Filhinha cheirosa e gostosa 1
Aconteceu e eu aproveitei. Foi inevitável. Tudo começou pelo nariz.
PAPIS
Gostaria de relatar fato realmente acontecido comigo. Eu tenho 42 anos, sou casado com uma boa mulher, nos damos muito bem e do nosso casamento veio nossa única filha, atualmente com 15 anos.
Nossa história, porém, começa há algum tempo. Sempre fui um pai muito presente nos cuidados com a casa e com minha própria filha. Até porque minha esposa era médica e trabalhava em três hospitais, enquanto eu tinha a liberdade de trabalhar a partir de casa (home office).
Eu minha filha sempre fomos muito apegados, cheios de carinho um com o outro, cansei de vê-la sem roupa, dei vários banhos nela e nunca tive qualquer pensamento impuro com ela. Isso mudou de repente, inesperadamente, como adiante vocês constatarão.
Quando Yasmin chegava da escola, tinha o hábito de tomar banho imediatamente. Só depois é que ela fazia um lanchinho ou comia uma fruta para, depois, descansar um pouco e estudar, fazendo as tarefas do colégio.
Eu já sabia que ela estava naquela fase de pré-adolescência de ficar com as amigas dando risadinhas quando falavam de meninos e Yasmin, por ser muito bonita, corpo bem feito, pernas grossas, bundinha empinada e já um pouquinho de seios, acho que chamava mais atenção dos meninos. Mas tudo isso ocorria sem que eu ou a mãe dela soubéssemos de detalhes porque Yasmin era muito tímida e muito reservada.
Num dos dias que ela chegou da escola e foi tomar banho, eu chegara havia pouco tempo e, por isso, depois que ela saiu do banho fui eu tomar o meu banho. Ao me despir e procurar o cesto de roupas sujas no banheiro, deparei-me com a calcinha usada dela. Havia sinais de umidade e, pensando tratar-se de algum corrimento, levei-a ao nariz.
Pronto! Aquele foi o estopim de tudo. O cheiro inebriante que penetrou minhas narinas logo despertou uma ereção. Não me contive com apenas com o odor e de maneira irresistível, lambi aquela deliciosa calcinha. Masturbei-me imediatamente e tive um gozo maravilhoso. Depois de gozar, veio o sentimento de culpa e remorso. Fiquei com aquilo o resto do dia.
Mas no dia seguinte o tesão voltou a me dominar e fiquei à espreita depois que ela tomou o banho dela. Corri ao banheiro e encontrei a calcinha do dia. Estava cheirosinha, mas estava seca e nada comparável à do dia anterior. Fiquei intrigado e – por que não dizer? – frustrado.
Acabei o meu banho, fui até a cozinha e, de repente, ela me aparece com uma saia curtinha e o “cropped” bem apertadinho. Veio me dar um beijo e eu a abracei com mais volúpia, creio eu, porque ela logo notou a diferença. Sarrei o quanto pude meu pau naquelas coxas. Notei que os biquinhos dos pequenos seios enrijeceram.
Daí, brincando, perguntei se ela estava com frio e ela perguntou o porquê. Eu, já apertando seu mamilo, chamei atenção e acrescentei que ela estava todo arrepiada. Ela meio que se encolheu, dizendo que foi o abraço e o beijo que eu dei nela. Daí, já completamente dominado pela libido, disse, em tom de brincadeira, mas dizendo a verdade: - Ué, está com tesão no papai? Ela, não sei se inocentemente ou já na maldade, também, respondeu: - Eu não sou de ferro, né, pai? E eu imediatamente falei: - Eu também não sou e, diante de uma gata dessa, que homem resiste?
Ela ficou alegre com o elogio, seus olhinhos brilharam e ela fixou seu olhar no meu, com cara de séria. Eu li o pensamento dela e, sem falar nada, dei outro abraço apertado e sarrando meu pau. Dessa vez ela meio que correspondeu com tesão também. Não tive dúvida: busquei aquela boquinha linda e, sem resistência, taquei-lhe um beijo de língua logo correspondido.
Daí ficamos uns minutinhos nos apertando e nos esfregando, até ela me perguntou: - Pai, o que você está fazendo? Eu estou ensopada na minha xaninha. Acho que nunca senti isso de forma tão gostosa assim.
Mesmo com a consciência pesada, eu disse que era coisa normal entre um homem e uma mulher e que tinha jeito de ficar ainda mais gostoso, mas que tínhamos a barreira de sermos pai e filha. Ela quis discutir por que era errado. E, em vez de dar as explicações necessárias, eu simplesmente levei minha mão à sua bucetinha, por debaixo da saia. Ela, sem reclamar, facilitou abrindo ainda mais as pernas. Foi então que eu perguntei se ela estava gostando e, ao obter a resposta positiva, perguntei se ela queria prosseguir. Ela obviamente disse que sim, mas eu disse que só continuaria se ela prometesse guardar segredo, inclusive e principalmente da mãe dela. Ela concordou.
Puxei-a pela mão até o meu quarto onde, ainda de pé, dei-lhe outro abraço com beijo. Aos poucos despi-a inteiramente e a visão que eu tive era de perfeição. Nada fora do lugar, aquela bucetinha com poucos pelos, enfim. Joguei-a na cama, tirei minha roupa e caí de boca naquela buceta gostosa. Chupei e bebi todo o seu néctar. Ela vibrava e me incentivava a continuar, dizendo palavras desconexas e se contorcendo. Em dado momento, notei que ela explodiu num gozo fenomenal. Passado o torpor, ela pulou em cima de mim, me beijando e dizendo que tinha sido maravilhoso, me agradecendo por isso.
Ela falou que já se masturbava e gozava, mas nada era comparável àquele momento sublime. E eu disse que ficava feliz com o prazer dela. Ela completou dizendo que ia querer sempre. Eu prometi que faria tudo o que ela quisesse, mas que tínhamos de tomar cuidado.
Esse foi só o início. Depois eu conto os desdobramentos, claro, se vocês quiserem.
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Comentários (5)
Fernandinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Maluzinharsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkJosé Carlos: Aline eu posso ser seu papai
Responder↴ • uid:46kphpcet0bAline: Nossa que delicia, queria que o meu tivesse feito isso comigo antes rsrs. T its_lineee
Responder↴ • uid:rnq25h6hzjyBabygengar1: Conto perfeito!
Responder↴ • uid:1czlsod1ud2nJosé Carlos: Continua
Responder↴ • uid:46kphpcet0b