Crónicas de uma puta de luxo #2
Uma sessão com o Juíz. Uma acompanhante dominada por um juiz aposentado em sessão de BDSM
Chamo-me Neuza, mas para os homens sou a Roxane. 28 anos, baixa, morena, peitos grandes, rabo que não pára quieto, coxas grossas que se tocam quando ando. Não sou bonita de cara — sou bonita de corpo. É o que tenho, é o que vendo.
Faz dois anos que me separei. Era a esposa que fazia o jantar, dizia "amor" por hábito e calava o que sentia. Um dia vi que aquela vida não era minha. Peguei nas coisas e fui-me embora. Foi duro, mas foi a melhor coisa que fiz.
Juiz de Direito, aposentado. Ele me contratou por indicação — um amigo de um amigo de um amigo, o normal de homens que se escondem em conluio. Mandou uma mensagem curta, sem identificação:
"Disseram que você atende. Gostaria de uma sessão."
— O que pretende de mim?
— Dominação, aceita?
— Tenho limites.
— Só o que aceitar.
— Podemos combinar?
— Sim.
Ele me recebeu num apartamento que não era a casa dele. Não confiava em motel, não confiava em casa. Eu cheguei usando um vestido justo, sem nada por baixo.
— Antes de avançar, fique sabendo o que já esperava: absoluto sigilo. Você não vai usar meu nome. Vai receber e vai esquecer.
— Sabe como isso funciona?
— Sei... mais ou menos.
— Então senta aí, na cadeira. Sem tirar a roupa.
Sentei. As mãos nos joelhos. O olhar em mim.
— A primeira regra — começou, andando devagar ao redor de mim — é que não se fala sem permissão. Entende?
— Sim.
— Não é "sim" — corrigiu. — É "sim, senhor".
— Sim, senhor.
— A segunda regra: vai fazer o que eu mandar. Sem perguntas. Sem hesitação. Senão, tenho de punir.
— Quer isso?
— Não, senhor.
Sorriu.
— Ótimo. Então se ajoelha.
Obedeci.
Despiu devagar, olhando para mim. Ficou de cueca. Eu vi o volume já duro, marcando o tecido. Uma pequena mancha de excitação na ponta.
— Puxa.
Fiz descer a cueca. O pau duro, apontando para mim.
— Mão no joelho.
As mãos coladas aos joelhos. Aproximou-se. Abri a boca e meti a cabeça inchada de tesão.
— Suga devagar.
Comecei dando chupadinhas. Deixou; quando engoli mais, parou.
— Quem mandou?
— Ninguém, senhor.
— Por sua ousadia vou ter de a punir.
Soltei um pequeno gemido, não consegui falar e vi ele pegar sua mala.
— Tirou uma venda.
— Não vai ver nada. Só vai sentir.
A venda preta, apertada. Fiquei no escuro. A respiração acelerada. Senti ele andando, quase sem fazer barulho no assoalho.
Me levantou. Senti ele abrindo o zíper do vestido, que caiu a meus pés.
— Cadela… veio pronta para teu dono.
— Sim, senhor.
Levou-me com ele, fez-me deitar. Tremi, ansiosa mas no fundo me excitava..
Esticou meus braços, depois as pernas abertas, esticadas e presaa.
Açoite leve. Só o barulho, só o toque na pele das minhas costas.
A primeira chicotada estalou forte. Gritei, dor e surpresa.
Ele continuou a punição. Arfava, eu gemia. As lágrimas escorriam por baixo da venda. O corpo tremia inteiro.
— Para… por favor, para…
Parou. Minhas costas e bunda ardiam. Eu soluçava baixinho, o corpo sacudido.
Passou a mão na bunda quente, senti o ardor. Os dedos deslizaram entre as nádegas, roçaram o cu. Senti o líquido frio a escorrer por minhas nádegas. Prendi a respiração. O corpo tremia.
— Relaxa. Senão dói mais.
Relaxei. Dois dedos. Depois três. O cu apertava, ele movia devagar, abrindo, preparando, sentindo a resistência ceder.
Tirou os dedos.
O zunido do vibrador me arrepiou. Encostou, era grande.
— Não vou aguentar…
— Vai aguentar. Devagar.
A ponta tocou o cuzinho molhada de óleo. Entrou devagar.
Soltei um gemido longo, rouco, de dor. Ele arfou, continuando a estocar devagar, o vibrador entrou todo
— Todo… cadela, aguentou todo.
Começou a mover. Devagar, depois rápido. O vibrador a entrar e a sair, a bater no fundo. Eu gemia.
— Você é uma cadela no cio — sussurrou. — Que quer ser fodida no cu.
— Fala, cadela — urrou, socando o vibrador rápido e fundo.
— Sim, senhor. Sou uma cadela — gritei no meio de gemidos de dor.
Ele começou estocando mais forte. O vibrador a entrar e a sair, o som molhado do óleo a cada estocada.
— Vai gozar? — perguntou, a voz cruel.
— Vou, senhor. Vou gozar.
— Não. Não vai. Vai aguentar.
Parou. Tirou o vibrador de uma vez. Meu cu devia estar todo aberto.
— Cadela merece ser tratada assim?
— Mereço, senhor.
— Por quê?
— Porque sou uma cadela.
Senti ele se mover, colocar-se sobre mim; seu pau entrou todo de uma vez.
Urrei, revirei os olhos, pensando que ia desfalecer.
Deu uma estocada forte e gozou. O jato de esperma subiu, quente, em meu cu.
Deixou-se ficar sobre mim, ofegante, beijando meu pescoço e dando as últimas socadas…
Depois ficou imóvel. Ofegante. Completamente saciado. O pau escorregou de meu cu.
— Você merece o dinheiro que cobra — disse ele.
Meu corpo estava suado, meu cu ardia e sentia o escorrer da porra e óleo.
Depois tirou a venda e me desatou. A luz me cegou. Meus olhos vermelhos, inchados de chorar.
— Levanta. Toma banho.
As pernas a tremer, a bunda a arder a cada passo. Fui pro banheiro, abri a água, me olhei no espelho e não aguentei: os soluços abafados.
Quando voltei, ele estava deitado, de olhos fechados.
— Senhor, posso me vestir?
Olhou-me e sorriu.
— Pode…
Vesti-me em silêncio. Fui no banheiro dar meu retoque de maquiagem. Quando voltei, na pequena mesa estava um envelope. Peguei e guardei, não tive coragem de contar.
Antes de sair, ele me segurou.
— Não vai me procurar. Quando eu quiser, vou procurar você.
— Sim, senhor.
No carro, contei o dinheiro: mil reais. Fui para casa, o cu ainda a arder, a buceta ainda molhada, o coração a bater num ritmo que só o dinheiro sabe criar.
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