Prometi para a ninfeta
Moro em um conjunto popular, a minha área de serviços é em frente da área de serviços do prédio do lado, meu quarto abre a janela para o quarto grande do vizinho e meu quarto pequeno que eu transformei em escritório da de frente para o quarto de Suzi, uma loirinha linda de dezesseis anos. Uma tarde eu estava enrolada em minha toalha em frente ao espelho de corpo inteiro colado na parede de meu quarto, secando meu cabelo, de costas para a janela, quando percebo que alguém tentava me ver e se esconder atrás da cortina ao mesmo tempo, foi fácil identificar a imagem no espelho, era aquela tesãozinha que eu via quase todos os dias mas com quem nunca tinha falado e o diabinho soprou no meu ouvido, Tirei a toalha, dei uns trinta segundo para ela ver bem minhas nádegas e virei de frente exibindo meu orgulho, meu par de seios, vi que a menina se escondeu, vagarosamente abri minha gaveta de calcinhas e escolhi uma, evitando de olhar diretamente para a janela, mas acompanhando o movimento da imagem no espelho de canto de olho e pude ver a adolescente com seus olhos verdes arregalados, peguei um pote de creme para o corpo e passei lentamente em meus seios, abdômen e coxas, coloquei um top e por último uma bermuda, fingindo vida normal, fui até minha cozinha e a menina saiu na área de serviço no exato momento que eu abria um refrigerante e fiz o gesto de quem oferece o liquido, Suzi sorriu e voltou para o interior do apartamento dela. Fui para o escritório, meio que encantada com os acontecimentos, mantendo a janela e as cortinas abertas. Tentei me concentrar na preparação da aula que eu teria que dar na segunda feira, quando percebi o movimento no quarto da vizinha , ela praticamente me imitando, estava enrolada em uma toalha em frente da cômoda de onde tirou um shortinho e o colocou antes de soltar a toalha e quando o fez, eu pude ver aqueles peitinhos adolescente, com os biquinhos ainda para dentro que ela vagarosamente cobriu com a camiseta. Suzi virou de frente para janela e eu fiz questão que ela vise eu passar a língua entre meus lábios, ela sorriu maravilhosamente para mim, levantei e encostei no batente da janela e com volume moderado falei: "Sempre ouço sua mãe falar seu nome Suzi, ela não está? Suzi esbanjando simpatia responde: "Não ela é professora de educação física e dá aula todas as manhãs, folga nas terças e quintas a tarde e as vezes tem que levar as atletas para competir fora nos fins de semana, como nesse." A diabinha estava me dando a ficha toda , tentei a jogada: "Você vai ficar sozinha?". Suzi fazendo um charminho adolescente pergunta: "E você, vai receber visita?". Caralho, ela devia ter sacado alguma coisa, eu só recebia minhas amigas em casa pra transar, dei um sorriso sacana e respondi: "Não tenho planos para esse fim de semana". A adolescente sorriu e entrou. Na manhã seguinte, um sábado acordei por volta das nove, fui a cozinha, liguei a cafeteira, corri para baixo da ducha e só coloquei uma calcinha e uma camiseta comprida e voltei para cozinha. Ao sentar à mesa para tomar café, Suzi aparece na área de serviço e diz: "Que cheirinho bom, aposto que seu café é uma delícia". A filha da puta estava esfregando a buceta na minha cara e eu ainda tinha dúvida da idade dela, mesmo assim falei: "Venha experimentar". Ela deu as costas como um raio e em pouquíssimo tempo escuto alguém subir as escadas do prédio correndo. Abri a porta e lá estava minha ninfeta. Ela entrou e examinou meu corpo com os olhos, sorri e perguntei: "Gostou?" Ela me oferecendo os lábios fala: "Prefiro quando você está sem roupa". A pirralha estava me cantando na cara dura. Eu a beijei enfiando minha língua em sua boca, a danada chupou minha língua como uma mulher experimentada e eu disse : "Você beija gostoso". Suzi olhou bem no fundo dos meus olhos e falou: "Esse foi meu primeiro beijo na boca". E eu a beijei novamente, alisando seus peitinhos, a inexperiente enfiou a mão por baixo da minha camiseta e massageou um dos meus seios. Perdi a cabeça arranquei minha camiseta enquanto ela tirava a dela e fomos nos beijando para meu quarto, tive o cuidado, de me separar de Suzi e fechei as cortinas e quando voltei a virar para ela a safadinha já tinha tirado a bermuda e a calcinha, já que era assim, putaria pura sem namoro, tirei minha calcinha também e a abracei passamos a nos revessar nas mamadas, aqueles peitinhos deliciosos durinhos mostraram-se deliciosos de serem chupados, mas aparentemente a ninfa não conhecia os próximos passos, me abraçou forte enquanto eu alisava suas nádegas, fiz força para nos deitarmos. Suzi passou a condição de passiva, limitando-se a alisar minhas costas e eu escorreguei e admirei seus pentelhos aloirados e aquela pela buceta com o botãozinho vermelhinho e durinho apontado para frente e abocanhei aquela delícia, levando minha mão direita a minha buceta e sentindo meu clítoris tipo pintinho armadinho, a adolescente passou a gemer gostoso e em pouco tempo seu corpo inteiro passou a tremer forte e eu gozei junto com ela. Nos beijamos demoradamente e só então, ela teve coragem para passar o dedo em minha racha e disse: "Eu sabia que você era gostosa, mas não achava que eu ia gozar tanto". Continuamos nos alisando e nos esfregando ela limitando-se a mamar em mim, quando senti que meu grelo estava em ponto de bala, coloquei minha aprendiz de quatro, e enfie minha língua em seu cuzinho, a fêmea se descontrolou choramingando sofrendo fortes espasmos musculares em todo o corpo e a fiz deitar, trancei nossas pernas , aproximei nossas bucetas e passei a esfregar, logo a aluna passou a movimentar e encontramos o ritmo certo e gozamos juntas como duas loucas. Após aquele gozo nos esparramamos na cama e começamos a conversar, quando Suzi revelou que sua mãe também era lésbica e seu sonho era comer a mãe junto com sua namorada. Prometi a ela que faríamos.
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