O coroa que me ensinou as virtudes de ser gay parte 3
Após ter o cú fodido pelo coroa negro, eu tive que decidir se era isso mesmo que eu queria pra minha vida.
Bem, voltei para minha casa naquele dia e assim que cheguei em casa, fui logo abordado pela minha mãe.
Ela logo reparou que meu andar estava estranho.
Eu não conseguia andar normal devido a ardência e a dor no cú.
Por mais que eu me esforçasse, era nítido que alguma coisa me incomadava.
Difarcei mas ficou uma desconfiança na cabeça da minha mãe.
Fiquei recluso, pois não sei porque, a culpa me corroía por dentro.
Eu pensava o tempo todo naquele coroa e o que ele tinha feito comigo.
Eu revivia tudo e sentia as mesmas sensações de quando estava com o pau dele enterrado no meu cú.
A noite eu sonhava a noite inteira com ele me comendo.
Na segunda-feira quando fui pra escola eu saí no portão e antes eu olhei pra ver se via aquele coroa e eu nem sabia porque fazia isso.
Não sei se fiquei aliviado ou decepcionado ao não vê-lo na rua.
Fui pra escola mas não conseguia me concentrar.
Na volta eu cheguei na minha rua e a mesma coisa me ocorreu.
Então percebi que eu o procurava com meus olhos e consegui definir que o que senti foi uma decepção mesmo.
Eu esperava encontrar ele ali na rua e nem sabia porque sentia isso.
Eu ainda estava sentido as dores daquela foda, mas não estava com raiva dele, pelo contrário, tava louco pra ver o homem que tinha me comido sem dó alguma.
Eu tomei um banho bem gelado, pois percebi que meu corpo pegava fogo apenas pensando naquele coroa negro. Almocei e fui tentar descançar um pouco.
Acordei por volta das 3h da tarde e pensei em dar uma volta na rua.
Fui até a vendinha perto de casa e quando saía minha alma saiu do corpo.
Dei de cara com o coroa.
Ele sorriu e me cumprimentou e eu não consegui nem responder de volta.
Me deu um calor no corpo e a respiração ficou descontrolada e meu coração parecia que ia sair pela boca.
Agora, nada me causou tanta estranheza como ter sentido meu cú começar a pulsar muito forte. Meu pauzinho também reagiu um pouco, mas não tão forte como meu cú.
Ele vendo minha reação falou: Calma menino, parece que viu um fantasma. Tá tudo bem com você?
Eu tentei falar , mas saiu rouca e trêmula a minha voz e apenas disse que estava tudo bem.
Ele muito calmamente começou a conversar comigo e eu estava ali na sua frente apenas ouvindo ele falar, apenas balançando a cabeça, completamente hipinotizado pela sua voz grave e firme, porem tranquilo.
A maturidade daquele homem me deixava completamente entregue a ele.
Tava me incomodando como meu cú estava pulsando apenas por eu estar perto dele.
Ele perguntou se eu estava ocupado e me convidou para ir conversando com ele.
Eu concordei e disse que poderia acompanhar ele sim e logo estavamos diante do portão da casa dele.
Torci para ele não me convidar para entrar, pois apesar de sentir muitas dores ainda, o tesão que eu estava sentindo no cú, eu ia balançar e havia uma alta chance dele me foder novamente naquele dia.
Mas no fundo eu sabia que um homem experiente como ele não estaria caminhando comigo e me levando dinte da sua casa se não tivesse essa intenção.
Mas pra minha surpresa não houve nem convite.
Ele apenas botou uma das mãos nas minhas costas e com a outra abriu o portão e mandou eu entrar.
Olhei pra um lado e depois pro ouro pra ver se ninguem estava olhando e obedeci a ele.
Na varandinha que dá acesso para a sala, ele abriu a porta da sala e me deu um tapa forte na bunda que chegou a me jogar pra dentro da sala e entrou logo depois, passando a chave na porta.
Mal entrou, já foi tirando a camisa e desabotoando a bermuda, arriou a cueca box até os joelho e mandou que eu chupasse seu pau.
Eu andei até ele e peguei no pau dele e enquanto punhetava devagar eu já fui me abaixando até estar de joelhos na sua frente e levei a minha boca até seu pau e comecei a chupar.
O pau ficou muito rígido tão rapidamente. Eu tinha que fazer força pra conseguir fazer ele baixar o suficiente para eu conseguir chupar ele.
Eu chupava seu pau com muita vontade, mas ele estava diferente e mandou eu colocar as mãos para trás e segurou minha cabeça e começou a foder ativamente minha boca.
O pau dele é muito bruto e ele fazia ele entrar na minha garganta.
A sensação era horrível, pois provocava sensação de vômito e me asfixiava.
Eu produzia muita saliva e quando ele tirava o pau da minha boca eu via o pau dele todo babado e eu tentava respirar para me recuperar da asfixia, mas log ele metia o pau até o fundo de novo.
O pau grosso entrando e saindo da minha garganta fazia a saliva retornar pelas minhas narinas e a sensação de irritação que a saliva expessa causava, me fazia lacrimejar muito.
Sentia as lagrimas escorrer pelo rosto e se juntando a secreção que escorria do nariz.
Com a produção de saliva a toda, de vez em quando eu engasgava com ela e quando ele tirava o pau eu tossia muito e não me permitia recuperar o folego.
Mesmo assim ele voltava a foder minha boca e eu estava ficando cada vez mais fraco.
Quando ele permaneceu um tempo demasiadamente grande com o pau na minha garganta, eu me desesperei e empurrei ele pelas coxas e puxei a cabeça.
Assim que o pau dele saiu da minha boca eu recebi uma saraivada de tapas no rosto.
Ele deu cinco ou seis tapas fortes no lado esquerdo do meu rosto.
Eu só não caí no chão porque enquanto ele me batia com uma das mãos, ele me segurava pelo braço com a outra.
Assim que ele soltou meu braço eu cai sentado no chão da sala e engasguei com a saliva.
Comecei a tossi muito e comecei a chorar, o que piorou meu estado de asfixia.
Tentei me recuperar mas estava num estado lastimável.
Ele me levantou pelo braço e me conduziu até o banheiro e em frente a pia ele me soltou e mandou eu lavar meu rosto.
Ainda tossindo muito eu olhei para o espelho da pia e não acreditei.
Meu rosto coberto de secreção, nariz escorrendo e olhos lacrimejando e vermelhos. Meu rosto estava arouxeado.
Me laveis e enxuguei o rosoto com a toalha e ele mandou eu voltar pra sala.
Mandou eu sentar no sofa e começou a falar olhando pra mim.
Nunca mais se atreva a me empurrar.
Enquanto eu estiver fodendo sua baca ou seu cú, você faça nada que eu não mandar você fazer.
Não gosto de bater, mas se precisar fazer você entender que o homem aqui sou eu, eu vou bater.
Entendeu?
Olhei pra ele e balancei a cabeça confirmando que tinha entendido.
Logo veio mais dois tapas fortes no rosto.
Ele perguntou se eu entendi mesmo e completou que se ele me perguntasse alguma coisa que era para eu responder mesmo e não balançar a cabeça.
Então eu falei já soluçando por causa do choro que tinha entendido sim.
Ele então falou, então para de chorar e vem chupar o seu macho.
Eu me recompus e voltei a pegar seu pau e coloquei na minha boca.
Logo ele voltou a foder ela como antes e dessa vez não ousei mais reclamar.
Quando aquela tortura asfixiante terminou ele mandou eu tirar toda a roupa e saiu para o quarto e me deixou ali sozinho.
Quando ele voltou eu já estava nú e ele mandou eu ficar em pé.
Ele tinha um pano vermelho na mão e quando abriu era uma calcinha fio dental vermelha.
Ele falou veste isso.
Eu peguei e não sabia nem como vestir aquilo, mas não queria vê-lo nervoso, então me virei.
Eu acabei de colocar e ele mandou eu dar uma voltinha e me elogiou. mas mesmo assim ele ainda cavou mais a calcinha, atochando dentro do meu cú e depois deu dois tapas, um em cada banda.
Me pegou no colo e me levou até a mesa de jantar da sala.
Afastou duas cadeiras com o pés e me arriou de costas sobre a mesa.
Colocou minhas pernas uma em casa ombro e afastou a calcinha pro lado, mas não a tirou.
Cuspiu nos dedos e levou até meu cú e lubrificou por fora.
Depois deu outras cusparada e levou ao meu cú de novo e empurrou dois dedos pra dentro e lubrificou por dentro.
Tirou os dedos e usou a mesma mão para levar o pau até a entrada do meu cú.
Forcou e fez a cabeça se alojar, mas sem empurrar muito. Apenas o suficiente para poder soltar o pau e usar as mãos para me segurar pela cintura.
Então começou aquele movimento de vai e vem.
Cada ciclo o pau entrava mais um pouquinho.
Com uns dez movimentos o pau já tinha entrado quase todo e nesse meio tempo eu gemi, gritei, chorei e pedi pra parar, mas fui ignorado.
Ele começou a foder meu cú retirando o pau quase todo e empurrando tudo de volta.
O ritmo era cadenciado, quase lento.
Eu olhava pra minha barriga e podia ver o pau estufar na parte baixa do meu abdomem, tamanha a profundidade que seu pau alcançava.
Ele começou a meter mais rápido e forte.
Começou a me machucar muito. Eu me desesperei e comecei a gritar mais forte e chorar mais intensamente.
Ele fez um XChiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!. e pediu pra eu parar de frescura.
Eu tentei obedecer a ele, mas logo a dor estava tão insuportável que voltei a fazer um escandalo.
Ele teve que tapar minha boca como da primeira vez.
Os sons foram abafados, mas a dor e o desconforto continuavam, então eu passei a chorar copiosamente.
Ele perguntava. mas que viado é você que nãoaguenta pau ? Quer que eu pare mesmo?
Eu estava inclinado a confirmar que queria, mas misteriosamente não o fiz de cara, pois me ocorreu que ele poderia não querer me comer mais.
Eu não sabia como agir. A dor me fazia querer pedir pra ele tirar, mas a agonia que eu senti no final da semana, sentindo falta do pau dele me faziam refletir se era aquilo mesmo que eu desejava.
Ele vendo que eu não respondi nada, apenas tirou as minhas pernas do seus ombros e as juntou e dobrou elas um pouco e me virou de ladinho.
Fique deitado de lado na mesma quase em posição fetal.
Senti a cabeça do pau enostar na entradinha do cú e aquela pressão pré penetração.
Ai senti a cabeça escorregar pra dentro e depois o pau deslizando e aquela sensação de preenchimento total.
Logo tomava bonbadas forte de novo.
Não estava doendo como antes , mas a ardência aumentou.
Ele pegou o meu braço para evitar que meu corpo fosse lançado pra frente enquanto ele bombava e aproveitava para me puxar contra seu corpo, o que fazia as penetrações serem muito profundas.
Podia sentir suas bolas se esmagando contra minha bunda.
A mesa era forte mas mesmo assim parecia que ia quebrar a qualquer momento.
Depois de levar pau assim por um bom tempo, ele pegou duas cadeira e me fez ficar com os joelhos apoiados um em cada cadeira.
Ele se enfiou entra as cadeiras para alcançar minha bunda.
Apoiei os cotovelos na mesa e senti ele encaixar a cabeça do pau na entrada do cú e empurra.
Assim que a cabeça entrou, senti ele me segurar pela cintura e ele mandou eu empinar bem a bunda.
Eu empinei bem e senti ele me apertar a cintura com as mãos e começar a penetrar.
Só parou quando senti as bolas.
Ele voltou a foder meu cú forte nessa posição e deu a primeira gozada dentro do meu cú.
Quando ele tirou o pau a porra era tanta que saía igual mijo.
Formou uma pequena poça no chão logo abaixo da minha bunda.
Quanda desci das cadeiras , achei que ia poder ir embora, mas quando olhei seu pau, ele estava duro ainda, apontando pro teto.
Ele me pegou por um dos braços e foi me arrastando pro quarto.
Chegando deitou-se na cama e mandou que eu viesse por cima e cavalgasse o seu pau.
Eu obedeci e fui engatinhando dos pés até consegui posicionar meu corpo sobre o dele.
Eu fiquei meio de cócoras sobre o pau dele e fui arriando.
Peguei o pau dele e posisionei de maneira que pudesse direcionar o cú sobre ele.
Eu continuei descendo até senti a cabeça na entrada do meu cú.
Forcei um pouquinho apenas pra garantir que a cabeça do pau encaixasse.
Vendo que o pau já tinha sido encaixado, sltei o pau dele e apoiei as duas mãos no paito dele e fui sentando o quadril engolindo cada cenimetro de pau.
Quando senti as bolas dele eu tive certeza de ter conseguido engolir o pau inteiro como meu cú, eu respirei fundo pra tomar coragem e comecei a subir até sentir a cabela chegar na entrada.
Mas calculei mal e deixei o pau escapar.
O homem ficou puto e me deu mas um tapa n rosto.
Já me descupei e fui atrás do pau e engoli tudo rapidamente.
Fui de novo subindo o quadril, mas dessa vez bem lentinho para não permitir que o pau saísse.
Assim que percebi a cabeça chegando na entrada já engoli tudo de novo.
Repeti e repeti e repeti e repeti varias vezes bem devagar até que já tinha aprendido o quanto eu podia siubir o quadril para não deixar o pau dele escapar.
Daí pra lá já podia foder o pau dele como o meu cú sem precisar me concentrar tanto.
Depois de foder o pau dele nessa posição por vários minutos ele mandou eu cavalgar de costas.
Eu ia sair do pau dele mas ele me impediu e disse pra eu girar sem deixar o pau sair.
Eu demorei mas consegui girar com o pau dentro o tempo todo.
Voltei a foder o pau dele por outros vários minutos e levando tapas fortíssimos na bunda que me faziam soltar gritinhos e gemer de tesão.
A segunda leitando foi longa e eu continuei a foder o pau dele e aquela porra com meu cú socando o pau dele fez aquele porra toda ficar com aspecto de clara em neve.
O que saia do meu cú por causa da pressão daquele pau socndo feito um pilão era uma espuma esbranquiçada devido a friccão do pau dele com a parede do canal interno do meu cú.
Ele me fez deitar sobre seu corpo de costas e girou comigo e ficamos por uns dez minutos engatados até seu pau escorregar já mole pra fora do meu cú.
Enquanto isso conversamos e ele queria saber o que eu esperava do futuro.
Ele me surpreeendeu perguntando se eu teria coragem de viver com um homem mais velho quando eu fosse maior de idade.
Eu falei que não sabia responder, pois não pensava ainda sobre a vida adulta.
Tomei um banho e voltei pra casa.
Durante a caminhada eu ainda pensava naquele coroa negro gostoso.
Ele estava consigando me viciar no pau dele.
Outras lições ainda viriam e todos eu vou contar aqui.
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Comentários (1)
LordNeves: Adorei! Eu dei a primeira vez depois de me separar de um casamento Hétero. Tinha uma migo que era gay e durante os anos que vivia em tormento com a ex ele sempre tava do meu lado e tal mais nunca tínhamos pensado (pelo menos eu) em nada entre nós só conversa mesmo. Aí um dia quando falei que tinha meses que não comia e nem gozava ele disse que eu era louco e que se fosse num relacionamento gay eu nunca teria esse problema aí perguntei sobre o assunto e ele foi me falando e tal até que ele me perguntou se eu já tinha ficado com home. Aí eu disse que não e ele então quando quiser experimentar ou tivesse mais curiosidade eu podia pergunta já que éramos amigos e tal! Mal sabia eu que o fdp queria era me comer e confesso que foi uma delícia
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