#Lésbica

Telma e Ana

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Lex75

Uma terapeuta vai ajudar uma criança e acaba por se apaixonar pela tia dela...

Olá...aviso desde já, se esperam um conto pornográfico... parem de ler agora mesmo, não percam o seu tempo a ler este longo e mesmo longo conto. Se esperam uma história erótica, soft, sobre a vida de uma família, então por favor continuem lendo, e no fim se acharem que mereço alguns pontos ou mesmo críticas, só me estarão ajudando a ser um pouco melhor escritora. A todos envio desde já o meu beijo.
Este conto é 95% real...pois quem me lê sabe o que são os outros 5%... Ah, os nomes das famílias são falsos, os nomes pessoais são verdadeiros.

REGRESSEI E VIM PARA FICAR.

Família Stevenson... por incrível que pareça é uma família radicada em Portugal, em Sintra, há mais de 400 anos.
O enorme palácio no centro da enorme quinta virada para o mar, fica situado no meio de uma vinha enorme, ao longe enormes pinheiros centenários trazem o cheiro das pinhas e da resina, que é coletada pelos trabalhadores da quinta. Os pinheiros dão as pinhas, e delas se tiram os pinhões, as vinhas dão barris e barris do famoso vinho tinto que trás apenas agora prestígio ao nome Stevenson, pois a antiga e secular família de agricultores, agora é uma das mais poderosas famílias do ramo industrial.
O império industrial é demasiado pequeno para Portugal, ele estende-se por vários países da Europa e do resto do mundo, decisões que marcam o ritmo do comércio mundial são por vezes tomadas em demoradas reuniões no vasto escritório do velho palácio.
Na ponta da mesa se senta Juvenal, o presidente, o patrão, o todo poderoso empresário que gere aquele grupo empresarial. É um homem que desde pequeno foi educado, preparado, ensinado para aquele cargo, ele por natureza é calculista, até poderão dizer frio e metódico, mas apenas naquele mundo empresarial.
Poucas pessoas o conhecem na totalidade, poucas pessoas sabem que ele é um artista também...ele pinta, escreve poesia, é escultor...adora teatro, opera...pouca a gente sabe que ele adora jogar futebol, que o seu maior sonho era ser avançado centro do seu Benfica...ou ser apenas um simples bombeiro.
Ele ama as coisas simples da vida...o nascer e o por do sol, ler um livro, ou passear pela sua enorme quinta montado no seu cavalo puro lusitano, chamado de Sandokan.
Apenas os criados da casa, a sua mãe, e a sua filha Clara, sabiam disso...e desde há uns tempos a sua esposa, Telma.
Telma...uma criança nascida e criada no bairro da Moraria em Lisboa, um dos mais antigos bairros de Lisboa.
A Mouraria é um bairro histórico e central de Lisboa, situado na encosta norte do Castelo de São Jorge, estendendo-se entre a Praça do Martim Moniz e a zona do Intendente. Faz parte da freguesia de Santa Maria Maior e é conhecido pelas suas ruas estreitas, escadinhas e ambiente multicultural. A Mouraria é um bairro multicultural onde lojas e restaurantes asiáticos, africanos e árabes rodeiam a movimentada praça do Martim Moniz. O Castelo de São Jorge, um forte restaurado do século X no topo de uma colina, oferece vistas panorâmicas da cidade. As ruelas calcetadas e inclinadas estão repletas de casas com vários séculos e a casa da célebre fadista Maria Severa Onofriana, na Rua do Capelão, tem noites de fado.
A sua mãe é uma professora do ensino primário, e o seu pai trabalha numa embaixada.
São um casal que poderia perfeitamente estar morando nalgum apartamento moderno, mas eles adoram morar num bairro onde as pessoas se conhecem pelo primeiro nome, onde os vizinhos se cumprimentam e passam uns minutos na conversa...num bairro onde puderam criar a Telminha, como é conhecida a sua menina, deixando ela ser livre.
Naquele bairro Telma é um doas ai jesus das pessoas, sempre sorrindo, sempre simpática, sempre disposta a ajudar, todos os anos desce a Avenida da Liberdade, na marcha da Mouraria, cantando e dançando na noite de Santo António.
Ser um brilhante terapeuta, é apenas algo que ela gosta, ela é uma especialista, que tem a particularidade de se dedicar apenas a uma pessoa de cada vez, passando a explicar, quando alguém precisa de ajuda, quer a nível psicológico ou físico, ela procura ajudar essa pessoa, trabalhando com ela o modo de dar mais qualidade de vida a essa pessoa...há casos em que a recuperação pode ser total outros casos em que não é total, mas as pessoas se tornam mais independentes, mais seguras...mais elas mesmas.
Regressemos ao ano 2010...noite de passagem de ano, o empresário Juvenal Stevenson, está abraçado pela cintura com a sua bela esposa, Vanessa, ele e os cerca de 200 convidados, estão vendo o fogo de artifício, com os copos de cristal com algum champagne, os homens com trajes de luxo, as mulheres com vestidos de gala... uma menina chamada Clara Stevenson, quer que o seu pai a ponha no chão, ela diz que tem 3 anos, e já é grande demais para estar ao colo, isso era para as meninas pequenas...o pai ri e coloca ela no chão.
O fogo de artificio prolonga-se por algum tempo, e quando acaba, o empresário Juvenal, olha em volta e não vê a sua menina...ela deve estar no meio das outras pessoas, pensa ele, mas ao fim de uns minutos procurando-a, ela não aparece...ele fica um pouco preocupado, a Clarinha é uma menina curiosa, não é nada temerosa, mimada desde o berço é um pouco teimosa, habituada a ter o que pede...alguns convidados da festa começam a ajudar o empresário a procurar a Clarinha, ele pensa que ela marota, deve estar escondida nalgum sítio do enorme jardim, se rindo deles procurando ela.
Do nada houve-se o grito de uma mulher desesperada...um grito horrível, arrepiante, desesperado...Juvenal conhece a pessoa que soltou aquele grito de desespero, é a voz da sua Vanessa...ele corre empurrando os convidados que descuidados estão no caminho dele, ele corre até ás traseiras do palacete, onde está a piscina onde durante os Verões ele brinca com a sua filha...ele olha horrorizado, a Clarinha está boiando dentro da piscina, de cabeça para baixo, imóvel...ele sem pensar se manda para dentro da piscina, logo seguido de mais 2 ou 3 homens, eles tiram a Clarinha da água gelada da piscina...tem uma cor quase branca como leite, os lábios roxos, não reage a nada...Juvenal desesperado grita por ajuda, um dos convidados é o médico que cuida da família Stevenson, ele começa a fazer manobras de reanimação, ela não reage...a mãe dela, Vanessa desmaia ao ver a filha sem reação, existe um silêncio absoluto junto da piscina, apenas se ouvia o médico a dizer---1...2...3...4...e depois a por a boca dele na boca da menina tentando lhe dar vida através do ar dos seus pulmões, mas ela não reage...ele vai perdendo as esperanças, Juvenal chora, implora aos gritos a Deus para não levar a sua menina, a ele abraçada a sua esposa grita desesperada, o que era uma noite de festa, tinha todo o ar de acabar por ser trágica...Clara finalmente solta alguma água dos pulmões...o médico finalmente começa a ter alguma esperança, chega uma ambulância, os bombeiros e a médica correm para a piscina, a médica e o médico, lutam para estabilizar a Clarinha...levam ela para Lisboa, para um hospital, na ambulância vai um jovem casal, ele um poderoso empresário, sem que isso lhe vale-se de nada agora...agora é apenas um pai desesperado, procurando encontrar o mínimo de calma, o mínimo de razão para ajudar a sua esposa, a sua menina, ser o pilar que elas precisam...mas ele está desfeito por dentro...no hospital apenas olha para o chão...de cabeça baixa, de mão dada á sua esposa que chora no ombro dele, enquanto a sua Clarinha luta pela vida.
Ele é rico, poderoso...mas se fosse pobre e sem nada, era a mesma coisa...seria apenas um pai impotente para salvar a sua menina, teria de se resignar a esperar, quando ele queria era estar ajudando.
Chega ao hospital a sua mãe, Olga Stevenson, a poderosa empresária, que vê o seu filho com aquele olhar perdido de quem só pode esperar...ela se senta ao lado dele, e ele olha-a...e ela segura a mão dele, e lhe diz:

- VAI TUDO CORRER BEM, JUVENAL...
- COMO PODES DIZER ISSO???A CLARA ESTEVE MORTA MÃE...E A CULPA É MINHA.

Olga não faça nada, ela conhece o filho que tem...sabe que só ele se poderá perdoar a ele mesmo.
Chega o médico que estava chefiando a equipa que cuidava da Clarinha e a cara dele é a cara de alguém comprometido, que não tem nada de bom a dizer...ao ver a cara dele a Vanessa dá outro grito de desespero, Juvenal a abraça...ele também espera ouvir o pior.
Eles se levantam abraçados um ao outro, o médico para junto deles e diz:;

- A CLARA ESTÁ VIVA...ESTÁ EM COMA PROFUNDO...A RESPIRAÇÃO DELA É ASSISTIDA...
- DOUTOR...ELA VAI MORRER???
- SENHORA OLGA... NÃO SEI...SÓ SEI QUE O CÉREBRO FICOU PRIVADO DE OXIGÉNIO DURANTE MUITO TEMPO...ELA SE SALVOU POR UM MILAGRE MAIS UM MINUTO QUE FOSSE COM ELA NA PISCINA, ELA ESTAVA AGORA MORTA. TEMOS DE ESPERAR...EU SEI QUE É CRUEL, MAS AGORA TUDO DEPENDE DA CLARA E DE VOSSO AMOR.
- OBRIGADO, DOUTOR, diz a senhora Olga.

Os dias passam e a Clarinha parece a Bela Adormecida quando picou o dedo na roca...o seu pai e a sua mãe não saem do hospital, a sua mãe vai definhando aos poucos...não come, não dorme...apenas quer estar junto da sua menina.
Começam aos poucos a aliviar a medicação que mantem a Clara a dormir, até que chega o momento decisivo de desligarem o ventilador...e ou ela respirava ou ela...
Vanessa mal tem forças para estar segurando-se ao braço do marido, ela crava as unhas dela na carne dele, quando o médico diz:

- ENFERMEIRA, POR FAVOR, DESLIGUE O VENTILADOR...

A enfermeira, desliga o ventilador...e a Clarinha respira por ela mesma, embora continue dormindo...a primeira batalha foi ganha...2 dias depois ela acorda...chama pelo pai e pela mãe...eles estavam no quarto, a Vanessa abraça a filha, ela chora de alivio, o Juvenal corre ao corredor e chama por um médico.
O médico que cuidou da Clara aparece correndo, ele afasta a mãe dela, que é abraçada pelo Juvenal, a Clara está assustada, o médico pede para os pais dela saírem.
Eles foram para o corredor, eles se beijam na boca, recuperaram alguma sanidade mental, havia esperança de que ela estava bem, sem sequelas, mas de repente ouvem a Clara gritando:

- NÃO SINTO AS PERNAS...DOUTO...DOUTO...MÃÃÃEEE---PPPPAAAAAIIII...

Eles trocam um olhar assustado, e irrompem pelo quarto, correm até á cama onde Clarinha chora e diz:

- PPPAAPPPÁÁÁ...MMMMAAAAMMMÁÁÁ´MMM...AS PERNAS...NÃO MEXXXOOOO...

Exames e mais exames são feitos, viajam com ela pelos melhores hospitais do mundo, opiniões são pedidas a vários especialistas e a resposta é a mesma...ela perdeu o andar.
Juvenal decide então enfrentar a dura realidade...a sua menina viveria para sempre numa cadeira de rodas.
A sua esposa Vanessa essa nunca encarou a situação, e começa a culpa-lo por ter colocado a Clarinha no chão naquela noite, como se ele não se senti-se já culpa o suficiente e o casal quase se separa, mas após uma conversa franca e honesta entre eles, o amor que sentem um pelo outro foi mais forte que a culpa. e eles se uniram ainda mais, procurando ajudar a Clarinha.
Os médicos especialistas todos afirmavam que seria preciso um milagre, para a Clarinha voltar a andar, mas que poderia ter uma vida mais independente, mesmo não se podendo levantar da cadeira de rodas.
Mas seus pais e a sua avó se tornaram super protetores de Clarinha, nem deixavam a menina levantar um dedo para fazer o que fosse e ela vendo que os adultos á sua volta lhe faziam as vontades todas e caprichos, começou a ficar cada vez mais dependente deles...a criança amável, brincalhona, simpática deixou de saber sorrir, deixou de ser educada e passou a ser uma peste malcriada, abusando do seu estado para fazer pena nos outros, e assim ter o que quer.
Bem, naquela enorme quinta morava outra Stevenson, Ana Stevenson, que desde o dia em que souberam da existência dela, sempre foi uma pedra no sapato da reputação imaculada da centenária família.
Ela é a meia irmã de Juvenal, fruto de um romance do pai dele com uma simples empregada do grupo empresarial, a sua mãe foi uma mulher bonita, simples, trabalhadora que se apaixonou pelo patrão.
Ela ia limpar o escritório do todo poderoso empresário que por vezes ficava noites trabalhando sozinho no seu escritório...e eles acabaram por se envolver numa relação e dessa relação nasceu a Ana.
O seu pai assumiu a paternidade dela, e mas quando ela tinha apenas 2 anos a sua mãe faleceu num acidente, e ele a levou para a enorme quinta em Sintra.
A simples presença dela não era tolerada por a mãe de Juvenal, Olga, que não admitia que ela estivesse debaixo do mesmo teto que ela, mas o seu marido lhe disse, ou ele tomava conta dela como sua filha, ou ele se divorciava de Olga, um escândalo que Olga não queria...e chegaram a um acordo, e a menina foi viver numa casa grande na propriedade, mas longe dos olhos de Olga.
Porém o Juvenal é doido pela irmã, e ela por ele, e desde pequenos que são quase inseparáveis, para desgosto de Olga.
Ana é um rebelde por natureza, é bonita como a mãe dela, cabelos louros, olhos azuis, pele branca, ela tem um corpo musculado, pois adora fazer musculação, mamas enormes, pernas musculadas, ela ainda por cima para maior desgosto de Olga é lésbica assumida.
Veste-se sempre com roupas que realçam o impressionante físico dela, mas não deixando de serem femininas, também são masculinas. É uma advogada brilhante, a sua especialidade é direito internacional e empresarial, junto com Juvenal fazem uma dupla formidável no mundo dos negócios.
Apresentada a família Stevenson, á uma mulher que veio abanar aquele mundo dos Stevenson...Telma.
Por conversas, como costumamos falar em Portugal, por portas e travessas, o nome de Telma foi dito ao Juvenal, por um amigo dele, que lhe deu o contacto dela.
Juvenal entrou em contacto com ela, e marcaram uma reunião entre eles na sede da empresa, para o fim de tarde do dia seguinte.
Telma aparece na reunião com um vestido curto, justo ao seu escultural corpo, os cabelos longos castanhos aos caracóis, caindo nos ombros descobertos dela, a sua pele é morena, as suas mamas são grandes mas sem exageros, a sua cintura é normal, rabo grande pernas femininas. Usa óculos que lhe dão um ar mais sexy e inteligente...e é lésbica assumida. A sua personalidade é calma, ponderada, simpática, empática, tem uma voz pausada e relaxante, é uma mulher confiante e leal...odeia mentiras e é muito sincera, por vezes até parecendo cruel, mas para ela a verdade acima de tudo. Não deixa de ser uma mulher independente, corajosa.
Quando ela entrou no enorme escritório do poderoso empresário Juvenal, ele não deixou de ficar impressionado com a beleza simples e sexy de Telma, recebeu ela com um cumprimento com as mãos, o vulgar passou bem, e depois de começaram a conversar, sobre o assunto pelo qual ele a chamou:

- SENHORA TELMA...EU TENHO UMA FILHA COM 6 ANOS, A CLARINHA...DESCULPE, A CLARA, QUE TEVE UM ACIDENTE NUMA PISCINA, QUANDO TINHA 4 ANOS, FICOU QUASE...COMO MORTA, O CÉREBRO FICOU PRIVADO DO OXIGÉNIO MUITO TEMPO, E ELA PERDEU O ANDAR.
- COMPREENDO...É UAM SITUAÇÃO COMPLICADA, SENHOR JUVENAL...MAS EU NUNCA LIDEI COM CRIANÇAS...APENAS ADULTOS...
- SENHORA TELMA...ME OUÇA POR FAVOR. EU E A MINHA ESPOSA LEVAMOS A CLARINHA A VÁRIOS ESPECIALISTAS... CORREMOS ESTE MUNDO COM ELA, E EM COMUM SÓ ME DIZEM QUE A CLARINHA ...
o empresário olha para o lado, tenta suster as lágrimas... ELA VAI FICAR PARA SEMPRE NA CADEIRA DE RODAS, POIS AS CHANCES DELA RECUPERAR..BEM ME SOUBERAM DIZER DE TÃO INFIMAS SÃO. SENHORA TELMA, EU...SE ELA VOLTA-SE A ANDAR E EU TIVESSE DE MORRER PARA ISSO, ERA COM UM SORRISO NOS LÁBIOS QUE EU MORRERIA... MAS EU SÓ QUERO QUE ELA TENHA UMA VIDA MAIS INDEPENDENTE...EU E A MINHA FAMÍLIA A SUPERPROTEGEMOS, A MINHA CULPA NÃO ME DEIXA...EU SER DIFERENTE...EU NÃO LHE PEÇO UM MILAGRE, SENHORA TELMA...SÓ LHE PEÇO AJUDA PARA A CLARINHA...

Telma se levanta da cadeira...caminha um pouco pela sala...e diz:

- PELO QUE O SENHOR ME DESCREVE A CLARA É SUPER MIMADA...
- SIM É...A CULPA É NOSSA EU SEI DISSO...
- SENHOR JUVENAL...O SENHOR SABE COMO EU TRABALHO, SE NÃO SOUBESSE EU NÃO ESTARIA AQUI, EU SEI...EU ME DEDICO EM EXCLUSIVO A UM DOENTE DE CADA VEZ...EU NÃO SOU NENHUMA MILAGREIRA, SÓ PROMETO TRABALHO, SUOR, DOR... EU SOU EXIGENTE COM OS MEUS DOENTES...E NÃO ADMITO QUALQUER INTERFERENCIA DAS FAMILIAS NO MEU TRABALHO... ESTAS SÃO AS MINHAS CONDIÇÕES, SENHOR JUVENAL...
- ENTENDO...ACEITO...
- ACEITA VER A CLARA CHORANDO PEDINDO AJUDA??? SEM A IR AJUDAR??? A SUA ESPOSA ACEITA ISSO??' O RESTO DA FAMÍLIA ACEITA??? PENSE BEM...EU LHE DISSE NUNCA TRABALHEI COM CRIANÇAS, A MINHA EXPERIENCIA É COM ADULTOS E JOVENS ADULTOS...EU POSSO ERRAR...
- BEM...QUE SEJA ASSIM, SENHORA TELMA...
- AO MÍNIMO SINAL QUE EU NOTE QUE EXISTE INTERFERENCIA NO MEU TRABALHO...EU ME VOU EMBORA. DESCULPE ESTAR A SER ASSIM DIRETA, MAS EU PREFIRO ISSO E A PESSOA DECIDE...
- AGRADEÇO, SENHORA TELMA...EU GOSTO DE PESSOAS ASSIM...EU SEI QUE VAI SER COMPLICADO, MAS POR FAVOR...SOU UM PAI DESESPERADO...PODE VER, EU TENHO TUDO, SOU RICO, PODEROSO...APARENTEMENTE, MAS SOU APENAS UM PAI DESESPERADO...AJUDE A MINHA MENINA...SÓ LHE PEÇO QUE TENTE...POR FAVOR.

Telma estende a mão e ele a segura e dão um passou bem.

- POSSO COMEÇAR AMANHÃ???
- SIM...CLARO...
- EU PRECISO CONHECER A SUA FAMÍLIA, A CLARA, E O AMBIENTE DE SUA CASA... VOCÊS PRECISAM ME CONHECER, SENHOR JUVENAL, PRECISAMOS TODOS DE TER ESTA CONVERSA QUE EU E EO SENHOR AQUI TIVEMOS HOJE, MAS COM TODA A SUA FAMÍLIA...E SABE EU TENHO RECEIO...
- RECEIO???
- SIM...A SUA FAMÍLIA É PODEROSA E PESSOAS HABITUADAS A DAR ORDENS NÃO GOSTAM DE AS RECEBER...MA SPARA O BEM DA CLARA TERÃO DE CUMPRIR COM AQUILO QUE EU DISSER E FAZER, MESMO NÃO COMPREENDENDO OU SENDO CONTRA...
- AMANHÃ VENHA ALMOÇAR COM A MINHA FAMÍLIA, SENHORA TELMA. PODEREMOS NOS CONHECER E CONVERSAR.
- COMBINADO.
- EU MANDO O MEU MOTORISTA IR BUSCA-LA...
- APENAS ME DÊ A SUA MORADA, SENHOR JUVENAL...EU VOU LÁ ESTAR...A QUE HORAS ALMOÇA?
- PELAS 12H30...
- LÁ ESTAREI, ATÉ AMANHÃ, SENHOR JUVENAL.
- ATÉ AMANHÃ, SENHORA TELMA.

Durante o jantar do dia seguinte, Telma normalmente uma pessoa muito faladora, mantem-se calada o máximo de tempo que lhe é possível...ela observa a maneira como cuidam da Clara...os pais e a avó super protetores, só lhes faltava mastigarem eles a comida para ela não ter esse trabalho, e Telma observa como Clara mostra algum enfado por esse comportamento...Telma vê aí um ponto positivo.
A tia Ana de Clara faltou ao jantar.
Depois do jantar e de Clara se ter ido deitar, Telma tem uma reunião com a família de Clara e disse as mesmas coisas que falou a Juvenal durante a reunião, na tarde anterior.
Porem, pediu para falar a sós com a avó, Olga.

- SENHORA OLGA... FICO COM A IMPRESSÃO QUE A SENHORA GOSTA DE PESSOAS DIRETAS...ESTOU CERTA??'
- SIM, SENHORA TELMA...AGRADEÇO ATÉ.
- BOM...SENHORA OLGA, EU JÁ EXPLIQUEI AO SEU FILHO AS CONDIÇÕES PARA QUE EU VENHA TENTAR AJUDAR A CLARA...
- SIM ELE JÁ ME DISSE...ALIÁS A SENHORA DEIXOU ISSO BEM CLARO DURANTE A REUNIÃO APÓS O JANTAR.
- SENHORA OLGA...EU SEI QUE A SENHORA ESTÁ HABITUADA A MANDAR E A SER OBEDECIDA SEM QUESTIONAREM A SUA PALAVRA...E SEI QUE O MEIO ONDE SE MOVIMENTA, AS MULHERES SÃO MUITAS VEZES MENOSPREZADAS, DESVALORIZADAS... E EU SEI QUE APENAS ME TOLERA AQUI HOJE PELA SUA NETA...ESTOU ERRADA???
- NÃO...NÃO ESTÁ...
- SENHORA OLGA... EU SEI QUE É DURO VER A CLARA NAQUELA CADEIRA E NÃO PUDER FAZER NADA... E VIR UMA MULHER QUE NÃO CONHECE DE LADO NENHUM, IMPOR RESTRIÇÕES NA SUA CASA...SE FOSSE COMIGO EU NÃO GOSTAVA, MAS EU VOU FALAR PORQUE EU PEDI ISTO...É TUDO PELO BEM DA CLARA, E EU VOU PROVAR PARA A SENHORA QUE A CLARA É A MINHA PRIORIDADE, EU NÃO PROMETO AQUILO QUE SÓ JESUS CRISTO PODERIA FAZER, CHEGAR PERTO DA CLARA E DIZER, LEVANTA-TE E CAMINHA...NÃO VAI SER ASSIM, NEM SEI SE ELA ALGUMA VEZ DEIXARÁ A CADEIRA, AGORA EU PROMETO QUE A CLARA VAI SER UMA PESSOA AUTÓNOMA...E PARA ISSO ELA VAI SOFRER, VAI CHORAR, VAI TER DORES, VAI CHAMAR PELO PAI, PELA MÃE E PELA SENHORA...E VOCÊS NÃO A VÃO AJUDAR...MA S EU JURO PARA A SENHORA...É TUDO POR ELA. EU VEJO QUE A SUPER PROTEGEM, NÃO PODE CONTINUAR ASSIM...DEIXEM ELA SOFRER, ELA SE SENTIR CAPAZ DE FAZER ALGUMA COISA...EU SÓ LHE PEÇO PACIÈNCIA...POR FAVOR.

Olga apenas acenou que sim com a cabeça-
No dia seguinte começou o tratamento de Clara...primeiro Telma tinha que ganhar a confiança de Clara, e a menina vivia só no mundo dela, como se fosse uma bolha a proteger ela...aos poucos no entanto a Telma foi conquistando ela...pequenas coisas a Clara começou a fazer, porque Telma dizia:

- AH EU NÃO FAÇO ISSO...EU SEI QUE TU CONSEGUES...

Pequenas coisas, que no nosso dia a dia nem reparamos que as fazemos, saem naturalmente, são rotina...
Ao fim de cerca de 8 dias a Clara já mostra alguma confiança, já não é protegida naquela bolha...e andava a Telma caminhando ao lado de Clara pelos jardins, a Telma dizia a Clara:

- VÁ, MENINA CORAJOSA...EU SEI QUE CONSEGUIMOS CHEGAR ATÉ AQUELAS ROSEIRAS...VÁ EU ACREDITO EM TI...

E a pequena Clara fazia mais um esforço rodando ela sozinha a cadeira de rodas...quando estavam já lá perto das roseiras, aparece andando vestida com uns calções de ganga, um top com flores desenhadas apenas sustendo um enorme par de mamas rijas, uma loira alta, musculada, sorrindo para a Clara.

-TIA ANA...ESTOU AQUI... dizia sorrindo a Clara acenando para a mulher.

Telma esta de costas, e quando se volta e vê aquela mulher andando e sorrindo para a Clara, ela fica por uns breves instantes sem reação...
Quando essa mulher chega perto de Clara, a segura por debaixo dos braços e a levanta da cadeira, e abraça ela, e a menina abraça o pescoço musculado da loira.
Depois ela a coloca de volta na cadeira, e olha para a Telma e diz:

-BOA TARDE...SOU A ANA STEVENSON, A TIA DE CLARA...E VOCÊ DEVE SER A TELMA, A NOVA AMIGA DA CLARA...
- S..SIM SOU, diz ela estendendo a mão a Ana e assim se cumprimentando.

O aperto de mão é forte por parte de Ana que diz:

- DESCULPE, TELMA, MAS EXAGEREI NA FORÇA...
- NÃO FAZ MAL...
- A TIA ANA É MUITO FORTE, diz a Clara.
- TU ÉS MAIS AINDA, PRINCESA, diz a Ana fazendo uma festa na cabeça de Clara. OLHEM...JÁ LANCHARAM???
- AINDA NÃO, diz a Telma.
- ENTÃO SÃO AS MINHAS CONVIDADAS...PODE SER???
- SSSSIMMMMM...diz a Clara, e a Telma limita-se a encolher os ombros.

A Ana ia agarrar a Clara ao colo e a Telma intervêm:

- DESCULPE, ANA...MAS SE A CLARA QUER LANCHAR CONSIGO, ELA MESMA IRÁ SEM AJUDAS...ELA CONSEGUE IR NA CADEIRA...NÃO É PEQUENA???
- SIM TIA...EU CONSIGO.

Ana afasta-se um pouco e a Clara devagar, mas sem parar, vai ela na cadeira até á casa da tia, que não era longe dali.
Quando lá chegaram, a Telma e a Ana agarram na cadeira e levam ela para dentro de casa, haviam 4 degraus.
A Telma diz:

- SE HOUVESE AQUI UMA RAMPA...
- EU FAÇO UM ARAMPA PARA AQUI...ACHA QUE A CLARA CONSEGUE, DEPOIS SOZINHA SUBIR A RAMPA???
- NÃO SEI...ELA QUE DIGA.
- EU CONSIGO TIA...

Durante o lanche, a Telma e a Ana ficaram sozinhas uns instantes, enquanto a Clara jogava um pouco de XBOX...e a Ana diz:

- TELMA...ESTÁ A FAZER UM ÓTIMO TRABALHO COM A CLARINHA...
- O MÉRITO É DELA, MAS OBRIGADO...
- SABE...A CLARA DIZ EU CONSIGO...HÁ UNS DIAS ERA IMPOSSÍVEL ELA FALAR ISSO. A CULPA É NOSSA EU SEI. MAS VER ELA ASSIM...
- POIS MAS ELA SÓ MELHORA SE A DEIXAREM SER UMA CRIANÇA...DEIXEM ELA CAIR, DEIXEM ELA CHORAR...RIR...
- OK...MUDANDO DE ASSUNTO...DESCULPE A OUSADIA, MAS A TELMA É UMA MULHER MUITO BONITA...
- EU...EU???
- SIM A TELMA...E PELA MANEIRA COMO FICOU CORADA, DIRIA QUE É LÉSBICA COMO EU SOU...DESCULPE A SINCERIDADE, MAS EU ACHO QUE A TELMA SABE QUE SOU LÉSBICA MAL ME VIU, OU ESTOU ERRADA???
- LOL...NÃO...ESTÁ CERTA.
- UFA AINDA BEM...EU NÃO SABIA MAS DESCONFIAVA...VI A SUA CARA QUANDO ME VIU...EUA IMPRESSIONEI NÃO FOI?

Telma fica ainda mais corada e diz:

- É ASSIM TÃO DIRETA? SEMPRE???
- SIM SOU...EU PENSO ASSIM, O NÃO EU TENHO GARANTIDO, PODE SER QUE ALGUMA VEZ DIGAM QUE SIM...
- E ACHA QUE EU DIRIA QUE SIM A QUÊ???
- VISTO QUE NOS CONHECEMOS HÁ MENOS DE 2H...EU DIRIA QUE ACEITA JANTAR COMIGO HOJE... FICOU CURIOSA EM ME CONHECER MELHOR. POSSO PASAR PELA SUA CASA PELAS 20H?
- A ANA É CONVENCIDA...
- LOL...NÃO, APENAS SEI QUE A TELMA NÃO TEM NADA A PERDER...AO MENOS JANTARÁ UMA BOA REFEIÇÃO.
- AHAHAAH...ASSIM ME DEIXA DESARMADA...
- OTIMO...ENTÃO ACEITA...APENAS PRECISO DA SUA MORADA...AH E NÃO ESPERE IR A UM LUGAR MUITO CHIQUE...MAS TAMBÉM NÃO VAMOS AO MACDONALDS...BASTA IR COM ROUPAS ASSIM...ESSE VESTIDO FICA-LHE BEM...REALÇA AS SUAS CURVAS...

Telma fica sem saber que responder...Ana sorri e a Clara chama por elas...bateu um record no jogo.
Pelas 20h, a Ana está esperando a Telma descer do prédio onde mora.
A Telma aparece com um simples vestido de algodão, sem alças, e a Ana usa calças de ganga, um top, e tenis.
Foram jantar num simpático restaurante em Lisboa, e conversaram alegremente e a Ana pergunta a Telma:

- E QUANDO FOI QUE DESCOBRISTE QUE TE SENTIAS ATRAÍDA POR MULHERES?
- ANDAVA NA ESCOLA E APAIXONEI-ME PERDIDAMENTE PELA MINHA PROFESSORA DE INGLÊS.
- PERDIDAMENTE???? LOL...QUE MELODRAMÁTICA...AHAHAHAH.
- SIM...PERDIDAMENTE, EU SONHAVA COM ELA, ATÉ...
- E...CHEGAS-TE A...
- CHEGUEI A QUÊ???
- A ESTAR COM ELA NUMA CAMA...PERDIDAS NOS BRAÇOS UMA DA OUTRA...
- VÁ...ANA...NÃO GOSES COMIGO...
- PRONTO, PRONTO...MAS ...CHEGARAM A VIAS DD FACTO???
- SIM...E FOI TÃO BOM QUE...NAMORÁMOS E TUDO, ÁS ESCONDIDAS MAS NAMORAMOS...
- ENTÃO TENHO AQUI HÁ MINHA FRENTE UMA MULHER DECEDIDA...
- SIM...ENTÃO E TU? QUANDO DESCOBRISTE QUE ERAS LÉSBICA???
- COM UMA COLEGA MINHA DE ESCOLA...SENTIA-ME ATRAÍDA POR ELA...ELA TINHA MAIS OU MENOS O TEU CORPO, TELMA, SEMPRE ME SENTI ATRAÍDA POR MORENAS... E NOS ENVOLVEMOS, TINHAMOS 14 ANOS...ATÉ QUE A BRUXA DESCOBRIU E ME POS NUM COLÉGIO PARTICULAR.
- A BRUXA???
- SIM...A SENHORA OLGA STEVENSON, OU COMO EU LHE CHAMO SIMPLESMENTE...A BRUXA.
- NUNCA SE DERAM BEM POIS NÃO???
- NÃO...EU SOU A PROVA DA TRAIÇÃO DO MEU PAI...SOU A PROVA QUE ELE ERA MAIS FELIZ NOS BRAÇOS DE OUTRA MULHER SEM SER ELA. ACONTECE QUE A MINHA MÃE MORREU QUANDO EU TINHA 2 ANOS E O MEU PAI TROUXE-ME PARA AQUI, CONTRA A VONTADE DA BRUXA, ELA NO ENTANTO NUNCA TOLEROU QUE EU MORA-SE LÁ NA MANSÃO...EU AOS DOIS ANOS MORAVA AQUI COM UMA CRIADA E UMA COZINHEIRA, O MEU PAI TODOS OS DIAS ESTAVA COMIGO E O MEU IRMÃO, JUVENAL, AGORA A BRUXA SÓ A VIA PELOS NATAIS, E ALGUM OUTRO DIA.
- SENTIAS-TE EXCLUÍDA???
- SIM...CLARO, EU TINHA 2 ANOS...MAS OLHA, FUI CRIADA COM MUITO AMOR E CARINHO PELO MEU PAI, A HELGA E A BELINDA FORAM UMAS MÃES PARA MIM...E ASSIM CRESCI...AGORA IMAGINA ELA NÃO ME PODIA VER E AINDA POR CIMA EU SOU LÉSBICA...LOL, A BRUXA IA-LHE DANDO UM ATAQUE...PENA NÃO LHE TER DADO...
- ANA...ISSO É COISA QUE SE DIGA??? LOL...
- TENS RAZÃO...PROPONHO UM BRINDE Á SENHORA DONA BRUXA, OLGA STEVENSON, QUE TENHA UMA VIDA LONGA PARA ME VER FELIZ...

Brindaram, ambas rindo e depois do jantar foram passear um pouco, sempre conversando e rindo, começa a haver uma química entre elas. Quando a Ana parou o carro na porta do prédio onde morava a Telma, ficou aquele clima do beijo...não beijo...e a Telma resolve o problema...olhando a Ana nos olhos, beija-a na boca...e depois diz;

- QUERES SUBIR?
- SIM QUERO...MAS NÃO VOU SUBIR...
- NÃO?
- NÃO...AINDA NÃO, TELMA...VAMOS COM CALMA...MAS QUERO OUTRO BEIJINHO...

E as duas mulheres abraçaram-se e beijaram-se, num longo beijo, onde as línguas bailavam uma com a outra dentro das bocas delas...e a Ana diz:

- BEM...TENHO MESMO DE IR SENÃO AINDA MUDO DE OPINIÃO E ACEITO O TEU CONVITE...

Telma segura a mão dela e diz:

- ANA...ANDA...

Ana olha para a Telma e sorri e sai do carro, de mão dada com a Telma...no elevador as duas mulheres parece que se querem comer uma á outra, os beijos trocados são intensos, a Ana mete a sua mão entre as pernas de Telma e sente as cuecas dela encharcadas em fluídos, aperta um pouco o clítoris dela...Telma abre as pernas, ela suspira e geme...Ana carrega no STOP do elevador, ajoelha-se, levanta a mini saia do vestido de Telma e puxa-lhe as cuecas até os tornozelos, e começa a lamber a buceta sumarenta e bastante sensível de Telma, que suspira, geme, move as ancas acompanhando o ritmo da língua e da boca de Ana na sua buceta lisa.
A campainha do elevador toca abafando os gemidos desesperados de tesão de Telma, quando a Ana masturba ela metendo dedos na buceta dela, fodendo-a...Telma atinge um orgasmo brutal, o seu corps esbelto é sacudido por espasmos que a fazem tremer da cabeça aos pés...Ana carrega no botão para o elevador voltar a andar...chegam ao andar onde mora a Telma, as duas mulheres caminham aos beijos na boca, parando no escuro corredor várias vezes...a Telma arranca os botões da camisa de Ana, tira-lhe o soutien, e começa a mamar nas mamas enormes dela...elas esquecem-se que estão num local público...a qualquer altura alguém pode abrir uma porta, ou mesmo aparecer no elevador...mas elas não têm tempo para pensar nisso...chegam já quase nuas á porta do apartamento de Telma, que o abre...entram dentro dele, fecham a porta, a Telma encosta a Ana á porta da rua, arranca-lhe o resto da roupa do corpo, e começa a lamber a buceta cheia de pelos louros de Ana...abre-a com as pontas dos dedos, e chupa-a com avidez, a Ana revira os olhos gemendo bem alto...e quando a Telma lhe enfia 2 dedos dentro da buceta enquanto lhe lambe e chupa o clítoris ela geme bem alto, grita mesmo...no apartamento ao lado, o jovem Artur está parado no silêncio da sua casa, ouvindo as duas mulheres se fodendo...ouve coisas a cair no chão...ele não vê mas as bonecas e jarras que estavam em cima da mesa da sala de Telma caíram no chão...algumas se desfizeram em cacos, outras por pura sorte ainda estavam inteiras...a Telma suspira alto, geme bastante, deitada já toda nua por cima da mesa, a Ana rasgou a lingerie de Telma em mil pedaços, e agora com a cabeça metida entre as pernas de Telma, chupa a buceta dela, fode a buceta dela coma sua língua, mordisca o clítoris inchado e hiper sensível de Telma, que se torce toda em cima da mesa, ora escancarando as pernas, ora encolhendo elas, os braços dela agarram a cabeça de Ana, que continua a beber aquele chazinho gostoso da buceta de Telma, a terapeuta perde o controle sobre si mesma, quando a Ana lhe enfia vários dedos na buceta e a masturba a uma velocidade insana...Telma tem orgasmos atrás de orgasmos, revirando os olhos, a língua descaída para um dos cantos da boca, as costas arqueadas, o fluxo de fluídos saindo em esguicho da buceta dela...treme da cabeça aos pés...
Ana sorri e sobe para cima dela, elas se beijam na boca com força, desejo, roçam os bicos tesos e duros das mamas uns nos outros, as bucetas se roçam uma na outra, mamam nas mamas uma da outra, Telma agora deita a Ana na mesa, e ela começa a mamar na buceta coberta de pelos louros de Ana, que se entrega á boca de Telma, que com maestria leva a Ana a ter ondas de prazer...Ana estica e encolhe as pernas, Telma mete a língua dentro da buceta dela...surpreende a Ana quando ao mesmo tempo mordisca o clítoris dela, a Ana dá um enorme grito de tesão, saem esguichos de líquidos femininos da sua buceta inchada...
Telma depois puxa a Ana para a beira da mesa, agarra nela por debaixo das coxas, e carrega ela até á sua cama, onde elas rebolam uma por cima da outra, se masturbam uma á outra ao mesmo tempo, fazem a tesoura com as suas bucetas, gritam de prazer pouco se importando se fazem ou não barulho...Artur já vai na terceira punheta...
Quando elas acabam abraçadas, num longo e apaixonado beijo na boca, com seus corpos entrelaçados em no outro se olhando nos olhos e sorrindo, a Telma diz:

- QUE LOUCURA FOI ESTA, ANA...
- A LOUCURA ÉS TU TELMA...
- A CASA ESTÁ TODA DESARRUMADA, LOL...
- DEPOIS ARRUMAMOS...AGORA QUERO FICAR ASSIM JUNTINHA A TI, SUA MORENA SAFADA...
- SUA LOIRA DESMIOLADA...MAS VERDADEIRA...
- VERDADEIRA???
- SIM...MUITAS LOIRAS SÃO MENTIROSAS...POIS ENTRE AS PERNAS OS PELOS SÃO NEGROS, LOL...
- DESAVERGONHADA...LOL...

Era já de madrugada quando a Ana chegou a casa...passou a noite fodendo com a Telam que dorme na cama desarrumada, cansada mas feliz...
Os dias passam e as duas mulheres começam uma relação sigilosa de namoro, até pela pequena Clara, que venera o chão que a Telma pisa, as melhoras dela são evidentes.
Telma conversa coma família de Clara e diz que é hora de a Clara começar a fazer uma terapia de fortalecimento dos músculos das pernas, mas que mantivessem as expetativas baixas, mas que ela julgava que estava na hora de uma vez por todas tentarem fazer a Clara andar de novo.
Começou a fase mais dura e complicada do processo... Telma conversa com a Clarinha, uma conversa franca e sincera, lhe diz que ela é uma criança, mas que ela já entende a situação dela, e teria de ser ela a lutar por si mesma, que ela apenas a poderá ajudar.
Telam não lhe esconde nada, diz que ela vai sofrer dores...desilusões...frustações...que levará muito tempo que até poderá acabar com ela não conseguindo se levantar mais da cadeira de rodas, mas que sela não tentar...não sairá mesmo da cadeira de rodas. Telma tem esta conversa com a pequena Clara na frente da família dela toda, incluindo a Ana. Todos mas todas teriam de colaborar.
Clara diz que quer tentar...Telma diz que começariam logo no dia seguinte.
Nessa noite, nos braços de Ana, ambas nuas deitadas na cama de Telma, depois de terem feito amor, Telma diz á sua namorada:

- ANA...ESTOU BORRADA COM MEDO...E SE EU NÃO CONSEGUIR FAZER A CLARINHA DEIXAR A CADEIRA...SE EU FALHAR...EU...
- TELMA...MEU AMOR...É NATURAL ESTARES ASSIM... MAS TENS DE TE ACALMAR...
- ANA EU NUNCA TRABALHEI ANTES COM UMA CRIANÇA...EU VOU TER DE SER...COMO SE DIZ UMA VERDADEIRA CABRA COM ELA...VOU VER ELA FALHAR E VOU EXIGIR MAIS DELA...AI MEU DEUS...
- E ISSO NÃO SERÁ PELO BEM DELA???
- SIM É MAS...É UMA MENINA, ANA...
- VAIS VER QUE ELA TE VAI SURPREENDER, TELMA...AGORA SE TE APETECE CHORAR, CHORA NO MEU OMBRO, MINHA MULHER LINDA...
- SÓ ME APETECE CHORAR MESMO...
- DESABAFA...EU ESTOU AQUI PARA TI, TELMA...TE APOIAR...ÉS UMA EXCELENTE PROFISSIONAL, A CLARINHA DE ADORA...E EU TE...AMO.

Telma levanta a cabeça do ombro de Ana e diz:

- QUE FOI QUE DISSESTE??
- EU TE AMO...TE QUERO...EU NÃO CONSIGO MAIS AGUENTAR ESTE SENTIMENTO SÓ PARA MIM, TELMA... AMO-TE. SE CALHAR ESTOU A SER PRECEPITADA, MAS NÃO DÁ PARA CONTINUAR SEM TE FALAR QUE TE AMO.
- AINDA BEM QUE FALAS-TE ANA...POIS EU TAMBÉM ANDO HÁ UNS DIAS PARA TE DIZER QUE TE AMO.
- AMAS???
- SIM SUA LOURA MUSCULADA...AMO-TE...

Elas se beijaram na boca outra vez, e a Ana diz:

- TELMA...EU GOSTAVA DE PODER ANDAR HÁ VONTADE DE MÃO DADA CONTIGO, TE ABRAÇAR PELA CINTURA...TE BEIJAR NA BOCA...SEM SER ÁS ESCONDIDAS...QUERO ASSUMIR O NOSSO AMOR, TELMA.
- A BRUXA COMO TU LHE CHAMAS VAI ARRANJAR PROBLEMAS...E ATÉ PODERÁ QUERER ME MANDAR EMBORA...
- ELA QUE TENTE...ALEM DISSO O JUVENAL E A VANESSA NÃO VÃO DEIXAR E MUITO MENOS A CLARINHA...
- OK...ENTÃO AMANHÃ ASSUMIMOS...
- SIM AMANHÃ. TE DOU UM BEIJÃO NA BOCA NA FRENTE DELES TODOS, LOL...
- TARADA...

O dia seguinte começa a verdadeira recuperação de Clarinha...Telma é exigente com a ela, mas tal como a Ana lhe disse, a Clarinha surpreende a Telma.
Ela se entrega á ginástica, segue as instruções de Telma... Juvenal e Vanessa observam elas duas, abraçados na cintura, quando chega a Ana que cumprimenta o irmão e a cunhada com dois beijos na cara, e diz:

- ELAS ESTÃO TRABALHANDO BEM...
- ESTÃO HÁ HORAS A TREINAR...A TELMA É EXIGENTE COM A CLARINHA...MAS TEM QUE SER ASSIM.
- VAMOS É VER SE ESTE SACRIFÍCIO RESULTA, diz a Ana.
- SE NÃO RESULTAR, AO MENOS ELA FICARÁ MAIS AUTÓNOMA...MEU DEUS ERREI TANTO EM PROTEGER A CLARINHA EM DEMASIA... diz o Juvenal.
- TODOS ERRAMOS, MEU AMOR, diz a Vanessa...MAS VAI TUDO CORRER BEM.
- A TELMA VAI FAZER OS POSSÍVEIS E IMPOSSÍVEIS PARA TIRAR A CLARA DA CADEIRA.
- EU SEI DISSO, diz o Juvenal, e acrescenta... A TELMA ALÉM DE SER UMA EXCELENTE PROFISSIONAL, É MUITO BONITA...NÃO É, MANA?

Ana sorri...e diz:

- QUANDO DESCOBRISTE, MANO?
- VI VOCÊS SE BEIJANDO NA OUTRA TARDE, ALI NO JARDIM.
- SIM...EU E ELA TEMOS UMA RELAÇÃO DE NAMORO.
- FAZEM UM CASAL BONITO, diz a Vanessa.
- OBRIGADO, VANESSA...MAS A TELMA TEM MEDO QUE QUANDO A BRUXA SOUBER...DESCULPE, JUVENAL.
- A MINHA MÃE SABE DE TUDO, ANA...ELA ESTAVA COMIGO QUANDO VOCÊS ESTAVAM SE BEIJANDO.
- VIU??? E NÃO DISSE NADA???
- NÃO...E SE ME PERGUNTARES SE EU FIZ OU DISSE ALGUMA COISA, PARA IMPEDIR ELA DE FALAR...NÃO FIZ NADA, MANA.
- OLHA...SE EU PENSAVA QUE ELA NÃO ME SURPREENDERIA...ME ENGANEI.
- ANA... EU SEI QUE ELA...A MINHA MÃE...ELA...BEM NÃO EXISTEM OUTRAS PALAVRAS SEM SEREM DURAS, MAS ELA TE CULPOU DE ALGO QUE VOCÊ NÃO TEM CULPA, A TRAIÇÃO DE MEU PAI.
- JU...EU ENTENDO QUE SENDO ELA UMA MULHER ORGULHOSA, SER TRAÍDA DEVE SER INCONSEBÍVEL.
- MAS ELA NÃO TE PODE CULPAR, ANA...
- POIS NÃO, MAS CULPA... E EU NÃO VOU DEIXAR ELA INTERFERIR NA MINHA RELAÇÃO COM A TELMA. ELA ESTÁ SE ESFORÇANDO TANTO PARA AJUDAR A CLARINHA...SABEM, EU NEM DEVIA DIZER ISTO, MAS ELA ESTÁ BASTANTE NERVOSA...A CLARINHA É UMA CRIANÇA, QUE VAI SOFRER MUITO ANTES DE QUALQUER MELHORA SE AALGUMA VEZ HOUVER MELHORAS...
- SABEMOS DISSO, ANA fala a Vanessa... MAS JÁ LEVAMOS TANTAS NEGATIVAS...DEIXEMOS ELAS TRABALHAREM AS DUAS E LOGO SE VERÁ... TEMOS DE TER FÉ NELAS...
- EU ACREDITO NA TELMA E NA CLARINHA. OLHEM ELAS A TRABALHAR... MAS JÁ QUE TODOS SABEM QUE EU E A TELMA SOMOS NAMORADAS...EU CONVIDO VOCÊS PARA JANTAR HOJE NA MINHA CASA...BEM SEI QUE A BRUXA NÃO VAI...
- A BRUXA VAI SIM, GAROTINHA... SÓ SE TU ME CONVIDARES, POIS EU NÃO VOU A LADO NENHUM SEM SER CONVIDADA.

Todos se voltaram para trás e viram a senhora Olga Stevenson parada, olhando para eles.

- MÃE??? diz o Juvenal.
- SIM SOU EU...NÃO SOU O DIABO ENCARNADO NA MINHA PESSOA...EMBORA A ANA ACHE QUE É MESMO. JUVENAL...VANESSA...EU GOSTAVA DE FALAR A SÓS COM A ANA SE ELA QUISER ME OUVIR.
- É PARA VOLTAREM A DISCUTIR???
- NÃO TENS NADA QUE VER COM A CONVERSA, JUVENAL...POR FAVOR...

Juvenal e Vanessa se afastam deixando as duas mulheres se enfrentando, cara a cara...Ana nunca teve medo de olhar a senhora Olga Stevenson, nos olhos...é das poucas pessoas que o fazem sem receio nenhum.
Olga olha para a Clarinha, exercitando as pernas com a ajuda de Telma, e diz:

- VAMOS VER SE DEPOIS DISTO TUDO ELA RECUPERA...
- SIM...EU QUERO TANTO QUE ELA MELHORE...
- SOMOS DUAS, ANA...MAS NÃO FOI PARA FALAR DA CLARA QUE AQUI ESTOU.
- EU SEI...DIGA.
- TU ME CONHECES, SOU UMA MULHER DIRETA... EU SEI QUE TU NÃO TENS CULPA DE NADA, E EU SEI QUE EU TE TRATEI BASTANTE MAL. NÃO ME QUERO JUSTIFICAR MAS TU ÉS A PROVA VIVA DA TRAIÇÃO DO MEU MARIDO... E ISSO ME CUSTA ADMITIR...QUE EU FALHEI.

Ana olha para a senhora Olga.

- SIM...EU FALHEI COMO ESPOSA...SÓ VIA O TRABALHO, E DESCUREI O MEU CASAMENTO... NÃO QUE ISSO FOSSE RAZÃO PARA ELE ME TRAIR, MAS EU TAMBÉM TENHO CULPAS...E EU SOU ORGULHOSA, E ME CUSTA ADMITIR OS MEUS ERROS. E CONTIGO EU ERREI DESDE QUE EU SOUBE QUE A TUA MÃE ESTAVA GRÁVIDA. DESCULPA.

Ana ainda não acreditava no que a senhora Olga tinha dito...desculpa.

- SIM...PEÇO DESCULPA. ESTÁS COM CARA DE QUEM NÃO ACREDITA...MAS SIM A TODO PODEROSA OLGA STEVENSON, ESTÁ A PEDIR-TE DESCULPAS, EU ERREI, ANA. HÁ ANOS QUE EU SEI DISSO, MAS MEU ORGULHO ME IMPEDIU DE PEDIR DESCULPAS.
- E PORQUE O FAZ AGORA???
- PORQUE...NÃO SEI...NÃO, NÃO ESTOU COM PÉS PRA COVA...NEM CAÍ E BATI COMA CABEÇA...COMO DEVES ESTAR A PENSAR. TALVEZ QUEIRA ESTAR EM PAZ COMIGO MESMA...PODERÁ SER ISSO, MAS EM TODO O CASO, TE PEÇO DESCULPAS.

Olga Stevenson, vira as costas e afasta-se uns passos, e a Ana diz:

- DONA OLGA STEVENSON...PODE PARAR, POR FAVOR?
- SIM? diz Olga Stevenson após parar e se voltar.

Ana aproxima-se uns passos e diz:

- EU A CONVIDO PARA JANTAR NA MINHA CASA...EU E A TELMA VAMOS ANUNCIAR O NOSSO NAMORO...
- EU IREI. OBRIGADO.
- DONA OLGA...EU QUERO DIZER Á SENHORA QUE EU SOFRI BASTANTE POR SUA CAUSA, E EU NÃO SEI SE ALGUMA VEZ A VOU DESCULPAR POR ISSO, MAS ME DIGA SE...ATÉ NUM COLÉGIO INTERNO ME PÔS QUANDO DESCOBRIU QUE EU SOU LÉSBICA... PORQUE AGORA ACEITA A MINHA RELAÇÃO COM A TELMA??? NÃO QUE PRECISE OU QUEIRA A SUA AUTORIZAÇÃO.
- QUERES MESMO SABER?
- SIM, GOSTAVA DE SABER.
- QUANDO AS VI BEIJANDO UMA Á OUTRA...TIVE INVEJA.
- INVEJA???
- SIM ANA...INVEJA... VI...FELECIDADE, AMOR...E SIM TIVE INVEJA... EU NÃO TENHO NINGUÉM QUE ME BEIJE DAQUELA MANEIRA, ANA... A QUE HORAS É O JANTAR?
- ÁS 19H30...
- LÁ ESTAREI. EU LEVO O VINHO.

Ana estende a mão a Olga, e esta aperta-a, e Ana diz:

- ESPERO QUE PELO MENOS NOS POSSAMOS TOLERAR.
- EU SOU MAIS AMBICIOSA...ESPERO QUE MESMO NÃO ME PERDOANDO, POSSAMOS CONVIVER. ATÉ LOGO.

O jantar dessa noite correu muito bem, Telma e Ana comunicaram o namoro delas, depois jogaram vários jogos de tabuleiro, e pasme-se...Olga Stevenson ria e revelou-se uma excelente jogadora de cartas...
Os meses entretanto foram passando, os progressos de Clarinha eram poucos, mas ela não desiste, revela uma resiliência fora do vulgar, não fosse ela neta de Olga Stevenson...
A relação entre a Telma e a Ana essa corre bastante bem, as duas cada vez mais são cumplices uma da outra...na cama da casa de Ana as duas estão fazendo amor. nuas, rebolando pelos lençóis parecendo duas crianças num jogo de adultos, os beijos trocados, as carícias...os suspiros...o acabar a noite dormindo juntas, aconchegadas uma na outra, conversando sobre a vida, o presente e o futuro...

- ANA...
- DIZ, MORENA...
- AI DEIXA PARA LÁ...
- AGORA TENS QUE FALAR...DIZ.

Telma se levanta, e vai á sua mala onde trás os seus pertences, como a carteira, a maquiagem, etc e etc...e tira uma caixinha de veludo, pequena e sobe outra vez para a cama onde se ajoelha na frente de Ana, e diz:

- ANA...EU...BOLAS EU PLANEJEI TANTO ESTE MOMENTO, LOL...
- FALA, MULHER...
- ESPERA...DÁ-ME UM MOMENTO...PRONTO...EU...BEM, EU...ESTOU TÃO NERVOSA, CARAMBA...
- ATÉ JÁ ME ESTÁS A DEIXAR A MIM NERVOSA, TELMA...FALA LOGO...
- ANA...EU TE AMO, EU PENSO EM TI A TODA A HORA, TE DESEJO, E GOSTAVA DE PASSAR O RESTO DOS MEUS DIAS CONTIGO...EU TE PEÇO...QUERES CASAR-TE COMIGO??? EU SEI QUE EU N...

Ana cala Telma com um longo..apaixonado...intenso...beijo na boca, e diz:

- SIM CLARO QUE ACEITO...MORENA.
- ACEITAS???
- SIM, CHATA...POSSO LÁ VIVER SEM TI, TELMA??? IMPOSSÍVEL...

As duas se envolvem outra vez num longo beijo e depois roçam seus corpos um no outro, fazem amor durante longas e intensas horas...
Mais uns meses passam, e a Clarinha começa a recuperar...e um dia ela se levanta da cadeira e consegue ficar em pé, as dores, o sacrifício que a pequena guerreira fez...começam a dar resultado.
Entretanto Ana e Telma se casam, numa cerimónia linda nos jardins do palacete, o trabalho de Telma com a Clarinha é agora mais exigente que nunca...a menina dá pequenos passos, segurando uma bengala mas caminha...os seus pais choram com emoção, a sua avó essa parece uma Maria Madalena chorando de alegria.
A relação dela com a Ana é cada vez melhor também, Ana um dia disse que a perdoava, que não valia a pena viverem com rancores e a Olga pede um abraço e a Ana abraça ela.
Ao fim de 3 anos de trabalho, Clarinha consegue andar sem ajudas de uma muleta, ou bengala...Ana e Telma vivem as duas felizes na casa de Ana, a Clarinha essa corre pelos jardins da enorme propriedade, a sua mãe espera um irmãozinho para ela e a Senhora Olga Stevenson, recebe um ramo de rosas com um bilhete:

ESPERO-TE HOJE ESTEJAS TÃO BONITA QUANTO ONTEM...ACORDEI COM O TEU CHEIRO NA CAMA...HOJE VENHA JANTAR COMIGO, E VOLTAREMOS A JOGAR STRIP POKER...FRANCISCO.

Olga fica corada após ler o bilhete...quem diz que uma madura de 66 anos não pode viver de novo???

Fim

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Lex75 #Lésbica

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