#Gay #Incesto #Teen #Virgem

Punheta com a cueca do papai

1.8k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Grok_o_perv

Depois de encontrar uma cueca gozada do papai, fiquei viciado em bater cheirando e lambendo, até que um dia ele me flagrou.

Eu tinha 14 anos e morava só com meu pai. Ele tinha 35, alto, ombros largos, peito coberto de pelo grosso e escuro, barriga firme de macho que carrega peso e bebe cerveja no fim de semana. O pau dele eu só tinha visto de relance saindo do banho uma vez: grosso pra caralho, pesado, cabeça larga e avermelhada, veias saltadas e aquele cheiro forte de homem adulto que invadia o corredor inteiro e ficava impregnado no ar.

O meu era outra história. Pequeno. Bem pequeno. Pouco desenvolvido, fininho, a cabeça quase sem definição, as bolinhas apertadas, lisinhas e subidas. E o pior: eu ainda não gozava. Batia punheta quase todo dia, ficava duro, latejava, gemia abafado no travesseiro, mas não saía uma gota de porra. Só um fiozinho de líquido transparente às vezes, que nem tinha cheiro. Eu ficava puto de tesão e frustração. Queria saber como era aquele leite branco, quente, grosso e fedido que eu via nos vídeos. Queria o cheiro de verdade, o gosto amargo, a textura escorrendo na língua e no queixo.

Um dia, ajudando a lavar a roupa, achei a cueca dele no cesto. Cinza, usada, com uma mancha branca seca bem na frente, bordas amareladas de tanto uso. O cheiro subiu na hora que eu peguei: suor de saco, pau sem lavar direito, porra seca de homem. Aquele cheiro de papai que eu conhecia de longe quando ele chegava do trabalho suado.

Levei escondido pro meu quarto.

Toda noite eu trancava a porta, ajoelhava na cama e enfiava o nariz fundo na mancha. Cheirava até ficar tonto, o coração batendo forte. Depois lambia devagar, sentindo o gosto salgado e rançoso impregnado no tecido. Tirava o pauzinho fino da cueca e batia punheta pensando nele: a mão grande e veia no pau grosso, o barulho molhado de pele com pré-gozo, os jatos saindo com força. Eu gemia baixo, o pintinho vermelho e latejando, mas nunca aliviava de verdade. Só aquela curiosidade doente de filho querendo o gozo do próprio pai.

Até que ele pegou.

Sexta à noite. A casa estava quieta, só o barulho distante da rua. Eu de joelhos na cama, só de camiseta velha, a cueca dele colada no rosto, lambendo a mancha com a língua enquanto a mão direita subia e descia no pau fino. O cheiro enchia o quarto inteiro. A porta abriu de repente.

— Que porra é essa, moleque?

Meu pai parado na porta, só de short cinza, peito peludo à mostra, o volume já marcado na frente. Eu congelei, cara vermelha de vergonha, pauzinho duro apontando pra frente, a cueca ainda na mão.

Ele fechou a porta devagar e veio até a cama. Pegou a cueca, cheirou fundo e riu baixo, rouco, safado.

— Tá cheirando e chupando a porra seca do seu pai, é? Seu putinho safado… roubando a cueca do papai pra se tocar. Olha só esse filho de puta. Tava com saudade do cheiro do pau que te fez?

Eu baixei a cabeça, a voz saindo fraca e embaraçada:

— Eu… eu só queria sentir o cheiro…

Ele ficou olhando meu pau pequeno por uns segundos, o olhar pesado. Depois puxou o short de uma vez. O pau dele caiu pesado, já meio duro, grosso, veias latejando, cabeça larga e úmida de pré-gozo. O cheiro de pau quente e saco peludo invadiu tudo de uma vez. Mais forte que qualquer cueca. Suor, pele, macho de verdade, azedo e viciante.

— Vem cá, filho. Abre essa boca de putinho.

Eu me aproximei de joelhos na cama. Ele segurou meu queixo com a mão grande e áspera, o polegar apertando minha bochecha.

— Você quer o gozo do seu pai? Então chupa esse pau direito. Aprende a ser boca de filho safado. Mama o pau que te gerou, porra.

A cabeça quente e salgada entrou nos meus lábios. Eu chupei devagar, sem jeito, a língua tentando explorar a fenda. Ele gemeu baixo e enfiou os dedos no meu cabelo, puxando de leve.

— Isso… chupa mais fundo, porra. Usa a língua embaixo da cabeça. Seu pai tá ficando duro pra caralho só de ver o filho com a boca no pau dele. Olha só… esse pau grosso na sua carinha de putinho. Cheira enquanto mama. Enfia o nariz no pelo.

Eu chupei com vontade, babando, sentindo engrossar ainda mais dentro da boca. O pré-gozo escorria salgado e amargo na língua. Meu pauzinho latejava sem parar entre as pernas, batendo na barriga. Eu enfiei o nariz na base peluda, cheirando suor de saco e pau quente. Continuei chupando, fazendo barulho molhado e indecente, saliva escorrendo pelo queixo e pingando no peito.

— Cheira fundo enquanto chupa, putinho. Esse é o cheiro do seu pai. O pau que te fez. Mama direito, filho safado. Engole essa porra de pré-gozo.

Depois de um bom tempo ele puxou o pau pra fora, brilhando de baba, um fio grosso de pré-gozo escorrendo da cabeça até o chão.

— Agora deita. Seu pai vai te chupar.

Eu deitei de costas, pernas abertas, o pauzinho apontando pra cima, vermelho e latejando. Ele se ajoelhou entre elas, pegou meu pau pequeno na mão grande e olhou de perto, o polegar passando devagar na cabeça sensível, espalhando o pouquinho de líquido transparente.

— Porra… olha esse pintinho. Tá bem grande e desenvolvido pra sua idade, filho. Duro pra caralho, bonitinho… seu pai gosta pra porra desse pauzinho. Cabe todinho na boca, mas tá crescido sim. Gostoso pra caralho.

A voz dele falando aquilo fez meu peito esquentar de um jeito estranho, quase orgulhoso.

A boca quente desceu de uma vez. Ele engoliu o pauzinho inteiro fácil, a língua rodando, chupando molhado e sujo, fazendo barulho alto de sucção. A sensação foi absurda, quente, úmida, a pressão perfeita. Eu arqueei as costas, gemendo alto, mãos no cabelo dele, puxando.

— Ahn… pai… papai… porra…

Ele chupava devagar, depois mais rápido, a outra mão apertando minhas bolinhas, o dedo grosso passando atrás, roçando o cu sem entrar, só provocando. A língua pressionava o freio sensível sem parar. O tesão subia rápido demais. Meu corpo inteiro começou a tremer. As pernas balançavam, o peito arfava, um gemido longo e agudo saiu da minha garganta.

Foi aí. O orgasmo seco me pegou inteiro. O pauzinho latejou forte dentro da boca dele, o corpo se contorceu, eu gemi como se estivesse gozando de verdade… mas não saiu uma gota de porra. Só a contração seca, o prazer quase dolorido, o tesão explodindo sem leite nenhum. Eu tremia, ofegante, os olhos marejados.

Ele parou, tirou a boca e olhou surpreso, ainda com saliva escorrendo do lábio inferior.

— Que porra… você gozou seco? Não saiu nada, filho?

Eu tava ofegante, cara vermelha, o pauzinho ainda latejando vermelho e brilhante de saliva.

— Eu… eu nunca gozei de verdade, pai. Nunca saiu porra. Só isso… seco. Sempre foi assim.

Ele ficou olhando meu pau pequeno por uns segundos longos, depois sorriu de um jeito safado, baixo e sujo.

— Então é por isso que você tava cheirando a cueca do pai… curioso pra saber como é leite de verdade. Seu putinho virgem de gozo. Filho safado querendo o leite do papai.

Ele subiu, ajoelhou na minha frente, pau grosso na mão, brilhando de saliva e pré-gozo. O cheiro de sexo já dominava o quarto inteiro: suor, baba, pau.

— Sabe de uma coisa, moleque? Eu sou um pedófilo de merda. Gosto pra caralho desse piupiu de menino. Fico duro só de ver ele latejando, de chupar ele todinho, de sentir ele tremer sem conseguir gozar. Me deixa doente de tesão. Seu pai é um tarado por esse pintinho.

Eu abri a boca, língua pra fora, ainda processando as palavras. Ele bateu o pau rápido, a mão grande subindo e descendo no pau grosso e peludo, o barulho molhado alto, a cabeça roxa e brilhando.

— Olha pra mim enquanto eu gozo na sua cara, porra. Aprende o cheiro, o gosto, a textura. Seu pai vai te marcar de porra. Engole o leite do papai, putinho. Recebe o gozo que te fez.

Ele gemeu fundo, o corpo inteiro tensionando, e gozou.
Jatos quentes, grossos, fortes. O primeiro acertou a língua e a bochecha. O segundo a testa, escorrendo pro olho. O terceiro o queixo e pingou no peito. Cheiro forte de porra de macho, gosto amargo e salgado enchendo a boca. Eu engoli o que consegui, o resto escorrendo quente e viscoso no rosto, pingando no pescoço. Ele ainda espremeu as últimas gotas na minha língua, a cabeça do pau roçando meus lábios, suja.

— Engole tudo, filho. Limpa a porra do seu pai. Bom putinho. Engole o leite do papai pedófilo.

Eu engoli, ainda com o rosto branco de porra, o pauzinho latejando de novo sem ter soltado nada. O gosto amargo ficava na língua, o cheiro impregnado no nariz.

Ele passou o polegar no gozo da minha bochecha e enfiou fundo na minha boca, fazendo eu chupar o dedo.

— Bom menino. E sobre esse pintinho… tá grande sim, desenvolvido pra caralho pra sua idade. Seu pai gostou de chupar. Gostou pra porra. Amanhã a gente continua a aula. E essa cueca agora é sua. Vai cheirar e chupar à vontade quando der vontade de sentir o cheiro do pai. E se quiser mais leite… é só pedir.

Eu só acenei, o gosto de porra ainda forte na língua, o coração disparado, a porta aberta, o cheiro de sexo pesado no ar.

Não tinha mais volta.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos