Meu primeiro amor foi meu padrasto
Quando a gente descobre o que é amor a gente se entrega de corpo e alma principalmente de corpo
Olá! Esse é meu primeiro conto, então desculpe se eu pecar em alguns detalhes, me chamo Emilly tenho 23 anos, sou natural do Interior de São Paulo, mas atualmente moro em Londrina onde curso agronomia, sou branca, olhos claros, loira de tom escuro, não muito alta, tenho mais ou menos 1,65, seios fartos, coxas e bumbum bem malhado.
Para começar essa história preciso voltar há 20 Anos atrás, minha mãe na época casada com meu pai, viviam brigando, meu pai era pastor de uma igreja e apesar de ser meu pai judiava demais da minha mãe que é 17 anos mais nova que ele, meu pai fazia ela ir para a igreja a força, minha mãe sempre foi muito bonita porém ela se descuidou nesse período, eu com três anos na época presenciava tudo até que minha mãe decidiu dar um basta em tudo isso, então pouco tempo depois conheceu Gustavo, um moreno Alto, corpo atlético, super cuidadoso conosco, e assim engataram um namoro de dois anos, ele sempre foi um máximo até hoje é, até que os dois decidiram se casar, e eu já o amava e o chamava de pai, ele sempre foi muito grudado comigo. Ele amava que eu o chamava de pai e após eles se casarem fomos morar no sítio com Gustavo, seus pais deixaram para ele quando faleceram em um acidente, e então com os anos se passando e eu crescendo fui tomando gosto pelas mesmas coisas que ele, cuida vamos do gado, plantavamos soja, milho éramos felizes, te que quando eu completei 14 anos uma noite passando pelo quarto deles ouvi um barulho.
Ploc, Ploc, plock!
_Vai amor mete esse pauzao em mim
Quando coloquei o olho na fechadura da porta, tomei um susto ao ver minha mãe de quatro e Gustavo com seu corpo sarado metendo nela, os dois pareciam doidos, em um vai e vem frenético.
Nesse momento um calor tomou conta do meu corpo, e senti o meio das minhas pernas pulsar, ao levar minhas mãos senti minha calcinha molhada, corri para o quarto e me masturbei ouvindo seus gemidos.
Pra falar a verdade acho que sempre tive uma queda por ele, pois quando criança eu dizia "Eu vou me casar com o papai", e quando brincávamos lembro que após os dez anos eu já entendia o que era sexo eu dava um jeito de pegar no seu pau ou rossava meus peitinhos em formação, quando sentava em seu colo rossava bastante minha bunda nele, então eu sempre fui safadinha, mas ele sempre muito respeitoso comigo mas eu sabia que um dia ia acontecer algo, mas enfim a gente sempre foi amigos, sempre dividi com ele meus maiores segredo, mas depois do que vi no quarto reacendeu algo que sentia dês da infância.
Quando fiz 16 amos as coisas começaram a mudar, eu com o corpo formado acordava todos os dias para tocar o gado junto com ele até que em uma tarde de muito calor ele se vira e diz:
_Termine de recolher o gado eu vou até o Rio me refrescar um pouco, depois sobe pra ajudar sua mãe.
Era férias em janeiro então eu após tocar o gado fui até o riacho e quando chego lá me deparo com aquele corpo moreno, nu, lindo tomando banho.
Seu jeito bruto me dava cada vez mais tesão até que então coloquei em minha mente que eu iria dar pra ele, ele seria meu primeiro.
Mas os nossos planos nem sempre dá certo, naquela semana minha mãe queria participar conosco dos afazeres da fazenda, e ela é muito boa nisso, então numa tarde os dois me deixam tocando o gado e vão para o rio.
Após eles saírem peguei meu cavalo e fui até o riacho, chegando lá vejo os dois transando na margem do rio, desabotoei minha calça, baixei, coloquei minha calcinha de lado e comecei a tocar uma siririca vendo aquele pau enorme deflorar minha mãe.
Gozei muito ouvindo e vendo seus gemidos, me arrumei e continuei com meus afazeres.
Mais tarde comecei a perguntar para minha mãe sobre Gustavo, como ele era como marido, minha mamãe com o olhar de apaixonada disse que foi a melhor coisa que aconteceu em sua vida, porém carregava uma culpa enorme, pois há alguns anos atrás, após a colheita da soja ela viajava muito vendendo o que colhiamos e acabou se envolvendo com outro homem, porém Gustavo ao flagrar os dois, a perdoou e disse para nunca deixarem eu perceber, pois ele se importava muito comigo.
Tendo essa informação, eu passei a fantasiar minha mãe nos pegando no flagra, mas ali minha mãe estava em um tom estranho, como se pressentisse algo.
E aconteceu, três dias após essa conversa minha mãe caiu do cavalo e foi internada, meu "Pai" estava tão preocupado que foi grosso e rude comigo, então vem a notícia, minha mãe estava em coma, nós ficamos sem chão, os meses iam se passando e a casa vazia e eu e meu pai apenas e um silêncio enorme dentro de casa, até que uma tarde após eu chegar do colégio, vejo meu pai sentado com sua viola na varanda de casa, me aproximo e digo:
_Bença pai
_Oi Filha Deus abençoe.
_ Por que está tão triste?
_Sinto falta da sua mãe!
_Olha pra amenizar um pouco não é igual o dela, mas vou fritar um queijo e trazer um pão pra vc comer.
Ele me deu um sorriso com os olhos cheios d'água me agradecendo, meu pai não cuidava da fazendo, os funcionários por conta da situação de casa tinham medo de ser dispensado então evitavam meu pai, após eu terminar seu lanche eu o levei pra dentro e ele comeu então eu propus:
_Ei Seu Gustavo, vamos ficar bonitão, é tão lindo, e tá aí todo desleixado minha mãe não ia gostar de te ver assim.
Ele sorriu, peguei uma Gillette, fiz sua barba, cortei seu cabelo e ele foi para o banho.
Naquela noite estávamos conformados já que ela poderia não voltar, então me aprontei e fui para o banho, e como de costume tomo banho antes de dormir, passei no quarto ele dormia com a TV ligada, desliguei e fui para o banheiro, como estávamos só nos dois, não me preocupei em fechar a porta até que quando estava me depilando me deparo com ele passando na porta do banheiro, aquilo fez meu coração disparar, e novamente me ascendeu, eu desejava ele porém o momento era difícil.
Ele voltou para o quarto sem me olhar, eu terminei o meu banho, coloquei uma camiseta, e uma calcinha apenas, fui até seu quarto pedir desculpas, mas ao abrir a porta me deparo com ele, com aquele pau delicioso na mão, então e diz:
_Bata na porta Emilly, mania que vc tem viu.
Envergonhada pedi desculpa mas quis me aproveitar da situação e pedi:
_Pai posso dormir aqui Hoje?
Ele responde:
_ Melhor não filha o pai não está bem, e assim vc me pegou desprevenido
_Esquece isso pai, credo normal homem e mulher faz isso.
.após eu insistir bastante ele deixou eu dormir ali, quando era mais ou menos uma da manhã ele quase pegando no sono eu digo:
_Nossa que calor! Vou abrir a janela,
Então tiro minha blusa e revelo meus seios fartos que pela luz da lua os deixavam bem visíveis
Meu pai se vira e então eu comecei
Abracei ele e deixei minha mão escorregar por sua cintura e senti o volume de sua bermuda, e então ele se vira e diz:
_Filha não podemos, sua mãe não está bem, e você é uma mulher linda mas não posso.
Eu o respondo sorrindo:
_Confia em mim pai, por que eu confio em você.
Puxei seu short revelando seu cacete duro feito pedra, e então cai de boca, mamando como uma louca, seu pau que mal cabia em minha boca, depois ele me vira, tira minha calcinha, e então começa a chupar minha buceta lisinha, e com sua mão apertando os meus mamilos.
Aquilo pra mim era um sonho, sonho que se realizará, então ele vendo que eu já não aguentava mais de tesao, ele da uma pincelada com seu pai na entrada da minha buceta pegando meu melzinho, e vai colocando vagarosamente a cabeça e eu com dor implorando pra ele ir de vagar pois eu ainda era virgem, sinto um estalinho, ele tira seu pai coberto com sangue me lima e pergunta se podemos continuar.
Eu querendo aquilo mais que tudo no mundo digo que sim, então ele põe seu pau novamente então a dor passa a ser menor, sinto seu pau invadindo e preenchendo toda minha buceta, ao ponto de fazer a minha vulva ficar alargada e meu grelinho durinho mostrava quanto tesao sentíamos, e então ele começa as estocadas, as paredes da minha buceta estavam latejando, eu sentia seu pau, grosso e veiudo me invadir, e então nos começamos a gemer feito loucos.
_Vai paizinho, come a bucetinha virgem da sua filha.
_Que delícia filha, sempre quis te provar.
_Ai que pau gostoso, hoje quero perder tudo com você, quero dar meu cuzinho.
_Vou enfiar meu pau em você onde você quiser.
_Come sua putinha gotosa, que dês de criança quer te dar.
_Come minha buceta
_Me arromba
_quero sentir você
E então aos berros eu gozei em seu pau.
Ele me poe de quatro e eu com a buceta latejando, querendo mais sua pica, então ele enfia todo seu pau novamente em minha buceta.
O barulho da minha bunda enorme e branquela batendo em sua pelve ecoava na casa e ele metia em mim como um cavalo, viril, até que sinto seu pai pulsar e então os seus jatos, um, dois, três quatro alagando minha buceta com sua porra grossa, caímos ali e deitados começamos as carícias, após isso fomos para o banho, deitamos e dormimos, na manhã seguinte o Hospital liga dizendo para a gente que minha mãe poderia ser acompanhada por um médico uma vez na semana pois seu quadro não mudava ela continuava sem dar sinais, mas como ficou muito extenso conto em uma próxima, lógico que continuamos transando mesmo com ela em casa porém agora me sinto culpada mas também não queria dividir ele com mais ninguém, mas isso é para outro conto.
Beijoookkks
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Comentários (3)
Bronquinha: Emilly gostosa tive uma enteada que deu em cima de mim ainda novinha, com o mesmo nome seu, fui ao delírio com ela que saudade !
Responder↴ • uid:1cy7hkhsxpbvHehehe, sou Safada: Eita, tô curiosa pelo próximo conto
Responder↴ • uid:2ql0o52qkCarioca Safado: Eu também estou muito curioso pela próxima, apesar da tragédia o conto foi gostoso .
• uid:1d3q33294g5i