O batismo de juninho
Juninho aprendendo que fazer parte da República tem que contribuir, no caso dele, com a boca e o cu.
A república estava um inferno de barulhenta aquela noite. Era sábado, o churrasco no terraço tinha começado cedo e, lá pelas onze, o chão já estava colando de cerveja derramada e o ar era uma mistura densa de gordura queimada, fumaça de cigarro e o cheiro azedo de dezenas de latas de Skol acumuladas. Eu, o Juninho, o calouro, o "mascotinho", era a peça central do entretenimento. Eles me tratavam com aquele carinho bruto de quem é mais velho: tapas na nuca que deixavam a pele ardendo, abraços que quase quebravam as costelas, apelidos que iam de "Juninho" a "Bunda de Mel".
Cheguei junto com a elite da casa: Maurício, o veterano de Engenharia que mandava em tudo; Pedro, o braço direito dele; Sérgio, André e Arthur. Eu tentava acompanhar o ritmo deles, mas era como um poodle tentando correr com pitbulls.
— Juninho, o virgem da república! O nosso pequeno monge! — gritava Pedro, com o celular na mão, gravando meu rosto vermelho enquanto os outros gargalhavam.
Fomos pra sala. O sofá de couro rasgado cheirava a suor acumulado de gerações de estudantes. Maurício, com aquele olhar de quem já planejou a noite toda, me empurrou pro meio e colocou um copo de plástico na minha mão. Estava morno, cheio até a boca de uma vodka barata que cheirava a álcool de posto.
— Bebe tudo, mano. Hoje a gente vai tirar esse cheiro de leite materno de ti. Hoje tu vira homem na marra.
Eu bebi. O líquido desceu como uma lixa pegando fogo na minha garganta. Meus olhos lacrimejaram na hora, e eles aplaudiram, batendo nos meus ombros com força. Logo veio outro. E mais um. A cabeça começou a flutuar. Eu ria de tudo, me sentindo finalmente parte do grupo, sem perceber que o riso deles era diferente do meu. Eles trocavam olhares rápidos. Diziam que eu era "bonitinho demais pra ser hétero", que tinha "rostinho de menina que gosta de apanhar".
Depois de uns quarenta minutos de bombardeio alcoólico, minha visão já estava embaçada. O mundo girava num ritmo lento. Maurício se levantou, me pegou pelo colarinho da camisa e me puxou com uma força desnecessária.
— Agora chega de papo furado. Vamos pro quarto dos fundos. Tem uma brincadeira nova, tradição da casa. Tu perdeu no rei ou coroa lá no churrasco, lembra?
Eu não lembrava de nada, mas ri, cambaleando. Me levaram pelo corredor escuro. No caminho, mãos passavam por mim, me dando tapas na bunda por cima da calça, beliscando minha cintura. O quarto dos fundos era o "depósito", um lugar que fedia a mofo, maconha velha e um cheiro mais pesado, almiscarado, de corpo confinado. Tinha uma cama de casal velha com o lençol desbotado e uns colchões no chão. A luz vinha de uma lâmpada fraca e amarelada que deixava tudo com cara de pesadelo.
Me sentaram na beira da cama. Pedro trancou a porta. O clique da fechadura ecoou na minha cabeça como um aviso. Meu coração, mesmo dopado de vodka, começou a martelar.
— Relaxa, Juninho — disse André, passando a mão no meu cabelo de um jeito que não era de irmão. — É só um jogo.
Maurício tirou uma venda preta do bolso.
— Tu perdeu feio, viadinho. Agora aguenta as consequências.
Eu tentei rir, um riso nervoso, seco.
— Que porra de brincadeira é essa, gente?
— Confia na gente, porra. Vai ser engraçado. — Sérgio parou atrás de mim e segurou meus ombros com firmeza.
A venda desceu. O nó foi dado com força, puxando meus cabelos na nuca. O escuro foi total. De repente, os outros sentidos deram um salto. O cheiro de suor dos caras ficou mais forte, as risadas baixas pareciam vir de todos os lados ao mesmo tempo. Eu ouvi o som metálico de zíperes sendo abertos. Um, dois, três. O som de cintos sendo desfiados das fivelas.
— Olha como ele tá tremendo, tá parecendo uma britadeira — zombou Pedro.
As mãos começaram a me mapear. Dedos ásperos, com cheiro de cigarro e gordura, enfiaram-se por baixo da minha camisa, apertando meus mamilos com força até doer. Outras mãos desciam pelas minhas coxas, subindo até a virilha, apertando meu pau por cima do jeans. Eu tentei me mexer, mas Sérgio me prensou contra o corpo dele por trás.
Senti um hálito quente de vodka e nicotina no meu ouvido. Era Maurício.
— Abre a boca, Juninho… só um pouquinho. Deixa o titio ver se tu é bom de obedecer.
Eu achei que ele ia me dar mais bebida. Abri. Em vez de álcool, senti algo quente, vivo e pulsante roçando meus lábios. Era a cabeça de um pau, úmida de pré-gozo, cheirando a bicho, a macho excitado. Tentei puxar a cabeça pra trás, mas mãos agarraram meu cabelo e me mantiveram ali.
— Shhh… é só brincadeira, moleque. Só encosta a língua. Não vai morder os amigos, né?
Ele começou a esfregar a rola semi-dura no meu rosto, pintando minha bochecha, meu nariz e meus lábios com aquele caldo salgado. Eu sentia o calor que emanava da virilha dele. Outro pau tocou minha testa, descendo pelo lado do meu rosto, deixando um rastro grudento. Eles riam baixo, uma vibração de tesão que eu nunca tinha sentido antes.
— Tá vendo? Tá gostando, o viadinho tá até babando já — disse André, a voz dele estava rouca, carregada.
Maurício pressionou mais. A glande grossa forçou meus lábios. Ele entrou devagar, expandindo minha boca, o gosto de pele e suor invadindo tudo. Eu tentei protestar, mas o pau dele era uma mordaça de carne. Ele começou a estocar, devagar no começo, curtindo o aperto da minha boca virgem.
Enquanto Maurício me usava, os outros começaram a conversar, como se eu fosse apenas um móvel, um buraco de conveniência.
— Porra, ontem eu peguei aquela loirinha da odonto — começou Pedro, o som da voz dele acompanhado pelo barulho rítmico dele se punhetando. — A mina tem um cu que parece um ímã, mano. Joguei ela no capô do carro, levantei a saia e meti seco. Ela gritava "não, Pedro, aqui não", mas empinava aquela bunda branca pra mim. Fodi até o cu dela ficar inchado, piscando, escorrendo tudo.
Maurício parou de foder minha boca por um segundo só pra rir.
— Loira é bom, mas eu prefiro aquela morena da 302. Peitinho de cadela, mas a buceta… caralho, aquilo é um pântano. Enfiei a mão toda dentro daquela puta. Depois virei de quatro e socava com tanta força que o barulho do meu saco batendo na bunda dela parecia um aplauso. Chamava ela de lixo, de cadela barata, e ela só pedia mais.
Ouvir aquilo enquanto tinha um pau na boca e mãos me apertando por todo lado me deixou em choque. Sérgio assumiu meu rosto agora. Ele segurou minha mandíbula com uma mão e com a outra guiava o pau dele. Era mais grosso. Eu senti os cantos da minha boca esticarem até o limite. Ele metia com vontade, ignorando meus engasgos, minhas lágrimas que já molhavam a venda.
— E a ruiva que eu trouxe aqui semana passada? — André interveio, a voz trêmula de prazer. — Aquela safada implorou pra eu gozar dentro. Eu segurei ela pelo pescoço, quase enforcando, e enchi a buceta dela de porra. Depois fiz ela lamber o pau sujo, lamber tudo, até a última gota de sêmen misturado com o suco dela. Ela lambia e chorava, uma delícia.
As histórias deles eram combustível. Eles estavam todos excitados, se revezando na minha boca, me tratando como um objeto de descarte. Pedro veio em seguida. Ele não tinha paciência. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a estocar fundo, batendo na minha garganta. Eu sentia o vácuo se formar, a náusea subindo, mas ele não parava. O cheiro de pentelhos suados e o calor das virilhas deles me sufocavam.
— Caralho, que boca quente… parece uma luva — gemeu Pedro, aumentando a velocidade.
Eu babava sem controle. O líquido escorria pelo meu queixo, pescoço, encharcando o colarinho da minha camisa que alguém já estava desabotoando. Sentia dedos beliscando meus mamilos, torcendo-os até eu querer gritar.
— Agora vamos ver o prato principal — anunciou André. — Vamos ver se esse cuzinho é tão bonitinho quanto a cara.
Eles me levantaram. Eu estava tonto, o álcool e a falta de ar me deixando num estado de transe. Me viraram de costas. Senti o lençol áspero da cama contra meus joelhos. Mãos me empurraram pra baixo, me deixando de quatro, o peito colado no colchão e a bunda empinada pro alto.
— Olha isso, que visão… parece que foi feito pra ser arrombado — disse Maurício.
Ouvi o som de alguém cuspindo. Um cuspe grosso, carregado, que caiu direto no meu cu. Senti o gelado escorrendo pela fenda, e logo em seguida dedos enfiaram-se ali, abrindo minhas nádegas com força bruta.
— Tá nervoso, Juninho? Relaxa… a gente vai cuidar bem de ti — ironizou Sérgio.
Ele encostou a cabeça do pau no meu buraco. Eu senti a resistência, a pele se esticando. Ele não usou lubrificante, só o cuspe e o pré-gozo. Pressionou devagar, circulando a entrada, torturando.
— Só a cabecinha, ó… só pra tu sentir o peso.
Ele empurrou de uma vez. A dor foi um choque elétrico que percorreu minha espinha. Parecia que alguém tinha enfiado um ferro quente em mim. Gritei, um som abafado porque Maurício já estava na minha frente, enfiando o pau dele de volta na minha boca pra eu não fazer barulho.
Sérgio começou a foder. Estocadas curtas e brutas. Eu sentia meu cu sendo dilacerado a cada movimento. O saco dele batia na minha bunda com um som seco, pla-pla-pla. Ele gemia no meu ouvido, me chamando de "putinha de república", de "depósito de porra".
Quando ele saiu, eu senti um alívio momentâneo, mas logo André assumiu. O pau dele era o maior. Ele abriu minhas nádegas com tanta força que achei que ia me rasgar em dois antes mesmo de entrar. Ele cuspiu de novo, uma quantidade enorme de baba, e forçou. Eu senti as veias do pau dele arranhando as paredes do meu intestino. Ele segurava meu quadril com as duas mãos, enterrando os dedos na minha carne, e socava até o talo.
— Puta que pariu, esse cu é apertado demais! — André gritava, enquanto me usava com fúria.
Minhas pernas tremiam. Eu já não tinha mais forças para resistir. Estava entregue. Sentia mãos me masturbando ao mesmo tempo, mãos me apertando, paus sendo batidos no meu rosto, no meu cabelo. O quarto era uma cacofonia de gemidos, risadas e o cheiro insuportável de sexo grupal.
Pedro, que estava filmando tudo, deixou o celular de lado e veio pra cima. Ele me virou um pouco de lado, me obrigando a olhar — mesmo vendado — para a câmera que ele tinha deixado gravando.
— Olha aqui, Juninho. Dá um tchauzinho pra galera que vai ver isso depois. Olha o estado do teu cu, todo vermelho, piscando, pedindo mais.
Ele meteu sem dó. Pedro era sádico. Ele tirava o pau quase todo, deixava só a pontinha, e depois socava com tudo, me fazendo pular na cama. O som era obsceno, um barulho molhado de carne batendo em carne. Eu estava em frangalhos, babando porra e cuspe, com o cu ardendo como se estivesse em carne viva.
Finalmente, Maurício, o "dono" da casa, veio para o encerramento. Ele era o mais calmo, mas o mais pesado. Ele se posicionou atrás de mim e, sem dizer nada, forçou sua tora monstruosa. Eu senti meu corpo travar. Era grande demais. Meus lábios se abriram num grito mudo. Ele não parou. Foi empurrando, centímetro por centímetro, até eu sentir a base dele encostando na minha pele.
Ele começou a foder com um ritmo hipnótico, cruel. Cada estocada ia lá no fundo, onde ninguém nunca tinha chegado. Ele dava tapas estalados na minha bunda, deixando marcas de dedos na pele clara.
— Tu é nosso agora, ouviu? — ele sussurrava, a voz carregada de autoridade. — Toda vez que a gente quiser, tu vai estar aqui. Desse jeitinho. Aberto.
Eles começaram a gozar. Foi uma chuva de sêmen. Um gozou na minha boca, me obrigando a engolir aquela porra quente e amarga enquanto eu tossia. Outro gozou no meu peito, outro no meu rosto, pintando meus olhos vendados e minhas bochechas. André gozou no meu cabelo, passando os dedos sujos de sêmen pelos meus fios.
Maurício deu as últimas estocadas selvagens. Eu senti quando ele atingiu o ápice. Ele enterrou o pau o mais fundo que pôde e descarregou jatos e mais jatos de porra quente dentro de mim. Eu senti meu intestino se enchendo, um calor que parecia que ia me explodir por dentro.
Quando ele finalmente saiu, eu desabei no colchão. Meus músculos estavam moles como gelatina. O sêmen começou a escorrer pelas minhas coxas, misturado com o suor e o cuspe. Eu ouvia eles se limpando, rindo, batendo uns nas mãos dos outros como se tivessem acabado de ganhar um jogo de futebol.
— Bom trabalho, mascotinho — disse Pedro, dando um último chute de leve na minha perna. — Amanhã tem mais.
Eles saíram do quarto, batendo a porta e rindo alto no corredor. Eu fiquei lá, no escuro da venda, destruído, humilhado, com o cu latejando e a boca amarga. Mas, no meio daquele vazio devastador, no fundo da minha mente que já não era mais a mesma, uma centelha sombria de prazer começou a queimar. Eu estava marcado. Eu era deles. E, por mais que eu odiasse admitir, meu corpo já estava ansioso pela próxima vez que a porta daquele quarto se trancasse.
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Comentários (2)
Daniel: Muito bom. Traz mais contos assim, mais sádicos kkkk
Responder↴ • uid:8d5gapjqrbLuiz: Seja bem obediente a seu machos essa é a vida de um viadinho entre 4 machos vou torcer para chegar mais morador ou visitas para a republica, continua amanha vai
Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic