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Transformei meu "filho em propriedade particular" parte 1

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Sexo com filha trans, branquinha 26 anos feminina

Ele tinha vinte e seis anos quando finalmente cedeu.
Durante meses o pai falava baixo, quase como se estivesse contando um segredo. Falava do corpo que ele poderia ter, da pele mais macia, dos seios que cresceriam, da voz que mudaria, do jeito que as pessoas olhariam para ele… e, principalmente, do jeito que o próprio pai olharia.
— Você vai ser só minha — dizia, a mão pesada na nuca do filho. — Ninguém mais. Nunca.
No dia em que ele assinou os papéis e começou o tratamento, o pai já tinha o frasco de estradiol e a seringa prontos em cima da mesa da cozinha. A dose era alta. Maior do que a maioria dos médicos recomendava. O pai não se importava.
— Quero que fique linda rápido — murmurou enquanto empurrava o êmbolo. — Quero ver meu filho desaparecer e minha mulher nascer.
Os primeiros meses foram difíceis. Náuseas, oscilações de humor, a pele ficando mais fina, os seios doendo. O pai acompanhava tudo. Massava os peitos inchados todas as noites, passava creme, media com a fita métrica, puxava fotos antigas e comparava.
— Olha como você está mudando — dizia, a voz rouca de excitação. — Logo ninguém vai lembrar que você já foi homem.
Quando os seios chegaram a um tamanho generoso e a cintura afinou, o pai comprou a primeira calcinha de renda e o primeiro vestido. Fez o filho (agora cada vez mais “ela”) vestir na frente do espelho, enquanto ele se masturbava atrás.
— Gira. De novo. Mais devagar.
Aos oito meses de hormônios a barba quase não crescia mais. A voz tinha ficado mais aguda. O rosto arredondado. O cabelo, que o pai proibia de cortar, já passava dos ombros. Foi nessa época que o pai decidiu que o nome antigo morria.
— A partir de hoje você é a Laura. Minha Laura. E você não sai dessa casa sem minha permissão.
Laura não discutiu. Já não discutia fazia tempo. Cada injeção, cada elogio, cada beijo na boca que o pai dava depois de a olhar nua no espelho reforçava a mesma coisa: ela existia para ele.
Um ano depois, o corpo estava irreconhecível. Seios cheios, quadris largos, pele macia, voz doce. O pai a fazia andar de salto pela casa, cozinhar de avental e calcinha, ajoelhar-se quando ele chegava do trabalho. À noite a levava para a cama e a fodia devagar, repetindo sempre a mesma frase:
— Você é minha. Só minha. Para sempre.
Laura aprendia a responder:
— Sim, pai. Só sua.
Quando completaram dois anos de hormônios, o pai a levou a um cartório e fez o nome oficial mudar. Depois a levou a um joalheiro e colocou uma aliança fina no dedo anelar dela.
— Isso não é casamento — explicou, beijando o anel. — É propriedade. Você é minha mulher. Minha filha. Minha putinha particular. E ninguém nunca vai te tocar além de mim.
Laura olhou para o próprio reflexo na vitrine da joalheria: cabelo longo, seios generosos sob o vestido justo, cintura fina, a aliança brilhando. Sentiu o peso da mão do pai na nuca e, pela primeira vez, sorriu de verdade.
— Eu sei — respondeu baixinho. — Eu sou só sua.
E foi assim que ficou.
Anos depois, quando alguém perguntava sobre o filho que sumira, o pai apenas sorria e falava da esposa jovem e linda que cuidava da casa. Ninguém precisava saber que aquela mulher bonita, de seios fartos e voz mansa, um dia tinha sido o menino que ele criara.
E Laura também não contava.
Ela já não lembrava muito de quem tinha sido antes.
Só lembrava de quem era agora:
a mulher do pai.
Exclusiva.
Moldada.
Possuída.
Para sempre.

1811295

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