Bernado e Violetta (ideias: Sob a supervisão do pai)
[Oi, este será um conjunto de ideias para contos que tive, mas não desenvolvi completamente. Escrevi alguns rascunhos na esperança de que vocês gostem e façam bom proveito.]
Sob a supervisão do pai:
Violetta lambeu os lábios, sentindo ainda o rastro de calor da garota nua deitada a sua frente, e deixou que seus olhos percorressem o todo o corpo dela focando na sua pepequinha que transborda de líquidos. A tensão na sala era quase palpável, uma eletricidade silenciosa que preenchia cada centímetro de espaço entre ela, o pai acomodado na poltrona assistindo e supervisionando a fantasia sexual que ele sonhou e Violetta é responsável em realizar.
Ajoelhada diante de Alice, que se entregava deitada com as pernas abertas, Violetta afastou delicadamente os lábios de sua pepequinha. A visão que se revelou era de uma pele macia como seda, perfeitamente lisa e já úmida de desejo. E, ali, pequeno e pulsante, o clítoris de Alice tremia, vivo, ansioso por toque. Salivando de desejo, com o coração disparado, Violetta aproximou os lábios e assoprou sobre o pequeno grelho de Alice. Um arrepio percorreu o corpo da menina, que soltou um gemido baixo. Violetta repetiu o sopro, lento, quente e seus olhos buscaram a reação de Alice. Viu os olhos fechados, os lábios entreabertos, a expressão pura de prazer. Aquela visão encheu Violetta de satisfação. Foi então que ela finalmente deslizou a língua, uma lambida firme e úmida exatamente sobre o ponto pulsante. A reação de Alice foi imediata mais intensa, mais profunda como se o corpo inteiro respondesse àquele toque.
A língua de Violetta deslizava em movimentos firmes e lentos, pressionando o clítoris de Alice com precisão. Ela se concentrava ao máximo sabia que Alice era nova e inexperiente e queria dar a ela a melhor sensação possível, não a traumatizando para a garota querer mais. Pela reação da menina , estava fazendo um ótimo trabalho. Alice parecia completamente perdida no prazer, gemendo baixo, a pele arrepiada, o corpo se entregando sem reservas.
Com as mãos, Violetta mantinha a pepequinha de Alice aberta, exposta garantindo acesso total àquela carne macia e quente. Então, ela passou a explorar cada centímetro com a língua, sentindo a textura macia como pétala, o calor úmido, o sabor único e inconfundível de uma pepequinha novinha.
— Tá gostando, minha princesa? — a voz do pai veio da poltrona na sala, observando tudo.
Ele estava com as pernas abertas, a mão pressionando o volume que já endurecia dentro da calça. Massageava o pênis por cima do tecido, lento, como quem também saboreava o espetáculo à sua frente.
—Sim papai. —Ela respondeu entre gemidos.
Esse era o presente para ele: ver sua fantasia mais obscura e desejada ganhar carne e movimento diante da poltrona. Ter sua garota, sua Alice sendo introduzida por Violetta, aquela universitária linda que ele havia convidado para essa missão. Violetta teve a honra e o prazer de conhecer Alice para introduzi-la nesse novo mundo de luxúria.
O presente era para o homem, sim. Mas as garotas estavam fazendo bom proveito dele. Violetta, mesmo estando ali contratada por ele, estava aproveitando cada segundo saboreando Alice como se fosse para si mesma. E Alice, por sua vez, aproveitava cada uma daquelas sensações novas, entregue, rendida, descobrindo prazeres que nem sabia que existiam.
Violetta abocanhou o clítoris de Alice por inteiro e começou a sugar. Movimentos lentos, úmidos, profundos — e ela sentia cada pulsação contra sua língua, como se o prazer de Alice batesse diretamente nela.
Ela mesma estava em estado de êxtase. Sua vagina escorria pelas coxas, os mamilos latejando, implorando por toque. Mas Violetta se mantinha concentrada em chupar Alice, amando cada gota do seu sabor.
Então, o som do zíper sendo aberto cortou o ar. Uma pontada elétrica percorreu seu corpo. Seu coração disparou. Ela deu uma última sugada, profunda, demorada e virou o rosto para trás, a baba de prazer escorrendo pelos lábios.
O homem agora se masturbava. A expressão no rosto dele misturava prazer e dominância mesmo sem tocar nenhuma das duas, ele parecia estar orquestrando tudo. Seu pênis, ereto e majestoso, pulsava em sua própria mão.
Violetta pressionou as pernas uma contra a outra, sentindo o próprio corpo responder àquele olhar de pai autoritário.
— Tô fazendo direito papai? — Violetta ergueu o olhar, um sorriso travesso nos lábios ainda brilhando de prazer.
— Sim. Está sendo perfeita — o papai respondeu, a voz grossa e satisfeita. — Uma garota muito obediente para o papai. Fazendo tudo certo.
— Posso me tocar?
Houve uma pausa. O olhar dele avaliando, saboreando o poder.
— Sim. Pelo seu bom comportamento… eu deixo.
Violetta piscou para ele um gesto rápido, cúmplice e voltou ao serviço. Sua língua recomeçou as lambidas, agora constantes, ritmadas. Ao mesmo tempo, suas próprias mãos subiram ao peito e apertaram os mamilos, torcendo-os suavemente. Um gemido escapou contra a carne úmida de Alice.
— Amo seu gosto — sussurrou Violetta, ofegante, os lábios colados à vagina de Alice.—Hhmm gosto de pepequinha novinha.
A frase correu pela espinha de Alice como um arrepio elétrico. Seu corpo inteiro tremeu.
Alice simplesmente explodiu sem aviso.
Um segundo ela estava ali, gemendo baixo, se entregando às lambidas de Violetta. No outro, seu corpo se arqueou inteiro uma ponte de carne e prazer e um grito agudo, rasgado, escapou de sua garganta. Não era um gemido ensaiado. Era puro, cru, involuntário.
Seu ventre ondulava, suas coxas se fecharam involuntariamente em volta da cabeça de Violetta, prendendo-a ali. bem no centro da explosão.
Violetta não parou. Continuou sugando, sentindo cada pulso, cada contração contra sua língua. O sabor de Alice ficou mais intenso, mais quente.
Na poltrona, o homem parou o movimento da mão por um instante. Apenas observou, com os olhos brilhando de satisfação. O presente estava sendo perfeito.
Quando o corpo de Alice finalmente relaxou mole, ofegante, os olhos marejados e perdidos Violetta ergueu o rosto devagar, os lábios escorrendo, e sorriu.
— Foi tão gostoso assim, linda? — sussurrou, fazendo um carinho na coxa trêmula de Alice.
Alice mal conseguia formar palavras. Apenas assentiu, os olhos ainda fechados, um sorriso bobo e saciado flutuando em seus lábios.
Violetta se afastou apenas o suficiente para admirar. A vagina de Alice depois de um orgasmo era uma obra de arte linda, brilhante e pulsante. Os lábios íntimos ainda se abriam levemente, úmidos, inchados de prazer.
Ela passou os dedos suavemente por ela, sentindo a textura escorregadia do líquido quente que escorria. Macio. Escorregadio. Perfeito.
Então, lentamente, levou esses mesmos dedos aos próprios mamilos e começou a circulá-los, desenhando anéis molhados ao redor da auréola, sentindo a pele se arrepiar sob o toque úmido.
— Agora beije ela. Quero que ela sinta o próprio gosto.
A voz do homem cortou o ar como um chicote doce. Violetta sentiu o comando penetrar em seu ventre. Obedeceu.
Ela se ergueu dos joelhos, o corpo ainda pulsando de desejo, e se deitou sobre Alice. Seus lábios encontraram os da parceira úmidos, quentes, ainda trêmulos do orgasmo recente. O beijo começou suave, mas Violetta logo tomou o controle. Sua língua invadiu a boca de Alice, firme, profunda, transferindo o sabor que ainda escorria de seus próprios lábios.
Alice gemeu contra a boca de Violetta. Sentiu o próprio gosto, salgado, doce, quente e aquilo a fez tremer de novo.
Os seios fartos de Violetta pressionavam os pequenos seios de Alice. Os mamilos se roçavam, se apertavam, endurecidos, dançando juntos a cada movimento do beijo.
— Sim, muito bem — a voz paterna veio grossa, satisfeita, a mão deslizando rápido sobre o pênis. — Absolutamente perfeitas.
Ele parou por um segundo. Apenas observou. Depois, a voz veio diferente. Mais dura.
A partir de agora, ele passaria a comandar cada uma de suas ações.
(É isso espero que tenham aproveitado, não consegui completar esse conto é mais sobre eu ter visualizado essa cena, mas não saber como desenvolver o resto)
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