Seduzimos a colega do meu marido- segunda parte
Martha passou a frequentar nosso apartamento direto, muitas noites depois da faculdade, os dois me esperavam para fodermos, o grupo de estudo não se reuniu mais, porém Martha estava todo o fim de semana em casa, eu adoro ver o pauzão de Arthur comer aquela bucetinha e Martha viciou em chupar meu grelão. Uma noite, vi Arthur desesperado esfregando a cabeça do pau entre as duas nádegas de Martha. Ver aquela pica arrombar o cuzinho dela passou a ser minha obsessão, então coloquei nossa fêmea de quadro, abri bem suas nádegas e com o grelo armado, passei a esfrega-lo naquela argolinha rosa e virgem, tendo o mais forte gozo de toma minha vida, a ponto da baba de minha buceta chegar a meus joelhos, enquanto a safadinha chupava a piroca de Arthur. Passamos a ter o objetivo comum, meu marido queria comer aquele cuzinho e eu estava louca para ver a coisa acontecer. Passei a enrabar nossa gostosa com meu grelo, a safada rebolava deliciosamente ao sentir meu grelão melar seu rabinho que em pouco tempo passou a morder meu grelo. Ela estava pronta para ser arrombada, mas morria de medo quando Arthur esfregava a piroca no anel. Passei a enfiar a língua naquele cuzinho, enchendo o local de saliva sempre antes das pinceladas de Arthur, comprei um plug pequeno e com muito gel consegui penetrar o alvo, constatando que Martha tinha a rosca sensível mesmo, embora morresse de vontade não tinha coragem e mudamos de estratégia, iniciei um sessenta e nove com nossa albina e meu marido penetrou meu rabo, tive uma verdadeira convulsão de prazer, me descontrolando e me debatendo na cama como se tivesse tendo um ataque de epilepsia, o que maravilhou nossa amante, noites a fio, nossas fodas começavam com o sessenta e nove seguido de penetração anal de Arthur em mim, progredi enfiando um dedo com gel no rabinho virgem, depois dois e algum tempo depois os três dedos do meio, até que nossa presa se convenceu que já estava suficientemente laceada e concordou em tentar o prazer anal. Preparamos tudo para um sábado.Naquela manhã assim que ela chegou entramos fomos os três para baixo da ducho, pré-combinada com Arthur, ele saiu do banheiro e eu ensinei a novata a fazer a higiene profunda com o chuveirinho, o que já me encheu de tesão e a levei para a cama, onde nosso macho estava com a caceta apontada para o teto, fiz Martha ajoelhar na ponta da cama e enfiei a língua naquele rabinho que estava condenado a guardar aquele cilindro grosso que estava duro como pedra, aproveitando para me masturbar gostosamente, meus gemidos e meu gozo acalmaram nossa namorada e eu enchi sua entradinha de gel e em seguida, passei bastante daquele produto na caceta de Arthur, fiz o comedor ficar em pé ao lado da cama e nossa aprendiz colocar o quadril na ponta do colchão, puxei as pernas de Martha que estava deitada com as costas na cama até a seus pé ficarem próximos a sua cabeça, arreganhando completamente nossa passiva e vi Arthur encostar a cabeçorra na entradinha, sentindo nossa parceira tremer quase gozei novamente vendo meu marido fazer pressão. A piroca resvalou e eu dei um gritinho de ansiedade, o macho voltou a posição e pressionou, foi a vez de Martha produzir aquele som delicioso, deixando-me louca, a cabeça tinha entrado, Martha não conseguia esconder que seu rabinho era realmente sensível e gritou: "Tira, tira, tá doendo muito, eu não vou aguentar". Arthur com aquela cara de tarado não atendeu e empurrou mais um pouco do ferro dentro do buraquinho apertado, Martha deu um grito de dor, o que excitou muita mais, a mim e a meu marido. que puxou o quadril de Martha ao mesmo tempo que empurrou o dele para frente. Ela continuou chorando nervosamente, mandei o macho ficar parado e passageei o clitóris de Martha que me olhou como agradecida, não tive dúvida, larguei a perna dela que foi mantida naquela posição em "V" pelas mãos de Arthur e sentei na cara de Martha oferecendo meu grelão duro para ela chupar como sempre mostrou gostar de fazer e ela correspondeu sorvendo "meu pintinho" com força e eu gozei forte fazendo meu marido encher o rabinho arrombado com seu esperma. Voltei a massagear o grelinho de nossa amante ouvindo dela que estava sentindo a piroca pulsar dentro dela, quando Arthur informou que estava sentindo que a ereção poderia ser mantida por mais algum tempo, enfiei dois dedos da minha mão esquerda na rachinha de Martha enquanto com o indicador da mão esquerda massageei o clitóris da empalada, levando-a a gozar pela primeira vez com uma piroca enterrada no cu. Hoje, nós duas temos as argolas calejadas e continuamos disputando a piroca de nosso macho.
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