#Assédio #Gay #Grupal #Travesti/Trans

Cinto de Castidade

1.2k palavras | 0 | 1.00 | 👁️
O Narrador de Contos

Como me descobri uma travesti submissa.

Eu sempre fui uma pessoa discreta e reservada, nunca dei motivo para mexerem comigo já que vivia numa república cheia de rapazes. Estava no 3 ano de faculdade quando tudo mudou. Naquele ano conheci o Guilherme, um moreno sarado e com olhos de fogo que me deixou louquinha. Foi ali, em seus braços musculosos, que descobri meu verdadeiro eu: uma travesti submissa, pronta para qualquer coisa.
Tudo começou com a festa de abertura de ano aqui da república, Guilherme era o novo integrante e ficou muito bêbado logo no começo da festa.
Quando a festa já estava na metade para o final Guilherme apareceu cambaleando pelo corredor, claramente muito bêbado. Ele abriu porta após porta até finalmente entrar no meu quarto, acreditando que era o banheiro. Eu tentei impedi-lo, mas ele já tinha avançado para dentro, e foi então que notei a ereção enorme na sua calça jeans.
"Guilherme, esse não é o banheiro!", eu gritei enquanto tentava empurrá-lo para fora do quarto. Mas ele estava tão bêbado que não ouvia. Ele mijou na minha cama e quando tentei impedi-lo, ele me agarrou pelos cabelos e me empurrou com força contra a parede, sua boca colada na minha enquanto suas mãos percorriam meu corpo.
Eu lutei um pouco no começo, mas logo percebi que era inútil resistir. Guilherme era muito mais forte do que eu, e seu pau latejando contra minha barriga deixava claro o quão excitado ele estava. Eu estava tensa com a situação e com um pouco de medo então decidi deixar rolar, confesso que no fundo sempre quis ser fodida por um macho como ele.
Guilherme não perdeu tempo. Ele levantou minha camiseta e com um movimento só arrancou minha calça e cueca com um puxão forte, deixando minha bunda completamente exposta. Depois, abriu o zíper da calça e tirou o pau pra fora, já latejando de tesão.
Sem nem mesmo lubrificar direito, ele enfiou tudo dentro do meu cu apertado de uma só vez. Eu gritei de dor ao sentir seu pau grosso me preenchendo por completo. Guilherme começou a estocar com força, suas bolas batendo contra minha bunda enquanto ele grunhia alto no meu ouvido.
"Você é uma putinha, não é?", ele rosnou enquanto me fodia sem dó nem piedade. "Admite que você gosta disso."
Eu não respondi, mas meu corpo me traia e eu apenas gemi mais alto, rebolando a bunda para ele meter ainda mais fundo. Guilherme sorriu e segurou meu quadril com força, acelerando o ritmo das estocadas. Eu nunca tinha sido fodida assim antes, tão brutalmente, tão sem dó. Era incrível.
Depois de alguns minutos, Guilherme chegou ao limite e gozou dentro do meu cu, enchendo-me de porra quente. Eu gozei junto sujando ainda mais minha cama, ele continuou me fodendo lentamente enquanto terminava de gozava, aproveitando cada segundo da sensação do meu cu apertado massageando seu pau latejante.
Quando finalmente terminou, ele tirou o pau de dentro de mim com um plop alto e caiu na cama ao lado, completamente exausto. Eu desabei ao lado dele, todo gozado e com minha bunda ardendo da foda intensa que tínhamos acabado de ter. Mas não me importei. Pela primeira vez em muito tempo, eu me senti verdadeiramente satisfeita.
Depois disso Guilherme percebeu minha disposição e não perdeu tempo. No dia seguinte, ele já tinha um cinto de castidade pronto para mim. "Vou transformar você na putinha que você é", ele disse com seu sorriso safado enquanto prendia o aparelho em meu quadril fino. Eu ate tentei resistir mas ele apenas sorriu, e falou que estava ansioso para saber onde tudo aquilo iria dar.
A noite com meu novo "uniforme" que Guilherme me fez usar - salto alto, minissaia, uma lingerie branca e top decotado, além do cinto de castidade - ele me levou para um lugar que eu nunca tinha visto antes. Era uma espécie de clube privado eu acho, com luzes baixas e música sensual no fundo. Ele me apresentou a outros seis amigos seus, todos tão gostosos quanto ele.
"Essa é minha putinha da república", anunciou Guilherme orgulhoso, enquanto os rapazes me olhavam de cima a baixo, comendo minha bunda com os olhos. "Ela está à disposição de vocês esta noite." Eu fiquei com medo e comecei a tentar argumentar com Guilherme que esse não era o combinado, mas ele apenas sorriu e me mandou dançar, rebolando para meus novos parceiros.
O primeiro deles se aproximou por trás, pressionando seu membro já duro contra minha bunda. Ele puxou meu top para cima, liberando a lingerie que escondia meu peito, e começou a brincar com meus mamilos enquanto mordiscava meu pescoço. Eu gemi alto, adorando cada toque, cada carícia.
Os outros rapazes não ficaram para trás. Cada um deles reivindicou uma parte do meu corpo, me explorando como se fosse sua propriedade particular.
Quando finalmente chegamos à parte principal da festa, já não aguentava mais de tanto tesão. Deitei na cama que haviam preparado, pronta para receber os rapazes um por um. Guilherme foi o primeiro, enfiando seu pau duro em mim com força enquanto eu gritava de prazer.
Os outros foram se revezando, cada um me fodendo com mais intensidade do que o anterior. Eu gozei incontáveis vezes naquela noite, eles me usaram de todo jeito, gozaram no meu cu apertado, na minha boca nas minhas mãos enquanto eu os punhetavam. Eu estava molhada de suor e gozo mas ainda implorando por mais. Eles me usaram como uma verdadeira putinha, exatamente como eu sempre sonhei em ser.
Quando a suruba finalmente acabou, de madrugada, eu mal conseguia me mexer. Mesmo assim não parei de sorrir. Nunca tinha me sentido tão realizada, tão completa. E tudo isso porque finalmente aceitei quem eu realmente era: uma travesti submissa, louca para ser usada e fodida por quem quisesse.
Voltei para a república no dia seguinte junto do Guilherme ainda com o cinto ainda preso em meu quadril. Guilherme sorriu ao me deixar em minha cama, e eu sorri de volta, porque agora sabia: não importa o que venha pela frente, vou sempre ser a putinha do Guilherme.

Se quiser mais histórias como essa ou a versão em audio desse conto:

https://orelo.cc/onarradordecontoseroticos

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos