O Silêncio do Sertão - Cap 3
Sua vida começa ficar mais intensa e cheia de desejos. Para ele tudo é normal.
Na manhã seguinte, a buzina do caminhão de Dermeval soou cedo na estrada de terra, como sempre. O menino, ainda sentado à mesa com a caneca de café ralo nas mãos, pediu ao avô para não ir à escola naquele dia. Falou baixo, quase sem olhar, dizendo que não estava se sentindo bem.
O avô ficou alguns segundos em silêncio, avaliando. Tinha serviço acumulado na roça e pouca ajuda disponível. Dessa vez, apenas concordou com um movimento de cabeça e disse que ele ficaria para ajudar.
Assim que o caminhão se afastou levantando poeira na estrada, os tios já começaram a separar as tarefas. Mandaram que ele acompanhasse o avô até o pasto do fundo, onde precisavam consertar parte da cerca que havia cedido com a chuva dos dias anteriores. Não era trabalho leve, mas também não perguntaram se ele dava conta. Apenas entregaram o alicate velho em sua mão e disseram para seguir andando.
O serviço era lento. O arame estava duro, enferrujado, e os dedos dele já ardiam de tanto forçar. O avô trabalhava em silêncio, concentrado, como sempre.
Em certo momento, o velho fez uma pausa. Endireitou as costas, passou a mão na testa suada e olhou ao redor, como quem confere se não há ninguém por perto. O pasto estava vazio. Os tios tinham ficado mais perto da casa.
Chamou o menino com um gesto curto de cabeça e apontou para o estábulo ali ao lado.
Lá dentro, o cheiro era forte de feno e animal. A luz entrava em feixes finos pelas frestas da madeira. Alguns cavalos permaneciam presos nas baias, batendo o casco no chão de terra, impacientes com as moscas. O ambiente era abafado, quente, e o som da respiração dos animais preenchia o espaço.
Algum tempo depois, a porta do estábulo se abriu.
O menino saiu de lá mancando levemente, o rosto suado, a expressão fechada. Caminhou de volta para a cerca sem dizer nada, segurando o alicate com mais força do que antes. O avô veio atrás, no mesmo silêncio de sempre.
A noite, tomou o leite do avô, e isso ele gostava, as vezes ficava esperando o dia inteiro querendo tomar do leite. Pedia ao avô aos finais de semana para tomar toda hora, achava doce o leite do avô, que tinha uma alimentação cheia de frutas que influenciava isso. A única coisa que ela não gostava era do avô meter no seu cuzinho, pois, mesmo dando praticamente todos os dias a meses, não doía na penetração, mas quando o avô metia e se enchia de tesão e enfiava bem fundo no menino, deixando ele praticamente empalado, suas entranhas já estavam totalmente favoráveis a receber a profundidade que o enorme pau ia.
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Na manhã seguinte, a rotina voltou ao normal. Antes mesmo de o sol nascer por completo, a buzina do caminhão de Dermeval soou na estrada de terra. O menino saiu de casa em silêncio e entrou na baia do caminhão, onde o barulho do motor e o chacoalhar das latas de leite tornavam a viagem ainda mais desconfortável.
Durante o trajeto, Dermeval não foi paciente com ele. Reclamou que o garoto demorava para subir, que vivia distraído e que dava trabalho à toa. Falava alto, como se estivesse acostumado a ser ouvido sem resposta. O menino não disse nada. Ficou sentado, de cabeça baixa, acompanhando o barulho metálico da baia e o balanço constante do caminhão até chegarem ao vilarejo. Não aconteceu nada no trajeto, pois estava ali os filhos de Dermeval.
Não comentou nada sobre o que havia acontecido na escola no dia anterior com ninguém.
Quando chegaram ao vilarejo, desceu junto com os demais e seguiu em direção à escola em silêncio, como se aquele fosse apenas mais um dia comum. Por fora, nada parecia diferente. Só ele sabia que, daquela vez, entrar pelo portão da escola parecia mais pesado do que de costume.
No intervalo das aulas, enquanto os outros alunos se espalhavam pelo pátio, um funcionário chamou pelo nome dele e disse que o diretor queria vê-lo novamente. Alguns colegas olharam de longe, curiosos, mas ninguém falou nada.
Ele atravessou o corredor em silêncio e parou diante da porta conhecida. O funcionário bateu duas vezes e, após ouvir a resposta lá de dentro, abriu espaço para que ele entrasse. O diretor estava sentado atrás da mesa, organizando alguns papéis, como se já o estivesse esperando.
Sem levantar a voz dessa vez, apenas apontou para a mesma cadeira no canto da sala e disse para ele sentar. Depois voltou a mexer nos documentos por alguns segundos, deixando o silêncio tomar conta do lugar outra vez, como se aquela espera também fizesse parte do que queria dizer.
Se levantou e foi em direção o menino e abaixou a calça novamente na frente do menino que ficou estático.
- Chupa!
O menino então obedeceu o comando.
Mamava o pau do diretor assim como fez no avô na noite anterior para dormir.
O cuzinho não foi usado na manhã, nem pelo Dermeval, pois os filhos dele estavam junto no caminhão.
O diretor então sentou na cadeira novamente e o fodeu como no outro dia. Só que dessa vez foi mais forte e com raiva dele não ter ido no dia anterior.
Na hora que tirou o pau, empurrou o menino, o colocando de quatro no chão, e ficou encarando o cu dele arreganhado, e passava o dedo na abertura que ficou. Ele achava incrível aquela arte.
Nunca tinha visto um cuzinho novo tão aberto como aquele. E isso o excitava ainda mais.
Então com o menino de quatro, ele meteu em seu cu de novo, segurando a cintura do garoto.
Metia que fazia barulho melequento, de saliva e merda do menino.
Escuta alguém bater na porta. Mete o pau no fundo e segura.
- Quem é? - Pergunta alto e meio ofegante.
- Sou eu, sô! - Ouve-se então a voz de um homem, era o zelador.
- Ah ta!
Falou sussurrando:
- Fica ai paradinho, putinha.
Saiu, fazendo barulho ao tirar o pau do fundo do moleque.
Foi até a porta e abriu ela.
O homem do outro lado se deparou com a cena de um aluno de quatro com a bunda empinada no meio da sala.
- Eita, Porra! Cê tá comendo outro moleque?
- Bora?
O outro parou e pensou um pouco. E rapidamente entrou fechando a porta.
Tirou o pau pra fora, do mesmo tamanho do Diretor só que mais duro ainda.
Foi atrás do menino já metendo, como se fosse totalmente normal fazer aquilo.
- Essa putinha aqui tem como comer em todo lugar, ele não faz barulho de nada, tá vendo?
O zelador então ficando mais excitado ainda, metia mais rápido no cu do moleque. Meteu freneticamente que mesmo depois de gozar continuou metendo por uns segundos.
O diretor batia punheta e finalizou logo após o zelador, gozando com a lubrificação da porra do outro.
- Tá comendo esse tem quanto tempo pra ele tá assim, sô?
- Rapaz! Já tava assim, ele é usado já.
- Diacho de cuzinho fodido bom, sô! - Falava com sotaque roceiro.
- Teremos cu todo dia agora!
- E os outros que cê tava metendo?
- Teve um que falou pra vó, ofereci dinheiro pra ela ficar de boca fechada. Ela aceitou e leva ele lá em casa de vez em quando. Topa lá uma dia. sempre 19h.
- Não vai dar ruim não?
- Dá nada, dinheiro resolve quase tudo nessa vida.
Levantam o menino jogado no chão, se limpam e todos voltam aos seus afazeres. Na sala o menino continua calado como sempre.
Na volta para casa. Estavam dois meninos de Dermeval, os mais novos juntos. No meio do caminho, os dois dormiam. Seu Dermeval pergunta então se ele queria dirigir, que ele guiava. O menino o ignora.
Então seu Dermeval se irrita:
- Senta aqui porra, vem dirigir. Vem se não eu te bato agora.
O menino com medo logo se move e se senta no colo de Dermeval ao volante, onde o homem orientou com gestos, que ele sentasse.
O encaixe da bunda estava perfeitamente alocada no pau de dermeval. O homem então manda o menino segurar o volante. Ao fazer isso, o homem ainda atento na estrada deserta, abaixa as calças, olha pro lado, viu os filhos dormindo. Abaixa a roupa do menino no voltante, cospe na mão e passa na cabeça do pau e no cuzinho que estava um pouco úmido de algo pegajoso.
Ele olha a mão e percebe que é porra.
- Puta que pariu! Tá dando pra quem, sua puta? Essa porra aqui não tem muito tempo não.
Encaixa o pau no cuzinho depois que terminou de falar e então puxa a cintura do menino, que tira uma mão do voltante e segura a barriga do motorista tentando impedir de ir fundo naquela posição desconfortável.
Não conseguiu e logo sentiu uma pontada no pé da barriga e sua nádegas encostando na virilha de Dermeval.
O homem o segurou ali e voltou ao volante lambendo a orelha do menino.
Sussurou: seu cuzinho é melhor e mais folgado que a xota da minha esposa que pariu vários filhos. Sua putinha do caralho.
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Comentários (2)
Mamador: Que delícia! Continua escrevendo, adorei a saga!
Responder↴ • uid:sqnz4fi4h0fNonimo: Caracas de conto delícia! Faz também desse menino que a vó dele leva pro diretor da escola
Responder↴ • uid:10w9ufx6r28u