boba, não faça isso
Naty: Ai amor, para de ser chato
Vivi desceu a escada constrangida, e Natália disse:
- Desculpa, Vivi, só achei que fazendo isso o Gui teria pelo menos alguma atitude
Vivi: Eu entendi, mas fiquei com vergonha
Naty: Desculpa gente, eu não deveria ter feito isso
Vivi: Não se preocupe, Lucas... vamos?
Naty: Não... se vocês forem embora assim vou me sentir mal, deixa eu me redimir da minha brincadeira
Natália foi para a cozinha e chamou o Guilherme para conversarem reservadamente, enquanto isso eu perguntava para Vivi:
- Ele fez algo?
- Não, ele nem chegou perto de mim
- A gente vai acabar perdendo a amizade deles se a gente continuar insistindo
- Mas isso foi culpa da Naty, eu não sabia que ela ia fazer isso
- Eu to com vergonha, quero ir embora
- Eu também
Nesse momento, Guilherme veio até nós e disse:
- Beleza, vou fazer uma coisa por vocês, a Naty me convenceu
Vivi: O... o que?
Guilherme me olhou e disse:
- A gente tem um joguinho erótico leve, de cartas, a gente quer jogar com vocês
Vivi: Eu até jogaria, mas eu to envergonhada do que aconteceu lá em cima, de você ter me visto de calcinha...
Gui: Relaxa, eu nem olhei muito, não sei nem que cor era
Vivi: Jura?
Gui: Uhum
Naty: Eu vou buscar
Nos sentamos no chão, em volta da mesinha de centro, cada um em uma ponta, a regra era simples, cada um em uma rodada girava uma seta, para quem apontasse deveríamos puxar uma carta e fazer uma pergunta, a pergunta podia ser leve, ou pesada, a carta também poderia incluir desafios, se por acaso a seta viesse em nossa própria direção perdíamos a vez.
Guilherme começou, girou a seta que caiu em mim, puxou uma carta e perguntou:
- Você já transou em algum local público?
- Não
Logo em seguida, Naty girou, caindo em Vivi.
- Você transaria com alguma pessoa dessa mesa?
Vivi abaixou a cabeça ajeitando o cabelo e disse:
- Sim, com meu marido, né?
Todos rimos aquele sorriso sem graça de quem sabia que não seria apenas comigo.
Vivi girou, caiu em Guilherme, puxou uma carta, leu em silêncio e disse:
- Não gente! Essa carta não, vou pegar outra!
Naty: Essa sim, pegou tem que fazer!
Vivi olhou para Guilherme e lendo a carta disse:
- Você deverá retirar uma peça de roupa da pessoa que a seta apontou, e essa pessoa deverá permanecer sem esta peça por uma rodada
Gui: Beleza, eu tiro
Naty: Nãoooo, é elaaa que tem que tirar sua roupa!
Guilherme se levantou e Vivi foi até ele timidamente, pedindo licença e tirando a camiseta dele, Guilherme não se envergonhou de ficar sem camisa em nossa frente, eu por um tempo olhei seu abdômen sem muita reação, Vivi se sentou e então chegou minha vez, girei a seta e caiu em Natália, puxei a carta e disse:
- Você já fez ou participou de alguma orgia?
- Não, mas gostaria
Guilherme girou, a seta caiu em Naty novamente, ele puxou a carta:
- Você deverá lamber a barriga da pessoa em que a seta aponta
Natália se levantou e Guilherme a puxou pela cintura, beijando e lambendo a barriguinha de Natália que sorriu com tesão
Natália girou, a seta caiu nela mesma, fazendo-a perder a vez.
Vivi girou, caindo em Natália:
- Você ficaria com uma pessoa do mesmo sexo?
- Sim
O clima estava ficando cada vez mais gostoso, eu girei, a seta caiu em direção a Natália, puxei a carta e:
- Você me deve uma massagem nos ombros
Natália se levantou e veio por detrás de mim, colocando as mãos em meu ombro gentilmente e fazendo uma massagem bem gostosa, a massagem durou menos de um minuto, mas ela levava jeito.
Guilherme girou, a seta parou em mim, e ele puxou:
- Você deverá dar um abraço na pessoa em que a seta apontou
Nos levantamos e nos abraçamos, era algo simples, mas eu senti todas as pedrinhas da sua barriga, e suas costas largas sem camisa.
Guilherme se sentou colocando a camiseta reclamando: - Já passou uma rodada e eu nem me vesti
Natália girou, parando em Vivi:
- Você me beijaria?
- Talvez sim
Vivi girou, caindo em mim, puxou a carta:
- Mostre a cor da sua calcinha/cueca para quem a seta está apontada
Ela se levantou e cobrindo do jeito que dava abriu sua calça me mostrando parcialmente a frente de sua calcinha, ela se sentou dizendo:
- Esse jogo aqui não vai dar certo, tá piorando a cada rodada
Eu girei, caiu em Guilherme, puxei a carta e:
- Você já transou dentro de algum veículo?
- Já
Guilherme girou, caindo nele mesmo, perdendo a vez.
Natália girou, caiu em mim, puxou a carta e:
- Toque na barriga de quem a seta está apontada
Nós nos levantamos, ela veio em minha direção, colocando as mãos por dentro da minha camisa, me olhando olho no olho, passando as unhas devagar em meu abdômen, Guilherme abaixou a cabeça e soltou um suspiro de incomodo, voltamos ao nosso lugar, Vivi girou, caindo em Natália:
- Morda a orelha de quem a seta está apontada
Elas riam timidamente, mas Vivi mordeu devagarinho, uma cena picante, que deixou Guilherme e eu sem muita reação.
Girei, e caiu em Guilherme, puxei a carta e:
- Olha essa pergunta! Caramba... você... você transaria comigo?
- Eu? Claro, comeria você sem dó!
Todos riram, eu também, levando na brincadeira, mas me perguntando se aquilo tinha um pouco de verdade.
Guilherme girou, a seta apontou para Vivi, ele puxou a carta e:
- Você deverá falar algo picante no ouvido na pessoa em que a seta está apontada.
Eles se levantaram, Guilherme se aproximou pondo a mão na cintura de Vivi e sussurrando, ela soltou um sorrisinho com um gritinho, Natália rindo disse:
- O que você tá falando aí hein?!
Vivi me olhava sorrindo, e meu pau começou a endurecer, eu fiquei com ciúmes mas com um tesão da porra vendo aquilo e louco pra saber o que ele tinha dito, eles se sentaram, então Natália girou, a seta caiu em Vivi, puxou a carta:
- Com quem você perdeu a virgindade?
- Foi com o Lucas
- Sério?
- Uhum
- Então você... só com o Lucas e o Otávio?
- Sim
- Hummm
Vivi girou, a seta caiu em mim, ela puxou a carta e:
- Ah, essa daqui é boba, você já transou com alguém dessa mesa?
- Já né, com você!
Girei, a seta caiu em mim mesmo, e então Guilherme girou, com a seta caindo em mim, puxou a carta e:
- Você deve escolher uma peça de roupa para a pessoa que está sendo apontada retirar até o fim do jogo.
Eu já comecei a tirar a roupa e Guilherme disse:
- Não, não, não! Eu que escolho! Tira a calça!
- A calça não!
- A calça sim!
- Não mano...
- São as regras do jogo
- Eu tiro por uma rodada
- Até o fim do jogo
Vivi me olhou rindo e disse:
- Tira amor
Tirei sentado mesmo, fiquei com vergonha e cobri minha cueca com a calça tirada.
Natália girou, a seta insistia que eu fosse o alvo, ela puxou a carta, sorriu surpresa, olhou pro Guilherme e disse:
- Tem certeza que é pra ele ficar sem calça?
Gui: Tenho, é punição
Naty: É? Então tá bom, minha carta diz: Sente-se no colo na pessoa que a seta está apontada, e fique lá por duas rodadas, sem jogar
Guilherme a encarou.
Naty: Vai deixar?
Vivi: São as regras do jogo
Gui: Vai... fazer o que, mas isso não vai ficar barato.
Natália veio até a mim, puxou a calça que cobria minha cueca e como estávamos no chão ela se encaixou no meio da minha perna, eu respirei pesado ao sentir seu corpo encostando no meu, ela estava cheirosa demais, Vivi girou, a seta caiu no Guilherme, ela puxou a carta e disse:
- A pessoa que a seta está apontada deverá beijar seu pescoço.
Guilherme se levantou tirando sarro, segurou a Vivi e beijou seu pescoço com um beijo ardente, abrindo bem a boca, ela se arrepiou toda, e meu pau endureceu na hora, Natália sentiu, deu uma mexidinha discreta ajustando o bumbum para mais próximo, girei e a seta caiu em Vivi, puxei uma carta e:
- A pessoa que está com a seta apontada deverá ficar sem uma peça de roupa a sua escolha o resto do jogo
Todos riamos e Vivi me olhava vermelha de vergonha, eu pediria para ela tirar a calça, mas como ela estava de frente com Guilherme eu decidi:
- Tira a blusa
- Eu não quero mais jogar
- É né? Quando era eu me lascando você tava rindo
Guilherme e Natália começaram um coro: - Tira! Tira! Tira!
Vivi tirou, ficando com seu sutiã cobrindo seus pequenos peitos, Guilherme olhou diretamente para eles, ele girou e a seta caiu no lugar de Natália, que ainda tinha que ficar uma rodada sem jogar, sendo assim, perdendo a vez, Vivi girou, a seta caiu em mim, ela puxou rindo dizendo:
- Tomara que venha um castigo! Ah, é uma pergunta, com quem dessa mesa você trocaria de corpo?
- Com o Gui
Girei, a seta caiu em mim mesmo, perdi a vez, Natália se levantou e eu rapidamente cobri minha ereção com a calça para ninguém perceber, Guilherme girou, caindo em Vivi.
- A pessoa que a seta aponta deve fazer uma pose sensual
Vivi com vergonha nos arrancou algumas risadas fazendo algumas poses, Natália girou, a seta caiu em Guilherme, ela puxou e perguntou:
- Com quantas pessoas você já transou?
- Nunca contei... umas... oito, dez?
- Eu não sei dessas oito, a gente vai ter uma conversinha
Todos rimos.
Vivi girou, com a seta caindo em mim:
- A pessoa que a seta aponta tem o poder de tirar uma pessoa de roupa de alguém da mesa.
- Hummmmmmm, finalmente uma coisa boa!
Olhei com calma e disse:
- Pra igualar, a Natália tira a blusa
Ela tirou sem vergonha nenhuma, mostrando um biquíni branco de renda que abraçavam seus peitos.
Girei, a seta caiu em Guilherme, puxei a carta e fiquei encarando por alguns segundos.
Naty: Lê logo! O que foi?
Eu: A pessoa em que a seta aponta foi punida, e deverá perder todas as roupas, incluso peças íntimas.
Gui: O que? Não tem essa carta não! Deixa eu ver isso aqui!
Ele pegou a carta, leu, releu, e Natália ria:
- Não são as regras do jogo?
- Eu não vou ficar pelado na frente deles
- O Lucas já te viu pelado, eu também, o que tem?
- O que tem que a gente nem deveria ter começado esse jogo, a Vivi vai ver e... e....
- E o que? Ficar com vontade? Como se ela já não estivesse, deixa de ser bobo!
Guilherme se levantou, tirou a roupa, Vivi ficou encarando a rola dele por alguns segundos até ele se sentar e cobrir com a camiseta.
Guilherme girou a seta bravo:
- Jogo do caralho, viu?!
A seta caiu nele mesmo, para aumentar sua irritação.
Natália rindo girou a seta, caindo em Vivi, puxou a carta e:
- Beije a boca da pessoa que a seta aponta.
Vivi toda tímida ficou rindo incrédula, enquanto Natália se aproximou e o beijinho que começou com um selinho virou em um beijo de língua que demorava a terminar, Guilherme e eu assistíamos quietos, e ele disse:
- Chega né? Chega...
Vivi e Naty terminaram o beijo ainda dando mais um selinho, Vivi girou, a seta caiu em Gui, ela puxou a carta e disse:
- A pessoa que a seta aponta deve beijar seus pés!
Guilherme se levantou, caminhou nu até a Vivi, ela se virou, erguendo os pés em direção a ele, ele pegou os pés dela e beijou, ela aprontava para olhar mais ainda para seu pau, ele voltou com a rola balançando na maior normalidade.
Girei, e a seta caiu em Vivi, puxei a carta e perguntei:
- Das coisas que te pediram na cama, qual foi a mais estranha?
- Pra falar de outro...
Naty: Até desconfio de quem seja
Ficou um silêncio constrangedor, não esperava que Viviane fosse relevar isso, mas a essa altura, não havia mais segredos.
Guilherme girou, a seta caiu em Naty, ele puxou a carta e:
- Alguém já te pegou transando?
- Jáááááá, nooosssa, nem me lembre disso!
Vivi: Como foi?
Naty: O Gui e eu estávamos transando, lá na casa que a gente morava, a irmã dele entrou sem bater, meeeeu, que vergonha!
Naty girou, a seta parou em mim, ela puxou a carta e disse:
- A pessoa que a seta está apontada deve retirar uma peça de roupa a sua escolha.
- A camisa né?
- Não... a camisa não
- Por favor... a camisa!
- A cueca, vai...
- Não...
Gui: Só eu que tenho que ficar pelado?
Eu tirei minha cueca rapidamente, meu pau ainda estava meio duro, fiquei com vergonha mas continuei agindo como se fosse algo bobo.
Vivi girou a seta e puxou uma carta preta com um textão, Natália abriu um sorriso de quem já sabia exatamente do que se tratava.
- Carta surpresa! A partir de agora, todos perderão todas as peças de roupas até o fim do jogo e deverão trocar de lugar, nenhuma parte pode ser coberta.
Eu tirei minha camiseta, que era a única coisa que me restava, Guilherme tirou a camiseta que cobria seu pau, enquanto as meninas se despiam, Guilherme olhava com calma e reclamou:
- Eu não to gostando disso, não to gostando do Lucas te vendo pelada
Naty: E você não tá vendo a Vivi?
Gui: Acho que ninguém deveria ver ninguém...
Naty: Por que? Tá com tesão vendo a Vivi?
Gui: Que? Não... não... eu só... bom, eu só to cansado, amanhã eu vou trabalhar
Naty: Então vamos terminar logo esse joguinho...
Natália caminhou até o interruptor e apagou a luz, a sala ficou iluminada apenas por uma luz amarela de um abajur que ela acendeu, e disse com a voz mansa:
- A gente não precisa de joguinhos, vamos brincar... cada um com seu parceiro, somos amigos, né? Todos estamos com tesão pelo jeito.
Ela se sentou no sofá inclinando o corpo pra trás, apertando os peitos, e disse:
- Você não quer que seu amigo toque em mim, beleza... ele não toca, mas e você? Vai vir me foder?
Guilherme nos olhou calado, e se levantou, com o pau duríssimo, Viviane ficou chocada com o que via, ele caminhou devagar até a Natália, se abaixou na frente dela e começou a chupar a buceta da esposa, Vivi e eu estávamos incrédulos, mas me aproximei beijando a boca da Vivi, abocanhei seus peitos e dedilhei sua bucetinha, Natália gemia alto, provavelmente nos provocando, me levantei e coloquei o pau na boquinha da Vivi, olhando para Naty que me olhava sorrindo enquanto Gui chupava sua buceta, depois de alguns minutos Gui se levantou pegando Natália pela mão e direcionando a cabeça dela para mamar seu pau, ela chupava devagar, fazendo barulho com a língua, eu observava ela ter dificuldades para chupar a rola do próprio marido, o pau de Guilherme era grande demais para a boquinha dela, mesmo assim ela lambia devagar, de baixo até em cima, puxei a Vivi para o sofá, pondo-a de quatro, mas Guilherme me repreendeu de um jeito gostoso:
- Não! Senta você, põe ela de frente, ela não queria ver meu pau? Agora vai ver!
Me sentei, Vivi sentou em mim de costas, com uma urgência fora do comum, enquanto ela começava a quicar, Guilherme puxou a mesa de centro para a frente dela, colocando a Naty com uma das pernas apoiadas na mesinha e começou a foder a buceta dela, ele fodia devagar, para que Vivi olhasse perfeitamente o pau dele entrando na buceta da Natália, Vivi gemia baixo olhando aquela cena, eu conseguia ver parcialmente, ele aumentou o ritmo devagar, mas Natália começou a falar diretamente com Vivi.
- Aiiii, aiiii minha bucetiiinha, olha Vivi, olha que pauzão gostoso!
Vivi: Hmmmm, to vendo
Naty: Quer provar?
Vivi: Aiii, quero, mas ele não deixa
Naty: Aiiii, aiii, fooodeee!
Guilherme ignorava a conversa fodendo com vontade, ele dominava Natália fazendo a sala ecoar com o barulho das estocadas.
Gui se sentou no sofá e eu pude ver ele segurando a pica dizendo:
- Vem, senta no teu homem!
Natália veio de frente, enterrando o rosto no ombro de Guilherme, seu cabelo estava caído em meus ombros e eu sentia o seu movimento de descer e subir, Vivi cada vez mais intensificava suas sentadas, Gui segurava a bunda de Natália que virou o rosto gemendo praticamente em meu ouvido:
- Hummm, aiii amooor, aiii que delícia
Isso me enlouquecia, Vivi se virou e ficou do mesmo modo, as duas se olhavam enquanto sentavam, trocando sorrisos e Natália insistia:
- Aiii, imagina você trocando de lugar comigo
Vivi: Para de fazer vontade!
Gui: É, Naty! Para!
Natália ria, e algumas vezes o olhar dela procurava o meu, isso me deixava sem graça, trocamos de posição ao mesmo tempo pondo-as de quatro, o contraste entre elas era muito grande, Vivi magrinha, a bundinha redondinha mas pequena, e Natália com a bunda grande, isso estava me causando um delírio, eu estava louco para pelo menos encostar na bunda de Natália, percebi que Guilherme olhava bastante para a bunda da Vivi, começamos a entrar juntos, ele segurava as nádegas da Natália abrindo com calma, e fodia com força, o pau dele se afundava naquela buceta e eu me perguntava como cabia tudo aquilo, meu pau estava mais duro do que nunca, eu fodia a Vivi com vontade, enquanto mantinha o olhar no que Gui fazia, Natália gemia de um jeito gostoso, e pediu:
- Aiii amooor, hummm, amor... por favor, aiii
Gui: Não
Naty: Só... aiii, só esfrega nela, sem entrar então, hummm, deixa ela sentir seu pau, vai?
Gui: Não
Naty: Aiii, vai? Por favor... só passa a cabecinha nela
Guilherme me olhou com um ar de quem estava irritado com a insistência de todo mundo pra ele comer a Vivi, ele apenas desencaixou o pau de uma única vez de dentro de Naty e disse:
- Lucas, posso esfregar aí?
Eu não consegui segurar o sorriso, tirei meu pau devagar e disse:
- Pode foder ela se quiser
- Não... não é certo isso não, só vou fazer o mínimo aqui
Naty: Ele pode esfregar em mim?
Gui: Não to confortável com isso não, mas pode, sem entrar!
Me posicionei atrás de Natália, segurei meu pau e comecei a esfregar em sua bucetinha, ela rebolava, coloquei na portinha sem entrar, aquilo era uma tortura, olhei pro lado e vi, Guilherme pincelada o meu em Vivi, ela gemia como se ele estivesse fodendo, e dizia:
- Nossa, que pau grosso!
Ele colocou o pau por baixo da bucetinha dela e bombou pra fora, deixando sua cintura bater contra a bunda dela, aquilo foi delicioso, ele repetiu isso algumas vezes, e ela gemia implorando:
- Aiii Gui, põe dentro de mim, por favor, vai?
Eu fiz a mesma coisa com Natália, enquanto eu esfregava na testa de sua bucetinha ela disfarçadamente colocou o braço para baixo e tocou na cabeça da minha rola, acariciando, eu suspirava fundo, olhava para o lado e comecei a pedir:
- Coloca nela, mano, só uma vez
- Não pô, isso aqui já tá demais pra mim, to sentindo que to invadindo propriedade privada
Enquanto eu falava com ele, Naty encaixou sua buceta em meu pau e jogou a bunda toda pra trás para que Guilherme não visse, eu segurei sua bunda e disfarcei, sua buceta era quentinha, e parados, ela contraia apertando meu pau, Guilherme continuava batendo a piroca na buceta de Vivi, e enquanto ele olhava para a buceta da Vivi eu dei umas duas estocadas curtas na bucetinha melada de Natália antes de desencaixar, assim que tirei comecei a esfregar o pau mais rápido na buceta de Natália, que gemeu dizendo:
- Tá gostando da bucetinha da Vivi?
Gui: Tá molhadinha
Naty: Se já tá esfregando, qual a diferença de meter?
Gui: Que aí o Lucas vai querer meter em você
Naty: Ai amor... a gente já tá se esfregando... deixa vai?
Gui: Tá... só duas metidas, não quero outro homem comendo minha mulher
Entrei novamente na buceta de Naty, dessa vez com muita mais vontade, dei algumas estocadas e ela gemeu:
- Aiii Lucas, que delicia! Aiiii
Olhei pro lado e vi Guilherme encaixando o pau lentamente na bucetinha de Vivi, enquanto o pau dele entrava devagar ela se empinava mais e gemia alto:
- Hummmmmmmmmmm
Eu senti meu coração acelerar, com tesão pela buceta de Vivi, com tesão em ver a rola enorme de Guilherme rasgando a buceta da Vivi, mas com o ciúmes me fazendo me questionar se aquilo não estragaria meu casamento, Gui terminou de afundar o pau dentro de Vivi, que tremeu as pernas enquanto ele apenas descansava a rola dentro dela, Naty jogava a bunda para frente e pra trás rebolando rapidamente em meu pau e gemendo com vontade, eu a segurei pela cintura e comecei a foder, tentando ignorar a destruição que acontecia do meu lado, Gui segurou a cintura da Vivi e disse baixo, com voz firme:
- Relaxa, você aguenta!
Eu não conseguia focar, ele deu umas estocadas fracas e eu engolia o ciúmes para não estragar o momento tão desejado, de repente ele me olhou e disse:
- Tá gostando da buceta da Naty?
- Uhum, ela é muito gostosa!
- Fode ela então, to desconfortável pra caralho com isso aí, mas se ela quer... fode um pouco, já eu pego de volta
Continuei fodendo a Naty, ainda que o ciúmes tentava me dominar a buceta dela era muito gostosa e molhada, ela gemia bem, e sua pele era gostosa demais para pegar, enquanto isso, Gui aumentava o ritmo em Vivi que gemia como se estivesse sofrendo, ela gemia dizendo:
- Aiii Gui, me fode! Eu tava louca por você, vaii, issooo, aiii, aiii que pau gostoso, aiii que pauzão!
Ficamos assim por apenas uns 3 minutos, até Gui tirar a pica devagar de dentro de Vivi e dizer:
- Vamos trocar de volta mano, to ficando puto com você comendo minha mulher
- Eu também to - respondi rindo
Destrocamos, eu entrei na buceta de Vivi e senti como se a buceta dela estivesse um pouco mais aberta, estava estranhamente gostoso, fodi firme para ela sentir que minha rola também a fazia sofrer, numa ideia boba de tentar competir com Gui, e depois de algumas estocadas tirei o pau me masturbando e gozando em sua bunda, Gui me viu jorrar porra nas nádegas de Vivi e disse:
- Caralho, que delícia hein?!
Ele tirou o pau, e fez a mesma coisa, porém a gozada dele foi mais forte, espirrando não só na bunda de Naty mas pulando para suas costas, uma gozada farta, ver aquele pau jorrando leite foi uma cena deliciosa, as meninas foram ao banheiro para se limpar, eu e Guilherme nos vestíamos e eu agradeci:
- Mano, obrigado. Desculpa se a gente te forçou muito a isso
- Forçaram, forçaram... eu to puto com você, você comeu minha mulher, mas vai passar
- Eu também senti ciúmes, muito ciúmes na verdade, mas vai passar
- Não vamos mais falar disso, combinado?
- Claro, combinado
As meninas voltaram rapidamente, sorrindo, como se tivessem comemorando pelo que aconteceu.
Vivi e eu nos despedimos e fomos pra casa, em casa, nos deitamos e começamos a conversar maduramente sobre o que fizemos, Vivi confessou que também sentiu um pouco de ciúmes e eu fui claro sobre minhas inseguranças:
- Eu fiquei me sentindo mal... você gemeu muito com o Guilherme
- O amor, desculpa, mas eu tava com muita vontade nele
- Sim, mas fiquei pensando... sei lá, vai que você gostou mais dele do que de mim
- Não pensa besteira, o Gui é uma fantasia, você que é meu homem
- Tá, eu vou tentar ficar bem com isso
- Fica sim, não fica se comparando, a Naty gemeu muito com você
- Ela pode ter encenado
- Não foi encenação, ela gostou mesmo
- Você acha que vai acontecer de novo?
- Acho que sim... quem fez uma primeira, faz uma segunda
- É verdade
Eu olhava para ela com o sentimento bagunçado, triste por outro ter fodido ela, mas feliz por ter sido o Gui, nessa bagunça de sensações nós acabamos transando de novo, nos beijamos muito, como quem desejava provar um ao outro que ninguém poderia ocupar nosso lugar.
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