#Assédio #Voyeur

Modelo de nudez num cavalo de estátua

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doida por dildo

ela transa sem querer com uma estatua Ela estava sem emprego havia três meses quando viu o anúncio. Agência de modelos para desenho artístico.

Ela estava sem emprego havia três meses quando viu o anúncio.
Agência de modelos para desenho artístico. Poses ao vivo. Pagamento por sessão. Sem experiência exigida, só disposição e pontualidade.
No dia da entrevista a sala era clara, cavaletes encostados na parede, cheiro de grafite e tinta. A responsável olhou o corpo dela uma vez só e falou direto:
— Nudez total. Quatro horas sentada ou deitada. Alguns clientes pedem depilação completa. Você aceita?
Ela aceitou.
Na primeira sessão tirou a roupa atrás do biombo. Ficou nua no centro do ateliê, a bunda enorme marcada pela luz da janela, a xoxota lisa, sem um fio. Tinha se depilado de manhã, inteira, porque o recado era claro: os clientes gostavam de ver sem pelo. O desenho saía mais limpo. A linha da virilha, o grelo, o vão da bunda — tudo à vista.
Ela gostou.
Gostou do silêncio da sala, do riscar dos lápis, dos olhos que não pediam conversa, só forma. Gostou de virar de lado e sentir o peso da própria bunda descansar na coxa. Gostou de abrir um pouco as pernas quando o instrutor pedia “mais volume na frente” e ficar ali, depilada, o ar frio no meio, sabendo que cada traço no papel era ela.
Os serviços foram aumentando. Um pintor pediu ela de quatro no banquinho baixo, a bunda virada para a turma. Outro quis ela deitada de barriga para baixo, pernas abertas, o queixo no braço, a xoxota lisa encostada no tecido claro. Sempre sem pelo. Sempre a mesma regra: quanto mais limpa a pele, melhor o estudo.
No ônibus de volta ela ainda sentia o lugar onde tinha ficado sentada tanto tempo. A bunda latejava de tão exposta. Entre as pernas, lisa, um pouco quente. E, pela primeira vez em meses, o envelope no fundo da bolsa estava grosso o suficiente para o aluguel.
No outro dia a agência ligou de novo.
— Mesmo horário. Cliente novo. Quer você raspada outra vez. E quer a pose mais aberta.
Ela passou o creme, passou a lâmina, passou a mão para conferir. Nada. Só pele. Só o formato grande da bunda e a xoxota descoberta, pronta para mais uma tarde de olhares e grafite.
Vestiu o sobretudo, trancou a porta e foi. Sem emprego formal, mas com um lugar onde o corpo dela — enorme atrás, liso na frente — era exatamente o que pediam.
Ela chegou no ateliê no horário.
O espaço era maior do que o da agência. Luz de janela alta, cheiro de carvão e verniz. No centro, o artista desenhava outra garota nua, sentada num banquinho baixo, pernas bem abertas, a xoxota voltada para ele. Ao redor, várias estátuas: mulheres de pedra e gesso, bundas largas, coxas abertas, algumas com a mão entre as pernas. Ela achou lindo. Parou um pouco só olhando as obras, o traço certeiro, o volume certo.
O artista terminou o estudo da outra modelo, agradeceu baixo e ela se cobriu e saiu. Ele limpou as mãos no pano e olhou para quem acabara de entrar.
— Você é a da agência. Pode tirar a roupa. Quero a mesma base: sentada, pernas abertas. Depilada, como pediram.
Ela tirou o sobretudo. Ficou nua no meio das estátuas. A bunda enorme pesou quando sentou. Abriu as coxas. A xoxota lisa ficou à mostra, igual à da garota que tinha saído. O carvão começou a riscar.
Enquanto ele desenhava, ela pensou.
Será que vai ser putaria.
Às vezes eles pediam algo diferente. Um ângulo mais baixo. Um dedo afastando os lábios. Ficar mais tempo aberta do que o relógio da sessão. E ela topava. Precisava do dinheiro. E, no fundo, o corpo dela já estava acostumado a ser olhado assim: sem pelo, a bunda grande virada ou aberta, a pele clara contra o banquinho.
O artista não falou nada demais no começo. Só pedia:
— Abre mais um pouco. Isso. Segura.
O lápis descia no papel no mesmo lugar em que o olhar descia nela. Ela respirou fundo, as pernas abertas no meio das estátuas, e pensou de novo: se ele pedir diferente, eu topo.
Ele terminou aquele desenho.
Ela deitada no tecido claro, os dois dedos abrindo os lábios da xoxota lisa, o grelo à mostra, a bunda enorme descansando de lado. Tudo no ritmo da sessão. Nada além do que a agência já tinha avisado. Ele fechou o caderno, limpou o carvão dos dedos e apontou para o fundo do ateliê.
— Agora quero você ao lado daquilo.
O cavalo alado era enorme. Mármore branco inteiro, asas abertas, crina parada no ar. Empinado, as patas dianteiras no alto, o peito largo, o pescoço arqueado. Lindo. E, entre as patas traseiras, o pau da estátua no tamanho original: grosso, veias marcadas na pedra, apontando um pouco para baixo, frio e perfeito.
— Vou te pintar ali. Muitos rascunhos primeiro.
Ela foi nua até o mármore. A pele quente contra o branco gelado. Ficou de pé ao lado da pata, a bunda grande quase encostando no flanco da estátua. Ele já desenhava, rápido, vários traços no mesmo bloco.
Depois virou o rosto para ela.
— Fica embaixo dele.
Ela obedeceu. Entrou no vão das patas traseiras, o ventre do cavalo por cima da cabeça, o pau de mármore bem na altura do rosto e do peito. Alto. Sexy de um jeito parado, impossível. Ela ficou ali perto, nua, depilada, a xoxota ainda um pouco marcada da pose anterior.
— Vira para lá. Agora para cá. Mais perto da peça.
Ela virava. O mármore frio na coxa, na bunda, no ombro. Às vezes o pau da estátua ficava a palmo do rosto. Às vezes ela encostava a face no flanco branco e ele pedia para abrir um pouco as pernas, para o desenho pegar o vão. Ele desenhava muito demorado. Um rascunho, outro, outro. O carvão riscando sem pressa enquanto ela mudava milímetros, nua debaixo do cavalo alado, o pau de pedra sempre no canto do olho, o ateliê silencioso só com o som do lápis.
Ela pensou de novo, quieta, embaixo da estátua:
Se pedir mais diferente do que isso, eu topo.

Ele queria mais.
Pediu para ela subir no tablado baixo, bem na frente das patas traseiras do cavalo. O pau de mármore apontava para cima, grande, frio, a cabeça larga e lisa, as veias gravadas na pedra.
— De costas para ele. Como se estivesse te penetrando por trás. A bunda perto. Não encosta ainda. Eu desenho.
Ela subiu nua. Ficou de costas para a estátua, joelhos no tablado, a bunda enorme quase na altura da pica de mármore. O artista já riscava, demorado, um estudo atrás do outro. Ela segurava a pose. O ar frio no meio das pernas. A pedra a palmo da xoxota lisa.
O tablado escorregou.
Um milímetro. Outro. A madeira antiga cedeu no verniz do chão. Ela foi para trás sem querer, a bunda encontrou a cabeça fria e ela sentiu.
— Aí… aí… para… está entrando… escorreguei… escorreguei…
A cabeça de mármore, larga e gelada, abriu os lábios. Entrou. A pedra não cedia, não esquecia, só avançava com o peso do corpo dela caindo para trás. A xoxota esticou em volta da glande de pedra, depois em volta do colo, a frieza subindo por dentro num choque que fez ela prender a respiração.
Parou na metade.
A pica da estátua estava metade dentro. A parte de fora ainda branca, veias à mostra, a parte de dentro ocupando ela por completo, fria demais, grossa demais, parada. Ela ficou ali, de joelhos no tablado torto, a bunda encostada no mármore, o pau de pedra engolido até o meio, os dedos cravados na borda da madeira.
— Está… está dentro… metade…
O artista tinha baixado o lápis. Olhava o ponto exato: os lábios lisos abertos em volta da pedra branca, o grelo roçando o mármore, a bunda enorme pressionada contra o ventre da estátua, a outra metade do pau ainda de fora, apontando o que faltava entrar.
Ela não conseguia nem descer nem subir. O tablado tinha travado no novo ângulo. A pica de mármore continuava metade dentro, fria, imóvel, e ela ali, nua, sentindo cada milímetro da entrada que não tinha sido combinada — só o escorregão, e o monstro de pedra já no meio do caminho.
— É grande… tira eu daqui… está doendo…
A voz saiu baixa, quebrada. Ela tentou avançar os joelhos no tablado para sair da pedra. O movimento fez o contrário. O mármore frio deslizou mais um pouco para dentro. Quarenta centímetros já estavam nela. Do pau de cinquenta e dois, só doze ainda de fora, brancos, veias à mostra, a base quase encostando na bunda.
— Espera — o artista falou, já virando a página. — Não sai. Segura assim. Eu preciso desse ângulo.
Ela quis sair de novo. Empinou um pouco para a frente. O tablado cedeu mais um milímetro e a pica de mármore comeu mais dois. Quarenta e dois. A barriga marcou. Era enorme. A cabeça larga já estava fundo demais, a grossura não diminuía, a frieza queimava por dentro.
— Não… está entrando mais… tira…
Ele não tirou. Só andou em volta, carvão na mão, desenhando o ponto onde os lábios lisos se abriam no branco da pedra, a bunda enorme pressionada, os doze centímetros que ainda faltavam.
O medo e o tesão se misturaram. A xoxota latejou em volta do mármore, apertou sozinha, e ela gozou devagar — um orgasmo longo, assustado, o corpo tremendo sem conseguir se livrar. O líquido escorreu pela pedra fria, desceu pelos quarenta e dois centímetros que já estavam dentro, pingou no tablado.
Ainda faltava. Cinquenta e dois no total. Enorme. Ela ofegava, os dedos brancos na borda da madeira, tentando não recuar porque cada recuo era mais pica de mármore sumindo nela.
— Por favor… tira… está doendo e está… está gozando e eu não queria…
O lápis continuava riscando. Ele só respondeu, sem levantar o olhar do papel:
— Mais um pouco. Não se mexe. O desenho pede exatamente assim.
O tablado cedeu de uma vez.
O que faltava — aqueles doze centímetros — sumiu num único deslizamento frio. A pica de mármore entrou até o fim. Cinquenta e dois centímetros. As bolas de pedra bateram na bunda dela, redondas, geladas, encostadas de verdade no meio das nádegas.
— Entrou tudo… entrou tudo… entrou tudo…
Ela repetia, a voz falha, empalada até a base. A pedra não pulsava, não esquecia, só ocupava. A cabeça larga no fundo, o corpo inteiro esticando a xoxota num círculo tenso, as bolas frias coladas na pele quente.
— Aí… aí… me tira… vou gozar de novo…
A dor era gostosa de um jeito errado. Ardência funda, peso de estátua, a frieza queimando por dentro e o tesão subindo mesmo assim. Ela estava empalada de verdade: joelhos abertos no tablado torto, a bunda enorme esmagada contra o ventre de mármore do cavalo, o pau branco desaparecido por completo entre os lábios lisos.
Levou a mão para trás.
Os dedos encontraram primeiro as próprias nádegas, depois as bolas de pedra, depois o ventre liso do cavalo. A palma inteira no mármore frio do baixo-ventre da estátua. Não tinha mais pau para fora. Nada. Só ela enfiada até o talo, a barriga de pedra encostada na bunda, a prova de que os cinquenta e dois tinham cabido.
Gozo de novo. Mais forte. O corpo inteiro tremeu em volta da pica imóvel, a xoxota apertando a pedra, o líquido escorrendo pelas bolas de mármore, pelas coxas, no chão. Ela gemia “entrou tudo” entre os dentes, a mão ainda atrás, sentindo o ventre do cavalo, sentindo que não havia para onde ir — só ficar ali, empalada, a dor gostosa latejando em cada centímetro que a estátua tinha comido.
O artista não a tirou. Só mudou de ângulo e continuou o desenho: a mulher nua, a mão nas bolas de pedra, a pica de cinquenta e dois sumida até o fim, o gozo escorrendo no mármore branco.
Trinta minutos depois ele ajeitou o tablado de novo, encaixando a madeira no lugar para ela ter para onde ir.
— Agora volta. Devagar.
Ela foi com cuidado. Os joelhos avançaram um pouco. A pica de mármore começou a aparecer outra vez: primeiro a base, branca, molhada dela, depois as veias, centímetro por centímetro saindo da xoxota vermelha e aberta. Ela mexia o quadril em círculos mínimos, olhos fechados, o rosto dividido entre alívio, dor e tesão. Cada recuo fazia a pedra arrastar por dentro, fria, enorme, reluzindo de tanto que ela tinha gozado em volta.
Mais um pouco. A cabeça larga chegou na entrada, esticou os lábios pela última vez e saiu.
Splot.
O som foi molhado, pesado, oco. A pica enorme de cinquenta e dois centímetros apareceu inteira de novo, branca e brilhante, um fio grosso ligando a glande à buceta aberta dela até romper e escorrer na pedra. O cu e a xoxota pulsavam no vazio. Ela caiu para a frente, de quatro no tablado, ofegante, a bunda enorme ainda virada para o cavalo, o buraco latejando, redondo, vermelho, tentando fechar e não conseguindo na hora.
Ficou assim um minuto, descansando. A testa no braço, as pernas abertas, o ar frio no meio molhado. O mármore atrás dela pingava. Ela respirava fundo, o corpo inteiro lembrando o formato que tinha levado.
O desenhista fechou o caderno, limpou o carvão e falou, calmo, como se a sessão só tivesse mudado de pose:
— Descansou. Levanta quando puder. Pronta para mais desenho. Quero você deitada agora. Mesma luz. A estátua fica no fundo.

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